História Inspiration - Capítulo 1


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Categorias Teen Wolf
Tags Lydia Martin, Stiles Stilinski, Stydia, Teen Wolf
Visualizações 70
Palavras 2.637
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amores!! Hoje me deu uma baita vontade de escrever e como estou meio travada em dt, resolvi desenrolar esse projeto que já tinha há algum tempo. Espero que curtam a one, boa leitura <3

Capítulo 1 - Devaneios


Fanfic / Fanfiction Inspiration - Capítulo 1 - Devaneios

Terceira Pessoa 

Os olhos verdes estavam pregados na tela do computador, aprisionados no show de carros em alta velocidade em meio aos prédios enormes de Nova York. 

Lydia já se considerava refém de filmes de ação a muito tempo. Entretanto, poder apreciá-los em seu trabalho pacato e entediante a tornava ainda mais fã. 

A biblioteca antiga estava vazia e silenciosa, cada vez mais inabitável. Os únicos sons notáveis eram o ventilador velho que girava no teto e os estrondos que escapavam do fone de ouvido de Lydia.  

Concentrada nas cenas explosivas, a ruiva não escutou quando o sino da porta – depois do que era considerado por ela uma eternidade – finalmente tocou, denunciando que alguém havia entrado na biblioteca. 

Martin só desconcentrou-se do filme quando um vulto surgiu em sua frente. Os olhos surpresos ergueram da tela, deparando-se com um jovem magro, alto e de semblante sério. 

Próximo a mesa dela, ele a olhava em silêncio. A atmosfera que ele carregava fez Lydia sentir-se nervosa, desejando levar as mãos aos cabelos para arrumá-los.  

Ela se afastou do computador, ainda sentada, e lutando contra a agitação enlouquecida dos hormônios, levou as mãos aos fones e os retirou. 

O barulho da produção cinematográfica preencheu o pequeno espaço entre eles, atraindo a atenção do rapaz que juntou o cenho, aparentando confusão ao ouvir os sons de pneus freando e tiros ecoando. 

– Eu poderia apostar que você estava assistindo Titanic.  

O comentário bem-humorado fez Lydia soltar uma pequena risada em meio ao alívio que afogou as borboletas no estômago.  

Nervosa, ela negou ligeiramente com a cabeça ao fechar os olhos, se concentrando no que deveria dizer. 

– Me desculpe, eu estava distraída. Como posso ajudá-lo? 

Ela se recompôs na cadeira, escorando-se e respirando fundo, olhando-o nos olhos. Observou com atenção o topete do cabelo bem cortado, a barba que ameaçava preencher o maxilar e como os olhos castanhos eram firmes nos dela.  

O jovem lambeu os lábios finos, suspirou baixinho e passeou a visão pelo colo feminino. Algo nele fez Lydia desejar apertar as pernas. 

– Preciso de livros técnicos sobre pintura. 

Martin agitou nervosamente o pé escondido em baixo da mesa. Concentrada em respirar, ela acenou com a cabeça e voltou a atenção para o computador. Sob observação dos olhos castanhos, abriu o histórico da biblioteca e buscou pelo gênero. 

– Alguma preferência? 

– Não. 

Lydia acenou novamente com a cabeça e após mais alguns cliques, se levantou e ao estender um braço rumo as estantes, pediu: 

– Me acompanhe, por favor. 

Ela caminhou, escutando passos a seguirem rumo as estantes lotadas de livros. Ao entrarem no corredor correspondente ao gênero desejado, a voz masculina a atingiu: 

– Como você se chama? 

Lydia lançou um curioso olhar para trás, sendo retribuída por ele. Ela lutou contra o esboço de um sorriso, comprimindo os lábios grossos.  

– Estou cansado de imaginá-la apenas como atendente. 

– Isso faz, no máximo, cinco minutos. 

– Já é tempo o suficiente. 

Ela encheu os pulmões de ar, sentindo o rosto arder e grata por estar fora do campo de visão dele. Intimidada com a firmeza e o misto de humor na voz masculina, tentou distraí-lo: 

– Achei que me imaginasse como uma fã de filmes de ação. 

Ao parar de caminhar, o rapaz a imitou de imediato. A ruiva se virou de frente, vendo-o distraído ao observar a diversidade de livros que os rodeavam. 

– Posso te imaginar de várias formas, mas ainda preciso do seu nome para isso. 

Lydia curvou a cabeça para o lado, os cílios marcados por rímel ameaçaram se unir quase com cinismo. Ela o avaliou dos pés à cabeça, lutando contra o impulsivo instinto de jogá-lo contra uma estante qualquer. 

Definitivamente, ele era o tipo dela, o que a fez ignorar os sussurros inconsequentes que surgiram nas orelhas. 

