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História Insanity! - Capítulo 3


Escrita por: e vitzzle


Notas do Autor


OIIIIIIII!

Olha só quem está aqui antes do tempo certo de postar... Ficamos tão ansiosas para esse capítulo que planejamos ele mais rápido do que normal e ficamos muito felizes com todos os favoritos e as visualizações, e aqui está!!!
Esperamos que vocês gostem, finalmente o tão esperado encontro.
O título do capítulo não tem exatamente uma tradução, é o nome de uma das lindas praias da Tailândia.

Boa leitura! xx

Capítulo 3 - Loh Dalum Bay.


Fanfic / Fanfiction Insanity! - Capítulo 3 - Loh Dalum Bay.

AMBER RUSSELL POINT OF VIEW

Tailândia, Ilhas Phi Phi.

09:01 AM.

Assim que terminamos o banho sai apressada já colocando o biquini, um vestido soltinho branco – talvez um pouco transparente –, peguei meu óculos de sol e minha bolsa que já estava arrumada. Quando estava calçando meu chinelo olhei para o batente da porta e Jake já estava pronto me esperando.

- Parece que tem alguém ansioso também para aproveitar a Tailândia, não é mesmo? – perguntei rindo e ele revirou os olhos.

- É, acho que sim. Está pronta? – ele disse rindo vindo em minha direção e passando os braços pela minha cintura.

- Prontíssima. – respondi lhe dando um selinho e já arrumando a bolsa em meu ombro.

Depois de um café da manhã reforçado – já que quando chegamos não comemos nada, apenas dormimos – fomos em direção a área externa do hotel e cada lugar que eu vou ou vejo fico mais impressionada com a beleza desse lugar. Vi duas espreguiçadeiras livre e caminhamos até elas. Jake já tirou a camisa e se sentou. Olhei em volta e estava um lindo dia de sol, sorri com isso, que sorte. Tirei o vestido e peguei o protetor.

- Passa em mim? – perguntei estendendo o protetor.

- Não precisa pedir duas vezes. – respondeu rindo e me mandou uma piscadinha.

Assim que Jake terminou, me deitei para tomar sol e ele foi dar um mergulho. Fiquei presa nos meus pensamentos enquanto via ele nadar. Eu sou a mulher mais sortuda desse mundo, ele é a pessoa mais incrível que já conheci. Quem diria que aquele pirralho que conheci no início da faculdade iria se tornar meu namorado? Pois é, aqui estamos nós, em uma viagem incrível, e um lugar mais incrível ainda...

- Amor? Amber? – ele disse me tirando de meus devaneios e balançando os braços na minha frente.

- Hã? Oi? – falei sem graça me sentando e reparando seu lindo corpo molhado. Passei a língua nos lábios involuntariamente.

- Você está de óculos, mas eu ainda vejo seus olhos tá, amor? – ele disse rindo – provavelmente de mim – e se sentando ao meu lado.

- Não sei do que você está falando. – respondi olhando para o lado como se não me importasse.

- Aham, tá bom. – ele riu e passou um dos braços em volta do meu pescoço.

- Aí, a água tá fria? – perguntei sentindo sua pele molhada e gelada em contato com a minha.

- Não muito, dá para aguentar.

- Bom, então é minha vez. – disse me levantando, tirando o óculos e caminhando em direção à beira da piscina. Nem dei tempo para ele questionar e mergulhei.

Fiquei um tempo na beira da piscina com os braços apoiados na borda, apenas sentindo o contato da água. Senti duas mãos em minha cintura, abri os olhos e me deparei com Jake sorrindo. Oh, céus, esse homem um dia ainda me mata de amor. Não literalmente, é claro.

- Mas já sentiu saudades? – perguntei passando meus braços em volta de seu pescoço.

- Sim. – ele disse apenas isso e me beijou.

Ficamos um tempo brincando dentro da piscina, parecíamos duas crianças, quem via de fora com certeza estava nos julgando.

Tailândia, Ilhas Phi Phi.

03:01 PM.

Estava secando meu cabelo enquanto Jake tomava banho, já estávamos nos arrumando para o segundo round do dia, a praia. Por que eu estava secando cabelo para ir à praia? Não sei, mas não estava a fim de o molhar mais hoje.

- AMOR? – Jake gritou colocando a cabeça para fora do box. Que susto.

- Você está do meu lado inferno, não precisa gritar. – disse com cara de poucos amigos e desligando o secador, se tem uma coisa que eu não gosto é que gritem comigo.

