História Inspiration - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Testemunha


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Se ela não tivesse testemunhado aquele crime, as coisas com certeza teriam sido diferentes. 

ㅡ A ficha documentada dela diz que seu nome é Kim Hyo-Un, tem vinte e dois anos de idade, mora com o seu pai, o cantor Kim Seokwon. Também apresenta o uso de medicamentos para depressão e ansiedade leves.  ㅡ O comandante Choi anunciou a todos da equipe de casos violentos presentes na sala. 

ㅡ Ela testemunhou o assassinato e não sofreu nenhum tipo de consequência do assassino?  ㅡ Perguntou o rapaz loiro que sentava na beirada da mesa. ㅡ Isso é muito estranho. Por que ele não a matou também? 

ㅡ Isso ainda é um mistério para todos nós. O assassino talvez tenha notado a presença de mais alguém, mas de qualquer forma... Precisamos ouvir o relato dela antes.

ㅡ Comandante, eu sugiro que você mesmo fale com aquela mulher. De todos nós, você é quem aparenta ser mais calmo e compreensivo, além de saber lidar com pessoas como ela. 

ㅡ Certo, eu farei isso então. Já tem algum tempo que eu gostaria de ouvir uma testemunha sobre esse homem. 

Choi MinHo, um homem não tão alto com um ar confiante. Ele caminhou sem pressa, porém carregando certo nervosismo, afinal, era a primeira vez que uma testemunha chegava viva naquela delegacia. 

ㅡ Kim Hyo-Un, certo? ㅡ Ela permaneceu em silêncio, bebendo mais um pouco da água com açúcar que recebeu. ㅡ Bom, eu gostaria que soubesse de uma coisa antes de eu começar a te fazer algumas perguntas, ok? 

ㅡ Ok... ㅡ Ela respondeu com sua voz rouca e praticamente inaudível. 

ㅡ Você é a primeira testemunha viva que conseguimos ter contato. Eu gostaria de pedir que você colabore conosco o máximo que puder, tudo bem? 

ㅡ Tudo. 

ㅡ Então, senhorita Kim... Conte-me detalhadamente o que você viu ontem de noite. 

ㅡ Eu estava voltando para casa depois da aula de dança, quando ouvi um pedido de socorro que parecia bem próximo de onde eu estava. Quando eu segui o som, dei de cara com um homem encapuzado armado com uma faca. Ele usava uma máscara preta, tinha um capuz realmente grande. 

ㅡ Você confirma que ele esfaqueou a vítima até a morte? Foram encontradas mais de quinze perfurações no corpo dela. 

ㅡ Quem era aquela mulher? 

ㅡ  Uma atriz que recém entrou na mídia. Bom... Ele disse alguma coisa pra você? Consegue se lembrar de algum traço dele? Algo marcante... 

ㅡ Eu não conseguia ver direito, estava muito escuro. Ele atirou no poste de luz e no transformador antes de ir embora. Não disse nada, não fez nada mais. Deu um último chute nela e correu. 

ㅡ Ele era muito alto? Forte? 

ㅡ Ele parecia forte, devia ter uns um e setenta, por aí. Assim que ele me viu, ele... Correu. Eu não entendi por que. Olhei para trás e não tinha mais ninguém. 

ㅡ Olha, eu não posso descartar a possibilidade de ser alguém que conheça você. Pela maneira como ele agiu, com certeza teve um bom motivo. 

ㅡ Ele usava roupas pretas, apenas. 

ㅡ Eu recomendo que você não saia tão tarde assim, e que nem ande sozinha. Pelo menos por enquanto. Ele acumulou mais de dez vítimas em duas semanas, todos seguiam uma carreira promissória que podia lançar a fama. Você não tem nada relacionado com fama, mas é filha de um grande cantor. 

ㅡ Ele viu meu rosto, senhor. Ele sabe que eu estou aqui agora, com toda certeza. E se eu me tornar um alvo por ser um tipo de ameaça? 

ㅡ Olha, nós vamos tomar providências quanto a isso, mas no momento, preciso que você siga as instruções que eu lhe recomendei. 

ㅡ MinHo?  ㅡ Um rapaz loiro abriu a porta, usando uma camisa meio justa preta e uma calça do próprio uniforme policial, assim como botinas de cano alto. 

ㅡ Algum problema, Kim? 

ㅡ O diretor está te chamando no escritório dele. 

ㅡ Certo, eu estou indo. Pode levá-la até o Jinki? Ele vai falar mais algumas coisas e liberá-la. 

