História Insane Desire - Capítulo 32


Escrita por:

Postado
Categorias One Direction, Selena Gomez, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Selena Gomez, Zayn Malik
Tags Balada, Bebidas, Escola, Insane Desire, One Direction, Professor, Romance, Selena, Selena Gomez, Zayn, Zayn Malik
Visualizações 97
Palavras 2.532
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 32 - Save her


Fanfic / Fanfiction Insane Desire - Capítulo 32 - Save her

Zayn P. O. V. S

Então foi por isso que ela não me visitou, nem mandou mensagem ou estava em casa... Selena está em um internato. Precisava falar com Sophie! Ela devia saber de algo, peguei o papel e guardei no meu bolso traseiro, sai do apartamento pegando a chave da moto e o capacete. Avisei meu pai que iria sair e que já voltava. Tentei procurar o numero de Sophie no meu celular, Selena uma vez usou para ligar para a garota e ficou gravado. Quando achei já estava na minha vaga.

-Alô.

-Sophie, é o Zayn. Preciso falar com você, pode ser naquela cafeteria perto do parque?

-Nossa, Zayn! Quanto tempo! –Falou confusa. –Na cafeteria daqui vinte minutos, pode ser?

-Pode.

-Tá bom, então, até.

Desliguei o celular colocando no bolso da jaqueta e liguei a moto. Estava com saudade de ouvir esse som! Acelerei parando na frente do portão esperando se abrir completamente e sai da garagem. O vento batendo no meu rosto, a velocidade, eu praticamente implorei por isso enquanto estava preso. Em quinze minutos já estava entrando no estabelecimento e escolhendo uma mesa. Pedi um café e cada vez que o sino que tinha na porta soava, conferia se não era a amiga da Selena até ela chegar e se juntar a mesa.

-Fico feliz em saber que está livre. –Disse colocando a bolsa em cima da mesa. –Mas acho que sei o motivo de ter me chamado. –Falou cabisbaixa.

-Ela não deu nenhuma noticia?

-Nada, a ultima vez que tive noticias dela foi a carta que a minha mãe me entregou. Eu até fui a casa dela, mas os pais dela falaram coisas sem pé nem cabeça.

-Quanto tempo faz isso?

-Sei lá, dois meses ou mais. –Deduziu. –Foi logo depois que você foi preso.

Joguei o peso do meu corpo para trás e passei a mão no meu rosto. Eu não conseguia acreditar que isso estava acontecendo. Um garçom veio atender Sophie enquanto eu me perguntava como as coisas chegaram nesse estado. Sophie ficou me fitando e eu soltei o ar.

-E a Kara?

-Esta livre, não recebeu nenhum tipo de castigo e terminou o ano na escola.

-O QUE?!

-Sim, todos tiveram essa mesma reação. –Revoltou-se. -Selena foi expulsa por algo que não fez...

-Você sabe que ela fez. –Repreendi a corrigindo.

-Sim, mas, não tinham prova... –O celular dela começou a vibrar freneticamente, chamando a atenção de nós dois. –Só um minuto. -Vi a loira pegar o aparelho e arregalar os olhos, tentando desbloquear o mais rápido que conseguia. Seus lábios mexiam, mas nenhum som foi pronunciado. –Zayn! –Exclamou como se eu estivesse muito longe. –Nós precisamos salvar a Selena.

Ela me entregou o celular, o contato com a foto de Selena e o nome dela com um coração preto esteve online há poucos minutos atrás e as mensagens eram de meses atrás. Na primeira mensagem, enviada dia dezenove de outubro, ela dizia que havia chegado à escola e que era um lugar estranho, na segunda enviada no mesmo dia, mas de noite, ela dizia o quanto seu foi assustador e que não estava bem, tanto psicologicamente quanto fisicamente. Dois dias depois ela perguntou sobre mim e que queria sair daquele lugar o quanto antes. Praticamente todos os dias ela mandou mensagem para a melhor amiga implorando por ajuda e contanto de torturas psicológicas que estava sofrendo.

Só de imaginar a cena de Selena chorando, tentando fugir e sendo castigada, me dava um embrulho no estomago.

-Porque só chegou agora?

