História Insane Blue - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Cameron Dallas, Hayes Grier, Matthew Espinosa, Nash Grier
Personagens Cameron Dallas, Hayes Grier, Matthew Espinosa, Nash Grier, Personagens Originais
Tags Alisha Boe, Colegial, Magcon
Visualizações 16
Palavras 2.292
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estou aqui com mais uma fanfic, espero que gostem, mas antes de lerem uns avisos importantes.

📣fanfic de minha total autoria, caso vejam algo aqui que já viram em outros lugares não passam de meras conhecidencias. Qualquer plagio eu denunciarei.

📣Mesmo a fanfic sendo da magcon, não terá todos os meninos, apenas alguns

📣Estou aqui para falar de um transtorno de TEI, no decorrer da fanfic será explicado.

📣Não tenho cronograma pra ser postada, mas eu nunca demoro pra atualizar, a não ser que acontece bloqueio de criatividade.

📣É só isso boa leitura.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Insane Blue - Capítulo 1 - Prólogo


 Maxine Turner

 Eu já perdi as contas de quantos lugares já estive. Papai havia me prometido que essa era a ultima vez que nos mudavamos, Eu também perdi a conta de quantas vezes ele disse isso. 

 Por mais que eu estivesse assustava com essa nova vida, eu também estava feliz só não demonstrava, pois meu pai parecer querer o meu pior, porquê todas as vezes que eu me acostumo com o lugar nós nos mudavamos. Espero eu que essa seja a última vez.

 Infelizmente essa vida de arqueólogo do papai não me permitiu ter amizade ou laços, passávamos os natais, e festa de ano novo em hotéis, ou na casa da tia Cassy que fede a urina de gato. 

 Meu pai acaba de se casar pela segunda vez, pois a primeira foi com a minha mãe, se é que eu posso chamar de mãe, Por puro luxo é benéfico da própria fui deixada com meu pai pra minha querida “mãe” seguir seu sonho. Foi o que ela disse pro papai quando partiu.

    Eu nunca ouvi sua voz, e nem vi seu rosto, não sei nada sobre a mesma. Nem o nome meu pai fala, ele hesita em falar dela, como se fosse doloroso demais.

 O carro é estacionado em frente a uma casa grande com cor Bege, ela tem seus charmes, como as janelas de vidro e a bela entrada bem limpa e florida.

 Gina a nova mulher de papai e bem simpática, ela é alegre gentil, e humilde, coisas que eu valorizo em uma mulher ela é bem forte também, pois criou dois demônios, sozinha.

 Cameron e Sierra, Tadinha da Sierra é carente de pai e fica toda hora puxando saco do meu.

Não posso culpa-lá também sou carente de mãe, mas nem por isso fico mimando a Gina, poxa meu pai é a única coisa que eu tenho e essa louca fica se chegando.

 Saio do carro e pego, minha mochila que carrego sempre, e minha pequena mala, eu não tenho muitas coisa.

 Temos apenas o necessário para viajar. Assim que eu me adaptar irei as compras, pois estamos na Califórnia, e não em lugares frios como antes e irei precisar de tudo um pouco.

 A porta se abre e Gina sai de lá acompanhada de seus filhos, eu os conheci no "casamento" são pessoas legais, só que não. Cameron se acha e Sierra fala alto demais. 

 Por causa do trabalho meu pai nem foi a própria lua de mel, tem pessoas trabalham até nos momentos mais espécias em troca de poucos dolares. 

 — Victor, que bom que chegou, estava ficando preocupada — Gina diz, e eles se beijam melosamente na minha frente. Estou traumatizadaMax

 — Oi irmãzinha — Sierra e Cameron dizem, e me abraçam calorosamente. Eu nem consegui retribuir eu não consigo abraçar ninguém além do meu pai.

 — Oi — digo seca nos separamos do abraço, e Gina me abraça depois e beija minha testa, apenas dou um sorriso torto. 

 — Vamos entrar — sinalizou com a mão para a entrada da casa.

— Eu fiz waffles com mel pois sei que você gosta Max.

 — Obrigada Gina. — Agradeço Entramos na casa e ela era, amarelo claro nas paredes e tinha bastante moveis e decorações rústicas, coisas que eu amo, é bem aconchegante e ampla. 

 Como entramos pela porta da frente que dava diretamente na sala. Os sofás são brancos e todos tem almofadas e mantas coloridas. Tem a TV que é bem grande.

 — O que querem fazer primeiro? — Gina diz, ela esta apavorada posso ver pelo modo como ela fala. Não deve esta sendo fácil pra  ninguém

 — Primeiro vamos agir naturalmente, pois agora somos uma familia. E mãe pare de falar como se eles fossem hóspede. — falou Sierra. Todos riram, estava sendo embaraçoso para todos. 

E pela primeira fez eu não me senti diferente pois todos ali não faziam a mínima ideia do que fazer. 

