História Insano Amor - Capítulo 44


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Incesto, Romance, Romance Proibido
Visualizações 710
Palavras 4.388
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como vocês estão bebês? Eu espero que estejam bens. ❤
PENÚLTIMO CAPÍTULO. 💔 Estou chorando. 😭
Espero que gostem do capítulo, assim como eu gostei de escrevê-lo. ❤ E vou confessar uma coisa chorei muito escrevendo esse capítulo pois, eu tinha ele em mente desde que decidir escrever "Insano Amor".

Leitores novos sejam bem-vindos. (a) Vejo vocês nas notas finais!

Capítulo 44 - Welcome Tracy, Katelyn and Jaxon!


Fanfic / Fanfiction Insano Amor - Capítulo 44 - Welcome Tracy, Katelyn and Jaxon!

POV. Samantha Bieber – Estados Unidos – Nova Iorque.

Nono e último mês.

Parece até inacreditável aceitar que já se passou nove meses desde o dia que eu descobrir que não viveria somente para mim e sim pelos meus filhos. É incrível olhar para trás e ver que tanta coisa mudou. O quanto eu cresci como mulher, o quanto eu evoluir.

Agora faltam apenas dias para eu ter os meus filhos. Dias para eu sentir os cheirinhos dele, ouvir o chorinho, ver os olhinhos dele e ver com quem eles se parecem mais.

Ainda vestida por uma lingerie me olho no espelho e dou um sorriso por notar que a minha barriga está enorme, mas bem enorme mesmo sabe? Pego o meu celular e tiro uma foto e mando para o grupo do whats que eu fiz com a Ariana, Emily e Ângela.

Legenda: Bom dia! Nono e último mês chegaram. Mamãe mais que ansiosa para ver esses pequenos.

‘’ Bom dia! Minha grávida favorita. ‘’ – Mily

‘’ Que barriga linda, Sam. ‘’ – Ariana.

‘’ Você já entrou no nono mês e para eu ainda falta um mês. E você está uma grávida radiante. ‘’ – Ângela.

‘’ Obrigada meninas. ‘’ – Sam.

Visto apenas um pijaminha mesmo, acabo de sair do banho e nesse nono mês o que eu mais quero é ficar em casa contando os dias para os meus filhos nascer, realmente o último mês é o mais torturante.

E até que eu vou sentir falta das conversas com os meus filhos. Vou sentir falta deles me respondendo com chutes.

Ontem eu e as meninas compramos as últimas coisas que faltavam para os bebês e arrumamos o quartinho deles que ficou do jeitinho que eu havia imaginando em meus sonhos.

Saio de meu quarto e caminho em direção do quarto dos meus filhos e sorrio de frente para a porta branca com três ursinhos pendurados. Assim que giro a maçaneta eu tenho visão do quarto e me emociono. Passo o meu olho pelas paredes brancas e meus olhos logo param nos três berços que ficam todos em fileira no lado esquerdo do quarto. Do outro lado tem três cômodas brancas, uma com detalhes azuis e as outras duas com detalhes roxos e rosa. Na parede há varias fotos minhas grávida ao lado de Justin. Perto da janela tem uma cadeira para amamentação. Caminho mais e paro no closet dos bebês e olho todas as roupinhas separadas, todos os sapatinhos, fraldas, Boris e entre outras coisas.

– É realmente um mundo encantado, não é mesmo? – ouço a voz de Justin soar atrás de mim e me viro para trás para captar uma melhor visão dele.

– É tudo incrível. – sussurro o vendo caminhar em minha direção. – Tudo o que eu estou vivendo está sendo incrível e isso tudo graças a você.

Ele puxa de leve a minha cintura e cola a sua testa na minha nos deixando um pouco afastado por conta da minha enorme barriga.

– Eu amo você. – ele acaricia a minha barriga. – Amo você e os meus filhos. Nono mês chegou.

Sinto-o sela os nossos lábios e logo entrelaça as nossas mãos nos guiando para fora do quarto. Fecho a porta atrás de mim e começamos a descer as escadas em passos calmos.

