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História Insaciável sedução - Capítulo 5


Escrita por: sherdalx_lissa

Notas do Autor


Heeeyyy

Voltei! Espero n ter demorado dms

Boa leitura ❤

Capítulo 5 - Capítulo Cinco


Fanfic / Fanfiction Insaciável sedução - Capítulo 5 - Capítulo Cinco

Matteo


  Virei mais um copo de cerveja e me encostei no balcão. A festa de sábado estava maneira, a única coisa que me dava preguiça era pensar na manhã seguinte, pois além de uma dor de cabeça insuportável teria uma mina praticamente desconhecida no meu quarto e uma bagunça no andar debaixo. Ainda bem que Caleb pagava os faxineiros, pois do jeito que meus pais estavam puto comigo, me negariam até comida.

  Como se fosse culpa minha meu pau viralizar. Sabia que nudes vazavam, mas depois da terceira vez que mandei eu parei de ter medo que acontecesse. Então, quando eu até tinha esquecido dessa merda, aconteceu.

  Meu celular vibrou, mas eu ignorei como fiz ontem de noite e hoje o dia todo.

  E começar  a fazer o trabalho com Skye era... como falar com outra pessoa. A loira estava totalmente concentrada na matéria de biologia, enquanto eu resolvia química. E nós dois em puro silêncio.

  Não foi divertido e cheio de provocações como eu achei que seria. E no fim, cheguei a conclusão que meu tesão por Skye se dava ao fato dela ter me rejeitado, e de sua bunda sensacional. E claro, ao fato dela ser difícil, queria vê-la pagar a língua, mas talvez não houvesse tanta graça quanto eu achasse.

  Dante e Harper entraram na cozinha, meu irmão abraçava a namorada por trás, beijando seu pescoço. Harper ria baixinho e tinha um copo com o que só podia ser refrigerante, já que ela não bebia.

   -- Ca-ham. - Pigarrei.

  -- Matteo! - Ela exclamou, se desvenvilhando dos braços de Dante. - Desculpe querido, não te vimos aqui.

  -- Eu percebi. - Sorri maliciosamente.

  Harper revirou os olhos, e graças a luz acesa da cozinha, conseguia ver um leve rubor em suas bochechas.

  -- O que está fazendo sozinho aqui? - Meu irmão perguntou tirando mais uma cerveja da geladeira.

  -- Depois que o vídeo foi citado três vezes, eu percebi que precisava de mais bebida.

  Dante cruzou os braços, com óbvia expressão de ódio.
 
   -- Quem eu preciso expulsar?

  -- Ninguém. - Respondi terminando a garrafa e roubando a de Dante. - Estou bem. Arcando com as consequências.

  -- Não se culpe. - Harper passou o braço pelos meus ombros e encostou sua cabeça em mim.

  -- Mas é culpa minha, Harp, fazer o que? Eu pisei na bola e aconteceu.

  Antes que Dante ou Harper pudessem dizer mais alguma coisa, chegou Caleb, estava com glitter na cara e ele mandou um beijo no ar para alguém no meio da multidão em nossa sala.

  -- Matteo? Achei que estivesse sumindo porque estivesse transando. - O loiro arqueou uma sobrancelha e pegou a garrafa de vodka em cima de um dos armários.

  -- Já não chega de bebida? - Harp pegou a garrafa de Cal.

  -- Não! A festa só começou! - Ele negou com a cabeça, fazendo os cachos loiros que caiam na altura dos olhos balançarem. - Vai Haaaarp!
 
  -- Qual seu nome?

  -- Caleb Smith.

  -- Qual meu nome?

  -- Harper Amelia Rose a mina mais gata do mundo.

  Ela riu, revirando os olhos.

  -- Quantos anos você tem?

  -- Vinte. - Disse fitando seriamente a garrafa.

  -- Hm... Ok. Não beba tudo sozinho! - Ela devolveu a vodka.

  -- Pode deixar, gata. - Ele deu um beijo estalado em sua bochecha e sumiu.