                           (...) 

— Sim pai, eu vou ficar bem — digo pela milésima vez ao meu pai, que parece não entender que uma semana longe dele eu vou morrer. — Você sabe mais do que ninguém que eu sei me cuidar. 

— Eu sei, eu só estou preocupado com a minha garotinha. Posso? 

Eu entendo sua preocupação, afinal a gente nunca passou mais de uma semana longe um do outro, por dezessete anos fomos só nos dois. Eu cuidando dele e ele de mim, mas as coisas agora serão diferentes pois não somos só nós dois. 

— Claro que pode, mas você também pode entrar naquele carro com a Gina e passar uma semana longe de mim. Você pode fazer isso? 

— Tem certeza que ficara bem? — pergunta pela milésima vez. Socorro!

— Pai! — o repriendo por duvidar da minha capacidade de cuidar de mim mesma. 

— Olha Victor, se serve de consolo eu também estou deixando meus filhos, pra irmos pra nossa lua de mel. — Gina diz — Max é uma menina grande, e sabe se cuidar, além do mais a Sierra e o Cameron estão aqui com ela. Não é crianças? 

— Claro! — eles dizem, mas sei que se depender de algum deles eu morro. Além de seres chatos são mentirosos. 

— Então ta. — ele diz por fim, o que me faz voltar a respirar, por um momento eu achei que ele fosse se abandonar a lua de mel por mim. 

— Vou sentir sua falta papai — o abraço forte, pela primeira vez ele esta vivendo apenas por ele e não por "nós" isso é apavorante, pois não sei se realmente dou conta de mim sozinha. Vou tentar. 

— Eu vou sentir mais — papai me da um beijo melado na testa antes de soltarmos o abraço. Não deixo que ele perceba que estou segurando o choro, se não ele desiste. E não eu não estou brincando. Dou um rápido abraço na Gina. 

E vimos o carro dando partida, acenando com falsos sorrisos, já posso ouvir o Cameron resmungar e a vontade de socar ele aumenta. 

Quando o carro some de nossas vistas, fomos para dentro da casa. Me jogo no sofá e já posso imaginar uma semana tediosa. 

— Eu disse pra mamãe que, iria passar a última semana de verão com o Brent, se ela não escutou eu to indo mesmo assim. — Gritou Sierra com o Irmão. 

—E você vai sair, e curti? Por enquanto que eu fico aqui e cuido da pirralha? — Pergunta a irmã no mesmo tom. 

— Exato! Eu é que não vou ficar de babá. 

— Nem eu. 

Eu e que não vou deixar ele falaram de mim como se eu fosse um peso morto. 

 — Olhem aqui! — grito e os dois parecem se surpriender, mas suas atenções agora estão em mim — Primeiro, Se quiserem ir tudo bem, eu não preciso de vocês pra cuidarem de mim, e segundo meu pai não precisa saber que vocês não estão aqui, assim como vocês eu também sei mentir. E terceiro não falem de mim como se eu fosse um peso morto. 

Os dois me olham suspresos, e eu me sinto melhor não posso deixar meu orgulho ser ferido pelos  dois. 

— Viu Sierra, por ela tudo bem a gente sair e deixa-la. — Cameron disse. — Eu to indo fazer as malas. 

Antes mesmo dele subir a irmã o impede o segurando pelo braço.

— Não é tão simples assim — disse a mais velha —  A mamãe prometeu ao Victor que cuidariamos dela. E você ira ficar e cumprir a promesa da mamãe. 

Ele para pra pensar por um segundo e desce as escadas sentando-se ao meu lado. Ele me olha furioso, como se eu fosse a culpa-da. 

— Tudo bem eu fico, mais com uma condição. — ele diz perverso. 

— E qual seria? — pergunta Seirra com medo da resposta do irmão.

(...) 

Sinto meu corpo se sacudido com forçar e grito com o susto que levei. Encaro furiosa o Cameron mas por algum motivo eu não grito com ele pois sua face surpresa e de alguém que também acordou no susto. 

— Preciso que se vista o mais de pressa possível. — diz nervoso. 

Espero muito que não seja uma bricandeira de mal gosto dele. 

— Você sabe que horas são? — pergunto e olho pro relógio, pois eu também não sei que horas são. Me assusto com o horário, o mesmo que marca 1:45 AM. 

— Você só pode está de brincadeira comigo. 

— Não, não estou. E se não quiser ficar sozinha em casa a essa hora eu sugiro que troque loco a porra da roupa! 

Resolvo não brincar mais pois pelo visto o negócio e serio, resolvo então só pegar meu moletom e um par de tênis. 

— Estou pronta  — Digo por fim. Camerom me olha e não diz nada apenas balança a cabeça em negação. Uê ele queria um vestido de gala? Isso é o maximo que eu posso fazer, pois eu ainda nem despertei. 