Passamos pela sala e logo chegamos à cozinha.

– Surpresa!  – ouço vozes atrás de mim e arregalo os meus olhos por ver, Ryan, Chaz, Chris, Ariana, Emily, Amy e Ângela.

– Pessoal que surpresa. – coloco a mão na boca vendo a mesa toda decorada e várias bexigas enfeitam a cozinha.

– Nono mês. – Emily caminha em minha direção sorrindo e se ajoelha e começa a conversar com a minha barriga – Meus amores a festa já está pronta para receberem vocês, então vem... Psiu, isso é uma ordem da titia madrinha Emily Butler.

Sentamos-nos a mesa e começamos a tomar um café da manhã maravilhoso.

[...]

É finalzinho de tarde e eu estou na janela do quarto.

– Você já está no ultimo mês e faltam apenas dias para os nossos filhos nascerem e ainda não escolhemos os nomes. – Justin para ao meu lado. – Acho que já está na hora, não acha?

– Você tem toda razão. – acaricia a minha barriga e meus filhos mexem concordando.

Caminhamos para a cama e nos sentamos sobre a mesma.

– Eu quero escolher o nome do menino. – sorrir enquanto eu me ajeito no meio de suas pernas o sentindo afagar os meus fios de cabelos.

– Que tal Austin? – ele pergunta e eu nego com a cabeça e saio do meio de suas pernas e sento-me de frente para ele. – É eu também não gostei muito. – dá de ombro e passa as mãos nos cabelos.

– Jaxon. – ele diz sorrindo e eu sorrio também por ser um nome muito lindo. – Jaxon Bieber.

– Que nome lindo, nosso pequeno Xon.

– Minha vez. – digo animada levantando as mãos para cima. – Tracy. – eu sussurro e Justin me olha com os olhos arregalados.

– Não acha um nome muito forte para um bebê?

– Não, combina com uma de nossas filhas. Eu tenho toda a certeza que ela vai ser a mais sapeca. – acaricio a minha barriga e sinto uma leve movimentação que faz o Justin levar a mão até a mesma deixando um pequeno carinho. – E ela não vai ser um bebê a vida inteira.

– Tracy Bieber. – sussurro.

– Ainda falta mais um e eu quero te ajudar nesse. – ele passa a língua sobre os lábios e eu sinto a minha calcinha molhar cada vez mais.

Está grávida não é fácil, a minha libido sexual aumentou bastante durante a gravidez. E o Justin está adorando tudo isso, assim como eu também estou.

– Que tal Blake? – ele pergunta e eu nego com a cabeça, não gostei desse nome. – Sophia?

– Não, nenhum desses nomes combina com a minha garotinha. – paro para pensar. – O que acha de Katelyn?

– É lindo. – ele concorda e me puxa.

– Então vai ficar assim Katelyn Bieber, Tracy Bieber e Jaxon Bieber.

– Agora que já escolhemos os nomes de nossos bebês o que acha de nós comemoramos? – pergunta dedilhando com o seu dedo toda a região de minhas costas me deixando completamente arrepiada.

– Super apoio amor. – faço manha em minha voz e ele sorrir puxando as minhas pernas me fazendo ficar deitada na cama. Desde o oitavo mês que eu não consigo fazer amor com o Justin se não for de ladinho, a minha barriga está enorme e isso dificulta as outras posições.

Ele brinca com o pano de minha calcinha que está úmida e eu mordo os meus lábios vendo que ele fricciona os dedos em meu potinho de prazer me fazendo rebolar os quadris em sua direção querendo mais, querendo sentir os seus enormes dedos dentro de mim me dando prazer.

Ele afasta a minha calcinha para o lado e me penetra o seu dedo indicador me fazendo arfar e apertar os olhos com foca sentindo agora o seu segundo dedo dentro de mim. Os mesmos se movimentam rapidamente que eu começo a deixar escapar de meus lábios gemidos um tanto quanto manhosos.