-Parece que não tem sinal lá. –Sophie explicou impressionada com o que havia lido. A garota pegou o celular e segurando o botão do áudio começou a falar no microfone do telefone. –Selena, eu preciso que você deixe seu celular ligado, vamos tentar rastrear e te tirar daí tá? Zayn está aqui. –Falou segurando o celular na altura da minha boca.

-Ah... –Pensei no que falar. -Oi Gomez, eu vou te tirar daí, eu juro que vou. Preciso que se mantenha forte, logo todo esse pesadelo acaba e você vai até se esquecer desse lugar terrível. Confie em mim, eu... -Parei de falar pelo jeito que Sophie me olhava, mas decidi continuar já que ela devia ter percebido qual era a frase. -Eu te amo, tá?

Sophie deu um sorriso de compaixão, como se fosse algo bonito, mas doloroso. E ela tinha razão de pensar assim, era extremamente doloroso para mim, não ter ela por perto e saber que estava sofrendo era pior do que tudo que estar preso. Eu até preferia estar no lugar dela.

Nem que eu vá de internato a internato, mas eu vou achar ela.

-Se lembra do Cameron? –Perguntei e Sophie estranhou a forma aleatória, como entrei no assunto. –Ele trabalha como programador, mas ele era hacker e vivia aprontando na internet. Acho que ele consegue rastrear o celular dela.

-Ótimo! Mas tem que ser rápido, não sabemos como ela ta conseguindo manter o celular ligado e se vai conseguir por muito tempo.

-Podemos ir lá agora. –Sugeri e ela assentiu.

Sophie pediu para empacotar seu pedido e pagamos a conta. Fui até minha moto e vi Sophie entrar no carro dela. Não me lembrava direito onde era a casa dele, mas arrisquei indo pela minha memória, o que custou dar mais voltas do que o necessário. Parei na frente da casa, descendo da moto com pressa. Apertei a campainha, vendo a minha ex-aluna loira se aproximar enquanto a porta era aberta.

Vi Cameron com o cabelo curto, pela primeira vez na vida e com um moletom cinza. Ele cheirava a cigarro e a cerveja, o que fez a loira levar a mão até o nariz.

-Zayn! –Falou animado. –Está solto!

-É, eu fui liberado hoje.

-Uau, veio me visitar ao invés de ver a sua garota, me sinto até importante.

-Na verdade...

-Ei, eu conheço você. –Me interrompeu apontando para a garota. -É... Candice?

-Sophie. –Corrigiu o loiro.

-Viajei então... –Falou colocando a mão na cabeça.

-Preciso que rastreie um celular. –Cortei o assunto. –Pode fazer isso por mim?

O garoto piscou, confuso. Estava processando meu pedido, então me olhou banalizado, revirando os olhos. Ele deu a volta, descendo para o antigo porão da casa. Segui-o, chamando Sophie e desci os degraus. Fazia tempo que eu não vinha aqui, tudo estava diferente. Mais moderno e bagunçado.

Cameron estava sentado em uma cadeira com rodinhas na frente de uma mesa com dois monitores grandes para um computador de ultima geração, a direita tinha uma geladeira pequena retro, a esquerda dos dois monitores, estava seu notebook.

Queria sentar no sofá preto, ficar fitando a tela gigante acima dos monitores, presa na parede, entretanto preferia colocar pressão psicológica, me apoiando na guarda da sua cadeira. Sophie pediu licença, impressionada com o quarto.

-Você é um pilantra, Malik. –Revoltou-se. –Sabe muito bem que abandonei há tempos essa vida e que quase fui preso depois de te fazer um favor.

-Mas é caso de vida ou morte dessa vez.

-Loira, tira a mão das minhas miniaturas, é mais caro do que parece. –Alertou e vi Sophie se afastar da prateleira. –O celular de quem você precisa rastrear?

-Da Selena.

-Não esta rastreando para ver se ela está te traindo, né? –Falou desanimado e Sophie o fuzilou com os olhos.

-Selena está desaparecida. –Sophie esbravejou. –Então, por favor, você pode ajudar sem comentar muito?

-Pedindo assim... Eu só preciso do numero dela.

-Aqui. –Sophie entregou o celular para ele.

-Isso pode demorar um pouco, então se quiserem sentar ou pegar algo para comer. –Sugeriu e Sophie respirou fundo.

-Não tem como demorar menos?