  Mudaram a música, Harper mexia os ombros e Dante parecia impaciente. A cozinha ficou em silêncio, sem nenhuma voz por um minuto inteiro. Então eu esfreguei meu rosto e abri a garrafa de cerveja nas minhas mãos, tomando um gole.

  -- Olha, não precisam ficar com pena de mim, ok? Vão se divertir pelo amor de Deus! Eu tô cansado de ser digno de pena.

  -- Não estamos aqui por dó. - Dante falou. - Estamos te fazendo companhia.

  -- Eu não quero companhia. - Usei meu melhor sorriso. - Eu estou bem, viu? Já já eu volto lá para o meio e vocês vão me ver beijando alguém.

  Harper estreitou os olhos e andou até mim.

  -- Promete?

  Eu ri.

  -- Prometo. Agora vai pegar meu irmão antes que ele arranque minha cabeça com os olhos.

  Nós rimos e Dante e Harp saíram dali.

  Bufei e sentei no balcão. Dificilmente iria sair do meu esconderijo hoje.

Skye


  -- Desgraçado! - Desliguei outra chamada de uma menina aleatória no celular de Matteo.

  Ontem, quando ele foi embora, acabamos trocando a droga do celular, por ambos serem iguais e estarem sem capinha.

  E então até no momento, sábado a noite, ele tinha tocado e recebido inúmeras mensagens. Ou tinham notificações do instagram. Eu estava farta disso.

  Tentei ligar para o meu número mas ele não atendeu. Meu plano era entregar o celular na segunda-feira, mas pelo jeito teria que ser hoje. Sabia que todo sábado - tirando quando tinha karaokê no Tim's - tinha uma festa em sua casa. E Harper quase sempre estava lá, então eu poderia ir pela confiança dos meus pais em Harper.

  -- Mãe! Pai! - Chamei, saindo do quarto já arrumada. Uma calça jeans larga, um cropped preto de mangas e um casaco grosso que ia até o joelho. E também meus tênis plataforma brancos.

  Mamãe estava no computador, e meu pai estava lavando a louça.

  -- Sim? - Respondeu meu pai, já que mamãe provavelmente estava concetrada demais mesmo para ter me ouvido.

  -- Matteo e eu acabamos trocando os celulares sem querer ontem. Eu ia trocar só na segunda mas eu não aguento mais ouvir essa droga apitar. E hoje tem uma festa lá na casa dele, e a Harper tá lá. Eu posso ir trocar o celular?

  -- E, me deixe adivinhar, ficar na festa um pouco?

  -- Só para falar com a Harper. - Assenti.

  Não tinha nada contra festas, inclusive eu adorava, principalmente ficar dançando. Não ia lá para conhecer gente nova, beber ou ficar, só para conversar com meus amigos e dançar muito! Era o melhor lugar, onde as pessoas já estavam tão bêbadas que se você dançasse mal nem iriam ligar.

  -- O B- em matemática me deixa meio hesitante. - Meu pai respondeu, secando as mãos.

  -- Ah, mas é matemática! E não tem nada a ver com medicina veterinária, que vai ser meu futuro! Eu preciso ser boa em biologia.

  -- Poderia ser boa em todas.

  -- B- não é uma nota ruim.

  -- Eu sei. Eu sei. - Ele passou a mão pelos cabelos. - Amor! - Minha mãe levantou o rosto da tela do computador. - Skye quer pegar o celular de volta, já que ela trocou com Matteo sem querer, e tá tendo uma festa na casa dele, onde ela quer ficar um pouco para falar com a Harper.

  Mamãe olhou para mim, depois pro papai, e depois para mim de novo.

  -- Ok. Vou te levar. E eu só deixo se me ligar depois da meia-noite e voltar com um mísero bafinho de álcool!
 
  -- Érica! - Meu pai arregalou os olhos, exasperado.

  Minha mãe riu, levantando e pegando o casaco esticado em cima do sófa.