Esse homem é maravilhoso.

Ele molha os seus dedos com o meu mel e logo lambuzar todo o meu clitóris me fazendo suspirar forte e agarra os lençóis da cama assim que sua língua quente passa por minha fenda inchada e ele começa a sugar o meu pedaço de carne super sensível.

Com um dedo ele afasta a minha calcinha para o lado e continua a me chupar deliciosamente me fazendo agora levar as minhas mãos até os seus cabelos os acariciando vagarosamente sentindo que seus movimentos param me fazendo olhar para ele frustrada.

– Por que parou? – pergunto fazendo um bico.

– Não quero que goze agora. – ele diz me olhando. – Depois da gravidez você ficou muito, mais muito sensível.

Ele olha para o lado da cama e assim que seus olhos param no pote de chantili que eu devorava minutos atrás vejo que seus olhos brilham e ele me olha sacana se levantando da cama.

Sorrio já imaginando o que ele irá fazer.

Assim que ele está de volta na cama eu sorrio e o chamo com o indicado colando os nossos lábios em um beijo muito gostoso. Sua mão vem parar em minha nuca e ele me puxa para si dando mais intensidade ao beijo que eu sinto a minha intimidade molhar a cada mordiscada que ele dá de leve em meu lábio.

Ainda nos beijando ele retira o vestido de meu corpo e temos que quebrar o contato. Ele pega o pote de chantili e começar a passar por todo o meu seio deixando os meus seios cobertos. Em seguida ele aperta os seus seios em suas mãos, gemo, pois os mesmos estão muito sensíveis.

– Oh. – grito assim que sua língua começa a sugar os meus mamilos pacientemente, ele chupa ora morde e eu me excito mais por isso ser extremamente erótico. Ver ele com os meus seios em sua boca enquanto a mesma está coberta de doce. – Hum. – murmuro quando suas sugadas passam para o outro seio onde ele começa a refazer todo o processo deixando os meus seios limpos e com os bicos enrijecidos pelo estado de excitação que eu me encontro.

– Minha hora de brincar, nenê. – digo e pego o pote e desço da cama. Ajoelho-me e logo ele senta na ponta da cama vestido ainda por sua cueca boxer branca que tem uma leve transparência.

Levo as minhas mãos até a barra da mesma e começo a brincar com o elástico, sem muita paciência a tiro fazendo o seu mastro generoso pular para fora completamente duro e cheio de veias saltadas.

Coloco os meus dedos no chantili e logo começo a passar por todo o seu membro fazendo ele me olhar mordendo os lábios, quando o deixo inteiramente coberto coloco apenas a cabecinha em minha boca o provocando, para provocá-lo retiro e beijo a sua glande o ouvindo suspirar firme. Ponho metade de seu membro em minha boca e começo a sugar sentindo o quão doce está o mesmo, em seguida passo toda a minha língua por seu mastro sugando parte por parte o deixando completamente limpo. Com minhas mãos começo a dar devida atenção a suas bolas as massageando. Suas mãos vêm para o meu cabelo e ele começa a controlar a situação me fazendo aumentar a intensidade de minhas sugadas. O sinto crescer cada vez mais em minha boca e eu apenas fecho os meus olhos para receber o seu líquido e assim o mesmo faz gozando tudo em minha boca e eu bebo todinho, não deixando escapar nenhuma gota.

Levanto-me vendo que ele começa a movimentar as suas mãos em seu membro fazendo o mesmo tomar vida novamente. Com o dedo indicador ele me chama e eu me deito na cama ficando de costa para ele, sua mão roça meu mamilo esquerdo e logo sinto a cabeça de seu pênis em minha intimidade me penetrando lentamente. Quando ele está dentro de mim eu começo a gemer completamente descontrolada, essa sensação de tê-lo dentro de mim é algo extraordinário e que eu nunca vou conseguir explicar.