- Eu estou te chamando há um tempão, maluca. – ele riu me fazendo revirar os olhos.

- Fala, baby. – respondi mais calma, guardando o secador na gaveta e me virando para o olhar.

- Só te irritar mesmo. – respondeu voltando para dentro do box. – Mas hoje foi mais fácil do que o normal.

Sai do banheiro rindo e me sentei na cama para esperar o príncipe se arrumar. Meu celular começou a tocar, era minha mãe.

- Oi mãe. – atendi animada.

Foi viajar e esqueceu a família? – ela perguntou com um tom brincalhão, mas ao mesmo tempo com a voz embargada. Eu amo tanto ela.

- Eu ia ligar depois do almoço, mas fiquei pensando que já estava tarde da noite aí. Aconteceu alguma coisa? – respondi com uma certa preocupação, ela estava com a voz tão estranha.

Pois é! Acertou, aqui agora são duas da manhã, mas tive um sonho estranho com você, queria saber se está bem. – perguntou um pouco preocupada. Coisa de mãe.

- Está tudo ótimo, mãe, não se preocupe. -  respondi sem ânimo. Eu toda preocupada pensando que era algo grave, e ela me ligando por causa de sonho.

- Então tudo bem, querida, até breve. Mamãe te ama, tá?

- Tá mãe, eu também te amo. – disse rindo do tom de voz dela, e ela finalizou a ligação.

Guardei o celular na bolsa e vi Jake saindo do banheiro na maior calma do mundo, o olhei feio e ele já sabia que era para acelerar.

[...]

Chegamos á praia e já não havia muitas pessoas no local. Ficamos andando na beira do mar conversando sobre assuntos aleatórios, até que Jake decidiu mergulhar. Ele tirou a blusa e jogou em mim rindo, já correndo em direção ao mar. Tirei meu short, a blusa e deixei nossos pertences em uma espreguiçadeira. Entrei no mar até a água bater apenas em meu joelho, Jake me olhou confuso quando eu parei de andar.

- Vem amor! – ele disse já vindo em minha direção.

- Pode parar onde está. – disse e ele ficou parado igual estátua, ele é doido? Ri do meu pensamento – Eu demorei muito tempo para secar esse cabelo hoje, mas amanhã eu prometo que eu vou. Você sabe como meu cabelo fica com água de sal...

Ele saiu do mar e nos sentamos na areia continuando nossa conversa. A coisa que eu mais amo no nosso relacionamento é o diálogo. Sempre temos assunto. Depois de um tempo Jake acabou me convencendo a entrar na água, mas eu já tinha avisado que nada de molhar meu cabelo. Ele pode até estar achando ridículo viajar para a praia e não querer molhar o cabelo, mas é que eu realmente não queria o molhar e ter todo o trabalho de secar de novo... Coisas de mulher!

 

JUSTIN BIEBER POINT OF VIEW

Tailândia, Ilhas Phi Phi.

03:30 PM.

- Ah, você sabe né... Tudo relacionado a Tailândia é lindo, a paisagem, as praias, as bundas... – ouvi a risada de Ryan no fundo da ligação. – Mas eu ainda não tive o prazer de apreciar as bundas maravilhosas que estão por aqui.

Virou babá nas férias, Justin? – revirei os olhos enquanto ouvia sua risada e olhei para o Jaxon que estava atrapalhado com a prancha de Surf – que é três vezes o tamanho dele –, Jazzy enchendo uma bolsa de brinquedos e os meus seguranças estavam ao redor, um pouco afastados e com roupas de praia. Não poderia chamar tanta atenção dessa forma aparecendo com três homens de terno e gravata no meio de uma praia, não seria nada comum.

- Jeremy sendo Jeremy. Largou as crianças na minha mão, não me surpreenderia se esse fosse o plano desde o começo quando me convidou para essa viagem.

A minha relação com Jeremy nunca foi como todo filho tem com o seu pai, ele se separou de minha mãe enquanto eu era muito novo, eu tinha praticamente apenas meses de vida e foi viver a vida que sempre quis – regada à drogas e bebidas, e rodeado de prostitutas –. Nunca me ligou, nunca me procurou para saber se eu, ou minha mãe precisávamos de algo. Só começamos a ter algum tipo de relação quando me fez a proposta de abrir uma Drew House em Los Angeles – claro, por puro interesse – e Chaz me obrigou a aceitar a proposta, pois seria uma ótima forma de ter dois mundos diferentes, assim ocultando a minha verdadeira realidade.