ㅡ Tudo bem. ㅡ Poucos segundos se passaram até Choi MinHo sair da sala e deixar o rapaz loiro com a testemunha. ㅡ Pode me acompanhar por aqui, por favor. 

Ela se levantou com o copo em mãos, andando distraidamente enquanto olhava pro chão, até sentir que trombou em algo e ouvir o estalo do corpo de plástico. 

Era o rapaz loiro, com a blusa molhada. 

Hyo olhou em seus olhos com certo choque, enquanto ele parecia tentar pensar no que falar ou fazer. 

ㅡ Me desculpa, não foi a intenção, eu... 

ㅡ Tudo bem, senhorita Kim. Acidentes acontecem, e você ainda está nervosa por causa do acidente de ontem. 

ㅡ E-Eu...

ㅡ Por favor, me acompanhe. 


P.O.V. Kim Hyo-Un


Certamente, aquele ambiente, aquela delegacia, era tudo muito sério, muito mórbido. O homem que parecia ser um funcionário de patente não tão alta me levou até a sala onde haviam outros policiais cuidando de investigações e afins. Eu me sentei numa cadeira macia e esperei o rapaz a minha frente falar alguma coisa. Ele apenas repetiu as mesmas coisas que o comandante disse e me liberou. Sinceramente? Foi a experiência mais traumática que eu já vivi. 

Quando cheguei em casa, recebi alguns olhares do meu pai. Eu não entendi bem, mas contei como foi a ida a delegacia mesmo assim. Um pouco assustado, ele apenas mencionou que tomaria alguma atitude para me proteger. 

ㅡ Eu sei que você quer o meu bem e que quer me proteger, pai. Mas isso não pode incluir me proibir de sair de casa ou qualquer coisa do tipo, ok? 

ㅡ Hyo-Un, eu não vou estar sempre aqui pra te dar uma carona ou te socorrer quando você precisar. Você sabe que dia é amanhã? 

ㅡ Sua turnê? 

ㅡ Exatamente. É por causa de shows assim que você tem as coisas que tem hoje, e eu preciso continuar colocando dinheiro dentro de casa, querida. 

ㅡ O que você quer dizer com isso? 

ㅡ Quero dizer que se eu não posso vigiar você, alguém fará no meu lugar.

ㅡ Como assim...? 

ㅡ Eu pretendo contratar um segurança pessoal para você ou algo assim. Vou pagar bem, e vou pagar caro. Quero alguém que saiba o que está fazendo e que tenha acesso liberado a polícia. 

ㅡ Tudo bem, mas você sabe se eu concordo com isso? 

ㅡ Você não vai opinar sobre isso, Hyo-Un. Eu irei lá hoje, assim que sair do banco.

ㅡ Pai, eu não...

ㅡ Não quero saber, Hyo-Un. E se você se tornar um alvo dele? 

ㅡ Você não parece estar tão assustado assim. Um pai normal choraria, abraçaria, acompanharia até a delegacia. Você não fez nada.

ㅡ Estou indo comprar sua segurança, isso não te satisfaz?

ㅡ Tudo bem, eu vou subir.

E de fato, subi as escadas com nó na garganta. Não sei se tem um motivo específico para querer tanto chorar, eu apenas sinto que preciso colocar todo esse nervosismo para fora, toda essa agonia. 

ㅡ Hyo!? 

Kim Kibum. Meu irmão que é um ano mais velho que eu. Sinceramente, ele é quem me ajuda desde que eu me entendo por gente, com qualquer coisa que eu precise. Eu o amo com todo o meu coração, e sei que também recebo esse amor.  

Assim que eu coloquei meu corpo em sua frente, recebi o abraço caloroso que precisava, chorei o que tinha pra chorar.

ㅡ Bummie... E se agora eu tiver um assassino atrás de mim? 

ㅡ Os policiais devem tomar alguma medida, certo? 

ㅡ E o que eles podem fazer? Eu sou a merda da única testemunha viva. Ele com toda certeza vai me procurar! 

ㅡ Eu gostaria de poder te buscar todos os dias na sua aula particular de dança, mas você sabe que eu não dirijo ainda. Seria melhor se você pegasse um táxi, todos os dias. 

ㅡ Kibum... É muito caro se eu fizer isso. 

ㅡ O que vale mais? A sua vida, certo? 

ㅡ Kibum...

ㅡ Não faz essa carinha. Vai ficar tudo bem, okay? 

