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História Insane Deku - Capítulo 54


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Notas do Autor


Nunca pensei que a fic ficaria tão grande, caralho, parece que foi ontem que estava comemorando que a fic havia chegado em 200 favoritos e agora estamos com mãos de 350. Muito obrigado a todos vocês! Então digam nós comentários o que vocês querem para os próximos caps! Esse será mais um arco com caps especiais com coisas que vocês querem que aconteça na fic!!! Mesmo esquema do outros caps especiais. Espero que gostem desse cap!

Capítulo 54 - Busca odiosa


Não importa o quão bem você possa se esconder, jamais será capaz de se esconder da própria sombra, a escuridão sempre estará em suas costas esperando para lhe degolar. Alguns falam que ao olhar para o abismo ele olha de volta, mas oque está lhe encarando das profundezas da escuridão, sou eu.

Se passou uma semana deste o dia em que minha maldita mãe me atingiu com aquele projétil, estou constantemente esquecendo da porra do meu nome, sinto meus poderes ficando mais fracos, mas ainda possuo o suficiente para matar qualquer um nessa droga de planeta. Aquela vadia vai lamber a sola dos meus pés antes de eu tortura-la arrancando toda a sua pele com um caco de vidro. Preciso respirar, meu coração parece que vai saltar pela minha boca, o ódio dentro de mim está tão grande que mal posso me conter, isso sempre acontece quando eu lembro daquela maldita.

Separamos a liga em três grupos para aumentarmos nossos alcance de busca, Toga e Twice formam o primeiro time, ambos possuem habilidades de furtividade incríveis, além de terem uma personalidade semelhante. Dabi e Shouto estão trabalhando juntos, mesmo que nenhum dos dois goste disso, querendo ou não eles são irmãos e possuem um poder de destruição imenso, somente eles podem lutar um do lado do outro sem se ferirem no processos. Eu estou sozinho, no meu estado atual é melhor ser assim, não estou com paciência para lidar com ninguém, meus sentidos parecem bagunçados, em uma noite eu quase enforquei a Toga quando ela tentou se esgueirar na minha cama, claro que transamos depois daquilo, mas antes eu havia pensado que fosse alguém tentando retirar o Deku de mim, pensei que era a minha mãe. Inko Midoriya como você se parece? Será que é igual a mim? Ou talvez eu tenha puxado a aparência antiga de meu pai? Lhe garanto que quando nos vermos a deixarei igual a ele.

Izuku estava dentro dos esgotos de um condomínio de luxo de Tokyo, o garoto foi capaz de se infiltrar pelos esgotos usando sua individualidade para se camuflar na escuridão da água quando necessário, mesmo que tivesse preferido invadir pela porra da porta da frente arrancando algumas cabeças no processo, mas ele sabia que não podia chamar atenção, não naquele tipo de ambiente, o condomínio estava lotado de seguranças, o lugar possuía uma vigília gigantesca, tudo isso por causa de um único morador. O homem em questão é um senador corrupto conhecido como Big, várias vezes repórteres o acusaram em ter envolvimento com o submundo do crime, por conhecidencia os repórteres desapareceram um por um após as acusações, Big é um homem perigoso, com contados vastos, além de ter dinheiro o suficiente para silenciar qualquer um.

Midoriya estava escutando alguns passos vindo em sua direção, então o garoto se prende no teto usando alguns tentáculos negros que junto dele ficam invisíveis no escuro. Dois guardas conversando casualmente passam pelo garoto.

—Ter que ficar nesse lugar de merda só por causa daquele gordo fodido estar com medo. – O homem estava com uma roupa parecida com o da SWAT, porém não existiam nenhum tipo de brasão em suas roupas.

—Se quer reclamar, reclame baixo porra, se alguém nos ouvir o Big manda nós matar na hora, idiota. – O homem cospe para o lado enquanto uma segunda cabeça que saia de seu pescoço diz. —Tocando no assunto, por que o idiota do Big está com tanto medo? Pensei que ele fosse o fodão de Tokyo.

