História Insane Desire - Capítulo 2


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekyeol, Chanbaek, Chenmin, Hunhan, Jikook, Kaisoo, Kristao, Layho, Namjin, Nerve, Sulay, Taoris, Xiuchen
Visualizações 57
Palavras 1.957
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabs, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Slash, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus paozinho de mel, como vcs estão? Espero que bem! Bom, eu estou "adiantada" já que quem me segue lá no meu perfil viu que eu postei um jornalzinho com os dias e horários que irei postar os capítulos da minha fic ♡ se não viu, vá lá da uma olhadinha ok?

Sem mais enrolações, aproveitem a leitura e não me matem! ><

Capítulo 2 - Primeiro contato




O destino gosta de brincar com a vida das pessoas, aproximando-as nos momentos incertos.



1º de dezembro de 2016


‘A nostalgia assolou o peito de Baekhyun enquanto ele caminhava pelas ruas de Seul. O clima seco e frio de dezembro o agradava e o fazia se sentir confortável.

Na verdade, ele amava o Natal — o qual estava se aproximando — e isso consequentemente o fez gostar das temporadas de inverno que a festa trazia consigo.

O seu destino estava cada vez mais próximo. Na verdade, faltavam poucos passos para adentrar o estabelecimento de dois andares. A cafeteria Washington’s — sua favorita na infância e adolescência — aparentava estar aquecida e protegida dos pequenos flocos de neve que começavam a descer do céu calmamente.

Baekhyun amava neve.

Seus passos lentos e suas olheiras demonstravam o quão cansado estava da viagem de última hora.

“Aposto que estou parecendo um corpo morto ambulante” murmurou, negando com a cabeça.

O cheiro de café fresco adentrou suas narinas vermelhas e seu estômago se embrulhou de fome.

“Espero que o gosto esteja tão bom quanto o cheiro.”

Assim que entrou no estabelecimento, o sininho da porta tocou, anunciando sua chegada. E, por alguns segundos, a atenção de todos estava sobre si.

Alguns olhavam surpresos e outros, curiosos.

“Eu estou tão ruim assim?” se perguntou, estranhando os olhares.

“Não” uma voz masculina falou. “Apenas estão curiosos sobre o garoto novo da cidade de Nohyeon-dong.”

“Não sou tão novo aqui quanto pensam” disse, suspirando e se virando na direção da voz. “Vai por mim.”

Por que esse cara me parece ser tão familiar?, perguntou-se, observando as feições do homem de cabelos pretos.

O rapaz riu de forma descontraída.

“Eu sei disso, Baekhyun.”

O Byun franziu o cenho.

“Desculpe, nos conhecemos de algum lugar?”

“Na verdade, sim.” Ele o observou dos pés à cabeça. “Aigoo... Sou eu, Kim Jongdae. estudamos juntos no–“ fora interrompido.

“Primeiro ano.” Baekhyun sorriu para o outro. “Claro! Você era aquele nerdzinho que estava apaixonado pelo garoto mais popular da escola!”

O outro gargalhou alto — alto até demais para o Byun.

Aish! Não acredito que se lembra assim de mim.” Baekhyun o acompanhou na risada.

“Qual era o nome dele mesmo?”

“Kim Minseok” respondeu com um sorriso no rosto. “Veio encontrar o Kyungsoo, certo?”

“Sim, como sabe?”

“Ele fez uma reserva da mesa favorita dele, para não correr o risco de alguém chegar primeiro que ele.”

“Isso é realmente a cara dele.” Negou com a cabeça. “Você trabalha aqui, Jongdae?” O Byun estranhou o mais alto não estar de uniforme e saber sobre a reserva.

“Na verdade, eu sou o dono desse lugar” disse com orgulho de si.

“Nossa” o mais baixo disse surpreso. “Por essa, eu não esperava.”

“Muita coisa aconteceu depois que você foi embora.” O rosto de Jongdae ficou sombrio. “Coisas que todos aqui fingem que nunca aconteceram” sussurrou a última parte.

