História Inocente - Capítulo 1


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Categorias Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo Balsano
Tags Lutteo
Visualizações 224
Palavras 845
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amores! Tive a ideia de fazer essa fic, inspirada no livro inocência e sedução, só que a fic será totalmente diferente do livro, terá umas partes de outro livro que também me inspirei, ao longo do capítulo vocês saberão.
Estou com muitas idéias para fazer fanfics novas, vem mais uma lutteo, dois de outro casal de sou luna, e um de outro casal da mesma série. Por enquanto, ainda não vou postar, estou organizando tudo primeiro para postar depois. Mas, a outra lutteo está praticamente pronta, então logo postarei ela aqui.
Quero deixar umas coisas bem claras;
• Fanfic de minha autoria, mas inspirada em livros.
• O casal protagonista é Lutteo, não terá muitos personagens de Sou Luna aqui, terá somente o casal e alguns da série.
• A fanfic ocorrerá em outro país, não só em Buenos Aires.
• Personagens originais.
• Espero que vocês comentem e favoritem, pois isso me incentiva a continuar a fanfic.

Bom, é só isso mesmo, amores.
Boa Leitura!♥

Capítulo 1 - Prólogo


Os grupos de pessoas em cada canto do restaurante, almoçavam e conversavam, diferente de mim, que me encontrava em um canto, onde ninguém possa me pertubar com perguntas idiotas ou indiscretas.

Minha cabeça martelava, por pensar em tantos problemas que ando tendo, estar desempregada, sem emprego algum, era chato e principalmente; ruim. Claro, que gosto de ficar sem fazer nada, mas esse "nada" não nos ajudar à ganhar dinheiro nenhum, por estar fazendo nada. Meio confuso isso, eu sei, mas é isso que dá quando você está desempregada, e não tem nada para fazer, a não ser, ficar observando as pessoas trabalhando como eu queria está agora. Vim para Buenos Aires, quando tinha mais ou menos 16 anos, com minha mãe e meu pai, após eles receberem uma proposta de emprego. Quando completei 18 anos, continuei morando na mansão como filha dos empregados, e isso me irrita. Não é fácil, você conviver numa mansão, onde tem uma garota que se acha superior à todos, e uma senhora de idade, que mesmo sendo uma senhora, é um pouco arrogante com nós. Mas pelo menos, agradeço à ela, por ter a onde morar. Apoiei a cabeça na mesa, olhando para meus pés, na tentativa do tempo passar logo.

Tinha feito entrevista em vários lugares possíveis e não consegui nenhum emprego. Por isso, nunca gostei de ficar sem trabalhar, pois você vai procurar emprego e não consegue por ter muitas pessoas à sua frente, que concerteza, tem mais chance de conseguir do que você, e isso de fato, é extremamente péssimo. Ergo a cabeça, e me deparo com um homem moreno perfeitamente vestido com um terno escuro, me encarando. Seus olhos negros e intensos me encaravam, de uma forma diferente, e o moreno parecia pensativo com algo. Ele não estava ali, quando eu cheguei, e, é estranho ele está me olhando assim. Mas, confesso que ele é lindo, mas também deve ser podre de rico.

O prato à minha frente, ainda restava comida que havia comido pouco, estava sem apetite. Peguei o copo de suco de laranja, e bebi um curto gole, molhando um pouco a garganta. Decidi ir logo embora, então, peguei a minha bolsa que se encontrava em cima da cadeira do lado da minha, peguei o dinheiro para pagar o almoço, e o coloquei em cima da mesa, chamei a garçonete que rapidamente veio. Me Levantei da mesa, e caminhei até a saída do restaurante, não olhei para trás, não queria arriscar e ver aqueles olhos negros novamente. 

Andei pela calçada, e parei no ponto de ônibus, como todas às vezes, para esperar algum. Fiquei em pé, mais isso não impedia de meus pés baterem contra o chão impacientes pela demora. Minha atenção foi tomada, por um carro preto, com os vidros também da mesma cor fechados, parando enfrente ao ponto. Não conseguia ver quem era à pessoa que estava ali dentro, tudo era preto.

Estava um pouco receosa, de quem poderia ser, e se for um bandido? Sequestrador? 

Os vidros que antes estavam fechados, agora se abriam lentamente, revelando a figura do moreno de olhos negros, que me encarava no restaurante, e por um motivo desconhecido me arrepiei por ver esse homem.

- Poderia entrar no carro? - Disse com a voz rouca. Quê? Não iria entrar no carro desse homem, que nem sei o nome.

- Como asim? Eu não vou entrar no seu carro, nem te conheço. Quem garante que você não é um sequestrador? - Falei firme. Ele ainda mantinha seus olhos vidrados nos meus.

- Se esse é o problema, sou o Matteo Balsano. Dono das empresas Balsano's, e tenho uma proposta à lhe fazer, portanto, entre no carro. - Disse, e mesmo à contra gosto, entrei. Se for proposta de trabalho, eu não posso perder, precisava urgentemente de emprego.

Sentei no banco do passageiro ao lado motorista, e o encarei o painel do carro, para não encará-lo. O cheiro inebriante de seu perfume, inalava praticamente, todo o carro.

- E então, que proposta tem a me fazer? - Perguntei sem olhá-lo. Sentia minha pele queimando, e sabia que ele estava me olhando. É muito estranho, um homem que nunca havia visto que se diz dono de uma empresa, e tem uma proposta à lhe fazer, aparecer assim. Do nada.

- Está à procura de emprego, certo? - Assenti. - Quero que você seja a modelo da minha empresa. Claro, que você terá todos os seus direitos, se aceitar a proposta. 

Não conseguia acreditar, que esse homem estava me oferecendo um emprego na empresa dele, e me quer trabalhando como modelo. Como pode ser possível?

- Está falando sério? - Pergunto, de boca aberta. Será que tem mais alguma coisa que ele quer que eu faça se eu aceitar?

- Sim. Se você aceitar, iremos conversar sobre seus direitos na empresa. - Diz. Virei para ele, e encarei seus olhos e tomei uma decisão, que com toda à certeza iria mudar minha vida daqui pra frente:

- Eu aceito! - Falei, e um sorriso involuntário brotou em meus lábios, mas não me passou despercebido um sorriso nada discreto se curvarem nos lábios dele. 


Notas Finais


Até mais...


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