História Insanity - Capítulo 28


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Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Gin Ichimaru, Grimmjow Jaegerjaquez, Ichigo Kurosaki, Kaien Shiba, Orihime Inoue, Personagens Originais, Rangiku Matsumoto, Renji Abarai, Rukia Kuchiki, Shihouin Yoruichi, Shuuhei Hisagi, Soi Fong "Soifon", Ukitake, Ulquiorra Schiffer, Urahara Kisuke, Uryuu Ishida
Tags Byaruki, Ichiruki, Ichiyorui, Kairuki, Renruki
Visualizações 102
Palavras 1.767
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, FemmeSlash, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 28 - Feliz aniversário


Fanfic / Fanfiction Insanity - Capítulo 28 - Feliz aniversário

Rukia andava pelo shopping a procura do melhor presente para o filho, que ia fazer sete anos amanhã. Pensou em várias possibilidades, mas nada era de seu agrado.

Suspirou e continuou andando, enquanto olhava as vitrines. Até sentir uma mão em sua cintura e um beijo demorado em sua cabeça. Virou para olhar e constatou ser Ichigo.

— Em dúvida sobre o que dar ao nosso pequeno? — trouxe o pequeno corpo para perto e ficou abraçado.

— Sim. — murmurou. — Você fez questão de o mimar com presente a cada semana.

— Eu também te mimei. Está usando o colar que te dei.

Ela o olhou de relance e riu baixinho. Os olhos brilharam com aquela fantasia de coelhinho.

— Você não vai comprar essa coisa ridícula… — murmurou indignado.

— Claro que vou, ainda em dose tripla, uma minha, sua e a do Sora.

— Nem vem, eu não vou usar isso nem que me paguem.

— Ichigo… — murmurou de forma sexy, com um pequeno bico. Ele arfou em resposta, por mais que não tivessem nada há sete meses, ela conseguia o ganhar apenas com a voz.

— Tudo bem, vamos comprar. Mas eu quero um beijo de recompensa.

— Você já ganha muitos nas gravações. — resmungou.

— Ah, aqueles não valem. São beijos fofos e técnicos, eu quero um bem selvagem. — ela engoliu em seco, uma proposta tentadora.

Como seu filho não estaria por perto, não temeria dar um único beijo.

— No carro… — murmurou e o puxou até a loja, comprando três modelos.

Foi na loja ao lado e comprou mais alguns brinquedos, dando as sacolas para o ruivo, que daqui a pouco penduraria no pescoço. No final escolheram comer algo no shopping mesmo.

Ao chegarem no carro do modelo, ele guardou as coisas no porta-malas e sentou no banco do motorista, fechando as janelas. Puxou a morena para seu colo e fez um carinho no rosto.

Ao encarar as belas orbes violetas, se sentiu extasiado com o brilho intenso. Aproximou os lábios lentamente, tendo gosto por ter a respiração desregulada e sofrível batendo em seu rosto.

Ambos queriam aquilo, ansiavam de corpo e alma. Não era preciso de palavras, os pequenos gestos dos lábios entreabertos, o pequeno busto subindo e descendo conforme a aproximação se tornava cada vez mais rápida.

As mãos trêmulas foram em direção as madeixas laranjas, que brilhavam entre os pequenos dedos. Enquanto as mãos grossas circularam possessivamente a fina cintura, que lhe pertencia mesmo que não dissessem nada.

O toque dos narizes foi mais que suficiente para os deixar ainda mais entregue naquele gesto de amor. Eis que o lábio inferior da morena roçou no superior dele, aquilo era um convite ao pecado.

De forma voraz, ele agarrou o lábio inferior dela com os dentes, parecia um animal querendo satisfazer seus mais sóbrios desejos. Ao se separar, de olhos fechados, selou os lábios aos dela, com o gosto de morango por causa do sorvete.

Com a cabeça inclinada um pouco para cima, conseguia sentir a curta respiração dela, quente e nervosa. Aquela corrente de sentimentos deixava-o estupefato. Cada veia e artéria queria receber mais daquela droga e permanecer anestesiado.

