História Inocência - Capítulo 6


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Categorias A Madrasta
Tags Abraça-me, Cersar Evora, Tekil, Victoria Ruffo
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Palavras 1.416
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Capítulo 6


- Eu quero que me deixe ser o paizinho de nossa princesa.- ele suspirou e sorriu.- Só mora lá se me deixar ser para ela o pai que ela não tem, ser para ela tudo que uma criança merece. Eu quero que Maria seja amada por mim como uma filha, como já amo, mas quero que me autorize e me deixe livre para ser isso na vida dela.

Cristina derramou umas lágrimas e suspirou com a maior das felicidades.

- Isso é tudo que ela mais quer, Victoriano, você é o rei dela.- disse emocionada, ele era mesmo o homem perfeito.

- Ótimo, aceito, vamos fazer amor mais algumas vezes e depois ir contar a nossa filha a novidade.- ele a beijou na boca e toda inocência daquele momento se tornava ali, uma prova de amor...

HORAS DEPOIS...

Victoriano estava completamente sorridente quando desceu de sua caminhonete de mãos dadas com Cristina. Não era o dia mais feliz da sua vida porque esse tinha sido um momento em que tinha conhecido aquela mulher. Depois de olhar a primeira vez nos olhos de Cristina, ele nunca mais tinha conseguido se sentir em paz. Ela era o seu mais forte desejo de amor, a mulher que tinha conseguido tirar completamente a sua tranquilidade.

Valeu a pena cada segundo de espera para dividir com ela os prazeres do amor. Em seu rosto estampado a felicidade por ter dividido aqueles momentos com ela. Nem se ele desejasse esconder não ia conseguir. Era como se a felicidade tivesse morando ali no rosto dele para todo sempre. Quando os dois entraram em casa Cristina chamou pela filha.

Maria veio correndo e abraçou a mãe toda dengosa e em seguida abraçou Victoriano. Um sorriso lindo se desenhou no rosto dele que se sentou no sofá e colocou a pequena em seu colo, na perna apoiada nele.

- Que saudade eu estava da minha princesa que não vejo desde ontem.- Victoriano deu vários beijos em sua menina e Sorriu sabendo que ela gostava daquele carinho.

- Você me abandonou, Victorius. Passou todas as horas desse dia sem vir me ver.- ela pegou no bigode dele e começou a rir. - Você tem que castigar ele mamãe por toda maldade que ele fez em me deixar aqui sozinha esperando por ele.

Cristina começou a rir porque eles dois eram sempre uma comédia juntos e ela ficava tranquila porque Victoriano era um bom homem antes de qualquer coisa. Cristina tinha estado sozinha durante muitos anos e o medo de ter alguém que pudesse fazer mal a sua filha era uma coisa real para ela. Somente porque acreditava que aquele homem era um homem decente e especial é que tinha dado a chance a ele de se aproximar da sua família e da pessoa mais importante da sua vida.

Ela não ia permitir que a filha se apaixonasse por um homem que pudesse causar mal ao seu pequeno coração tão frágil. Tocou o rosto de sua menina e olhou aqueles lindos cabelos longos.

- Eu estava ocupado com a sua mamãe e resolvendo algumas coisas sobre o nosso futuro, minha princesa.

Maria começou a rir. Eles eram tudo para ela. Agora ela tinha um homem com quem dividir não apenas os seus problemas, mas também a sua felicidade. Cristina era uma mulher plena e sabia que não precisava de ninguém para seguir sua vida. O amor não tem que ser uma muleta onde você se apoia somente por que quer alguém para dividir as coisas. O amor não deve ser encontrar no outro aquilo que você não encontra em você. O amor é uma completude do infinito é estar inteiro mesmo partido é ser inteiro com alguém que também já é inteiro.

- Estavam namorando por aí sem mim? - ela disse toda amorosa. - Um absurdo em, mamãe!

Victoriano soltou uma gargalhada porque ela tinha tanto bom humor quanto ele e Cristina ficou completamente vermelha corrigindo a filha.

- Meu amor, não fale assim... Não fale desse modo porque são coisas de adulto. Eu sou a namorada dele...

