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História Insaciável - SasuSaku e NaruHina - Capítulo 2


Escrita por: e Kaah_ChanUchiha


Notas do Autor


Hahahahahahahha (risada maléfica)

Estamos de volta com mais um...

Esperamos que gostem.

Recado nas notas finais.

Capítulo 2 - Indignação


Fanfic / Fanfiction Insaciável - SasuSaku e NaruHina - Capítulo 2 - Indignação

Os encontros mais importantes já foram combinados pelas almas antes mesmo que os corpos vejam.”

Paulo Coelho

 

SASUKE UCHIHA

REI DO LYCANS

PARIS

 

Isso não podia estar acontecendo... Não comigo! Mil e quinhentos anos esperando por aquela que passaria a eternidade ao meu lado, aquela a quem eu cuidaria e protegeria, que daria a continuidade de minha linhagem e reinaria ao meu lado ao governarmos meu povo. Não uma Vampira! Uma Criatura que eu abominava! Um daqueles a quem dediquei minha vida a caçar e matar.

A dor latente em minha perna e a fraqueza deveriam estar me deixando louco. A mesma dor causada por eles!

- Lagrimas de Sangue, Vampira? - digo entre dentes ao apertar o corpo dela de encontro a parede.

Os cabelos rosados e a pele alva e pálida eram um contraste com o corpo miúdo, tudo nela me deixava irado. A maldita representação do que ela era. Mesmo sendo linda não era nada comparada uma fêmea Lycan:Alta, robusta e... Quente!

- Me deixe ir... Por favor! - implora chorosa, sua voz clara e límpida fazia meu corpo reagir de imediato, desesperado para me enterrar em seu corpo.

Eu com toda a certeza, fora amaldiçoado pelos Deuses!

- Ir? Esperei por você por muito tempo para deixá-la ir agora. - Suas unhas apertam meu braço fazendo uma corrente elétrica percorrer meus instintos mais primitivos - Não tente lutar comigo criatura, mas se preferir saiba que isso me excita.

A resignação na face delicada é mais uma lembrança do que ela era. Se fosse uma Lycan imploraria para fode-la aqui mesmo.

- Pelo menos é bonita. Me leve até sua casa. - A vejo hesitar enquanto um relâmpago rasga o céu escuro anunciando mais uma pancada de chuva naquela cidade úmida - Anda logo, Vampira!

Sou pego desprevenido ao ter o pé machucado esmagado pelo seu sapato. Não posso conter o urro de dor ao solta-la enquanto sinto o corte que cicatrizava de forma lenta e dolorosa ser aberto novamente sob a pele queimada.

A vejo desaparecer com rapidez, mas seu cheiro floral fica no ar me fazendo encontra-la em um dos hotéis mais luxuosos que eu já vira. Adentro o que seria um elevador de paredes douradas com dois humanos e a vampira que não disfarça o espanto nas íris esmeraldinas. Me curvo em sua direção enojado comigo mesmo por sentir aquela calmaria que só a predestinada poderia me passar.

- Faça o que fez novamente...E eu a matarei, sem pensar duas vezes e acredite tenho mil anos de experiencia caçando sua espécie!

Aporta se abre novamente e a vejo tremer enquanto o par de humanos se afasta nos deixando sozinhos.

- O que é você? - Pergunta.

Suspiro ao constar que a mesma nem sabia quem eu era e o que eu era. Será que ela não sentia a mesma coisa que eu? A maldita necessidade de a tê-la por perto.

- Sou Sasuke Uchiha, Rei dos Lycan. Que tipo de vampiro é você que não sabe identificar outros seres?

- Um Lycan? - não posso deixar de notar o espanto em sua voz - O que você quer de mim?

- Muitas coisas. Mas primeiro você precisa me levar para minha casa.

A porta se abre novamente. Tomo seu braço.

- Onde é seu aposento?

- Por ali... - caminhamos até a última porta do corredor, a vejo vasculhar o bolso em busca da chave e surgindo com uma espécie de cartão que destrava a porta. Eu levaria um certo tempo para me adaptar as mudanças desse novo século.