—Deste que ele visitou os manés da Yakuza para comprar armas, ele está assim, não sei de todos os detalhes, mas pelo que aprece, enquanto ele conversava com o líder da Yakuza uma mulher invadiu a sala de reuniões e disse “não vamos fechar negócios com você senhor Big, não fazemos negócios com homens mortos” ela possuía cabelos verdes além de um olhar afiado que parecia que iria esfaquear o Big a qualquer momento, ele tomou isso como uma ameaça e correu o mais rápido que pode do lugar, deve ter sido do caralho ver ele correndo.

—Hahahaha eu daria minha vida para ver isso!

Izuku pula do teto agarrando o homem com a roupa da SWAT e subindo novamente. Os gritos do homem pararam segundos após uma torrente de sangue começar a espirrar pelas paredes do esgoto.

—Q-QUEM ESTA AI PORRA?! – O homem de duas cabeças retira um revólver do coldre e começa atirar no teto.

Midoriya arremessa o corpo retalhado em direção do outro ainda vivo, ele se assusta com o ato e ao tentar correr, acaba escorregando na sujeira e lodo que estava no local. Izuku se desprende do teto caindo em pé do lado do homem chutando seu peito quebrando uma costela e fazendo o homem se virar. As duas cabeças do homem olham para Izuku e dizem.

—C-cabelos verdes! – a outra também com medo fala. —U-um olhar assassino!

Izuku soca a primeira cabeça e então pergunta.

—Qual o nome da mulher que falou com o Big?!

—N-nós não sabemos!!!

Midoriya dessa vez faz um corte profundo no rosto da segunda cabeça.

—Esse é meu primeiro e último aviso.

—N-nós juramos! Não sabemos quem ela era!!! Somente o Big deve conhecê-la!

Midoriya chuta o joelho do homem quebrando sua perna facilmente, e o fazendo grunhir de dor.

—Eu vou soltar vocês, se conseguirem correr até a saída em trinta segundos eu deixo vocês irem bora.

Izuku solta o homem de duas cabeças, que tenta se levantar mas só faz sua perna piorar, o osso estava saltado na pele já roxa por causa do hematoma.

—Já se passaram dez! – Izuku começa a criar alguns tentáculos em sua volta que gradativamente eram preenchidos com espinhos.

O home começa a se arrastar para a saída enquanto chorava e se contorcia, uma das cabeças havia se desesperado e só conseguia chorar.

—Faltam dez segundos! Que tal eu dar uma ajudinha?! – Izuku cria alguns fios que começam a se enrolar no corpo do homem o erguendo no ar, sua perna que estava torta para o lado é reendireitada usando a força bruta, no ato fazendo o osso quebrado saltar para fora da pele, seu grito de dor é abafado por ter suas cortas vocais tampadas pela escuridão de Izuku. —Vamos lá, agora você tem uma chance. – Izuku solta o homem que mal conseguia se mover.

O homem tenta novamente se arrastar mas ele nunca seria rápido o suficiente.

—O tempo acabou, que pena, quem sabe vocês não conseguem da próxima vez, digo caso vocês reencarnem. – Um tentáculo negro cheio de espinhos chicoteia as costas do homem cravando seus espinhos fundo na carne, o tentáculo começa a puxar o homem que sente sua carne sendo dilacerada aos poucos. Izuku agarra a segunda cabeça cortando sua garganta. —Percebi que vocês só tem um pescoço, então se corta uma garganta, a outra cabeça também vai sufocar com o próprio sangue, se divirta sentindo o seu sangue invadindo seus pulmões. – Izuku solta o homem que começa a engasgar com seu próprio sangue. —Agora só preciso ir até onde o Big está... – Izuku pega um papel de seu bolso, um mapa improvisado que Twice havia feito com as informações obtidas pela internet. Midoriya aponta para uma direção e começa a andar para ela.