O coração de Baekhyun disparou em curiosidade.

“Como assim? O que aconteceu?”

Antes que continuassem a conversa, um chamado fora escutado.

“Byun Baekhyun!” a voz familiar berrou irritada. “Você está atrasado! Sabe quanto tempo tive que esperar?” Kyungsoo começou a caminhar na direção deles.

Que mal-humorado!

“Eu tenho que ir!” Jongdae disse. “Boa sorte, ele está mal-humorado desde que Jongin fora detido novamente.”

O Byun revirou os olhos com a notícia.

“De novo?”

Kim Jongin era o novo namorado do melhor amigo e, apesar de Kyungsoo ser alguns anos mais velho, isso não os impediu de se apaixonarem e entrarem num relacionamento proibido.

Proibido porque o Kim já se envolvera com drogas, vandalismos e pequenos furtos. O porquê de ser tão proibido? Oras, Do Kyungsoo é xerife da pequena cidade. E, se alguém descobrisse, sua vida profissional iria acabar. Apesar da pouca idade, o Do mostrou ser um prodígio na profissão e isso era muito bom.

“Sim. Dessa vez, o Soo não pôde ajudá-lo.”

“Aish!” reclamou irritado. “Esses adolescentes de hoje em dia são os piores!”

“Quem são os piores?” o amigo de pele leitosa perguntou, parando em frente a eles. Usava o uniforme de xerife.

“As crianças!” o mais alto disse rápido, rindo de maneira nervosa. “Não é, Baekhyun?”

“Sim, as crianças” reafirmou, oferecendo a melhor cara de idiota que tinha.

“Certo...” concordou, ainda que desconfiado.

“Como eu dizia antes, Baek, eu tenho que ir, mas a gente se vê por aí, certo?”

“Sim, a gente se vê por aí.”

Sorriram um para o outro e se despediram novamente. Jongdae caminhou para fora do estabelecimento e sumira entre as pessoas.

“Ele tentou flertar com você” Kyungsoo perguntou quando o silêncio se fez presente.

“O quê? Não!”

“Acho bom, eu contaria tudo ao Minseok.”

“Minseok, o garoto mais popular na época da escola?”

“O próprio. Eles namoram atualmente.”

“Ah...” A feição do Byun ficou surpresa. “Sabe?, às vezes, eu acho que sou o único que não consegue ter um relacionamento.”

“Não se preocupe, você vai achar alguém que te ame” o amigo disse, seguindo em direção à mesa que reservara.

“Eu espero” disse suspirando, seguindo o amigo.

Quando ambos sentaram na mesa, uma garçonete chegou e anotou os pedidos. E, enfim, eles começaram uma nova conversa, aleatória.

[...]

Baekhyun sentiu seu celular vibrar no bolso da calça, informando-o de que havia recebido uma mensagem.

Yifan: O motorista já está aí e suas coisas já estão na sua sala no hospital.

“Eu tenho que ir...” murmurou para o amigo.

“Você acabou de chegar” falou, franzindo o cenho.

“Eu sei, querido” Baekhyun disse, pegando sua carteira e jogando algumas notas na mesa. “O motorista do Yifan veio me buscar.

“Sabe que eu posso te levar, né?” Ambos passaram a caminhar na direção da saída do estabelecimento.

“Kyung,” o mais velho se virou para o amigo, que estava um pouco atrás de si, “vamos nos ver no sábado, sabe disso, certo?”

“Claro que eu sei, mas ainda é segunda.”

Baekhyun sorriu, acolhendo o mais baixo num abraço carinhoso.

“Eu não vou fugir” murmurou baixo. “Não vou fazer isso de novo.

Kyungsoo se afastou do outro.

“Vou para a sua casa no fim de semana, prometo.”

“Se você for embora de novo, eu te mato.”

Ambos sorriram.

“Até breve, do Kyungsoo.” Selou os lábios na bochecha do outro.

“Até, hyung.”

Baekhyun saiu porta afora, procurando pelo carro que foi descrito para si no aeroporto.

