História Insanos - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 1.416
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá pessoas tudo bem? LEIAM AS NOTAS FINAIS POR FAVOR

Capítulo 1 - Prólogo


...

 

— Todo mundo com as mãos para cima! — gritei, sentindo toda aquela adrenalina passar por cada centímetro do meu corpo.

Nunca imaginei que chegaria a tal ponto, jamais me imaginei fazendo aquilo... Era errado, sim, era e não havia como negar, porém nada importava naquele momento, nós só precisávamos pegar o dinheiro e cair fora, nada, além disso.

Minhas mãos estavam empunhadas para cima, segurando um revolver de verdade, eu estava apontando aquilo para as pessoas, as amedrontando, da mesma forma que eu me sentia amedrontada, ninguém ousava se mexer, as respirações estavam controladas, não iria atirar em ninguém, nem machucar ninguém.

Nós só queríamos grana para sairmos de férias, já que todas as nossas economias foram para o ralo com roupas chiques e sapatos de marcas, nada daquilo parecia ser extremamente errado, só estávamos fazendo o necessário para sobrevivermos aquele verão como jovens de renda baixa, pagando de patricinhas ricas e mimadas.

Aquele era o nosso slogan, era só naquilo que pensávamos, status na mídia social, precisávamos de tudo para nos manter na hierarquia daquela cadeia de lobos.

— Abre logo esse caixa coroa, antes que eu meta um tiro na sua cabeça!

Kat era a minha melhor amiga, e nós pensávamos exatamente iguais, tínhamos o mesmo sonho, e a mesma vontade de realiza-los, e bolamos todo aquele plano juntas, eu arrumei o carro, e ela as armas, cobrimos nossos rostos com uma mascara rosa choque e estávamos assaltando uma lanchonete de um posto de gasolina de uma estrada bem movimentada.

Ela tinha frieza em suas atitudes, coisa que eu jamais conseguiria fazer naquela situação, todos os movimentos eram calculosamente pensados para que nada de ruim acontecesse.

Eu vi o dono da lanchonete abrir a caixa registradora, e no instante seguinte Kat pegou uma mochila que estava em suas costas, enfiando todo o dinheiro dentro dela, fora o dinheiro das carteiras dos clientes, era muita grana, meus olhos brilhavam só de imaginar o que daria para fazer com todo aquele dinheiro.

Ela pulou o balcão da lanchonete, enquanto eu corria para a porta de saída ainda com a arma para cima.

— É melhor vocês ligarem para a policia três minutos depois que formos embora, ou eu volto aqui e mato cada um de vocês! — Kat gritou, e aquela fala dela realmente havia me deixado com medo.

— Vamos embora. — falei, correndo em direção a picape velha que eu tinha conseguindo emprestado.

Kat entrou dentro do carro jogando a mochila em seu colo, nos segundos seguintes eu arranquei com aquela lataria saindo do estacionamento o mais rápido que conseguia, o problema era que aquela porcaria de carro não chegava nem a oitenta por hora.

— Merda Liz vai mais rápido!

— Eu estou tentando. — gritei. — Não tenho culpa do carro ser ruim, foi o que consegui com o resto do dinheiro que tínhamos... Não dava para alugar uma SUV Katherine!

Senti sua mão alisar minha coxa direita, a olhei de relance vendo seus olhos verdes me fitarem.

— Desculpe por gritar com você. — respirei mais aliviada, segurando sua mão rapidamente.

— Tudo bem, vamos ao Hank devolver essas armas, você guarda a mochila no seu armário da rodoviária e amanhã depois do colégio nos contamos esse dinheiro.

— Já imaginou as inúmeras coisas que podemos fazer com esse dinheiro Elizabeth?! Estamos ricas!

Soltei uma risada, e ela logo me acompanhou.

— Não quero mais fazer isso. — falei.

— Eu sei, eu te entendo. — respondeu. — Também não quero mais fazer isso, foi só essa vez, tá bom? — sua boca grudou em minha bochecha num estalinho.

— Porque queremos tanto fazer parte de um grupo de adolescentes mesquinhos e frescos que ostentam tanto dinheiro que é capaz de limparem a bunda com uma nota de cem?

— Por que queremos ser aceitas Liz... O que só conseguimos até agora por causa do dinheiro. — virei em uma curva, entrando numa estrada estreita de terra. — Você acha que seriamos convidadas para festas na casa da Cindy ou nas sociais do Liam se deixássemos evidentes que somos pobres? Seriamos humilhadas todos os dias, como fizeram no ginásio, e eu jamais suportaria aquilo de novo...

— Nós poderíamos contar, talvez as pessoas entendam Kat.

— Ninguém entenderia Liz... Veja só o que Cindy faz todo santo dia com Toby, ela o rebaixa tanta que o garoto já não tem nem mais amor próprio, e isso me corta o coração, porque ajudamos ela fazer isso, a denegrir a imagem das pessoas, a menosprezarem!

— Não precisamos fazer isso e você sabe. — falei enquanto entrava em alguns atalhos. — Depois dessas férias podemos voltar a ser quem verdadeiramente somos.

— Talvez dê certo...