Ele atinge o meu ponto G e eu sou obrigada a agarrar fortes os lençóis da cama, pois é nesse ponto que eu sinto mais prazer, é como se o meu corpo fosse explodir a qualquer momento. Ele perceber que o encontrou e começa a me penetrar com movimentos precisos enquanto seus dedos caminham pela região de meu pescoço.

Eu não vou aguentar por muito tempo.

– Isso. – ele murmura com a cabeça em meu pescoço. – Porque tão gostosa, Sam?

– Hum. – faço um leve bico e grito chamando por seu nome assim que atinjo o meu limite gozando feito uma louca. Ele ainda não gozou, e me dar mais uma, duas, três, quatros, cinco, seis, setes, oito estocadas e goza fundo me fazendo gritar por está muito mais muito sensível mesmo. Fecho os meus olhos ao sentir sair de entro de mim e minhas pernas começam a tremer junto com o meu corpo.

Começo a respirar trazendo ar para dentro de meus pulmões.

– Eu adoro ver você chegar ao limite. – ele diz enquanto meu corpo ainda tem esparmos intenso.

Sorrio assim que ele beija a minha testa e eu puxo para perto de mim.

 [...]

Estou assistindo a um filme com as meninas aqui em minha sala. A Mily e a Ariana realmente são as melhores companhias que alguém poderia ter. Se não me engano o nome do filme é ‘’como se fosse à primeira vez’’. Estou gostando bastante. O veterinário Henry vive no Havaí e conquista todo mundo com a sua simpatia. Ele fica caidinho pela Lucy que sofre de perda de memória recente. Ou seja: no dia seguinte, ela já não se lembra de nadinha que aconteceu no dia anterior. Dá para acreditar?

Pego mais um pouco de pipoca e coloco em minha boca, bebo um pouco do meu suco de laranja e vejo as meninas bebericarem coca-cola, nada justo comigo isso. Enquanto eu tenho que beber suco natural elas bebem refrigerantes.

Volto a prestar atenção no filme que já está na reta final.

– Eu tenho uma coisa para contar. – diz Ariana nos olhando toda sem graça assim que acaba o filme.

– O que é? – pergunto curiosa.

– Está grávida também? – Mily semicerra as sobrancelhas esperando por uma resposta e ela nega com a cabeça.

– Estou namorando. – começa a brincar com os dedos. – Estou namorando o Christian Beadles.

– Que bom! – sorrio e abro os meus braços para acolhê-la em um abraço. – Fico feliz por vocês e desejo toda a felicidade desse mundo.

– Obrigada!

– Parabéns e felicidades ao casal. – Mily diz e puxa ela para um abraço.

E realmente tudo está se encaixando.

[...]

Acordo sentindo os meus músculos bem relaxados. Estico os meus braços e abro os meus olhos vendo que as cortinas estão fechadas ainda. Sorrio por lembrar que hoje é 15 de fevereiro de 2017.

E hoje é o meu aniversário. Hoje é o dia que eu completo mais uma primavera. Hoje é dia de agradecer a Deus por tudo que ele tem feito em minha vida, dia de agradecer por me conceder mais um ano de vida.

Sento-me sobre a cama e faço um coque em meus cabelos bocejando. A porta se abre e logo o Justin entra pela mesma com uma bandeja de café da manhã nas mãos. Ele está vestido apenas por uma calça de moletom.

– Bom dia, pequena. – ele diz caminhando com seus pés descalços em direção de minha cama. – Como dormiu? – coloca a bandeja sobre a cama e beija a minha testa e em seguida a minha barriga.

– Bom dia. – bocejo. – Eu dormir bem e você?

– Bem também. – pega em meu queixo e me faz encarar os seus olhos. – Feliz aniversário minha pequena. Eu te desejo tudo de bom nessa vida. Desejo-te saúde, amor, paz, felicidade e coragem. Espero que você continue essa garota que é. Essa Samantha inocente que encanta a todos com o seu jeitinho meigo.

Ele me puxa e cola os nossos lábios em um beijo calmo e muito gotoso me fazendo sentir o sabor do seu hálito fresco e o gosto maravilhoso de seus doces lábios.