-Gata, talvez demore, talvez não demore... –Falou irritado. Cameron devia estar muito chapado, ele não era assim sóbrio. –Faz quanto tempo que ela sumiu?

-Dois meses. –Sophie respondeu olhando para o lado. –Ela deveria estar em um colégio interno, só que pelo o que soubemos parece mais um manicômio.

Senti meu estomago embrulhar novamente. Levei minha mão até o lugar onde senti as pontadas. Manicômio parecia uma definição tão pesada, doía de se imaginar... Mas ela tinha razão! Selena estava em um hospício ao invés de um colégio interno. É, era isso! Fazia todo o sentido. Levando em consideração toda a história dela, ela sofreu muito com a morte da irmã e entrou em depressão, por dias evitava comer e sair do quarto. Quando assumiu o que fez, a mãe dela deve ter pensado que a filha estava enlouquecendo e o meu caso com ela, foi a cereja do bolo.

-Sophie! –Chamei sua atenção. –Você é um gênio! Selena não está em uma escola.

-Não? –Indagou confusa.

-Nas mensagens, ela falou sobre freiras e enfermeiros...

-Torturas e remédios. –Completou como se tivesse entendido a onde eu queria chegar e eu concordei. –Ela está mesmo em um manicômio. –Horrorizou a descoberta tampando a boca com suas duas mãos.

Calei-me ao sentir uma dor de cabeça surgindo, levei a mão até o lado que doía e apertei tentando aliviar. Era muita informação para mim. Sophie percebeu meu mal estar e me incentivou a sentar no sofá. Balancei minha cabeça agradecendo sua preocupação, mas preferia ficar de pé. Cameron chamou-nos para ver algo na tela.

-Sisters of Quiet Mercy, Massachusetts. –Anunciou. –É um lar para jovens problemáticas, onde adolescentes desprovidas de direitos aprendem essas virtudes como a disciplina e o respeito. Que bizarro. –Comentou fazendo uma careta. –Tudo isso enquanto desfrutam de uma vida de reflexão e... Servidão? –Estranhou a palavra. –Meu amigo, quem colocou ela lá deve a odiar.

-“A diretora promete cuidar de cada garota com tratamentos psiquiátricos e que elas voltam curadas e submissas.” - Sophie leu em seu celular. –Os pais da Selena enlouqueceram. Eles que mereciam estar lá!

-E só para confirmar... Ela está lá. –Apontou para o monitor que aparecia um ponto vermelho e ao lado mostravam as coordenadas geográficas.

-Obrigado Cameron. –Disse colocando a mão em seu ombro e subi os degraus correndo.

Eu ia tirar ela de lá, era a única coisa que eu estava pensando. Como isso ia acontecer? Eu não tinha certeza ainda. Abri a porta da casa e escutei Sophie me chamar desesperada. Eu sei que ela quer ajudar, mas eu não vou permitir, não porque queria fazer isso sozinho, mas sim porque ela é uma adolescente ainda e poderia complicar tudo.

-Ei! Espera! –Gritou virando meu corpo.

-Sei o que vai perguntar e a resposta é não.

-O que? Por quê?

-Sophie, você tem 17 anos, não posso te levar é contra a lei. –Ela revirou os olhos. –No primeiro pedágio me prendem e te levam para casa.

-Você tem razão. –Concordou comigo. –Me deixe te ajudar pelo menos. -Como ela poderia me ajudar? Tombei a cabeça para o lado a fitando. –Você vai comprar roupas novas para ela? Aonde vocês vão se esconder? Vai salvá-la de moto?

-Excelentes perguntas, dinheiro não é problema, eu arranjo um lugar e eu tenho um carro.

-Aquele carro que você foi ao baile da escola? –Assenti. –Zayn... –Reprovou a ideia rindo. –Esse carro não é discreto, você precisa de um carro popular. -Continuei em silencio. -Tipo o meu.

-Você não vai.

-Eu sei, mas a minha ideia é você usar ele.

-Sophie, eu agradeço, mas eu odeio pegar coisas emprestadas.