Vou mandar meu motorista particular te buscar. O carro dele é um Audi R8 cinza. Ele é alto, chinês e tem uma aliança prata no dedo anelar direito. A voz de Yifan veio em sua mente.

E, de repente, uma voz interrompeu seus devaneios.

“Byun Baekhyun?” uma voz masculina chamou atrás de si.

“Desculpe, nos conhecemos?” perguntou quando deu de cara com um homem alto — muito mais alto que si, aliás.

“Huang ZiTao.” Estendeu a mão. “Sou o motorista que o idiota do Yifan mandou.”

O Byun o encarou surpreso.

Ele é bem audacioso, gostei dele!

“Onde estão suas malas?” Tao perguntou confuso, olhando em volta.

“Ah.” Sorriu pequeno. “Yifan estava no aeroporto, ele levou minha mala para o hospital e eu vim para cá, encontrar meu amigo.”

“Certo, faz sentido” disse, encolhendo-se quando sentiu o vento frio bater  contra si. “Vamos logo, está ficando muito frio.”

“Certo.”

Os dois começaram a andar lado a lado até chegarem no tal carro cinza.

“Carro bonito” comentou.

Huang sorriu orgulhoso.

“É o meu filho.”

“É um belo filho” concordou, rindo.

Tao abriu a porta de trás para o Byun.

“Isso é realmente necessário?”

“Sim” respondeu, dando de ombros. “Yifan ficaria muito puto se você estivesse na frente.”

“Por quê?” perguntou, entrando no carro.

“Porque ele é fresco!” respondeu, entrando no carro na parte da frente, ligando o carro.

“Sim, é verdade.” Ambos riram.

O celular de Baekhyun vibrou, era sinal de mais uma mensagem.

Yifan: Encontrou o motorista?

Eu: Sim. Ele realmente parece amar muito você.

Yifan: Aigoo! Ele já está falando mal de mim?

Eu: Sim, eu amei ele. Achei que só eu falasse mal de você para as pessoas.

Yifan: Huang ZiTao é o pior motorista que poderia existir!

Eu: A aliança no dedo dele diz o contrário.

Yifan: Vai cuidar da sua vida, Byun!

Espera aí! Você fala mal de mim?

Baekhyun riu alto com a mensagem do chefe.

Eu: Até daqui a pouco, Fanfan.

Desligou o celular pois sabia que o outro o xingaria por tê-lo chamado pelo apelido exclusivo de Taemin — filho de Yifan.

Baekhyun encostou a cabeça na janela do carro, soltando um suspiro.

E, quando o Byun fechou os olhos, ele se permitiu sentir todas as emoções que negligenciou desde que chegara em Seul.

Ele sentia a nostalgia no peito enquanto observava as ruas do antigo bairro. Ele observou os alunos saindo da sua antiga escola e isso o fez sorrir pequeno.

“Nada mudou” murmurou baixo. “As mesmas cores das paredes, o mesmo uniforme...”

“Você disse algo, Baekhyun?”

“Apenas pensei alto demais.” O Byun olhou rapidamente para ele e logo depois para a janela.

Sua paisagem no momento era o velho parquinho perto da escola. Aquele parquinho. Parecia estar velho — mais do que antes — e abandonado.

De repente, as lembranças da sua adolescência vieram à tona e Baekhyun teve a sensação de que era absolutamente errado ele estar de volta.

“Agora é tarde para voltar” murmurou. “Mas, o que será que ele  está fazendo agora?” perguntou-se, fechando os olhos e se permitindo entrar no mundo dos sonhos. “Será que ele se lembra de mim?”



[...]



“Baekhyun, chegamos” ZiTao anunciou de fora do carro.

“O quê?” murmurou, desorientado.

“Já chegamos!” O Huang abriu a porta para que Baekhyun saísse.

“Certo” murmurou sonolento, saindo do carro.

O Byun observou o local com atenção. O edifício parecia ter mais de 6 andares, havia alguns pacientes passeando com enfermeiros e, até mesmo, médicos. Havia muros em volta deles e um portão de ferro.