Terminamos e começamos a tomar o nosso café da manhã em meio às trocas de carinhos e beijos estalados.

– O pessoal daqui alguns minutos vai chegar aqui. – ele diz. – Eles insistem dizendo que querem fazer uma festa para você.

– Eles não têm jeito. – sorrio pelo nariz e balanço a minha cabeça. – E é por isso que eu os amo.

– E a noite será apenas eu e você. – ele diz e dá um sorrisinho sexy. – Nós iremos sair para jantar.

– Não podemos jantar em casa?

– Eu já reservei o restaurante. – ele continua. – E essa noite Sam será a sua noite, eu vou fazer com que tudo seja especial.

[...]

É exatamente 10 horas da noite e eu estou sentido fortes contrações. O pessoal já foi todos para a sua casa depois da festinha que eles fizeram para mim, para ser mais específica foi um almoço. E a única pessoa que eu tenho agora comigo é a Mily, ela está comigo porque o Justin saiu para vender o restaurante, ele decidiu que quer o vender.

– Liga para o Justin. – digo ofegando dando leves apertos na mão de minha amiga Emily. – Eu não vou aguentar.

– Vai sim! – ela diz segura de si e eu grito sentindo uma forte contração me atacar.

– Não. – começo a chorar. – Ele saiu daqui a exatamente 5 horas para acertar a venda do restaurante.

Mordo o meu lábio reprimindo um grito.

– Deve ter acontecido alguma coisa para ele não ter voltado. – pego o meu celular e a entrego-a. – E eu não vou descansar até não descobrir.

Ela disca duas vezes o número dele, porém só cai na caixa postal me deixando mais aflita do que eu já estou. Sinto uma imensa vontade de ir ao banheiro e corro na direção do mesmo sentindo a minha barriga pesada, está grávida de trigêmeos não é fácil.

Antes de chegar ao banheiro sinto um líquido branco descer por entre as minhas pernas me mostrando que a minha bolsa acaba de romper e os meus filhos vão nascerem a qualquer momento, me apavoro e sinto um misto de sensações ruins percorrem todo o meu ser.

– Emily. – grito segurando em minha barriga. – A minha bolsa rompeu. Pega a minha bolsa e a bolsa das crianças.

– Eu vou ligar para o James. – ela me olha me mostrando que está mais aflita do que eu.

Ofegando muito caminho com dificultada e me sento em uma pequena poltrona aqui do meu quarto. Sinto uma imensa dor me atingir, uma dor realmente muito forte que eu grito, sem me importa com nada, grito na tentativa de aliviar todas as dores que eu estou sentindo, mas é em vão, ouço passos se aproximarem, mas não me importo.

– O James já está a caminho. – a minha melhor amiga se agacha a minha frente segurando em minhas mãos. – Aguenta só mais um pouquinho.

Não digo nada e apenas fico a olhando, a admirando o quanto ela é verdadeira e amiga, ela, Ângela e a Ariana foram às únicas que permaneceram ao meu lado durante todo esse tempo e quando todos me julgaram elas estiveram aqui ao meu lado para me dar forças.

– Obrigada. – sussurro. – Obrigada por sempre permanecer ao meu lado.

– Amigos são amigos, Sam. – seu polegar acaricia o meu rosto molhando com o meu suor.

– Você não me abandonou em nenhum momento. – digo e uma lágrima solitária desce por minha bochecha

– Não seria justo eu te julgar pelas suas escolhas. – ela diz.

Ouvimos uma buzina de carro e ela me ajuda a me levantar, ainda com um pouco de dificuldade me apoio nela que pega a bolsa das crianças e a minha e me ajudar a sair de meu quarto. Caminho devagar e vejo o James vim em minha direção me pegando no colo, ele caminha comigo e me coloca no banco de trás do carro. A Mily logo se senta ao meu lado segurando novamente em minha mão, e isso realmente me acalma.

[...]

Depois de a médica ter olhando a minha dilatação ela olha para mim e diz que vai dar início ao meu parto.

