História Inocente Híbrido - (Park Jimin) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Cat, Jiminie, Mochi, Você
Visualizações 71
Palavras 1.559
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey, hey, you, you dêem amor a fic pois estou fazendo ela com muito carinho.
Era só isso mesmo.

Boa leitura 🌷

Desculpa os erros ortográficos.

Capítulo 2 - Gato de rua...


Fanfic / Fanfiction Inocente Híbrido - (Park Jimin) - Capítulo 2 - Gato de rua...


S/N P-O-V


Era uma tarde de outono com a brisa levemente fria, um clima fresco e agradável com as crianças brincando no parquinho e casais típicos coreanos andando de mãos dadas e roupas combinando. Voltava para casa depois do longo dia na faculdade e depois de algumas horas na lanchonete onde trabalho. Quem disse que ser adulta e ter responsabilidade era fácil? Exatamente, ninguém. Agora eu mesmo me sustentava com o pouco que ganho, mas mesmo assim dando-me uma confortável vida. 

Mudei a Coréia com o motivo para me formar em  arquitetura, e me dou bem apesar dos olhares das garotas sobre mim e os cochichos dos garotos a meu respeito, mas a cima de tudo meu foco é meu estudo.

Chego em casa jogando a mochila em qualquer canto e deitando preguiçosamente no sofá. As vezes morar sozinha é um saco e da medo além de ser solitário. 

Há algumas casas tem um vizinho com um cachorro que vive latindo, o estranho é que o nome do animal é Namjoon, e isso é nome de gente! Bom, cada um com suas loucuras, não é mesmo? 

Pego o controle ligando a TV no canal de doramas, hoje tem novo capítulo de Hotel Del Luna.  O capítulo começou e minha atenção foi a janela quando escuto um miado de gato junto de um latido feroz. 


— O que 'ta acontecendo? 


Sigo a janela e vejo um gato de pelo branco misturado num amarelo claro indefeso do cão que rosnava contra o mesmo.  O gato coitado era tão pequeno que o cachorro tinha vinte vezes seu tamanho.


— Miau...  — o gato miou andando para trás, me assusto quando o cão rosca mais forte pronto para atacar o gato. 


O gato parece procurar um canto para fugir do cão e então  corre o mais rápido que foge,  o cão vai atrás mas o gato continua fugindo dele. Torço para que não o pegue, ele parecia tão inofensivo.


— Boa sorte gatinho. — dou as costas me jogando de novo no sofá. — Quê, fala sério! Perdi os dez primeiros minutos do Dorama! — reclamo.  Os latidos e miados ficam mais altos, acho que estão passando pela minha casa.  — E agora, o que fazem? 


Vou  a  janela de  novo  vendo os mesmos  correrem  até  o gramado de casa,  o cão vai deixando o gato encurralado, ele se encolhe todo com medo. 


— Ah fala sério...


Abro a porta de casa e ando com cuidado até onde estavam, estalo os dedos chamando a atenção de gato e ele corre até mim. O cachorro corre também na intenção de pegá-lo mas eu entro em casa rápido trancando a porta de casa, sentindo ele tentar arrombar a porta com força.


Eh, eu salvei um gato. Sou uma boa pessoa. 


— Miau. — Olho pro lado e o vejo ali, sentado com uma carinha fofa me encarando. 

— Era pra você fugir dele, gato. Não entrar na minha casa! — O pequeno felino se aproxima pulando em meu colo se aninhando ali. — Ei, folgado! Que me lembre não dei liberdade pra isso. Anda vaza.— tento tirá-lo mas ele lambe meu nariz miando em seguida.

— Miau.

—  Você é tão fofo , como aquele cão brutamonte teria a coragem de te machucar? — como resposta ele mia lambendo meu nariz de novo.

— Miau.

—  Tudo bem, vou deixar você aqui só hoje. Até porque você é de rua, e  lá deve ficar.  

— Miau. — ele miou baixo, por um momento pensei que ele se entristeceu mas não seria possível, ele é meras um gato


— Deve estar com fome. Vem, vou te dar leitinho.  — o coloco no chao e sigo a cozinha sendo seguida pelo gato. 


Pego uma tigela e leite da geladeira despejando o líquido na tigela levando-o ao microondas para esquentar. 



...


— Beba tudo gatinho, deve estar com muita fome. — acaricio sua cabeça vendo-o fechar os puxados olhos sentindo o carinho. 


Fico vendo ele beber o líquido com um pouco de desespero, acho que ele realmente estava com muita fome. Coitado, acho que a fome era tanta que ele merecia  boa noite de sono em um travesseiro confortável. 

Ele larga a tigela ja vazia e vem se esfregando na minha perna ronronando. 


— Ou, eu não sou uma gata não pequeno felino. Acho que se enganou bichano. — ri da forma de como ele se esfregava na minha perna. 

— Miau. 

