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História Insolente - Capítulo 11


Escrita por: Merika123

Notas do Autor


oiiiiii,isso é a parte um do cap,tem mais coisa no meu caderno mas eu infelizmente n consegui colocar tudo,preferi quebrar o cap p n deixar vcs sem nada

eu to ansiosa q só a chibata p trazer a parte q eu to doidinha p escrever,mas paciência é uma virtude

good reader!

Capítulo 11 - Reconciliação


Fanfic / Fanfiction Insolente - Capítulo 11 - Reconciliação


-Eu gostaria de verdade que você respondesse minha pergunta.-ela foi concisa,parecia estar impaciente

-E eu já lhe respondi que isso não ajudará a encontrar Potter,não tenho tempo para isso.-Severus rosnou

ele não tinha interesse nem vontade de se abrir a uma grifinória de 18 anos,Granger não era Harry.

-Então não temos um acordo.-foi tudo que ela disse

-ora mais essa!-ele exclamou,entredentes-você está implacável.

-Definitivamente estou,não vim aqui no intuito de ser complacente,professor.Eu quero respostas!

-e você não as terá.O que te faz pensar que algo a uma petulante como você?

-eu sou a melhor amiga de Harry,e eu cuidarei dele até o fim,você pode fazer com que ele não lhe pressione para saber a verdade,mas comigo é diferente.Não vou deixar você encostar um dedo sequer nele se você não compartilha um mísero pedaço do que ele sente por você.

-acho que Potter já é bastante grandinho para resolver isso não acha?-Severus riu,divertindo-se com a coragem insensata da garota

seus alunos não tinham mais medo de serem azarados por ele

-o que eu penso e sinto em relação Potter diz respeito a nós dois,senhorita Granger,conhecendo-o como o conheço independente dos inúteis esforços de me afastar dele,se ele quiser,ele virá até mim quer você queira quer não,sabemos que não podemos controlar o incontrolável.Me admira que você ainda tenha a falsa ilusão de que aquele cabeça oca precise de alguém para cuidar dele

pega desprevenida,Hermione não tinha como rebater aquilo,era uma verdade inegável,ter seu amigo longe de si,sem saber como sua mente estava a fez esquecer desse pequeno fato,sua preocupação falou mais alto.

Severus não precisava ler a mente dela para saber que suas palavras surtiram o efeito que queria,estava determinado a o encontrar,onde quer que ele estivesse.Pensar que Harry era adulto o suficiente para resolver contratempos da vida só o fazia notar o quanto sua visão sobre ele mudou drasticamente.

mordendo os lábios,se sentindo contrariada,Granger abriu o bico,não tinha tempo para dar uma crise

-tem poucos lugares que eu conheço que Harry poderia se esconder,e eu duvido muito que ele seria burro o suficiente para ir a algum deles,seria dar muito na cara.

-é de Potter que falamos.Chega a ser estúpido as decisões que ele toma de cabeça quente!

-isso mudou a um tempo,professor.Tenho certeza de que o senhor deve ter reparado que Harry está diferente.

diferente?diferente é um simples adjetivo para o que ele presenciou,Potter estava completamente transformado,uma outra pessoa só que com certas  características do antigo grifinório rebelde e cheio de hormonas,poucas,mas ainda estava lá.

não era preciso colocar em palavras para Granger saber o que se passava na mente dele naquele momento

-a guerra fez isso com nós.-ela completou,expondo o óbvio-mais com Harry,obviamente,mas tivemos nossas mudanças,e cicatrizes.

os olhos de Hermionr escureceram brevemente,inconscientemente ela abaixou a vista para a parte interna de seu braço,Severus acompanhou seu movimento,vendo escrito,no caso parecia ter sido talhado com uma faca(arrepios desconfortáveis passaram por sua coluna)a palavra "Mudblood".

Se perguntou quem havia feito tal abominação,não precisava se perguntar quando,as palavras de Granger haviam dito por si só

Hermione ficou obsoleta por alguns segundos,e esses foram o suficiente para o legilimente penetrar sua mente,tão suave quanto uma pluma,sabia estar sendo antiético e invasivo,mas pouco se importava com isso,era mais prático do que perguntar.

lampejos da voz esganiçada de Belatriz ecoavam em sua cabeça,sendo acompanhado dos gritos de Hermione,estridentes,quase beirando a histeria.

retirou-se dos confins obscuros daquela lembrança,não tinha mais nada para presenciar,Bella era louca,não,psicótica!

três crianças tiveram o destino do mundo bruxo jogados em suas mãos,na verdade,Potter,ele era o menino da profecia,Granger e Weasley apenas o acompanharam,lutaram,sofreram e deram suas vidas,sendo marcados eternamente.