- Mãe....- ela disse a palavra deitando no ombro dele se aconchegando naquele carinho que ele podia dar e que ela queria receber. - Eu não disse coisas feias. Namorados namoram, noivos noivam e casados casam.

Foi a vez de Cristina começar a sorrir da inocência de sua filha e perceber que ela estava apenas dizendo que os dois tinham andado juntos por aí.

-Está certo, minha princesa! - ela sorriu. - Queremos conversar uma coisa muito séria com você, minha filha!

Maria se afastou do corpo de Victoriano e suspirou pensando que a mãe daria uma notícia ruim, mas no rosto dela estava uma expressão tão bonita.

- O que foi, mamãe? O que foi? - disse sentida e agarrou Victoriano que a beijou.

- É uma coisa boa... pelo menos eu achei boa. - ele sorriu. - Eu não sei se você vai concordar comigo que é uma notícia muito legal. Mas precisamos que você diga o que sente quando vamos falar isso para você.

Maria assinou com a cabeça sentindo coração acelerado porque tinha medo que a mãe dissesse alguma coisa que ia magoar seu coração. Há tanto tempo ela não se sentia feliz como estava se sentindo agora.

- Victoriano vai morar aqui, meu amor. Vamos ficar juntos e ser uma família.

Antes que a mãe terminasse de falar, Maria começou a chorar desesperadamente e agarrou a sua mãe pulando para o colo dela. Victoriano ficou um pouco assustado sem saber muito bem o que fazer e apenas observou elas duas enquanto Cristina acalmava sua pequena. Ela sabe exatamente porque a filha tinha se comportado assim e deixou que a dor dela passasse, então, quando Maria se sentiu pronta Ela alisou o rosto da mãe e disse as suas palavras...

- Mãe, eu esperei por isso a minha vida toda! A minha vida toda eu quis uma família de três pessoas. - ela chorou mais agarrando a mãe.

Victoriano era um homem velho já tinha visto de tudo na vida. Homens e mulheres já tinham se despido de seus sentimentos na frente dele,  só que aquela criança era especial. O modo como ela condensava os sentimentos era a perfeição. Ele segurou a pequena e a trouxe para o seu colo olhando em seus olhos. Apesar das muitas lágrimas que alivia derramar ali sabia que o brilho que estava por baixo de toda aquela dor era mais intenso.

- Eu te prometo que vamos ser uma família de três muito feliz. E que eu vou fazer tudo que eu puder para você e sua mãe serem as pessoas mais felizes deste Reino. Eu quero que você saiba disso e acredite em mim.

- Eu acredito, Victórius, eu acredito. E um dia quem sabe seremos até uma família de 4 ou 5,  não é?- disse limpando os olhinhos e agarrando ele e a mãe para um abraço bem apertado.

Cristina olhou para Victoriano e os dois sorriram, a família se formava ali...

E O TEMPO PASSOU...

Cristina tinha escolhido muitas coisas bonitas para decorar a casa desde que Victoriano tinha chegado e transformado o ambiente em um lugar mais alegre. As gargalhadas dele eram ouvidas em toda casa sempre acompanhados das risadas felizes de sua pequena Maria. Era quase como um enigma ou um segredo que não era secreto porque os dois estavam sempre juntos e onde ouvisse a voz de um o outro certamente também estaria.

Cristina estava caminhando para cozinha quando sentiu o corpo tontear. Uma sensação esquisita e ela ficou completamente zonza e segurou na primeira parede que conseguiu. Estava sentindo uma coisa tão estranha e ela deu um sorriso em meio aquela sensação horrível. Era exatamente aquilo que ela estava pensando e quando os dois chegaram correndo e rindo com Maria nas costas dele e Victoriano percebeu que a esposa não estava bem.

- O que foi, amor? - ele disse se aproximando de Cristina e colocando Maria no chão para ajudar a esposa.

Cristina sorriu com os olhos e tocou a barriga era apenas o sinal para que ele entendesse o que ela não podia dizer ali na frente da filha sem ter certeza. Victoriano sentiu o seu coração explodir em uma felicidade que ninguém no mundo iria conseguir conter. Era seu belo filho que estava a caminho e a família de 4 que Maria tanto tinha desejado um dia...

        ������   Capítulo 6   ������



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