— Tá bom, vem aqui. — o pego no colo e ele se aninha no meio dos meus seios se deleitando na região como um travesseiro. — Vou te dar um banho e depois ponho mais uma tigela pra você. Tudo bem? 


Acho que estou ficando louca, nunca que um gato iria falar. 


— Miau. 

— Creio que isso foi um sim, então partiu banho. 


No banheiro peguei uma bacia e coloquei um pouco de água para dar banho no bichano, e acha que está sendo fácil? 


— Venha gato, a água não machuca. — ele se segurava em mim para não entrar na água.

— Miau!  

— Olha isso não machuca, só vai te fazer ficar cheiroso e muito bonito. E depois pode tomar mais leite. 

—MIAU!  

— Muito bem, seja um bom gatinho, uh?


O ponho na banheira e ele já se diverte com a água, esse gato me parece estranho. Como ele me responde com 'Miau, a cada coisa que pergunto retórica? E suas reações não são como as dos ourtos gatos, ele reage como gente parece me entender.  Deve ser coisa da minha cabeça só pode. 


Esfrego o condicionador em seu corpinho sentindo os cheiro doce de impregnar no ambiente. Lavo com cuidado para não entrar em seus delicados olhos e orelhas e ele mexe seu rabinho pra lá e pra cá.   

É um gato ou cachorro meu filho? Se decide!


— Pronto, viu? Não doeu nada e ainda gostou do banho. 

— Miau!  — o enrolo na toalha azul fazendo-o ser agora um pequeno bebê muito fofo. — Miau. 


No meu quarto o coloco na minha cama secando o mesmo e pego meu secador para secar melhor seu corpinho.  Ele já brinca com minha almofada do Kai do exo ah tão fofo!   


— Como prometido você vai tomar seu leitinho. — Saio do quarto e ele me segue até o cômodo sitado.  Pego duas tigelas enchendo uma de água e a outra de leite.  Deixe no chão e ele opta por água. — Bom, não quer mais leite.  

Guardo leite numa garrafa na geladeira e o gato bebê a água agora com calma. Ele já não estava desesperado ou com fome. Ele termina e vem se esfregando em minha perna como se quisesse minha atenção para si. 


— Que foi,  quer dormir? — ele mia em resposta. — Deve estar com sono mesmo,  hoje você dorme bem confortável pequeno gatinho. 

— Miau.


Entro no meu quarto pegando um travesseiro colocando no chão para ele dormir, mas ao invés disso ele agarra minha perna para subir na cama.

— Que foi,não quer dormir aí? 

— Miau. 

— Desculpa mas comigo que não pode gato. 

— Miau. — ele lambe minha  perna arrepiando meu corpo. 

— Aish, tudo bem. — o pego deitando com ele na cama. —  Boa noite pequeno felino. 

— Miau! — ele deita em cima de mim entre meus seios.

— Abusado. — ele se aninha mais na região.  — Durma bem gatinho.


O dia hoje foi muito cansativo, de segunda a sexta eu faço o mesmo caminho, de casa pra faculdade até a lanchonete chegando em casa às quatro da tarde. 

Meus olhos pesam pelo cansaço, me entrego ao sono dormindo o com gatinho em mim.


...


Com cuidado levanto da cama com o pequeno felino em em meus braços abrindo a porta com o maior cuidado do mundo para não acordá-lo.  Ele não podia ficar mais um segundo comigo, animais se apegam a quem cuidam deles e ter um animal seria um gasto a mais e minha condição financeira não é lá essas coisas.

O gatinho dormia tanto que até lambia de olhos fechados minha pele. E por isso tenho que deixá-lo onde é seu lugar...na rua.

Sei que podem ver como incorreto mas não tenho condição alguma de cuidar dele, já me basta as contas que chegam todo mês e minha mensalidade que não é barata. 

Encontro um cantinho que parecia seguro e não muito longe de minha casa; uma caixa.  O coloco com cuidado na caixa ele ronrona baixinho, admito que doeu fazer isso mas não tive opção, afinal ele ainda é um Gato de rua.


— Tchau pequeno felino, durma bem e se cuide. Espero que fique bem. — saio o mais rápido para não acordá-lo.


De volta para casa me sinto fraca, como se a culpa me feri-se com uma faca, sem perceber uma lágrima escorre de meus olhos. Eu não posso chorar por algo insignificante como,  meus avós não gostariam se me vissem assim, foram eles que me criaram e desde sempre não me trataram como queira já que meus pais trabalhavam muito e o pouco de tempo que tinham em casa eles usavam para descansar, ou seja, dormir. 

Meus avós nunca me deixaram fazer nada e por sua criação minha educação foi a deles. Seria um erro voltar por causa de um gato de rua.





Notas Finais


Espero que tenham gostado moris ❤️

Mochi Jiminie tá tão cute que não me aguentei, tive que fazer a fic.


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