-Ta, vou explicar detalhe por detalhe. Eu passei em medicina em cinco universidades renomadas, meus pais são médicos e ficaram felizes com isso, pela primeira vez na vida eles se uniram para me dar um presente ao invés de competirem quem dava algo melhor. Então me deram essa Range Rover Evoque. –Disse mostrando o carro cinza. –Meu antigo carro estava à venda, mas eu não aceitei nenhuma proposta, pois não queria me desfazer do carro. Então eu empresto por tempo indeterminado e você retribui o favor salvando minha amiga.

Era uma proposta irrecusável, mas eu não queria aceitar, tinha condições de resolver essa situação sem dever nada a ninguém... Mas minhas contas ainda estavam bloqueadas. Soltei o ar coçando a nuca e aceitei a proposta depois de relutar muito comigo mesmo. Quanto o lugar que íamos ficar, tinha um lugar perfeito, longe de praticamente tudo, ninguém ia encontrar-nos lá. Marquei de encontrar com ela em sua casa antes de anoitecer. Iria para casa pegar algumas roupas e dinheiro que tinha guardado me um cofre escondido e iria para a casa da Sophie, pegar o carro.

Quando cheguei em casa, tudo estava quase de jeito que eu me lembrava antes de ser preso. Meu pai e Noah estavam conversando, enquanto tomavam uma xícara de café.

-Está tudo bem? –Hassan perguntou e eu não concordei nem discordei. Caminhei de pressa até meu quarto procurando as bolsas de viagem no closet, pegando as roupas que eu mais usava. –Filho, o que está acontecendo?

-Pai. –Parei o que estava fazendo, ficando de frente para ele. -Eu vou ter que viajar hoje e não sei quando volto, mas eu vou ficar bem.

-Alguém está te ameaçando? –Neguei. –O que está acontecendo?

-Selena.

-Filho, eu sei que essa garota é importante para você, mas...

-É mais complicado do que parece. –O cortei voltando a arrumar a mala. –Confia em mim, não dá tempo de explicar tudo, mas eu ligo contando tudo quando a poeira abaixar.

-Pode me dizer para onde está indo?

-Para a casa do lago.

-Mas são horas de viagem! –Alertou e eu assenti.

Embora eu quisesse muito contar cada detalhe, demoraria muito e eu precisava arrumar muita coisa. Ele percebeu que o assunto era serio e perguntou se eu precisava de ajuda, agradeci pedindo que arrumasse alguma coisa para levar para comer. Fechei a mochila depois de ter colocado tudo que seria necessário. Abri o cofre no fundo do guarda roupa, pegando os envelopes onde estava o dinheiro e guardei no bolso de fora da mochila.

-Vamos viajar? –Noah disse empolgado, já que também estava com sua mochila, a mesma que estava com ele quando apareceu de paraquedas nesse apartamento.

-Não. –Disse indiferente. –Eu vou viajar e você vai para a casa do nosso pai. –O vi bufar. –Vai ser bom para você.

-Sei. –Bufou e vi meu pai com uma caixa térmica que parecia estar pesada.

-Aqui tem quase tudo o necessário, talvez tenha que comprar algo no caminho.

-Pode me dar carona até a casa de uma amiga? -Noah riu debochado.

–Já arranjou outra ou é a Selena mesmo.

-Eu não te devo satisfações! –Me relembrei sendo repreendido por meu pai. –Noah, leva a caixa térmica. Ele negou se levantando.

-Eu levo, filho, sem problemas. –Defendeu a atitude do mais novo.

Ok, não é hora de brigas. Conferi se as luzes estavam apagadas e se as chaves do apartamento, da moto e do carro estavam comigo. Tranquei a casa relembrando a Noah que ele estava proibido de entrar e fomos até o carro do meu pai, coloquei no porta-malas minhas coisas. Guiei-o até a casa de Sophie e vi-a arrumando o carro. Depois de passar tudo que era meu para o carro dela, abaixei a porta maior da Duster.

-Eu vou trazer o carro de volta do mesmo jeito que foi.

-Não se preocupe com isso. –Sophie gesticulou as mãos. -Apenas salve a minha amiga.


Notas Finais


Oi gente, me desculpa pela demora, não foi minha intenção, eu juro! Mas o meu computador ainda não está conectando na internet então eu tenho que continuar postando pelo meu celular.... afff
Comentem sobre o capitulo, estou realmente insegura com ele kkkk
Perdão por qualquer erro e obrigada por lerem até aqui
Beijão


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...