eles poderiam ter deixado o amigo sozinho,aquele não era o fardo deles,ninguém era louco de carregar um peso que não era seu

mas eles eram,eles foram,por Potter,pelo mundo bruxo,por amor e lealdade ao amigo que queriam vivo.

a lealdade cega dos grifinórios invejava Snape,não sempre,mas naquele caso sim,sonserinos só mexiam os pauzinhos quando aquilo lhes daria algo em troca,ou quando o amigo valia a pena.

se perguntou se enfrentar Voldemort e o peso do mundo em suas costas valeria a pena por uma mísera pessoa

se fosse Harry,valeria

sempre valeria.

enfrentaria o próprio Merlim se fosse preciso

Potter teve e tinha amigos que ele jamais sonhou em ter,quando Harry mais precisou,os dois estavam lá,e isso agora o deixava imensamente agradecido.

o que quer que acontecesse com ele,Granger e Weasley estariam lá.Mas agora,ele teria Severus,o teria se quisesse,na palma de sua mão talvez

-Porque não esconde isso?-Severus perguntou,vendo que Hermione voltara a si

-eu deveria?-ela perguntou,como se fosse absurda demais a ideia

Snape a olhou como se dissesse "diga-me você."

-eu não posso.-ela afirmou vivamente-Harry tem a cicatriz da Umbridge,aquela vaca,em suas mão,e ele vive perfeitamente bem com isso,ele diz que se escondemos algo que fez parte da nossa história,agradável ou não,estamos nos desfazendo do que somos,de quem nos tornamos e do que vivemos e o que isso isso nos trouxe de lição.

-é uma filosofia um tanto...

-patética?-ela perguntou,sabia exatamente o que ele ia dizer,e isso não a incomodou,Snape não era de todo mal.

-eu preferia não ter colocado desse jeito.

-mas você pensou,eu sei que sim.Parece patético para você por que te parece mais fácil simplesmente esquecer de um evento traumático e colocá-lo no passado,afinal,já aconteceu.Mas não é bem assim que funciona,Harry me fez ver isso com outros olhos.

Hermione olhou para o professor,e esse lhe encarava como se duvidasse

era bem perceptível a todos que o grifinório adorava trazer discursos eloquentes para justificar ideais um tanto...heróicos,que definitivamente na visão de Severus não servia de muita coisa,era apenas baboseiras.

-será se você poderia ao menos dar um voto de confiança?-Hermione ralhou

-mas eu não disse nada!-ele exclamou,um sorriso perscrutando seus lábios,tão ínfimo que quase a castanha não o notara

ela definitivamente notou a nota sarcástica que saiu de seus lábios,levantou a sombrancelha,claramente mostrando que não acreditava em nenhuma palavra.

-está sendo sarcástico,é nítido!mas não tenho nada a ver com isso,de qualquer forma eu só queria dizer que o que Harry quis dizer é que se jogarmos pra debaixo do tapete os piores momentos da nossa vida,um dia vamos esquecer dele,do porque lutamos pra nunca mais acontecer e porque aconteceu,ter medo de lembrar de traumas nos faz sermos reféns dele,e isso vai nos assombrar a vida toda porque vamos ter medo e isso tudo vai se repetir de novo e de novo.

"essa marca" Hermione mostrou o braço a Severus,e depois apontou para seu pescoço,a cicatriz da faca de Bella refletindo nos olhos escuros do homem "e a marca da Umbridge agora faz parte do que somos e vivemos,e o que a ganância,a soberba e o preconceito dos elitistas e pessoas de mente pequena causou ao nosso mundo

não devemos apagar das nossas mentes nosso passado,como se ele nunca fosse voltar,porque se um dia nossa história parar de ser recitada pelas nossas vozes e não ser passada de geração em geração,estamos fadados a repetir tudo de novo,porque o esquecimento gera o erro,principalmente para quem não viveu e viu o que presenciamos."

Snape perfurou os profundos olhos da grifinória a sua frente,eles detinham um brilho selvagem,como fogo crepitando na lareira,era como encarar as orbes de uma leoa,eram firmes e espertos,como se ela sempre estivesse alerta,atenta a tudo.

o olhar era impassível,forte,sua análise lhe trouxe a memória coxixos que ouvia dos alunos leoninos quando andava pelos corredores atrás de pequenos e grandes delinquentes

"ela tem o olhar estranho,é como se eles me queimassem,eu não sei dizer,porra!eu não consigo ne olhar,parecem os olhos do diabo."