A seriedade e o misto de ousadia que brilhava nos olhos castanhos fizeram a ruiva se contorcer internamente. Por fora, ela soltou um leve suspiro e em seguida, disse: 

– Todos os livros que você precisa estão aqui, fique à vontade.  

Ela caminhou com o intuito de passar por ele, entretanto, uma mão a segurou pelo braço. Um choque hábil e quente correu pelos poros do corpo que ameaçava enlouquecer, e novamente os olhos verdes se fixaram nos castanhos.  

Ele a encarou de perto, viciado em intercalar a visão da boca grossa para as pupilas dilatadas.  

– Sou Stiles, a propósito. 

Os dedos finos afrouxaram no braço dela, e ele voltou a atenção para a estante. Lydia ficou congelada, inerte na sensação do toque que esfriava na pele e com a entonação da voz grossa ainda soando nos ouvidos.  

Nervosa, ela encarou os próprios pés, confessando para si mesma que havia perdido a coragem de deixá-lo sozinho. Queria estar perto dele, nem que fosse para olhá-lo.  

Stiles ergueu um dedo curioso e deslizou pelos livros, procurando por um que o interessasse. Sem graça, Lydia recuou alguns passos e aguardou quieta, lançando-o olhares curiosos conforme os minutos passavam. Ela se escorou em uma estante, observando-o pegar um livro e abri-lo, folheando-o. 

Com os olhos ainda pregados no objeto, ele quebrou o silêncio, perguntando: 

– Não vai mesmo me dizer como você se chama? 

Lydia comprimiu os lábios, nervosa, e não conseguiu mais se convencer de que realmente queria reservar aquela informação.  

– Me chamo Lydia.  

– É um nome bonito. – Elogiou ao lançá-la um olhar. – Não tanto quanto você, mas chega perto. 

A ruiva corou, abaixando os olhos para o chão. Stiles devolveu o livro na estante enquanto continha um sorriso. Ele recolheu um livro de capa verde, abrindo-o e folheando curioso. 

Lydia encarou quieta as costas fortes, engolindo cada músculo magro que seus olhos captassem. A camisa branca, os jeans surrados e os all star pareciam a combinação mais bonita que ela já havia visto. 

– Desde quando trabalha aqui? – Ele perguntou. – Da última vez que eu vim, Sra. Thorne ainda estava enraizada naquela poltrona lá da frente. 

A ruiva desejou rir do comentário, mas se conteve. 

– Ela adoeceu, assumi seu lugar há algumas semanas.  

– Ah, claro. 

O silêncio que preencheu a biblioteca fez Lydia perceber o quão forte seu coração batia. Ela permaneceu o observando minuciosamente, torcendo para que estivesse disfarçando bem como devorava o jovem. 

– Você já foi modelo, Lydia? 

Ao ser atraída para a realidade, a ruiva riu quando a pergunta se tornou coerente. A ideia era tão absurda que a Martin não pode conter o humor. Preferiu escapar do questionamento absurdo com uma pequena descontração, zombando dele: 

– É assim que você flerta? 

Stiles a encarou em silêncio, mas Lydia não se intimidou perante o olhar sério. Ela permaneceu com um traço de humor, a única coisa que fez seu sorriso debochado desaparecer foram os dois passos que Stiles deu em direção a ela, diminuindo a distância entre eles. 

Ela ofegou baixinho, encarou os lábios finos que lhe chamaram a atenção.  

– Posso te mostrar como eu flerto, Lydia. – Após um novo passo, Stiles estendeu um braço até a estante, o posicionando ao lado do rosto da ruiva.  

Ela corou, sentindo que os livros atrás dela eram uma enorme parede maciça. Estava refém dele, especialmente naquele breve momento em que a única coisa que conseguia se concentrar era em como a boca dele parecia próxima. 

Lydia buscou por ar, o corpo desejando correr em direção a ele e render-se as sensações que faiscariam no ar pelo contato.  

– Na verdade, eu adoraria fazer isso. – Sussurrou. 

Ela mordeu a boca grossa, desejando agarrá-lo e realizar todas as fantasias que haviam passado pela cabeça nos últimos minutos. Corada, os olhos verdes desprenderam dos castanhos, fixando-se no relógio da parede.  

Lydia conteve um bufar decepcionado para abaixar o rosto e xingar baixinho, lutando para conciliar algum pensamento enquanto o cheiro da camiseta masculina a intoxicava. 

– Você tem quinze minutos para escolher um livro, Stiles. 

Foi a vez de ele bufar. 

– Fiz a burrada de vir justo no final do seu expediente? 

Lydia soltou uma risada leve, vendo um sorriso fascinado preencher o rosto sério. O mundo parou de girar. 

