História Inocência - Capítulo 7


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Categorias A Madrasta
Tags Abraça-me, Cersar Evora, Tekil, Victoria Ruffo
Visualizações 6
Palavras 1.055
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Capítulo 7


- O que foi, amor? - ele disse se aproximando de Cristina e colocando Maria no chão para ajudar a esposa.

Cristina sorriu com os olhos e tocou a barriga era apenas o sinal para que ele entendesse o que ela não podia dizer ali na frente da filha sem ter certeza. Victoriano sentiu o seu coração explodir em uma felicidade que ninguém no mundo iria conseguir conter. Era seu belo filho que estava a caminho e a família de 4 que Maria tanto tinha desejado um dia...

-  Filha, espera um pouquinho que papai vai ajudar a mamãe aqui. Você pode ficar lá na varanda se quiser me esperando para andarmos a cavalo.- ele estava todo aceso e feliz.

- Eu posso ajudar também se você quiser, mamãe, eu sei fazer muitas coisas. - ela disse toda alegre e saltitante como costumava andar dentro de casa.

Cristina continuou mantendo a pose e sorriu para sua pequena escondendo dela o real sentimento e seu mal estar. Não ia ficar escondendo nada da sua filha só que não podia dar esperança e se não tivesse certeza de que tinha um bebê ali na sua barriga.

- Pode ficar tranquila, meu amor, que você é muito inteligente, mas a mamãe tem que fazer isso só com Victoriano.

- Tá bom, mamãe! Tá bom! - Maria respondeu toda feliz e correu para varanda para fazer exatamente o que Victoriano tinha mandado.

- Precisamos ir ao médico para ele examinar você e saber se realmente está esperando um bebê.

Ele disse isso abraçando Cristina todo feliz porque aquela notícia era melhor que ele poderia receber. Assim que tivesse a notícia ia contar para sua Constância e também para sua Maria. Era um homem cercado de mulheres e ele adorava que fosse assim. Deu um beijo carinhoso nos lábios de Cristina e ficou esperando para ver o que ela ia dizer.

- Eu tenho médico marcado para amanhã pela manhã porque eu já estava me sentindo mal a mais ou menos uns três dias. Eu tenho certeza que ele só vai confirmar porque conheço esses sintomas muito bem.

Cristina abriu o seu lindo sorriso e passou suas mãos pelos cabelos dele ajeitando e sorrindo porque estava tão feliz quanto ele.  Victoriano era um homem tão maravilhoso e tinha dado a ela tantas alegrias naquele curto espaço de tempo que dar um filho a ele ou pensando pelo modo maternal de ter um filho com ele era melhor coisa do mundo.

- Parabéns, querido papai, agora você vai ter mais uma criança para cuidar nesta casa. Precisa ter muita paciência porque a sua menina pode ficar com muito ciúme da atenção que você vai dar ao bebê.- ela tinha brilho nos olhos quando dizia aquelas palavras.

Victoriano calou as palavras dela num beijo delicioso e terno do jeito que ele gostava de fazer com ela. Os lábios de Cristina eram tão doces que quando ele terminava o beijo sentia como se tivesse comido brigadeiro. Quando se beijavam quase sempre as mãos dele estavam na cintura dela mantendo os corpos juntos e fazendo Cristina se sentir segura naqueles braços estão fortes de seu amor.

- Nossa preciosa não vai precisar sentir nenhum ciúme do bebê porque ela será a maior ajudante do nosso filho. Eu sei como fazer ela se sentir completamente parte disso porque ela é. Nós dois estamos acertando até agora e acho que vamos acertar depois também. Afinal a nossa filha quer nossa atenção e nosso amor isso podemos dar de sobra para ela e para o bebê que está chegando e para outra mimada que também vai chegar.

Cristina suspirou demonstrando um pouco de atenção ao falar da filha dele porque tinha tanto medo dela não gostar delas duas e isso ser um problema. Constância era uma jovem muito linda e com toda certeza deveria amar aquele pai mais que tudo. O medo de Cristina ela não ter aprovação da jovem para o casamento com o pai dela.

- Ela disse para você que chega na semana que vem?- falava alisando ele com todo amor do mundo.

- Ela está esperando para ver se vai ficar de recuperação em alguma matéria e só então vai me avisar para ir buscá-la.

Victoriano tinha tanto orgulho daquela jovem e sabia que ela era tão maravilhosa e intensa que quando conhecesse Maria seria a coisa mais linda do mundo. Ela era perfeita e aquela família era tudo que ele mais amava.

- Vai ser maravilhoso ter Constância aqui, meu amor, espero que ela goste de ficar conosco porque eu e Maria queremos você muito feliz com toda sua família.

- Eu não tenho dúvida de que ela vai amar estar aqui na nossa companhia e tenho certeza que Maria e ela eram amigas para o resto da vida. Minha menina sempre quis que tivéssemos mais gente na nossa casa assim como Maria. Ela é uma adolescente, mas no fundo no seu coração é só uma criança ainda...

Os dois se beijaram mais uma vez e sorrindo Victoriano foi cavalgar com as suas menina. Depois deixou Maria em casa e foi cuidar das coisas da Fazenda porque ele tinha que cuidar de tudo com Cristina na fazenda dela e também depois passar pela sua.

Victoriano não ia se desfazer daquela Fazenda porque era herança de Constância. O dia passou naquela correria de visitar os animais e ver todas as coisas que precisava. Ele estava sempre tão sorridente que parecia que nem tinha mais problemas, era um homem completamente feliz.

Parou na venda e comprou um doce para Cristina e estava tomando a sua cachaça. Ele era o homem mais feliz da venda toda, pagou cachaça e sorriu conversando. Lá estava Paulo Pinga, o dono da venda. Victoriano sempre sorria quando ia ali, Paulo era antigo na Vila. Ele sorriu e viu o padre entrar.

- Bendito seja Deus que ama até os pecadores.- ele disse com todo amor.

- Padre Igor!!!!- ele sorriu segurando nas costas do padre e sorrindo.- Em breve vai batizar meu bacuri...

- Que bons ventos, Victoriano.- ele sorriu e os dois se abraçaram comemorando.

- Um bacuriiiii.- ele disse todo feliz.

- Vai casar com ela, Victoriano, vai casar ou eu não batizo.- ele disse firme e Victoriano o encarou...
 



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