Ichigo finalizou o beijo com muitos selinhos. Tinha sentido tanta falta daqueles lábios tão macios e gostosos, se dependesse dele, jamais largaria.

— Acho que sua recompensa foi dada, não? — encarou as belas orbes cor de mel.

— Eu desejaria mais mil beijos dessa forma. Não sabe como eu me senti bem com isso. — deitou a cabeça no ombro dela. Passando o nariz pelo pescoço e depositando um pequeno e doce beijo.

— Sabe que eu também desejaria, mas estamos no horário de buscar o Sora na escola. — levou a pequena mão até a barriga e o pressionou contra o banco.

Deu mais um selinho, deixando uma mordida nos lábios.

Saiu do colo dele e se sentou, cruzando as pernas. O curto vestido dava uma excelente visão das belas coxas. Ichigo respirou fundo e abriu um pouco o vidro, tentando dissipar aquele calor e o doce perfume impregnado por todo seu corpo.

Sua excitação estava em evidência com aquela calça, os espasmos apenas de um beijo ainda percorria todo seu sistema nervoso.

Rukia não estava diferente, queria o jogar naquele banco e terminar o que sentia tanta vontade de fazer desde que se reencontraram. Mas não queria se arrepender de algo, então manter distância de sexo estava sendo melhor.

Arrumou os cabelos e deitou a cabeça no banco, olhando a paisagem. Até chegar na escola de seu filho, e ir o receber de braços abertos. Vendo ele correr até si com a bolsa arrastando no chão.

Aquela coisinha linda era tão parecido com o pai, que às vezes pensava ter feito um clone, não um filho.

— Mamãe! — abraçou ela.

Rukia se inclinou um pouco, fazendo alguém atrás quase ter um infarte. Mas ele não quis dizer nada, apenas ficou observando o quanto aquele bumbum era lindo.

Mas ao perceber os olhares de outros homens ele se aproximou e a segurou pela cintura, fazendo ela endireitar a postura.

— Não é bom querer infartar todos os homens da cidade, seu filho vai ficar sem pai caso continue vendo isso. — sussurrou no pé do ouvido.

— Era só ter me avisado. — pegou o filho no colo, sem querer encostando o bumbum na perna dele.

— Ah, hoje o diabo quer me tentar.

— Idiota. — murmurou.

(...)

Rukia e Ichigo levantaram mais cedo que o comum, para preparar um lindo café da manhã para o filho. Enquanto a casa dele estava sendo preparada para a festa, já que tinha um enorme salão.

Ao entrarem no quarto, a escuridão tomava conta, ela abriu um pouco a cortina, e o ruivo entrou com a bandeja, colocando no criado mudo.

Se sentaram na cama e observaram como ele dormia tranquilamente, agarrado ao coelho de pelúcia. Ichigo direcionou seu olhar para as fotos que tinha em um enorme quadro. Foram apenas alguns meses com seu filho, mas já o deixava tão feliz e completo.

Passou a mão pelo rostinho e deu um beijo na testa, sorrindo igual um bobo. Não imaginava que seria assim o sentimento de pai.

— Obrigado, Rukia. Você me deu um tesouro imenso. E hoje espero falar ao meu pai sobre os dois, sei que ele não vai ligar muito para o sobrenome, mas quero ter a certeza de que ele não vai machucar meu filho. Eu não consigo pensar no que viraria apenas para o proteger.

— Você também me deu esse tesouro, por ele eu aprendi muitas coisas. Eu não deixaria ninguém fazer mal a ele, seria capaz de matar.

Ichigo se inclinou um pouco e a beijou, deixou a mão no colo e a outra no pescoço, aprofundando ainda mais. Aquilo tinha se tornado um vício, como sempre foi no passado.