  -- Ela tem que aproveitar a adolescência, vida.

  -- Ela tem só 17. - Disse meu pai.

  -- Tínhamos uma filha deum ano aos dezessete, e se a proibirmos vai ser pior. - Ela passou na cozinha e deu um beijo no meu pai. - Já volto. E se reclamar eu juro que volto com maconha!

  -- Você é impossível! - Ouvimos ele gritar assim que estávamos descendo a escada para o Tim's.

  Ambas rimos fomos até a cozinha lá de baixo e então para a porta lateral que dava para a pequena garagem com nosso pequeno e velho carro.

  -- Se voltar bêbada, drogada ou dizendo que transou sem camisinha eu juro que atropelo você e não paro para socorrer. - Disse minha mãe, dando partida assim que coloquei o cinto de segurança no banco de passageiros.

  Eu ri.

  -- Eu sei. Só traficar, não usar.

  -- Essa é minha menina.

  Nos entreolhamos e voltamos a gargalhar.

  Assim que estávamos em direção à casa de Matteo e do Mave, minha mãe perguntou.

  -- Harper está lá mesmo?

  -- Sim. Sempre está nos fins de semana. - Eu tinha 99,9% de certeza. Tomara que esse fim de semana ela não tenha escolhido dormir em sua casa com Dalila por duas noites seguidas.

  -- Ok. Confio em você, senhora.

  Sorri para ela.

  Assim que chegamos, me virei para beijá-la no rosto, mas minha mãe tirou o cinto.

  -- Antes de ficar aqui, traz duas garrafas de cerveja para sua linda mãe?

  -- Mas tem em casa.

 -- Eu sei, mas qualquer coisa de graça é muito melhor.

  Eu ri, balançando a cabeça e saindo do carro. O som estava bem alto, e a porta e janelas abertas. Achei espaço e me enfiei, procurando duas garrafas de cerveja fechadas por ali. Por algum milagre, na mesa principal, junto com um jogo abandonado de beer pong, tinham ali duas cervejas fechadas e pareciam ainda geladas.

  Peguei e voltei para a frente da casa, para minha supresa, minha mãe estava encostada no nosso carro do lado de fora, e conversava com dois garotos meio bêbados que eu não conhecia.

  -- Ah, e essa é minha filha. - Minha mãe pegou as cervejas. - Obrigada, amor.

  Apenas sorri, e para os garotos sorri falsamente, me colocando ao lado da minha mãe.

  -- Caralho... Você tem uma filha? - Um deles arregalou os olhos.
 
  -- Você é milf mais gata que eu já vi. - O outro disse. Então saíram dali, tropicando, indo para o lado oposto ao que estávamos.

  Minha mãe franziu o cenho para mim.

  -- O que é milf?

  -- Milf significa Mothers I'd like to fuck¹.

  (¹= Mães que eu gostaria de foder)

  -- Que horror. - Então ela mudou de expressão, sorrindo maliciosamente. - Eu sou uma milf?

   Eu ri.

  -- Mãe, você sabe é gostosa!

  Ela assentiu, tocando o busto como se estivesse emocionada.

  -- Eu sei.

  Rimos novamente. Então a abracei e deixei um beijo em sua bochecha.

  -- Eu te ligo. - Disse indo para a porta da casa.

  -- Lembre-se...

  -- Depois da meia-noite! - Respondi.

  -- Essa é minha menina!

  Apenas ri, entrando novamente no meio daquela multidão. Odiava parecer que estava procurando alguma coisa. Mas eu realmente estava. E no momento, foquei em achar Harper.

  Graças a Deus ela estava num canto, conversando com Caleb e Dante. Cheguei ali sendo recebida por mil abraços.

  Depois que Harper me soltou, Caleb me tirou do chão e me girou. E então cumprimentei Dante.

  -- Cuidando bem da Harper? - Disse, como sempre nos cumprimentavamos.

  -- Ela não precisa que ninguém cuide dela. - Respondeu o de sempre.