Boa sorte nessa aí, bro. Você vai precisar.

Falamos um pouco sobre as movimentações na empresa e na boate Drew House, deixei Ryan e Chaz com todas as instruções enquanto eu estava fora.

- Justin... – senti alguém cutucando a minha barriga e olhei em direção a Jazzy que estava me olhando com cara de entediada e segurando a sua bolsa rosa pink. Ok, não precisava desse detalhe, que gay!

- Vamos logo, não aguento mais perder tempo aqui. – coloquei meu óculos de sol e comecei a caminhar em direção à praia e parei no mesmo instante que percebi que não estavam me seguindo, só os meus seguranças. Olhei para Jazmyn e ela estava do mesmo jeito, segurando a bolsinha e me olhando com a melhor cara de tédio que ela poderia fazer.

- Biebs, é você que está enrolando desde que voltamos. Nós vamos ter que andar até a praia? Nós vamos ter que andar tudo isso? – agora ela estava fazendo a melhor cara de drama, poderia até a chamar de atriz. – E vamos ter que ajudar o Jaxon, ele mal consegue aguentar o próprio corpo. – Jazzy veio em minha direção com as mãozinhas juntas como se estivesse implorando.

- Jazzy, deixa de drama. – revirei os olhos. Mulheres, sempre tão dramáticas. – A praia está bem na nossa frente, só precisamos atravessar a avenida. – a peguei no colo e mostrei a imensidão azul que dava para enxergar da frente do nosso hotel. – E os meus seguranças irão carregar a prancha do Jaxon, não posso deixar ele se matando.

- Que seguranças? – franziu o cenho completamente confusa e eu apontei com a cabeça os três homens que estavam nem tão afastados, nem tão perto. – Pra que seguranças? – meu Deus, quanta pergunta. Eu vou acabar ficando louco no final dessa viagem.

- Shhh... – Jazzy desceu do meu colo rapidamente e começou a dar pulinhos de alegria. Fiz um sinal para que os meus seguranças pegassem a prancha de Surf do Jaxon – o mesmo soltou um suspiro de alívio que me fez rir – e finalmente podíamos seguir em direção ao paraíso.

Atravessamos toda a extensão da avenida e chegamos à praia. Eu realmente estava no paraíso quando percebi todas aquelas bundas maravilhosas na minha frente, poderia ficar admirando a vida toda.

- Justin, Justin. – acordei do transe quando Jaxon começou a me puxar pelo braço. – Entra comigo no mar, eu tenho medo de ir sozinho.

- Desse tamanho e tem medo de entrar no mar sozinho? – Jaxon fez uma carinha de cachorro sem dono e comecei a rir do dengo que estava fazendo. Essas crianças sabem exatamente como me ganhar. Baguncei seu cabelo loiro e levantei da cadeira, tirando toda a areia que estava na minha bermuda. – Vamos ver se você sabe nadar. Vem, Jazzy.

- Eu não quero entrar, fico toda melada com aquele sal. – respirei fundo e olhei em direção ao Kenny – o meu segurança de maior confiança, enquanto os outros dois seguranças estavam mais afastados – e fiz um sinal com o dedo para que sentasse em meu lugar e ficasse cuidando dela.

Jaxon pegou a sua prancha e entrou correndo no mar. Pilantra, na hora de carregar não conseguia, né? Logo em seguida levando um caldo da onda que ele tinha pegado. Fui correndo o ajudar e o mesmo nem ligou e já subiu na prancha novamente para tentar pegar outra onda.
Estava rindo de todos os tombos que ele estava levando quando ouvi uma risada escandalosa atrás de mim, me virei no mesmo instante e encontrei um par de olhos azuis, cabelo longo e preto, biquíni laranja marcando suas curvas... Wow. Desviei o olhar quando vi que ela começou a me encarar na mesma intensidade, voltei o meu olhar para o Jaxon que estava se divertindo com as ondas.

- Vamos Jax, você consegue! – cheguei mais perto dele e molhei o meu cabelo na tentativa de ignorar o que tinha acontecido.

A risada escandalosa continuou e uma voz masculina se juntou, e eu não podia conter os meus olhares em direção a morena de olhos azuis – que agora estava ao lado de Jaxon, um pouco afastada, mas na mesma direção –. A ouvi falar algo sobre não querer molhar seu cabelo, então veio para o lugar errado.