Ela o encarou quieta, enquanto o desejo e a beleza genuína que via incendiavam suas veias e domavam-lhe o corpo. Ele era tão peculiarmente bonito que a incomodou, Lydia tinha consciência de que tudo o que via era um ponto fraco para ela. 

Enquanto a fitava, Stiles admirou os detalhes do rosto bem desenhado, permitindo que a imaginação trabalhasse em lhe dar o vislumbre dos dois. Admirou como ela era delicada, o quão verde seus olhos eram e como o cabelo laranja se destacava em torno da pele pálida. 

– Não vou culpá-lo por isso. – Apesar de nervosa, Lydia confortou bem-humorada, os lábios grossos reféns de um sorriso. – Você provavelmente pensou que a Sra. Thorne ainda estava aqui. 

Stiles sorriu novamente e acenou com a cabeça. 

– Esse é um ótimo argumento. 

Tímida, um traço vermelho passou pelas bochechas delicadas de Lydia. Ela tornou a abaixar os olhos, lambeu a boca e aguardou que a expectativa esvaziando no peito tornasse a ser preenchida. Esperou por alguma atitude de Stiles. 

– Existem muitos exemplares aqui e eu não consegui me concentrar com você me olhando. 

– Desculpe. – Pediu baixinho. – Você me distraiu primeiro. 

– Ah, claro. – Stiles assentiu, olhando para o chão com um meio sorriso. – Eu atrapalhei o seu filme. 

Lydia concordou em silêncio. 

– Isso foi péssimo, Stiles. 

– Talvez eu possa me redimir se eu pintar você. 

Lydia congelou, os olhos pararam nos dele conforme a realidade começava a fazer sentido. O silêncio novamente preencheu o espaço entre eles, enquanto no teto o ventilador velho batucava. 

Confusa, ela se remexeu e por algum motivo, as bochechas coraram. 

– Você é pintor? – Lydia perguntou. 

– Sim, e estou decorando os seus traços desde que a vi lá na frente. 

A ruiva engoliu seco, absorta na intensidade dos olhos castanhos. A mistura de doçura e firmeza na voz grossa a fizeram gemer por dentro. 

– Stiles... 

– Tudo o que você precisa fazer é ficar parada por umas... duas horas, talvez mais, enquanto eu faço o resto. 

– E então o que? Você venderia o meu rosto? 

Stiles puxou ar, lambeu os lábios enquanto pensava. Existia uma parcela de cobrança no rosto feminino, o que o intrigou. 

– Se estivesse tudo bem por você, sim. Mas não teria o menor problema em ter o quadro só para mim. 

– Então você é esse tipo de psicopata? 

O rosto de Stiles apagou. Nervoso, ele recolheu o braço antes de estante enquanto os olhos vegetavam pelos diversos livros. Ao lançá-la um novo olhar, o meio sorriso que tentava ser contido na boca grossa fez o alívio devolver o oxigênio para os pulmões do rapaz. 

Ao perceber que se tratava apenas de uma brincadeira, a habitual seriedade voltou às feições masculinas. 

– Pense a respeito, por favor. –  Tornou a falar. – Você é muito bonita, e eu aposto que daria um de meus melhores quadros. 

– Desculpe, Stiles. Não sou fã de nu artístico. – Ela deu de ombros com um beicinho. 

Ele riu, sendo acompanhado por ela. 

– Engraçadinha... Me prometa que irá pensar. 

Lydia se desencostou da estante, respirou fundo ao sustentar os olhos castanhos e por fim assentiu. Ele sorriu, a observando imitá-lo sem jeito. 

– Seu horário acabou, Stiles. – Constatou ao buscar pelo relógio. – Preciso fechar a biblioteca. 

Ele suspirou decepcionado.  

– Se você quiser, posso fazer o relógio parar. Podemos fingir. 

Lydia riu baixinho. 

– Eu preciso desse emprego, Stiles. 

– Quem está perdendo é você. – Ele deu de ombros, fazendo o sorriso dela aumentar. 

Ele ergueu uma mão em direção ao corredor. 

– Depois de você. 

Lydia caminhou, sendo acompanhada por ele. 

– Você sai todos os dias nesse horário? – Stiles perguntou. 

– Aposto que o seu hobby é fazer perguntas.  

– Costumo fazer muitas quando quero algo, Lydia. 

A ruiva engoliu seco, nervosa, e mordeu a boca. Não pode deixar de sentir-se decepcionada quando avistou sua mesa, sabendo que já haviam chegado à saída. 

Eles pararam no meio do pequeno hall. 

– Sim, Stiles. Saio nesse horário. 

Ele sorriu satisfeito. 