  Então sorrimos.

  -- O que faz aqui? - Perguntou Caleb. - Além de estar no pódio com Harper de serem as mais lindas da festa!
 
  Apenas abracei sua cintura com um braço, balançando a cabeça com um sorriso. Caleb sempre fazia elogios excessivos para mim e Harper. Não iria negar, eu amava ser mimada por um cara gatíssimo de 1,90 que me tratava como sua irmã mais nova.

  -- Seu amigo idiota trocou o celular com o meu quando fomos fazer um trabalho na minha casa. Vim aqui destrocar e ficar um pouco com vocês.

  -- O Matteo tá na cozinha. - Dante disse. Nós gritávamos, para nossa voz ficar mais alta que a música.

  -- Já volto! - Gritei, beijando minha melhor amiga no rosto mai uma vez e indo em direção a cozinha.

  Para minha nenhuma surpresa, Matteo não estava lá. Revirei os olhos, e antes que pudesse começar a xingá-lo e indo caçar ele pelo resto da casa, olhei pela janela e o vi sentado no balcão da área da churrasqueira. Estava lá fitando a grama, com uma garrafa de cerveja na mão.

  Bufei e me dirigi paraa porta que levava ao quintal totalmente vazio, graças ao frio que estava ali. Me enrolei mais no meu casaco e caminhei até ele. Matteo não me notou até eu chamar sua atenção.

  -- Ei! - Ele me olhou. - Devolve meu celular seu cretino!

  -- O quê?

  Fiquei na sua frente, olhando para cima, graças a Matteo ser bem mais alto e estar sentado em um balcão mais alto ainda. E que era coberto por um telhado.

  -- Nossos celulares são iguais, e nós acabamos trocando. Só percebi hoje a tarde, porque fiquei ajudando meus pais e ontem dormi cedo.

  -- Trocamos? - Ele tirou o aparelho do bolso e ligou. - Eu nem percebi. Não mexi nele desde que voltei também.
 

 Trocamos os celulares e foi reconfortante ter meu filho tecnológico no meu bolso novamente.

  Franzi o cenho, Matteo parecia estar bem longe daqui em pensamentos.

  Dei um pulo e sentei no balcão também.

  -- Você fumou?

  -- Hm? Não. - Ele deu de ombros e deu um gole em sua cerveja.

  -- Por quê está aqui?

  -- Por quê não estaria? - Ele deu um sorriso sem nada de felicidade. - Toda vez que eu fico em uma multidão, tudo que sabem é falar do meu pau e daquele maldito vídeo.

  -- Olha, - Roubei sua cerveja e também tomei um pouco. O gosto amargo na minha garganta desceu rapidamente. - Sempre falaram do seu pau, mas agora é mais abertamente, imagino.

  Matteo riu, esfregando o rosto.
 
  -- Também falava do meu pau, Skye?

  --  Na verdade eu só revirava os olhos e me retirava do recinto.

  -- Por quê? - Ele apoiou o pé no balcão também.

  -- Porque mesmo que você seja um egocêntrico pegador, ninguém deveria sair falando das genitais de ninguém.

  Matteo ergueu uma sobrancelha escura.

  -- Olha só quem é uma pessoa decente.

  -- Eu sou uma pessoa decente. - Revirei os olhos. - E você deveria agradecer por não ser mulher.

  -- Ah, realmente. Eu gosto muito de boceta, mas ter uma deve dar trabalho demais.

  Revirei os olhos, bufando de impaciência.

  -- Não, seu idiota. Eu tô falando de ser uma mulher que tem um nude vazado. - Tomei mais da cerveja. - Uma mulher sofreria muito mais. Enquanto você tá sendo visto como o bonitão, garanhão, pegador, sendo elogiado, etc, etc e etc, ela seria vista como uma vadia, seria criticada até o último fio de cabelo e além disso isso a mancharia em um nível de não conseguir uma faculdade ou um emprego. Porque seriam entendidas como putas sem vergonhas, que dão para todo mundo e não tem o mínimo pudor. Além dos xingamentos e claro, do assédio dobrado.