Estacionei na entrada de uma pequena casa, ali era o laboratório onde Hank produzia metanfetamína e outros tipos de drogas, além de ter sua própria estufa de maconha.

— Me dê à grana. — pedi a Kat, ela puxou a mochila do banco traseiro e contou quinhentas pratas das notas roubadas. — Não demoro.

Peguei as duas armas carregando uma em cada mão, logo na entrada já dava para sentir o cheiro forte de produtos químicos. Bati duas vezes e logo o capanga dele abriu a porta me deixando entrar.

Hank estava parado na cozinha só de cueca com um avental amarelo e uma mascara no rosto, mexendo algo em alguma panela que fervia e exalava um cheiro fortíssimo de enxofre.

— Estava te esperando mocinha. — ele me olhou de cima em baixo e assobiou, aquilo era nojento. — É isso que as adolescentes hoje em dia usam?

Minhas vestimentas não eram das mais comportadas, eu estranharia se ele não me cantasse ou não me olhasse.

Deixei as duas armas junto do dinheiro encima de uma que estava coberta com um plástico transparente.

— É isso que adolescentes que roubam usam hoje em dia. — soltei uma piada, vendo os dentes de Hank, eram brilhantes, mas não brancos, e sim amarelos.

— Foi um prazer fazer negócio com você princesa. — ele parou de mexer na panela e se aproximou de mim, segurando meu queixo com a mão, fazendo com que meus olhos encontrassem os dele.

Seus lábios húmidos tocaram os meus ressecados, sua língua serpentou por eles, mas sem enfia-la em minha boca, só contornou meus lábios os deixando molhados e logo se afastou voltando a mexer na panela.

Saí da casa ainda extasiada, eu nunca havia beijado um homem até aquele momento, não que aquilo fosse um beijo, mas despertou em mim um desejo que eu não sabia que existia, era como se meu corpo pedisse mais por toques masculinos.

Adentrei ao carro sem dizer nada do que havia acontecido lá dentro a Kat, ela estava feliz cantarolando uma musica antiga, dei ré com a picape velha saindo daquela floresta, a noite já estava começando a cair e faltavam poucos minutos para mim estar em casa.

Dirigi calmamente pela estrada que até aquele momento estava deserta, durante o percurso passaram duas viaturas da policia por nós, meu coração foi na boca e voltou, porém nenhuma delas nos parou ou voltou atrás, Kat já estava inquieta no banco do passageiro, repetindo inúmeras vezes que precisamos devolver o carro logo, e naquele aspecto concordávamos que a cada segundo que ficávamos com ele, corríamos o risco de ser pegas, e daríamos adeus as nossas ilustres férias de verão em Miami.

Deixamos a bolsa no terminal rodoviário, trancado a chave, não me parecia muito seguro mas Kat garantiu que era mais seguro do que levarmos a bolsa para casa, aproveitamos para trocarmos de roupa no banheiro feminino, e depois que nos certificamos que ninguém estava nos seguindo, fomos devolver o carro ao ferro velho.

Naquela altura eu já não queria mais ir para casa, tudo que eu desejava era ficar a noite inteira na rua com Kat, até o dia amanhecer, mas aquilo não aconteceria, porque nada era perfeito em nossas vidas.

Fomos andando a pé pela estrada até chegarmos na cidade, eu segurava fortemente a mão de Kat contra a minha, e ela retribuía apertando com mais força.

— São só mais alguns dias. — disse no meu ouvido. — E estaremos longe dessa cidade de merda.

— Sim... — respondi num fio de voz. — Só mais alguns dias. — dei um sorriso fraco quando parei na porta de casa. — Eu te vejo amanhã. — ela me deu um breve selinho, aquela era a forma de nos despedirmos.

Tínhamos muito carinho uma pela outra, mas nada que relevasse um caráter sexual, eu a amava, e ela também me amava.

Éramos completamente insanas, escondendo uma realidade cruel, pra nos convencer de que a vida seria melhor se mascarássemos tudo aquilo vivendo insanamente todos os dias. 


Notas Finais


Está é a historia do trailer que postei no Youtube a alguns anos atrás, chamada Insanos, e conta história de vida de Elizabeth Scott até o dia de sua morte, a história contém conteudo sexual forte, como estrupo e sexo violento, uso de drogas, e conteudo de genero homossexual, por isso será bem intensa, se caso você não se sinta confortavel lendo, peço que interrompa a leitura, okay?

* A sinopse e a capa estão sujeitas a alterações.
* Essa é uma fanfic de autoria minha, indicada para maiores de 18 anos
* O trailer está disponivel no youtube.
* Quanto a minha outra fanfic INTOCADA ela está em Hiatus, pois estou com um puta bloqueio criativo para continuar a escrevê-la, e escrevendo outras fanfics que consigo acabar com esse bloqueio.

EU ESPERO QUE VOCÊS TENHAM GOSTADO DESSE PRÓLOGO, O PROXIMO CAPITULO SERÁ MAIOR, PODEM TER CERTEZA QUE NÃO IREI DESAPONTAR VOCÊS.
FIQUEM Á VONTADE PARA EXPRESSAREM SUAS OPINIOES E CRITICAS.

OBRIGADA A TODOS, BEIJOS <3


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