- Jax... vem cá. – o chamei e o mesmo tentou correr contra a correnteza, caindo no caminho o que me fez rir da sua tentativa falha. Me abaixei em sua altura para poder falar em seu ouvido. – Está vendo aquela mulher ali? – Jaxon assentiu e começou a ouvir atentamente. – Quero que jogue água e molhe o cabelo dela.

Jaxon me olhou assustado quando eu terminei de falar, mas começou a dar risadinhas quando percebeu que eu estava falando sério. Ele foi chegando de mansinho para perto da morena enquanto a mesma nem percebia a presença do pirralho. Jaxon levantou a sua prancha e fez com que a mesma batesse com uma força – que nem eu mesmo sabia que ele poderia ter – fazendo com que a água salgada espirrasse completamente contra a morena.

- Bom garoto! – disse quando Jaxon voltou ao meu lado e fizemos um toquinho.

- MEU DEUS, EU DISSE QUE NÃO QUERIA ENTRAR AQUI PARA NÃO MOLHAR O MEU CABELO. – ouvi seu grito e me virei encontrando o seu olhar em minha direção enquanto eu ria junto com Jaxon. A morena ficou paralisada enquanto estava com a mão no cabelo e me encarava, se estivéssemos em outra situação, tenho certeza que ela poderia me matar apenas com o olhar.

O cara que estava a acompanhando falava com ela, mas parece que ela estava fora de órbita – provavelmente de tanta raiva – e continuava me fuzilando com toda a raiva que poderia existir.

- Que saco, Jake. Vamos embora agora. – a tal morena tentou lutar contra a correnteza enquanto corria e quase caiu no meio de algumas ondas, o que causou mais risadas da minha parte. Conseguia ouvir os seus gritinhos de frustração mesmo de longe e, o cara – com cara de retardado – que estava ao seu lado antes, tentava inutilmente acompanhar os passos dela.

Essa viagem estava começando a ficar divertida.

 

AMBER RUSSELL POINT OF VIEW

Tailândia, Ilhas Phi Phi.

04:58 PM.

Senhor, isso é castigo porque eu não quis entrar no mar? Era só ter mandado um sinal! Nem consegui esperar Jake, apenas passei pela espreguiçadeira catando minhas coisas e sai dali furiosa. Que garoto babaca! Aonde já se viu fazer uma brincadeira dessas? Escroto, ainda ficou rindo da minha cara... Se ele soubesse a raiva que eu fiquei nem se atreveria a me olhar, quanto mais rir de mim.

- Tá mais calma? – Jake disse assim que eu sai do banho – obviamente de cabelo lavado –.

- Não né, agora vou ter que secar essa juba de novo. – disse revirando os olhos, por que tanta irritação? Nem eu sei.

- Eu seco pra você! – ele disse já indo até o banheiro e pegando o secador.

- Tá falando sério? – perguntei desconfiada, semicerrando os olhos.

- Se você for ter outro ataque eu estou brincando. – respondeu rindo, colocando a mãos para cima na defensiva, e me fazendo rir também.

Depois que Jake acabou me olhei no espelho, e não é que ele fez direito?

- Até que você fez direitinho. Ó, parabéns! – guardei o secador na gaveta e voltei para o quarto me deitando na cama, onde ele já estava todo esparramado.

- Tem muitas coisas que eu sei fazer direito, amor. – disse já se virando e ficando em cima de mim, colocando o peso em seus braços apoiados do lado da minha cabeça.

- Ah, é? Tipo o que? – perguntei com a maior cara de cínica que eu poderia fazer.

Ele nem me respondeu e já pude sentir seus lábios grudados aos meus e sua língua pedindo passagem. Começamos um fervoroso beijo, entrelacei minhas pernas em sua cintura e pude sentir sua intimidade roçar na minha. Soltei um gemido abafado e ele sorriu com isso. Colocou a mão por baixo da minha camisola e senti sua mão gelada em contato com minhas costas, arfei e ele parou de me beijar apenas para tirar minha camisola e a jogar em algum canto deste enorme quarto.

Era disso que eu estava precisando.


Notas Finais


E ai??? esperamos que estejam gostando. O capítulo ficou um pouco clichê, mas faz parte de todo desenvolvimento da história e é necessário por conta dos próximos >grandes< acontecimentos que estão por vir.

É isso, até o próximo capítulo. xx


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