Passa-se alguns minutos até Izuku chegar em uma escada vertical que levava para um bueiro que saía do esgoto. Midoriya sobe pelas escadas e percebe que está na parte de trás de um dos prédios do condomínio, ele escuta movimento na rua, vários carros e pessoas passavam, a maioria devia ser seguranças do senador. O garoto cobre seu corpo inteiro com escuridão e cria um par de assas com extremidades pontiagudas, e então ele espera o momento perfeito em que as nuvens irão tampar a luz do luar. No momento em que a luz lunar se esvai o garoto pula em direção dos céus usando suas assas para se impulsionar com rajadas de vento que faziam as cortinas dos prédios se moverem em todas as direções. Cinco segundo foram necessários para chegar no último andar de um prédio que possuía vinte. No topo, existiam três guardas que ao verem aquela criatura feita com sombras pegam suas armas, mas eles foram lentos demais. Midoriya lança a escuridão de suas pernas para trás criando um enorme impacto que o lança para frente com extrema força e velocidade, o garoto gira no ar lançando também a escuridão de suas assas criando um poderoso corte circular fatiando em dois tudo em sua volta, os corpos dos homens no topo do prédio aos poucos começam a tombar para trás sendo partidos em dois.

Midoriya estava no meio dos três corpos, ele se apoia com os joelhos no chão apertando seu peito com uma das mãos e apoiando a outra no chão, o garoto começa a tossir violentamente cuspindo sangue.

—Estou ficando sem tempo...

Izuku se levanta limpando a boca com seu braço. O garoto estava bem em cima do vigésimo andar, aquele supostamente era o andar exclusivo do Big, ele e sua família moravam naquele lugar como deuses, enquanto estivessem naquele andar poderiam ter tudo o que quiserem. Midoriya anda até às escadas descendo do teto do prédio para o andar do Big.

Se o paraíso existisse, seria algo parecido com aquilo, as paredes eram cheias com pinturas valiosíssimas e ornamentos dourados que brilhavam com as joias que os encrustavam. O chão era feito com madeira maciça da mais alta qualidade, somente o verniz usado para dar brilho ao piso era mais caro do que qualquer coisa que Izuku já havia possuído em sua vida inteira. Candelabros feitos de cristais decoravam o teto. Corredores e mais corredores levavam para inúmeros quartos todos diferentes uns dos outros, em sua trajetória Izuku tem certeza ter visto pelo menos três salas de jogos com videogames da mais alta tecnologia.

—Tenho que admitir que é um lugar... – Izuku olha para todas aquelas coisas brilhantes e cheias de luz e continua. —Irritante.

Midoriya continua a caminhar pelos corredores até que começa escutar duas vozes femininas e um barulho constante de água. Izuku se esgueira até uma porta e com isso vê uma grande área com uma grande piscina dentro do próprio andar. Na piscina estavam duas garotas um pouco mais velhas que Izuku, ambas possuíam cabelos loiros e corpos esbeltos dignos de modelos, uma possuía cabelos longos e se vestia com um biquíni branco, e usava uma corrente dourada com um pingente em formato de M pendurado. A outra tinha cabelos curtos e estava com um maiô aberto deixando amostra suas curvas, ela possuía uma pulseira com um pingente da letra L pendurado.

A garota com a corrente pula na piscina o que acaba molhando sua irmã que estava lendo um livro deitada em uma cadeira de praia na beira da piscina.

—MARE QUAL É O SEU PROBLEMA?! – A garota que antes lia seu livro se ergue da cadeira irritada com a irmã.

—Qual foi Lana, não foi por querer, além do mais, qual é a graça vir para a piscina para ler? – Diz a outra irmã enquanto boiava na piscina.

—Não consigo acreditar que somos gêmeas, como você não consegue apreciar um bom livro em qualquer lugar?!

—Para de ser careta, eu já vi o filme, e ele morre no final. – Mare sorri para a irmã a provocando.

—Sua vadia escrota!!! – Lana coloca seu livro de lado e pula na piscina com raiva de sua irmã.

Ambas começam a “brigar” na piscina, e então Izuku entra no local.

—Irmãs não deveriam brigar por motivos tão simples. – A voz do garoto ecoava por aquele cômodo com poucos móveis.

As duas garotas param de brigar na água e olham para Izuku.

—Quem é você? Não pedimos nenhuma bebida. – Diz Mare com um tom arrogante.

—Me desculpe, eu acabei me perdendo, estou procurando o Big. – Izuku fica na beirada da piscina e se agacha olhando as garotas diretamente nós olhos.

