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História Inquieto - Capítulo 1


Escrita por: G0THLIX

Notas do Autor


Ah, olá! Sei que ontem postei uma HyunChan, mas tô cheia de plot pra postar k. Enfim! Espero que tenham uma boa leitura (Chan dilf é sempre muito bem vindo COF) e me desculpem qualquer erro, ainda não revisei direitinho.

Obs: Ambos são maiores de idade e tudo que fazem é CONSENSUAL.

Capítulo 1 - Único


Felix conheceu Chan do jeito mais clichê possível. De início, pensou no mais velho como um coroa acabado e sem graça - como muitos dos amigos do trabalho o descreveram. Porém, ao vê-lo andando pela doceria com uma criança nos ombros, se viu perdido no fundo do poço do seu tipo ideal.

Porra, Chan era gostoso. Com tatuagens nos braços musculosos e no pescoço, usando calça de couro e regatas que só valorizavam o corpo perfeito. Os fios loiros curtos, algumas vezes bagunçados e outras bem arrumados, completavam o visual de paizão badboy, dono de uma Harley vermelha e que cuidava com muito carinho do filho de cincos anos, Jisung.

O mesmo paizão que Felix, como babá da criança, amava muito sentar.

— Li-lix, príncipe, que merda! — Chan gemia baixinho e fraco demais com as sentadas pesadas e rápidas em seu pau já tão maltratado pelo interior guloso e apertado do seu contratado. Droga, Felix era um novinho gostoso demais para negar qualquer coisa.

O Lee sorriu, apertando o queixo molhado de baba e suor do maior e grudando suas testas.

— Ora, ora, Channie, você prometeu que daria tudo! — Lembrou birrento com um biquinho tão adorável que Chan mordeu de leve, as mãos fortes parando Felix no ar, o pau gordo preso nas paredes quentes pela metade.

Iria delirar. A glande era tão, mas tão judiada por Felix que, se ele não tivesse o feito gozar quatro vezes, encheria-o mais ainda de porra.

— Ma-mas príncipe, o filme.

Felix revirou os olhos. Suas mãos arranhavam os ombros largos do Bang com tanta força que filetes de sangue escorriam pelas costas e tronco. Qualquer um que visse iria pensar que o tatuador durão tinha sido atacado por uma besta selvagem.

Bom, não estariam errados. Felix sabia ser perigoso e cruel quando queria.

— E dai? Você nem gosta disso, Channie. — Ele apontou e Chan não soube como revidar, não quando Felix se contraiu e rebolou bem devagar só para conseguir arrumar os fios platinados grudados na testa, afastando-os.

Chan ficava tão gostoso corado e ensopado de suor que Felix precisava admira-lo. Porra, era o responsável por deixar o maior ofegante e dolorido dos pés a cabeça. 

Merecia isso.

— Papai, papai Chan, você me deixa tão cheio... — Felix provocou sorrindo e acariciou a protuberância do pau do Bang na barriga. — Quero mais do seu sêmen, muito mais! — Seus olhos brilhavam e ele lambeu os lábios, faminto. Chan estava encrencado nas mãos daquele novinho cheio de energia. — Vou guardar tudinho, ser bonzinho para você, papai. — Para firmar a promessa, Felix o beijou lentinho, abraçando o pescoço cheio de marcas.

Chan encheu as mãos com as bandas do platinado. Felix não tinha um traseiro muito gordinho, mas gostava do quão macio ele era. Do quanto ele o engolia e se empinava com uma surra bem dada de pau.

— É tão quentinho... Tão gostoso, Channie... — Ele sussurrou ao quebrar o beijo e morder o queixo rude, os olhos turvos fixos no rosto de Chan. — Quero carregar pra sempre seus filhotes, Channie, juro que vou cuidar muito bem deles! Só me dê tudo, tudo.

Felix vazava tanto mesmo vestido da cintura para baixo. Chan conseguia sentir a cabeça do pauzinho estúpido babando sem parar em seu umbigo.

— Vadia esfomeada. — Chan riu ácido, segurando Felix pelos ombros. O Lee gemia tão alto, mais que o volume da televisão em suas costas. Se não tomassem cuidado, iriam acordar a criança dormindo no outro cômodo. — Espero que cumpra sua promessa, vagabunda, eu não quero castiga-lo por nenhum deslize.

Felix estava contando com isso.

Chan tratou de terminar de rasgar a saia de cetim branca de Felix, jogando os restos para longe. A clara demostração de força deixou o platinado todo arrepiado e de boca seca. As veias de Chan se destacavam tanto com qualquer esforço que Felix salivava só de imaginar-se lambendo-as.

— O que foi? O gato comeu sua língua? — Chan zombou e apertou as bochechas gordinhas do platinado, forçando-o a encara-lo com um bico de peixe nos lábios babados. — Veja só como está, gatinho, todo burrinho e imundo e ainda quer mais... — Balançou a cabeça, fingindo descrença, e sorriu. — Fica de quatro, puta, quero ver se guardou o que já te dei.