ㅡ Kibum, nosso pai quer colocar um segurança comigo. 

ㅡ Isso é ótimo! Não? 

ㅡ Ele vai ficar me seguindo o tempo todo! E se ele tentar abusar de mim? Ele vai ver tudo o que eu faço na vida... 

ㅡ Hyo-Un, ele vai estar te protegendo. Se ele tentar algo, você pode gritar, pode chutar o saco dele... Essas coisas, sabe? 

ㅡ Não adianta tentar mudar a cabeça do nosso pai mesmo... 

ㅡ Confie um pouco nele, afinal, ele só quer o seu bem. 

Ah, eu tento. Eu realmente tento. 



P.O.V. Autora



No dia seguinte, ao amanhecer, as coisas estavam diferentes. Hyo-Un acordou atrasada, vestiu shorts de Tactel e um cropped que não era tão curto. Assim que calçou seus tênis e pegou sua mochila, saiu de casa com o cabelo bagunçado e uma garrafa d'água. 

ㅡ Tem visita pra você... ㅡ Kibum falou, pedindo logo em seguida para ela ser educada. 

Hyo não respondeu, apenas fez uma careta confusa e abriu a porta de casa, dando de cara com um policial loiro encostado num carro preto. O rapaz sorriu ladino, acenando com dois dedos de sua mão num pequeno gesto. A garota assustada, ficou olhando aquilo com a boca entreaberta, pensando que se soubesse que ele viria buscá-la, teria ao menos se atrasado mais cinco minutos para arrumar melhor o cabelo. 

ㅡ Quase meia hora atrasada, que fique de passagem, senhorita. ㅡ Ele abriu a porta do carro para ela, tentando não rir da própria provocação. 

ㅡ Francamente... 

Hyo entrou no carro com o rosto abaixado, lembrando do dia anterior, quando derrubou água com açúcar em sua camisa. Seu rosto queimava de vergonha, e ela não imaginava o que faria para pelo menos ter uma relação amigável com o rapaz, já que ele iria para todo lado com ela agora. 

ㅡ Bom, senhorita Kim... Meu nome é Kim JongHyun, mas não precisa de nenhuma formalidade para falar comigo. Quando pego esse tipo de trabalho tento ao máximo deixar quem eu protejo confortável com a situação, por mais que seja difícil. 

ㅡ Você realmente vai me seguir em todos os lugares que eu estiver? 

ㅡ É o meu trabalho. 

ㅡ Até durante as aulas?

ㅡ Com certeza. Eu estou seguindo ordens do seu pai também, ele impôs algumas condições extremamente necessárias para que eu pudesse aceitar o caso. 

ㅡ Ah não... 

ㅡ A senhorita não tem um bom relacionamento com ele? 

ㅡ Pode por favor parar de me chamar assim? ㅡ Pediu, tentando não parecer impaciente. 

ㅡ Como você quer que eu te chame?

ㅡ Hyo-Un. É o meu nome, afinal.

ㅡ Tudo bem então, Hyo-Un.

Com os dois dentro do carro, JongHyun ligou o veículo e deu partida, já sabendo onde deveria levar Hyo. 

ㅡ Você sabe onde tem que me levar? 

ㅡ Sei sua idade, seu nome, seus transtornos psicológicos, quanto você calça... E onde eu tenho que te levar para dançar, onde você almoça, que horas você é liberada, enfim...

ㅡ Q-Quanto eu calço? 

ㅡ De todas as informações, você só se assustou com essa? ㅡ Ele riu. ㅡ Bom, essa aí não. Eu só falei para tentar te assustar mesmo. 

ㅡ Então você sabe sobre a minha...

ㅡ Depressão e ansiedade? Sim, eu sei. E seu pai pediu que eu te levasse na farmácia hoje após a consulta com seu psiquiatra as seis horas em ponto. 

ㅡ Olha, eu não quero parecer antipática nem nada, mas... Você pode ir aonde você tiver que me seguir, menos dentro do consultório médico, por favor. É pessoal. 

ㅡ Eu não faria isso, mesmo que eu tivesse a ordem. 

ㅡ E por que? 

ㅡ Por que eu sei como é. 

Após a resposta do loiro, Hyo-Un ficou pensativa e sem saber o que falar. Assim que o silêncio reinava no carro, JongHyun novamente o quebrava, mudando de assunto.

ㅡ Então, Hyo... Eu espero que você naotme odeie e nem tente se livrar de mim, mas... Eu vou te buscar e te levar em casa todos os dias também, ok? 