—Não sei o que você quer com o papai, mas se não sair vou chamar os guardas! – Diz Lana. —Eles estão no teto apenas esperando algum engraçadinho aparecer!

—Ah então eles estavam lá para isso... Me desculpe novamente, mas tenho que informa-las, que seus seguranças falharam em sua missão. – Izuku aponta para suas roupas manchadas com sangue fresco e então volta a dizer para as garotas. —Agora, vocês vão me mostrar aonde o pai de vocês está ou eu vou ter que entrar nessa piscina?

Ambas as garotas olham para Izuku, até que Mare diz sua irmã.

—Lana corre ...

—Oque?!

—CORRE LANA!

Mare começa a ir em direção de Izuku que da alguns passos para trás deixando a garota sair da piscina, ela parti para cima de Izuku com os punhos fechados, mas ela não era capaz de acertar um único soco no garoto que desviava de tudo sem esforço algum.

—Se usar como distração para sua irmã fugir, um sacrifício que seria dito como nobre, mas para mim não passa de idiotice. – Izuku fecha seus punhos e acerta um único soco em Mare fazendo a garota levantar no ar e cair com força no chão. Izuku continua andando em direção da garota para finaliza-la, mas quando ele ergue sua mão um livro acerta sua cabeça, o impacto não faz absolutamente nada com o garoto.

—N-não faça nada com ela!!! – A garota coloca seu corpo sobre o da irmã na tentativa de usar seu próprio como um escudo.

Midoriya olha para aquilo e de maneira indiferente diz enquanto se agacha para olhar a garota nós olhos.

—Garota tola, seu corpo não é um bom escudo, entenda que os fracos não possuem o direito de salvar ninguém. – Izuku enxuga as lágrimas da garota e então contínua. —Me leve até o seu pai, então eu não mato vocês duas e estupro seus corpos ainda quentes.

Big era um homem alto, seu corpo era volumoso, ele não possuía cabelo, sua cabeça era desproporcional com o restante do corpo, ele se vestia com roupas caras feitas sobre medita com os recursos mais caros. O homem estava em seu escritório falando furiosamente no telefone.

—Eu não dou a mínima para o que a mídia vai achar disso!!! Eu quero a cabeça daquela vadia esverdeada e daquele bostinha com máscara da praga e eu quero agora!!!

O homem continua a gritar no telefone até o momento que algo atinge seu celular tão forte quanto um tiro. Assustado, Big se vira e vê Izuku apontando seu dedo fazendo um formato de arma com a mão, da ponta de seu dedo indicador estava se juntando uma pequena quantia de escuridão, em sua outra estavam correntes escuras que prendiam as duas irmãs.

—V-você é o merdinha da liga dos vilões?! – O homem e diz aquilo por reflexo e se arrepende logo depois.

Izuku lança a escuridão de seu dedo em Big, o ataque perfura a perna do senador que cai no chão gritando.

—Cuidado com a escolha de palavras daqui para frente, não estou com saco para gente igual a você, além do mais suas filhas estão aqui caso saia de alinha senhor Big. – Izuku puxa as correntes fazendo as irmãs entrarem na sala.

—P-pai me desculpe! Ele disse q-que ia matar a Mare!

—Sua putinha do caralho! Você o trouxe até mim?! Se eu colocar minhas mãos em vocês eu vou...

Izuku atira novamente sua escuridão dessa vez na outra perna de Big.

—Não gosto de repetir, mas eu fortemente recomendo você escolher melhor as palavras, um pai não deveria falar assim com sua filha, se bem que não espero nada de vocês.

Dessa vez o homem apenas grunhi de dor e não fala mais nada.

—Senador Big, estou aqui para juntar informações, preciso saber tudo que sabe sobre essa mulher de cabelos verdes, se resolver não falar eu quebro o pescoço dessas duas. – Izuku aponta para as filhas de Big, Lara que ainda estava acordada começa a se debater nas correntes.

—A-aquela vadia trabalha para a Y-Yakuza... – Big começa a tossir no meio de sua frase. —Tudo q-que sei é que ela é uma cientista daquele merda do Chisaki!

—Y-Yakuza?! – Lana estava horrorizada com os contatos que o pai tinha.