Felix demorou um pouco para obedecer, meio tonto e sensível com os orgasmos anteriores, deitando de bruços e se empinando, o rosto virado no sofá e os olhos curiosos acompanhando cada movimento de Chan.

Um das mãos segurou a banda magra e puxou para o lado. Poucos minutos se passaram para um filete cremoso de porra escorrer, arrepiando o corpo de Felix que mordeu o lábio, esfregando o nariz na almofada para abafar os gemidos. Estava tão cheio. Chan tinha testículos tão grandes, guardando tanta porra, que foi sortudo demais por ganhar tudo.

Chan o estapeou de palma aberta. A ardência na pele já machucado pela surra das bolas pesadas do mais velho provocando mais arrepios em Felix que agarrou as bordas do sofá, deslizando para frente. O pauzinho pulsou, a vontade de fazer xixi quase esvaziando a bexiga de Felix no sofá, coisa que Chan odiaria e o faria pagar caro.

— Boa puta, é assim que eu gosto de ver. — Sussurrou, deitando nas costas morenas com o quadril no ar e a cabeça inchada roçando no buraquinho úmido. — Eu vou te dar mais, vagabunda, tanto que você vai engravidar, vai ter filhos meus... — Aos poucos, Chan entrou, parando na metade para se erguer e segurar os fios da nuca do mais novo. — Você nem vai pensar em outro pau, gatinho, vai querer sentar apenas no meu.

Felix não queria nenhum outro. Apenas o pau de Chan o satisfazia e o deixava cheio.

Chan não entrou muito. Felix era tão apertado, mesmo comendo-o tantas vezes, que seu pau ficou parado pela metade, os sacos pesados nem encostando na pele lisinha. E Chan ainda não tinha forças para ir mais fundo. As pernas tremiam tanto que as primeiras estocadas foram tortas, arrancando gemidos engasgados de Felix.

— Hyu-hyung, Channie-hyung, por favor.

Ele se esforçava para ter mais de Chan. Empurrava o quadril para trás e subia no mesmo segundo, sentindo as paredes arderem. Um pouco da porra seca e do pré-gozo de Chan escorriam pelas laterias, sacudindo o corpo de Felix enquanto, fechava os olhos aos poucos, com saliva escapando dos lábios.

Chan assistiu, satisfeito, os esforços de Felix. Finalmente, tinha cansado ele.

— O que você quer, hum? — Chan usava as forças que não tinha para comer o rabinho de Felix. Entrava, tentando encontrar a próstata dele, e saia emburrado, suor banhando seu corpo com as tentativas fúteis. Felix já estava tão acabado que não conseguia gemer. Nem parecia o novinho afoito de minutos atrás. — Eu estou... Estou te dando tudo, sua puta, o que mais você quer de mim, hum?

Nem Felix sabia. A única coisa que precisava era de mais e mais porra para gerar filhos de Chan.

A língua do platinado pairou no ar, babando no assento e nas costas das mãos, se engasgando com a própria saliva, os gemidos roucos e desconexos. Doeu quando Felix gozou em um grito mudo, se agarrando no braço do sofá.

— Tão... Apertado, que porra Felix.

Os rangidos da madeira ecoavam mais altos que os gemidos dos australianos. Chan fazia tanto esforço nas estocadas, ainda mais com Felix se contraindo, parado e sonolento, para impedir que a porra saísse do buraquinho avermelhado. Se sentia tão cheio e cansado. Queria apenas fechar os olhos e dormir.

Quando Chan gozou, o pau gordo latejou de dor. Nada saia da glande roxa e o corpo tenso se apoiou no braço do sofá, saindo aos poucos para sentar e puxar Felix para descansar em seus braços, muito bem aconchegado entre as coxas doloridas.

— Está cansado? — Felix assentiu de olhos fechados, esfregando o cabelo no tronco arranhado de Chan. — Vá para o banheiro e me espere lá, ok? Só vou ver o Jijico.

Chan se levantou meio desengonçado, cambaleando para calçar os chinelos e vestir a calça moletom jogada na mesinha de centro. Sentiu a mão de Felix agarrar fraco seu pulso e virou o rosto, encarando-o confuso sob o ombro. Seu coração errou algumas palpitações ao ver Felix tão destruído e molenga por sua causa.

Papai. — O apelido fez Chan sorrir. Felix estava tão mau acostumado que só o dengo dele dava leves fisgadas em seu pau. — Me leva nos braços, não consigo me mexer direito... Por favorzinho?

Chan jamais recusaria um pedido da babá do filho. Jamais.


Notas Finais


Talvez eu faça um bônus com a relação mais suave dos Chanlix e do Felix todo bobinho cuidando do Jijico. Quem sabe, quem sabe.

Amanhã é niver do Mingi e tô quase terminando uma fic dele com o San! Então aguardem que vem coisa boa.


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