  Ele ficou em silêncio por um tempo.

  -- Também tá sendo uma merda pra mim.

  -- Sim, porque ao que parece você tem um pouco de noção. Mas só tô dizendo que poderia ser muito pior.

  -- Isso não anula o que eu tô passando.

  -- Não, não anula. - Dei de ombros, descendo do balcão. - Só tô dizendo que você pode se aproveitar da situação e mandar todo mundo que pensa merda de você para puta que pariu.

Ele pensou um pouco.

-- Hm... Vai pra puta que pariu.

 Eu gargalhei.

  -- Esse é o espírito.

  Voltei a caminhar para dentro.

  -- Devolva minha cerveja! - O ouvi gritar.

  -- Você que venha pegar outra. - Olhei por cima do ombro e sorri maliciosamente.

  Matteo estreitou os olhos, também com um sorriso.

  Matteo


  Assim que voltei para a festa, encontrei Maverick, estava com cara de poucos amigos.

  -- O quê foi cara? - Perguntei, batendo em seu ombro.

  -- Onde você estava? - Perguntou com uma expressão desconfiada.

  -- O importante é que eu tô aqui agora. Então me fala, o quê aconteceu?

  -- Transei com uma mina.

  -- Nossa que coisa horrível.

  -- Não é isso! - Ele colocou a mão na cintura. - Transando pela segunda vez, e então ela disse que não tava procurando nada sério e foi embora, com o detalhe que se eu quisesse mais um casinho de uma noite poderia chamá-la

  Apenas o abracei.

  -- Você vai achar alguém.

  -- Até quando vou ficar solteiro?

  -- Com todo respeito, cala a boca, você tem 17 anos, cacete, tem literalmente a vida toda.

  Maverick revirou os olhos, mas assentiu.

  Ouvimos um coro de "Skye! Skye! Skye!", então fomos ver o que era.

  Paramos ao lado de Harper, Dante e Caleb, que estava abraçado com uma mina ruiva.

  Na TV, tinha um trio dançando "Strip that down" do Liam Payne, e Skye, na frente da tela, repetia os movimentos, dançando até melhor que os caras do vídeo.

  Estava sem casaco agora, o longo cabelo loiro ia de lá para cá, ficando até em seu rosto em alguns passos. O corpo dela parecia conectado a música, a mão na frente do corpo a guiando. Do mesmo jeito que quando ela girava, descia e subia o tronco e rebolava era no momento certo da melodia.

  Quando no refrão, ela desceu, e voltou com a bunda empinada e depois jogou o cabelo para trás, gritaram seu nome mais alto. Eu estava hipnotizado. Suas pernas a ajudavam a mover os quadris, que não paravam.

  Cacete!

  -- Quer um balde? Você tá babando. - Maverick disse rindo.

  -- Cala sua boca.

  Eu estava muito enganado. Eu ainda queria pegar Skye. Ela não era nenhum pouco clichê, e era durona para caralho. Vê-la dançando novamente, enttetida apenas com ela mesma, só me fez ter mais certeza de que eu queria ficar com ela, queria fazê-la rebolar desse jeito no meu colo e queria que ela pagasse a língua.

  Não por orgulho. Mas porquê eu precisava.

  Não era mais uma questão de massagear meu ego, mas sim tentar ver de novo que Skye não tinha graça.

  Porque, porra, ela tinha. Só que era uma mandona cabeça dura.

  Isso me fez entender que não gostava de Skye quando ela parecia ser alguém normal que eu convivia normalmente. Porquê ela não era. Ela era um furacão.

  Skye era uma força da natureza.


Notas Finais


Skye supremacy 🙇‍♀️🙇‍♀️🙇‍♀️
Sim eu sou cadela dos meus próprios personagens desculpa 😭

Comentem e indiquem a fic please! Ia ajudar muito!

Amo vcs ❤


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