—Aonde posso encontrar a Yakuza?

—E-eu posso mostrar para v-você, e-eu apenas preciso... – Big começa a colocar as mãos em sua cintura até o momento que o homem retira uma arma que estava presa em sua cintura. —Morra seu merdinha!

O homem segurava um revolver Magnum .44 com espaço para oito tiros, um verdadeiro canhão de mão, o primeiro tiro cria um estrondo gigantesco no quarto, Izuku havia se distraído, o projétil atingiu seu peito, os outros tiros acertaram sua perna, braço e um único sua cabeça de raspão, as balas atravessaram o corpo de Izuku e um deles acertou o estômago de Lana que teve seu corpo empurrado para trás com o impacto da bala.

—HAHAHAHAHA seu bostinha imundo, acha mesmo que pode mexer com o Big e sair dessa impune?!

Big se apoia na parede feita de vidro blindado de seu escritório e então ele escuta.

—P...p-pai... – Lana ergueu uma de suas mãos em pedido de socorro.

—Não se preocupe querida, isso vai acabar logo, você e sua irmã vão morrer em breve! Isso vai me dar um descanso da mídia! – Big aponta a Magnum na direção das irmãs e então aperta o gatilho, a bala estava indo em direção da cabeça de Lana até que uma mão negra para o projétil em meio ao ar.

Izuku havia se levantado tão rápido que não pode ser visto por ninguém ali presente, Midoriya estava com seu crânio rachado, uma parte de seu olho e cérebro podiam ser visto pelo seu ferimento, os buracos de bala em sua perna e peito se fechavam gradativamente.

—Você atirou em mim... HAHAHAHAHAHAHA, SEU GORDO ESCROTO DO CARALHO! – Izuku começa a andar em direção de Big, o homem tenta atirar em Izuku, mas havia acabado sua munição. Midoriya pula e acerta uma joelhada no rosto de Big, fazendo o homem bater a cabeça no vidro blindado, causando um corte em sua nuca e vários ferimentos em sua boca. —Eu vou perguntar de novo, aonde eu posso encontrar a merda da Yakuza?! Se não me falar eu vou fazer você comer o próprio pinto seu desgraçado! – Midoriya soca o estômago do homem que começa a cuspir sangue.

Big tenta falar alguma coisa mas a joelhada criou um corte em sua língua e posteriormente ela começou a inchar.

—Eu tenho que parar de começar a tortura com uma joelhada na boca, isso sempre dificulta as coisas. – Izuku cria uma manopla de escuridão com garras afiadas, em seguida ele apunhala o estômago de Big e o ergue no ar. —Você não é mais útil para mim, eu também não gostei de você então pode levar isso para o lado pessoal. – Izuku com a outra mão lança sua escuridão quebrando o vidro blindado e depois arremessando o corpo de Big para fora do vigésimo andar o deixando cair para sua morte. —Sem ele aqui, essa sala para até que aumentou de tamanho... – O garoto olha para as duas irmãs e anda até elas. —Eu não pensei que ele ia atirar, seu pai era um puta de um merda. Eu cumpro com o que prometo, então não vou mata-las, daqui para frente tentem não me encontrar, cem porcento dos médicos dizem que isso prolonga sua vida em muitos anos. – Izuku falava com as duas, mas nenhuma delas estavam acordadas.

Midoriya anda até a mesa de Big, o garoto abre algumas gavetas, Izuku começa a procurar fundos falsos, e é bem sucedido facilmente.

—Bingo! – Midoriya pega um caderno cheio com números de contados com o submundo do crime.

Izuku coloca o caderno no meio de suas roupas e então começa a andar pela janela que havia arremessado Big. Criando um par de assas negras o garoto pula para fora e no ar ele termina de cobrir seu corpo com sombras, por consequência sumindo na escuridão da noite, enquanto gotas de sangue escorriam pela sua pele e caiam sobre a cidade.


Notas Finais


Espero que tenham gostado do cap!!! Deixem abaixo nos comentários, críticas, dicas ou elogios sobre o cap ou a fic em geral, lembrem-se de escrever também o que vocês querem que aconteça nesses próximos caps especiais! Até o próximo cap!!!


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