Sinto uma contração forte me atacar e pego o embalo e faço força para empurrar. Eu tenho que ser forte, aliás, eu fui forte até agora e agora não é hora para fraquejar. Eu sou a garota que sofreu preconceito por se envolver com o irmão, sofri preconceito por ir à escola grávida, porém fui perseverante e terminei o segundo ano do ensino médio, eu sou a garota que sofreu com a rejeição dos familiares que foram contra ao meu amor e ao do Justin.

– AAAAH. – grito sentindo o meu primeiro filho nascer, meu rosto está repleto de lágrimas por ouvir o choro da minha pequena.

– É uma garotinha linda. – a médica sussurra para mim e isso é realmente animador, pois começo a fazer forçar novamente.

A dor começa em minhas costelas e desce por todo o meu corpo, e inclusive em minhas pernas fazendo as forças se esvaírem de meu corpo, minhas mãos estão suando fria e eu empurro com toda a minha força.

Eu vou ser forte por vocês meus amores.

Empurro mais em mais e olho para o lado vendo que minha amiga assistir o meu parto. Ela olha para mim e balança a cabeça em sinal positivo. Sinto o meu segundo filho escorregar e pelo o que eu ouço é o menino que acaba de nascer, agora só temos aqui a minha pequena preguiçosa, a minha Katelyn.

– Vamos meu amor. – sussurro. – A mamãe já está cansada.

20 minutos depois.

Já estou cansada, meu corpo todo está trêmulo, a minha boca seca, o suor desce por todo o meu corpo e agora eu sinto que eu não vou aguentar por muito tempo.

– Eu não consigo. – me desespero sentindo o meu coração apertar contra o peito. – Eu não vou conseguir.

– Vai sim. – a médica diz me olhando. – Não é toda garota de 17 anos que consegue dar a luz a trigêmeos, você é uma guerreira querida.

Sorrio em meio à dor, em meio a essa confusão de sentimentos que estou sentindo.

– Vamos Samatnha! – ela me inventiva. – Eu já sinto o seu próximo filho.

Esqueço tudo e faço uma força que nem eu ao menos sabia que eu tinha. Empurro, mais e mais e sinto um alívio percorrer todo o meu ser assim que eu escuto o choro da minha pequena preencher todo esse quarto de hospital. O choro dela é diferente do choro dos outros dois, é um choro alto e suas mãozinhas estão fechadinhas em um punho.

– Eu sabia que você iria conseguir. – ouço a voz da Mily se aproximando, não consigo responder e acabo dormindo me sentindo cansada.

Acordo e olho para o lado vendo que a minha amiga está cochilando na poltrona de couro branco. Com muita dificuldade me levanto e caminho até o banheiro, começo a caminhar devagar e entro no banheiro e começo a tomar o meu banho vendo que a minha roupa já está separada e pendurada em um cabide atrás da porta. Lavo os meus cabelos e todo o meu corpo, me enxáguo e seco todo o meu corpo me sentindo uma nova Samantha uma Samantha cujo todas as forças estão renovadas.

Troco-me e deixo a tolha na porta. Penteio os meus cabelos e os deixo soltos para que os mesmos possam secar.

Volto para o quarto e sorrio ao ver três enfermeiras em pé com os meus filhos no colo.

– Você precisa amamentá-los. – uma das enfermeiras diz e eu assinto caminhando em direção da minha cama aonde eu me sento.

Coloco-me em uma posição confortável e pego a minha Tracy em meus braços sentindo o quanto a mesma é pequeninha, a sua pele é tão branquinha, e os seus cabelos são loiros igual aos meus e seus olhos são tão castanhos quantos os meus e os do Justin. Ela está vestida por um Boris rosinha escrito: ‘’sou da mamãe’’, em sua cabeça tem uma toca rosinha bebê que foi o Justin que escolheu no dia das compras.

Amamento-o como aprendi no pré-natal. A minha pequena está faminta, pois está sugando com força. Depois de amamentá-la eu higienizo o meu seio e me colo em uma posição confortável para amamentar o meu garotinho que está todo vestido de azul.