"...tem os olhos da diretora Mcgonagall,sabe?quando você faz uma coisa bem feia,mas o da monitora é pior,é como se quando eu os encarasse ela pudesse ver cada pedacinho dentro de mim ou...cada segredo obscuro meu,mas eu não tenho nenhum!"

comparar Minerva com Granger fazia bastante sentido,a diretora da casa dos leões o olhou exatamente daquele mesmo jeito quando ela duelou consigo no salão principal,quando ele tentou atacar Potter

-acho que tem um bom ponto,srta.Granger.-ele deu o braço a torcer

pensou profundamente nas palavras de Hermione,saber que a cabecinha um tanto quanto imatura as vezes de Potter pudesse assimilar algo útil o surpreendeu levemente,Severus ficou satisfeito,a imagem já programada de Harry Potter tomou um novo rumo em sua mente.

ele era uma caixinha de surpresas agradáveis,e aos poucos ganhava um pouco de admiração do mais velho,e ganharia muito mais se ele deixasse

Snape sabia que daria um pouco de si a Harry,talvez tudo,teria certeza se olhasse para as orbes esverdeadas do menino

-vamos voltar para o assunto principal.-Hermione relembrou-como eu estava dizendo,Harry provavelmente iria ao Grimmauld Place,godric's hollow ou a sala precisa.

-sala precisa?-o pocionista repetiu,sua cabeça não conseguia assimilir um motivo plausível para essa escolha

lembraria de perguntar a Potter o porque dessas preferências

-olha,eu não vou entrar em detalhes agora,perdemos tempo naquela conversa,admito que foi até agradável falar com o senhor.-um olhar surpreso e enigmático  brincou no rosto de Severus,duvidava se era uma verdade ou não

-definitivamente não vou dissertar o porque eu disse isso ou o que mudou no ideal que eu tinha idealizado sobre você.-ela respondeu,numa tentativa de sanar as dúvidas do homem

ele ainda era um enigma com suas próprias confusões  e o pacote completo do que era ter o homem em suas vidas,mas os anos passaram,ela cresceu,e aprendeu a ler as entrelinhas e organizar o real do irreal,e com total certeza Hermione detinha uma leitura um pouco mais caprichada do homem a sua frente

-onde ele poderia estar?

-sendo sincera,qualquer um desses.

-isso não está ajudando Granger!

-falo a verdade.-a castanha olhou para o relógio da parede,era cedo.-temos tempo suficiente  para ir em qualquer um deles,estou tão compenetrada em ter Harry aqui quanto você.

-não tenho tempo para isso.-foi tudo que ele disse

queria e precisava de Harry

e ele queria agora.

ela não tinha mais nada a lhe oferecer,então só lhe restava um último caminho

torceu para que seu núcleo mágico estivesse perfeito,ou seu corpo teria sérias consequências.

tirou a varinha guardada no bolso de sua capa,e num suave aceno um pequeno ponto negro brilhou na ponta da haste de madeira

-Ánubis,eu exijo sua presença.

soltando-se da varinha,o ponto levitou a frente de Severus,Hermione olhava para aquilo,uma incógnita pairando em sua cabeça

nunca tinha visto nada parecido

sentiu uma pulsação sutil em seu núcleo mágico,como se algo a impelisse de ir na direção do que quer que aquilo fosse,sentiu-se puxada.

olhou para o negror que o professor havia convocado

do ponto,uma orbe moldou-se,pulsando ritmicamente como um coração,atraída,Hermione tentou tocá-la,não sabia porque seus dedos corriam em direção a ela

-se tocar,sofrerá um sobrecarregamento mágico,você vai morrer.

as palavras de Severus a fizeram cair em si,seu corpo pulsava no mesmo ritmo daquela coisa,no caso,a magia que corria em suas veias.Estava perdida,não entendia porque vibrava,afastou-se da orbe,percebendo que o ritmo de seu corpo e magia diminuiu.

-eu...

-ele atrai tudo aquilo que tem magia.-o mais velho explicou antes que ela perguntasse-é como um átomo,a orbe impele aqueles que tem o núcleo mais...evoluído,vamos assim dizer,ele é sobrecarregado de partículas interessantes para nossa magia,por isso o seu interesse repentino,se tivesse tocado nisso estaria morta,nenhum bruxo aguentaria tamanha energia.

ela absorveu a explicação fascinada,seu cérebro associando o útil ao agradável,quem quer que tenha sido o criador disso,merecia um prêmio,não só isso,a mais pura admiração.

-quem criou?-ela perguntou,curiosa,definitivamente pesquisaria mais e se fosse recente,teria prazer em ser amiga do criador

-eu.-Severus sibilou,escondendo a pontada de orgulho que queria escorrer de seus lábios

Hermione abriu a boca,iria falar,ela queria deixar claro em alto e bom som a sua surpresa,mas se conteve,sentindo a admiração e o respeito pelo homem crescerem consideravelmente

um vulto passou por entre os dois,assustando Granger que conteve um grito

um pio grave foi ouvido

atrás deles,uma coruja negra e robusta estava na mesa do pocionista,com um aceno da varinha a orbe se desintegrou

-é sua?-Hermione perguntou,o jeito que ela a olhava lembrava vagamente das orbes de Severus

ele confirmou,dando um aperitivo ao animal,que ficou contente,os olhinhos suavizando enquanto Snape lhe direcionava um afago

-ela é a Anúbis?-ele grunhiu,confirmando-bonita.

a coruja endureceu o olhar em sua direção

pensou que talvez ela não tivesse gostado de si,ou simplesmente não gostava de ninguém exceto seu dono,Hermione riu mentalmente,parecia com ele olhando por esse ângulo,Snape se mostrava resoluto com uns e afável com outros,no caso quem amava.

