História Insane - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Lu Han, Sehun
Tags Hunhan, Pwp, Selu
Visualizações 322
Palavras 1.033
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Ficção, Lemon, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ERA PRA TER POSTADO ONTEM PORÉM MINHA INTERNET ESTAVA UM LIXO

NÃO REVISEI PORTANTO PERDOEM OS POSSÍVEIS ERROS

MEU PRIMEIRO LEMON NA VIDA MANO AAAAA

Boa leitura kaajskks

Capítulo 1 - ;only


Fanfic / Fanfiction Insane - Capítulo 1 - ;only

O chinês ondulava seu quadril sobre o do namorado; a sensação boa fazia ambos gemerem baixinho, perto do ouvido alheio.

Estavam perto demais, extasiados demais.

Sehun estava um pouco tonto por causa da bebida forte que bebia, mas isso não o impedia de sentir os lábios rosados do menor em seu pescoço; marcando-o, mordendo-o, deixando claro o quão louco o deixava.

Uma das mãos de LuHan puxava com pouca força os fios de cabelo alheio, enquanto que na outra havia um cigarro aceso, este que quando estava quase chegando ao seu fim foi pressionado contra a pele levemente amorenada do coreano, que gemeu de dor, mas se acostumando com a sensação quando o mais velho começou a tocar em seu membro fodidamente duro.

O pequeno abriu um sorriso malicioso nos lábios rosados ao ver a reação do namorado; já estavam acostumados com isso, afinal. O corpo de ambos tinha cicatrizes de arranhões que abriram ferimentos e queimaduras de cigarro. Não reclamavam; era uma forma de carinho — na visão deles.

Sehun tinha o maxilar trincado ao tentar prender os suspiros e gemidos dentro de sua boca, falhando miseravelmente quando sentiu Luhan massagear a cabecinha do seu pau. Levou suas mãos até a bunda firme do chinês em seu colo, apertando-a, ouvindo o gemidinho manhoso que este soltou bem em seu ouvido. A questão é que o chinês adorava quando o maior pegava-o de jeito, o apertava com vontade, sugava a pele de seu pescoço deixando marcas escuras que faziam contraste com a sua pele clara. E Sehun gostava de provocá-lo.

Sem mais paciência para esperar, Han abaixou o moletom alheio até que o membro aparecesse, tendo que se levantar para tirar a sua; quase estapeando o namorado quando este riu do seu desespero.

Voltou rapidamente para o colo do moreno, calando-o quando pegou dois de seus dedos e colocou em sua cavidade molhada.

— Que porra, LuHan. — murmurou, sentindo seu pau latejar ao ver o pequeno Lu chupando seus dedos e dar aquele sorriso sapeca para si.

O mais velho passeava sua língua entre os dedos alheios, voltando a mexer seu quadril (agora sem roupa alguma) sobre o do outro; fazendo Sehun dar um tapa numa de suas nádegas.

— Cansei de esperar. — sorriu sacana, tirando as falanges da boquinha pequena e colocando-os de uma vez no interior apertadinho do seu anjo.

Sentiu o loirinho apertar seus ombros e morder o lábio inferior. Apesar de estar sentindo dor, sabia que estava gostando. Lu Han gostava de toda essa coisa de sentir dor e causar a mesma; um tipo de sádico.

Logo sentiu o chinês mover-se sobre seus dedos, ouvindo-o murmurar em seu ouvido o quão bom era aquilo, mas que preferia muito mais o seu pênis alargando-o, afundando-se em sua entrada rosadinha.

Sehun sentia-se à beira da insanidade quando ouvia essas obscenidades saírem da boca do mais velho; tinha vontade de apertá-lo até ficar a marca de suas mãos, de bater em sua bunda clarinha até ficar vermelha, de deixar Luhan completamente acabado e destroçado.

— Vai Sehunie... — o pequeno sussurou ofegante contra a orelha alheia, gemendo ao final. — Me fode, hm? — pediu dengoso, segurando o membro alheio e bombeando-o, enquanto apertava com pouca força; ouviu um gemido e sorriu satisfeito. — Você sabe que eu gosto de te sentir bem fundo em mim, não sabe? — Luhan sentiu uma de suas bandas ser apertada com força, os dedos dentro de si ganhando mais velocidade, fazendo-o soltar gemidinhos manhosos enquanto olhava nos olhos do coreano. — Sabe como eu gosto de sentir a sua porra me deixando todo melado... — sorriu quando sentiu os dedos saírem de si e ter em troca o pau alheio afundando-se em sua entrada, que se contraía a cada segundo. — Ah, Sehunnie... — o gemido saiu arrastado.

Com um pouco de dificuldade, Luhan alcançou um cigarro que estava solto pelo estofado e um isqueiro, acendendo e colocando em sua boca, abafando assim os murmúrios sôfregos que escorregavam por entre seus lábios róseos.

O maior lançava o próprio quadril para cima de modo vagaroso; não tinha pressa para amar o seu hyung. Adorava a sensação de quando o pequeno arranhava sua nuca ou suas bochechas — nada que uma base na cara não resolvesse no dia seguinte — e o encarava de uma forma tão faminta e, ao mesmo tempo, carinhosa.

Quando o tabaco que o chinês segurava estava chegando ao fim, entregou-o a Sehun, que inalou o pouco que sobrou e jogou a fumaça no rosto de Luhan, queimando-o com o cigarro quando este deu um gemido mais alto, desfazendo-se entre os corpos suados.

Querendo acabar logo com aquilo para poderem descansar (já que o sol estava nascendo e praticamente passaram a madrugada inteira fodendo, bebendo e fumando), o menor segurou o quadril alheio para este parar os movimentos e ele mesmo começar os seus.

Rebolando devagar sobre o pau do namorado, ele murmurou em seu ouvido as coisas que Sehun amava ouvir.

— Lembra de quando realizei seus fetiches em uma só noite, Hunnie? — seu tom era dengoso o suficiente para o maior sentir todos os seus pêlos se eriçarem e seu pênis latejar dentro do outro. — Quando eu amarrei você na nossa cama e te fodi com um vibrador? — sorriu, lambendo o lóbulo que estava à sua frente. Quicou no colo alheio, sendo agraciado pelo gemido dele. — Hm? Lembra que bateu uma na minha frente e sujou todo o meu rosto com a sua porra? — desta vez até ele gemeu em deleite só de lembrar do ocorrido. Que culpa tinha se eram o casal mais depravado que conhecia? Voltou a rebolar, dessa vez mais intensamente. — Goza pra mim, amorzinho. — com uma mordida um tanto forte no pescoço do amante, Luhan começou a cavalgar no colo deste como se não houvesse amanhã.

— Você me deixa louco. — o moreno conseguiu falar sem ser interrompido pelo próprio gemido. — Porra, Luhan! — apertou a cintura dele quando sentiu que estava perto, desfazendo-se pouco tempo depois no interior que lhe acolhia de forma tão gulosa.

— Eu sei. — concordou risonho, beijando o pescoço alvo exposto para si.

E, em meio a toda a bagunça que estava na sala, dormiram: fedendo a cigarro, a bebida e a sexo.


Notas Finais


Eh isto
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