Lydia aguardou que ele se despedisse e passasse pela porta. Entretanto, a falta de ar que acarretou lhe nos pulmões foi o suficiente para que tudo ao redor parasse de fazer sentido. 

Os lábios finos se renderam nos dela, tomando-a com destreza e ao mesmo tempo ternura. Mãos grandes tomaram-na cintura, incendiando seu quadril, enquanto a empurraram para a mesa. 

Ela o puxou pelo pescoço, deslizando as mãos para os cabelos negros que foram domados, desejando possui-lo. Ele a pressionou na mesa, a apertou contra o corpo forte, sem distinguir quais sentidos giravam na cabeça. 

O beijo molhado e quente despertou ondas de choque que se alastraram pela pele masculina, deixando-o refém das sensações que cresciam no corpo. Lydia ofegou quando as mãos em suas cinturas deslizaram e agarraram-na pelo bumbum, puxando-o para cima. 

Ele a colocou sentada. Suas bocas se desprenderam por instantes, tempo o suficiente para os olhos verdes se conectarem aos castanhos em um mundo exclusivo e incendiado.  

Uma mão no cabelo de Stiles desceu ao pescoço dele, onde ela segurou enquanto o olhava. O cabelo ligeiramente bagunçado e a feição excitada fizeram-na soltar um murmúrio agoniado, incomodada por sentir desejo. 

Stiles se aproximou, mordendo-a no pescoço, roubando o fôlego da ruiva que prendeu a cintura dele com as pernas. Ele a sugou, arrepiando a pele pálida. 

Lydia fechou os olhos, completamente rendida ao corpo forte e os devaneios que a boca fina lhe proporcionava conforme desciam por seu colo. 

– Porra, Lydia... – Stiles sussurrou contra a pele quente, encontrando novamente a boca grossa. 

As línguas se acariciaram de novo, transmitindo calor. Ela o segurou com força e começou a deitar na mesa, trazendo-o, mas algum fio de sanidade lampejou na mente masculina. 

– Estou começando a parar de pensar, Lydia... – Stiles avisou em um sussurro, dando-a selinhos. 

Uma mão feminina novamente o tocou no pescoço, segurando-o enquanto ele olhava para ela. O poder dos olhos verdes o fez desejá-la mil vezes mais. 

– Faça isso. – Sussurrou, puxando-o de volta. 

Eles tornaram a se beijar, loucamente, tão intensos quanto o calor de seus corpos. Estavam se rendendo ao desejo quando um barulho ensurdecedor os distraiu, fazendo-os se separarem. 

Ofegantes, corados e com os corpos quentes, eles se olharam enquanto o telefone tocando ia e voltava em meio ao lugar. Lydia só conseguia pensar em beijá-lo, poderia até se esforçar para esquecer a frustração que havia a paralisado naquele momento. 

Stiles bufou estressado, excitado, desejando mais do que qualquer coisa deitá-la na mesa e terminar o que começaram.  

Porém, seu instinto racional iluminou os pensamentos fantasiosos. 

– Atenda. 

Ela o encarou por segundos, cogitando não fazê-lo. Até que o barulho pareceu atingir até o último neurônio de seu corpo. Estressada, ela bufou e pegou o aparelho, dizendo: 

– Biblioteca Pública de Beacon Hills, como posso ajudar? – O incômodo que sentia no quadril era como uma coceira impossível de ser saciada. – Olá, Sra. Thorne. – Stiles a lançou um olhar desaprovador antes de se afastar da mesa e ajeitar a camisa no corpo.  

Ele suspirou fundo, olhando para o lado de fora da porta.  

– Não, está tudo bem. Fiquei até agora por conta de alguns livros que estavam perdidos, mas já estou fechando. É claro, cuidarei de tudo. Fique bem. 

Lydia encerrou a ligação, largando desinteressada o telefone. Buscou uma reação em Stiles, observando que o rosto masculino demonstrava impaciência perante a situação. 

– Preciso ir, Lydia. Precisaria de qualquer forma. 

Ele se aproximou, segurando-a pelo pescoço enquanto a dava um breve beijo. 

– Preferia quando você não estava pensando. 

Stiles sorriu, levou a mão ao bolso e largou na mesa um pequeno cartão. 

– Me ligue, ruiva. Posso voltar amanhã para te convencer a posar ou só para enrolar para pegar um livro. 

Lydia comprimiu um sorriso, recebendo um último selinho até por fim, Stiles finalmente dar as costas e caminhar para a porta. 

Ela suspirou, rendida ao homem que ainda estava em sua cabeça. Com os olhos sonhadores e um sorriso nos lábios, Lydia desceu da mesa e começou a recolher suas coisas. 


Notas Finais


Escrita sem muita produção, haha, mas espero que tenham curtido. Beijosss <3


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