(...) 

Meu corpo esta suando de nervoso, E eu estou começando a me arrependrr de ter vindo de molenton, esqueci que não estou na Europa,  queria muito que o Cameron ficasse calmo pra parar de avançar os sinais fechados, e queria saber o porque dele estão tão calado e nervoso. 

(...)

Depois de muitos sinais avançados e de quase ter morrido por isso chegamos bem ao nosso destino. 

Eu poderia dizer que estamos em um palácio de tão grande que a residência é, fora o jardim. E tudo muito glamouroso e medieval digna de filmes de Hollywood. Mais por um acaso eu tenho a sensação que esse não é o melhor lugar pra se estar. E tudo tão vazio e deserto. A não ser pelos milhares de seguranças espalhados pela residencia.

— É agora que você começa a explicar? O que estamos fazendo aqui Cameron — tento de novo. 

— Prometo que explico depois, mas agora eu preciso ir. — Ele diz — Me espera aqui! 

Por mais que eu queira muito ir com ele pra dentro da casa, o meu mau pressentimento me prende no banco do carro e o que me resta e espera. 

Por conta do calor que estou sentindo tiro todo o molentom  e fico apenas com meu pijama de seda, faço um coque no cabelo e começo a me abanar, Meu Deus da onde ta surgindo tanto calor.  

Olho pelo retrovisor do carro e tem alguns seguranças me encarando uns com curiosidade outros com a cara fechadas, e tem até um me encarando com malícia. ECA! 

Certifico de trancar o carro imediatamente e começo a jogar um jogo no celular. Por um momento eu penso em ligar pro meu pai ou pra polícia. Esse negócio de espera por noticias nunca foi o meu forte. 

Mas prefiro confiar no meu "irmão" ele não me meteria em roubada. Eu acho. 

— Abre a porta! — Ouço a voz abafada do Cameron do outro lado do vidro, e me esqueci que tranquei a porta por causa dos seguranças. 

Destranco o carro e me assusto quando um corpo desacordado é posto no banco de trás, e meu coração aperta, eu não posso está participando de um assasinato. O corpo não parece morto. 

Cameron entra no carro dando partida no mesmo. 

— Por que trancou carro? — Pergunta sem entender o meu ato de desespero

—Porque você me deixou sozinha, com um monte de estranhos — respondi, me referi aos seguranças quando disse estranhos — Uma mulher nunca esta a salvo. 

— Fez bem, eu também não confio em homens — disse sarcástico — Agora faça algo de útil e ajude meu amigo lá atrás. 

Me virei no banco encarar o corpo desmaiado no banco, pelos hematomas ele levou uma surra, e das boas fico me pergutanto o que ele fez pra merecer isso. 

— O que quer, que eu faça? — Pergunto sem deixar de encarar o corpo.

— Tem uma sacola de gelo do lado dele, pressione na cabeça dele, e não deixe  ele dormi. — explicou 

Fiz o que ele pediu com calma eu fui para o banco de traz, ele não estava cem por centro dormindo e não esta cem por cento acordado, ele estava muito sonolento. 

Levanto devagar a cabeça dele e ponho a mesma em cima das minhas pernas pego  a sacola de gelo e pressiono no local do calo.

Escuto o mesmo resmungar baixo de dor, ele deve estar sentindo muita dor, por seu rosto esta com hematomas e seus corpo tem marcas de cinto. E diversos cortes  profundos. Começo a massagear seus cabelos como se isso fosse uma forma de ameninzar sua dor. 

Seus cabelos são sedosos e macios, rescorregam com facilidade pelas minhas mãos. 

Encaro seus rosto e faço um desenho com o meu dedo pelos seus traços, eu não consigo ver muito com a quantidade de sangue mas posso tentar transmitir um pouco de paz. Paro com os moviemtos e o ouço resmungar. Ele deve ta sentido muita dor. 

— Não devemos chamar a polícia ou irmos para um hospital? 

— Não, vamos leva-ló  para casa e lá cuidaremos dele — Falou — Acredite Max. Não é a primeira vez, e não será a ultima que isso acontece.

Volto a encarar o garoto e agora o seus olhos estão abertos, e pela pouca iluminação consigo ver que seus olhos são de um azul claros fascinates, como um céu azul.

Essa foi a impressão que tive, de seus olhos azuis claros, mais algo na minha intuição diz que esse olhar carregado de segredos ainda vai me surpreender. Minha intuição sempre tinha razão. 

Mas em estado de arrebatamento não pude atender a qualquer outra coisa, dos seus olhos saia uma força estranha. E eu estava presa  na insanidade daqueles olhos azuis.


Notas Finais


Então é isto, espero que tenham gostado.

👉 Cometem o que acharam e favoritem a fanfic 👈

OBS: O Capítulo ainda não foi revisado


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