Ele mama com tanta calma e ao mesmo tempo aperta a suas mãozinhas e solta o meu seio para comer o ar com a sua pequena boca.

– Acho que ele já está cheio. – diz uma das enfermeiras e estende os braços o pegando de meu colo.

Pego a minha Katelyn em meus braços, a minha preguiçosa que está com os olhinhos abertos notando o quanto o mundo é diferente do aconchego que era a barriga da mamãe.

– Você vai aprender rápido. – sussurro olhando que ela está com uma roupinha lilás e touca branca.

Começo a amamentar em meu seio direito. Seguro a sua pequena cabeça e relaxo os meus ombros sobre a cama do hospital.

Eu realmente conseguir. Eu tinha cismado que eu iria morrer no parto, mas agora eu vejo que aquilo era paranóia de minha cabeça eu estou aqui firme e forte com os meus filhos.

 E depois que vive dias escuros os meus filhos veio para mudar e colorir o meu mundo.

– Vou os colocarem aqui nesses berços. – a enfermeira número dois começa a falar. – Qualquer coisa é só apertar esse botão ao lado de sua cama que estaremos aqui.

– Obrigada. – digo e vejo-as sumirem de meu campo de visão.

Olho para Mily e ela ainda está dormindo. Será que o Justin já apareceu? Quando a Mily acordar eu irá perguntar.

Continuo sentada olhando para os meus filhos vendo o quanto eles são lindos e pequenos e cabem perfeitamente no aconchego de meus braços.

[...]

Acordo sorrindo por saber que os meus filhos nasceram ontem pela à noite. Abro os meus olhos e vejo que a Mily está olhando para eles que estão dormindo serenamente em seus pequenos berços ao lado de minha cama. Ela está com os cabelos presos por um rabo de cavalo, está vestida por uma calça Jeans e uma blusinha branca.

– Eles são tão lindos. – ela diz percebendo que eu já estou acordada.

– Muito. – concordo toda boba. – Eu nem acredito que eu conseguir.

– Você é uma guerreira.

– E ai já conseguiu falar com o Justin? – mudo de assunto e ela dá dois passos para trás. – Quando ele vem ver os filhos?

– Sam... – me olha aflita e eu percebo que os seus lábios estão tremendo do mesmo modo que suas mãos que estão agora na frente de seu corpo.

– O que aconteceu Mily? – a olho sentindo o que coração se apertando cada vez mais contra o meu peito. – A onde está o Justin?

– Sam... Eu não sei como te dizer isso. – ela gagueja.

– Você está me assustando. – molho os meus lábios com a minha língua. – Eu tenho que saber o que aconteceu com o Justin.

– O Justin ele está preso.

Ela diz e um nó se forma em minha garganta fazendo o choro entalar. Sinto como se o meu corpo estivesse sendo perfurado por milhares de estilhaços de vidros. Tento abrir a minha boca para dizer algo, contudo eu não consigo. Como assim o Justin ele está preso?


Notas Finais


Gostaram do capitulo?
PENÚLTIMO CAPÍTULO. E como eu estou? Estou sutando aaaah. Tô chorando. 💔😭
Eles nasceram. Awwwn *-* Sejam bem-vindos Tracy, Ketelyn And Jaxon! Já amo tanto eles.
Tipo eu super amei escrever esse capítulo, eles escolheram os nomes dos bebês juntos, teve o parto dela e tals.
Como Assim O Justin Foi Presso?
Alô produção! Vocês podem me explicar porque o Justin foi preso?
O que vocês acham que vai acontecer no próximo capítulo? Por que será que o Justin foi presso? Será que o nosso casal irá ficar juntos? São tantas perguntas, não é mesmo? #FelizAniversarioSam.

Eu super amei escrever esse capítulo.


Muito obrigada por todos os favoritos e comentários meus amores. ❤


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Obrigada por ler. ❤
Beijinhos da Miih. Eu amo vocês meus amores. ❤


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