“Eu já estou indo” o motorista comentou, olhando o celular. “Boa sorte, vai precisar.” Adentrou o carro, dando a partida.

“Para você.” Um garotinho apareceu atrás de si, esticando uma flor rosa.

Baekhyun sorriu com a atitude do garoto.

“Obrigado, meu anjinho” disse, pegando a flor e cheirando.

Que cheiro estranho.

“Espero que você não esteja incomodando, Seok” disse uma mulher autoritária.

O garotinho se encolheu quando se deu conta de quem era a mulher.

“Está tudo bem.” Baekhyun sorriu, notando o visível desconforto da criança. “Ele é inofensivo.”

Ela riu de maneira debochada.

“Ele não é inofensivo. Ele afogou a irmã de 9 meses na banheira.”

Baekhyun olhou surpreso e o menino sorriu de forma inocente.

“Ela fazia muito barulho” a criança disse, dando de ombros.

“Vamos logo, Dr. Byun.” A enfermeira o puxou para que entrassem no edifício. “Sabe, achei que, como doutor, não se encantaria por uma criança dessas.”

“Ainda há esperança para a humanidade, enfermeira” respondeu, soltando-se da outra e andando lado a lado com ela.

“Vamos para a sua sala” ela disse, ignorando a fala do outro.

Assim que Baekhyun adentrou o manicômio, ele observou a enorme recepção onde havia muitas poltronas e mesas, onde os pacientes jogavam e outros conversavam.

“Aqui é a recepção, como pode observar” comentou a enfermeira, de maneira debochada. “Hoje é segunda-feira, dia dos pacientes.”

“Dia dos pacientes?” perguntou, confuso.

“Em todas as segundas-feiras, eles escolhem o que fazer depois das consultas, é o dia em que eles se divertem.”

“Ah” disse, surpreso.

Seu olhar sobre uma cabeleira preta que o encarava estupefato. Baekhyun franziu a sobrancelha, ele era muito familiar para si.

“Byun Baekhyun?” A enfermeira estalou os dedos em frente ao rosto do médico.

“É você!” disse o paciente, com uma visível raiva. “Seu grande filho da puta!” o paciente gritou, chamando a atenção de todos à sua volta.

“Da onde eu o conheço?” perguntou assustado.

“Como ousa não se lembrar de mim?” O paciente correu furioso até sua direção, o segurando pelo colarinho.

“Enfermeiros!” berrou a mulher, afastando-se assustada. “Solte ele, Park Chanyeol.”

Park Chanyeol.

Park Chanyeol.

Park Chanyeol.

“A culpa é sua, seu bosta!” berrou na sua cara, cuspindo em muitos lugares. “É sua culpa.”

Os enfermeiros chegaram e o puxaram para longe do médico. O Park se debateu de raiva, querendo se aproximar do outro novamente.

“Park Chanyeol...” Baekhyun murmurou, chocado.

“Estão esperando o quê para levá-lo ao quarto dele? Ele perdeu o direito de desfrutar desse dia, amanhã falaremos sobre o seu comportamento. E, para a sua informação, Park, o doutor que acaba de atacar é o seu médico! Espero que ele não seja tão gentil como o último” a enfermeira disse, parando de frente para ele.

Baekhyun se encontrava surpreso, muito surpreso.

Porra, eu sou o médico do meu primeiro amor!


Notas Finais


Fugindo das pedras, kkkkk.. O que acharam meus paozinho? O ir ser a que Vai rolar agora? E o Baek? Pq o Chan culpa ele tanto? Do que ele é tão ocupado? Hoje no Sprint repórter kkkkkkkkkkkkkkk só na quinta gente, enfim.. que tal darem uma olhadinha nas minhas outras fics? É tudo Chanbaek!

Link do O casamento de Park Chanyeol: https://www.spiritfanfiction.com/historia/o-casamento-de-park-chanyeol-13798873

Nerve: https://www.spiritfanfiction.com/historia/nerve-13175745

Espero que gostem hein♡


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