Notei que a vampira não parava de tremer, além de suja ela estava com algumas partes de sua roupa rasgada. A parte dentro de mim que passou anos procurando por ela e sonhando em como a protegeria e cuidaria de minha parceira me dominou.

- Você está imunda.

Ela arregalou os olhos verdes e se afastou quando caminhei em sua direção.

- Eu... preciso de um banho...

- Hm – Puxo seu braço indo em direção ao banheiro, porém suas pernas parecem travar no chão - Você disse que precisa de um banho.

- Eu não vou entrar aí com você... Eu não... Eu não te conheço, por favor...

Novamente as lagrimas avermelhadas começavam a escorrer de em sua face pálida. Me senti ultrajado ao notar o quão fraca e debilitada ela era. Há muitos séculos que não via uma vampira, por isso me surpreendi quando seus movimentos fizeram seu cabelo se soltar e as pontas de sua orelha me chamaram atenção.

- As fêmeas de sua espécie têm orelhas pontudas como fadas? - questionei curioso.

Ela se assustou novamente e ficou em silencio.

- O que quer de mim? - sua voz era fraca e saía quase em um sussurro.

- Tire a roupa.

- Não! - disse seriamente e eu quase ri com sua pequena ousadia.

- Não me teste vampira, eu disse para tirar a roupa... Você está machucada e suja.

Mesmo contrariada ela começou a me obedecer, sentia meu corpo ficar cada vez mais quente conforme sua pele pálida ficava a mostra. Não escondi a curiosidade ao notar a pequena seda que cobria suas partes intimas... Muitas coisas haviam mudado nessas vinte décadas, mas as roupas debaixo eram as mais diferentes.

Eu precisei de muito autocontrole para banhá-la enquanto ela praticamente desmaiou em meus braços. Algo estava errado, porém eu não tinha tempo para aquilo.

A vesti com outro tecido pequeno de seda vermelho para me lembrar de quem ela era e me sentei afastado. Sentia a raiva me consumindo ao observar aquela criatura adormecida tão próxima a mim.

- Merda! - Soquei a poltrona e num rompante comecei a quebrar diversas coisas dentro do quarto. Eu vivi atormentado por duzentos anos, torturado em um inferno flamejante pela espécie daquela mulher.

Eu só poderia estar enlouquecendo... Não poderia estar ligado pela eternidade a uma criatura como ela... Eu era um rei, como poderia chegar para o meu povo e apresentar uma vampira como sua nova rainha?

Tomado pela raiva deixei que minha fúria destruísse o quarto em que estávamos sem me preocupar... Apenas notei o que havia feito quando o Sol entrava forte pela janela.

Respirei fundo e notei que o corpo da vampira parecia ainda mais mole e sem vida... O Sol banhava sua pele clara e... Espere um momento...Sol?

- Não... Não... - Eu a peguei em meus braços a levando novamente para o banheiro e colocando seu corpo inerte na água fria. O pavor de perdê-la se transformou em urgência e sem dar por mim eu tentava a todo custo fazer com que ela acordasse. - Vamos...

Aos poucos sua pele foi voltando a tonalidade de antes e sua temperatura normalizou. Notei uma cicatriz em sua mão direita e franzi o cenho, aquilo era uma queimadura de sol, mas não era recente... Parecia algum tipo de punição e conhecendo os vampiros como conhecia, não me impressionaria com aquilo.

A criatura começou a abrir os olhos e me olhou sem forças.

-  O sol...

- Está tudo bem. - digo ao passar a mão com cuidado sob sua testa.

Notei que ela fechara os olhos novamente e respirei fundo... Há pouco eu estava a odiando e desejando sua morte, e agora estava com ela em meus braços ainda sentindo o desespero de perdê-la após esperar mil anos para finalmente encontrá-la.

Coloquei uma mecha rosa de seus cabelos atrás da orelha e suspirei, essa vampirinha ainda iria me levar a insanidade.


Notas Finais


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♤Indicação de Fanfic♤


⚜A Máscara da Lebre

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⚜Noite com o Diabo

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