— Nós tínhamos combinado…

— Shh… É apenas um beijo e ele está dormindo. Você é a minha razão, Rukia. Eu não aguento, quero te beijar livremente, a ter em meus braços, acordar com um beijo de bom dia. Quero te amar como antes, as loucuras que já fizemos ainda estão na minha memória, me atiçando a cada dia.

— Acha que eu também não quero? Mas entenda que tudo se tornou mais difícil, eu agora penso no meu filho em primeiro lugar.

— Não a julgo, mas não acha que poderíamos dar um irmãozinho ou irmãzinha para ele. — falou de forma sedutora.

— Tenho medo… Não quero sofrer e ver outro filho sofrendo… — abaixou o olhar. Talvez não tivesse medo apenas de voltar com Ichigo, mas sim de engravidar e ter que passar por tudo aquilo de novo.

— Minha bebê. — ele a abraçou. — Então deixa esse assunto quieto, hoje é um dia feliz.

— Sim.

Ela acordou lentamente o filho, que despertou com uma carinha de sono.

— Parabéns pra você. Nesta data querida. Muitas felicidades. Muitos anos de vida. É pique, é pique, é pique, é pique, é pique, é pique. É hora, é hora, é hora, é hora, é hora. Ra-ti-bum. Parabéns! — os pais cantaram animados.

— Mamãe, papai. — ele deu um largo sorriso. — Obrigado.

— Feliz aniversário, meu amor. — Ichigo beijou carinhosamente a bochecha. — Eu te amo.

— Eu também amo, estou muito feliz de ter os dois juntos comigo. — sorriu.

— Agora toma seu café. — Rukia balançou o cabelo do filho. — E depois pode ir no quarto da mamãe pegar os presentes. Mais tarde vamos sair para ver sua tia, tá bom?

— Obrigado, mamãe e papai. Vocês são os melhores do mundo.

(...)

Já devidamente arrumado, Sora ficava andando de um lado para outro. Enquanto a mãe terminava de arrumar o cabelo e seu pai sentado na cama.

Rukia usava um vestido branco, com um salto preto. Pai e filho estavam idênticos de camiseta branca, jaqueta e calça preta. Coisa que deixava a morena extremamente babona.

Depois desceram as escadas e viram o ruivo correr animado até o carro do pai, quando ele entrou, Ichigo parou na frente da morena e deu um beijo na testa.

— Você está linda, meu amor. — sorriu.

— Tenho que dizer o mesmo de você. — enlaçou os braços ao redor do pescoço e deitou a cabeça no ombro. — Muito obrigada, Ichi…

— Eu que tenho que agradecer por me dar a chance de viver com a minha família, que são vocês dois.

Ela se afastou e ficou um passo à frente dele.

— Sabe… Eu te amo, porém mais do que antes, é um sentimento que apenas cresce dentro de mim. — saiu andando antes de ouvir a resposta.

Sora sorriu e assim que viu sua mãe se aproximando, se ajeitou no carro, o sorriso arteiro não queria sair do rosto.

(...)

Após Ichigo falar com seu pai, finalmente apresentou o neto, deixando o patriarca bobão com Sora. Ele não ligava para Rukia, sabia que não era culpa dela. Se soubesse que o filho queria fazer algo assim antes, teria o alertado.

A Kuchiki achou Isshin totalmente descontraído, ficar sentado com ele em uma mesa não tinha sido problema, já que estava gostando de como Ichigo perdia a linha com o mais velho.

Não era novidade alguma, ele chegava a trocar juízo com o próprio filho, imagina com o pai.

Logo o pequeno Kuchiki estava brincando com muitas crianças. Ele se lambuzava com as guloseimas e fazia a mãe limpar, para depois voltar a brincar.

— Ele é a sua cópia, coitada da Rukia-chan. — Isshin caçoou.

— Saiba que eu sou muito bonito, ela mesmo disse isso.

— Eu disse? — franziu o cenho.

— Você quer que eu repita suas frases aqui? — sorriu malicioso, a fazendo ficar envergonhada.

— Então ainda se amam?

— Sim. — ambos dizem e se olham, levemente corados pela afirmação.



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