-você usou aquela orbe pra atrair ela?-ele confirmou-isso é...incrível!m-mas como ela sentiu?aliás,eu vi você chamando ela,como poderia ouvir se Anúbis estava sei lá aonde?

Severus olhou para a grifinória,os olhos transbordavam uma curiosidade e vontade de saber enorme,como se o que quer que ele dissesse fosse fenomenal.Era o mesmo olhar que ele tinha quando mais jovem,o saber o inebriava,e ela tinha a mesma característica,gostava de compartilhar tudo que aprendeu com pessoas que sabiam apreciar a beleza do que aquilo tudo significava

mas aquele não era um bom momento

-minha coruja é diferente das demais por conta de seu...dom.

-dom?o que você quer dizer?

-você verá,não quero perder o pouco do meu tempo explicando,esse dom é familiar a sua raça,apenas isso.O núcleo mágico  dela é bem trabalhado,quase como parecido com o de um bruxo comum,isso a torna forte e capaz de captar oscilações e rastros mágicos,o que indica o quão forte é seu amigo ou inimigo.A orbe que eu criei foi somente para contatar Anúbis,ela ganha a forma que você viu mais cedo quando pronunciada a senha.

-a senha você quer dizer "Ánubis,eu exijo sua presença"?-ele concordou- e-eu não tenho palavras...

Hermione não fazia mais questão de esconder sua crescente admiração

-guarde seus elogios.-não era acostumado com bajulações,lhe davam uma certa estranheza-preciso que se afaste.

-porque?

-deixe as perguntas para depois.-ele rosnou,impaciente-em hipótese nenhuma me distraia ou se aproxime,ouviu bem?

-C-certo.-ela concordou,sem entender

uma coisa que ela aprendeu durante esses anos é que quando Snape não queria conversar,não adiantaria forçar,ou você estava pedindo para morrer

-preciso que encontre Potter.-Severus ordenou

Ánubis olhou para seu dono firmemente,como se tivesse plena noção do que ele queria.

e ela tinha.

a coruja fora treinada desde seu primeiro mestre para entender a linguagem humana mais do que eles mesmos.Concentrado,Severus relaxou a ponto de deixar sua magia fluir livremente para fora de seu corpo,Hermione sentiu o ar próximo dele ficar relativamente denso,afastou-se,agora entendia porque ele lhe pediu aquilo.

Sua magia poderia ser absorvida por seu núcleo,lhe causaria um certo desequilíbrio pelo fato de não serem compatíveis(seu núcleo lhe avisou,a sua magia era mais volátil,sutil.)

focando melhor,Granger conseguia perceber a magia expandindo para fora dos poros do professor,as impressões deixadas no ar sugeriam um núcleo cinza opaco,de poder imenso,essa tonalidade era a marca de bruxos que transitavam entre o branco e o negro.

comensais e praticantes de feitiços proibidos,que eram vistos como magia obscura tinham núcleos escuros e completamente densos,sua magia era usada para conjurar azarações e maldições imperdoáveis,o que causava a cor

ele também definia com que tipo de magia você mais se identificava,lufanos obviamente possuiam o branco,não eram e nunca foram adptos de magia obscura ou parcialmente obscura.

a cor cinza era mais comum,era a mistura da "luz e trevas",bruxos que tinham sintonia com o aceitável e o inaceitável,a casa dos leões e a sonserina representava bem a cor,e Severus era a personificação perfeita do significado.

ele caminhou lado a lado do bem e do mal,e tinha sintonia com a arte das trevas e a luz.Hermione acreditava que bem e mal eram relativos,o que fazia um feitiço ser bom ou ruim não era quem o lançou ou o que ele fazia,e sim o porque,qual o motivo.

-é suficiente?-Severus perguntou,a quantidade que foi transmutada era considerável

ele olhou para sua coruja a espera de uma resposta,o verde rubi daqueles orbes perdeu a cor,tornando-se um cinza leitoso

estava feito

suas pernas fraquejaram,sua vista lentamente borrava

os lábios de Granger abriram lentamente,ele não entendeu o que ela disse

antes que pudesse raciocinar o que Hermione tanto repetia,sua vista escureceu.





Notas Finais


vou continuar tentando att a fic o mais rápido q eu puder,peço desculpas pelo pequeno capítulo

espero que tenham gostado

ate a próxima


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