ㅡ Espero que você realmente seja qualificado pra isso. 

ㅡ Se eu quiser eu posso te matar aqui e agora, Hyo-Un, mas eu não vou fazer isso por que não sou esse tipo de gente. Eu não mato, e isso é algo que não mudará na minha vida. Eu prefiro proteger de outras formas, nem que eu precise levar um tiro. 

ㅡ E se for uma ocasião extrema? 

ㅡ Apenas se eu for o único que pode atirar, eu farei. 

ㅡ Nossa, você é bem determinado...

ㅡ E você é bem bobinha, né? 

ㅡ Por que eu seria? Você nem me conhece. 

ㅡ Por que? Olhe você mesma. ㅡ Ele apontou para a bolsa de Hyo-Un, subindo seu dedo e batendo em seu nariz assim que ela abaixou a cabeça para olhar. ㅡ Viu só? Bobinha. 

ㅡ Aish... Qual o seu problema? Você parece completamente diferente de ontem. 

ㅡ Como eu disse, faço o máximo para tentar deixar quem eu estou protegendo confortável com a minha presença. 

ㅡ Certo... Você é um bom profissional, até então. 

ㅡ Por que o "até"?

ㅡ Vou ter certeza das suas habilidades quando eu estiver correndo perigo. 

ㅡ Huh, justo. 

ㅡ Pois é, eu também acho.  ㅡ Sorriu com um ar vitorioso, como quem conseguiu vencer a discussão. 

ㅡ Chegamos ao seu destino, senhorita.

ㅡ Francamente... 

A única coisa que a confortava era a simpatia do rapaz, afinal, não era legal ter alguém te vigiando o tempo todo mesmo assim, mesmo com todo bom humor do mundo. 

Finalmente, chegaram a aula de dança. JongHyun entrou com as duas mãos no bolso da calça, e sempre atrás de Hyo-Un. Assim que entrou no estabelecimento notou que todos olhavam curiosos para o símbolo militar em sua calça, e principalmente para Hyo. 

ㅡ Você vai esperar aqui fora, não? 

ㅡ Nem de graça. 

ㅡ Olha, isso não é legal. 

ㅡ Eu recebo para te proteger, e te proteger exige ordens restritas, Hyo-Un. 

ㅡ Tudo bem, ok? Não está mais aqui quem falou. 

Na cabeça de Hyo, ele até pode ser bonito, mas do jeito que aquilo estava implicando com a sua paciência, não adiantaria muito ter beleza. Enfim, sua aula começou. Os movimentos sincronizados com o do professor que a ensinava estavam simplesmente perfeitos. Seu cabelo era um castanho quase preto, já sua pele era moreninha. Hyo-Un era a típica garota que gostava de tomar um sol, e por isso não parecia um vampiro como a maioria das coreanas. 

Naquele momento, enquanto eles dançavam, JongHyun notou o modo como o professor olhava para ela, achando um pouco demais. Foi explicado a ele quem o Kim era, e por que precisava estar ali, e sua reação não foi lá a das melhores. Ele poderia ter ficado preocupado ao saber que sua aluna corria risco de vida, mas apenas se incomodou com o fato de ter outro alguém presente na mesma sala que eles dois. 

E foram horas iniciais de dança sem muitos intervalos. JongHyun vinha percebendo a palidez da garota, então simplesmente se levantou e desligou o aparelho de som. 

ㅡ O que você está fazendo? Eu sou o professor aqui, sou eu quem pode mexer nesses aparelhos, apenas. 

ㅡ Como professor você ao menos deveria se importar com a saúde de um aluno. Olha o rosto dela! 

ㅡ Está como deveria ser normalmente. Branco. 

ㅡ JongHyun, você pode .. buscar...

"Foi apenas um reflexo", ele disse. Hyo apenas cambaleou para o lado e imediatamente sentiu os braços do loiro envolverem seu corpo. Naquele momento ela mal tinha acabado de falar, e se professor ficou apenas olhando tudo aquilo acontecendo. 

ㅡ Você está bem? ㅡ JongHyun perguntou, a soltando e fazendo com que se sentasse no chão. 

ㅡ A minha pressão caiu, eu não comi hoje antes de sair de casa. 

ㅡ Então você vai sair daqui agora e vai comer alguma coisa, nem que seja só um sanduíche. 

ㅡ Só faltam alguns minutos para acabar, eu posso terminar a aula! 

ㅡ Como só faltam alguns minutos, que se fodam eles e o seu professor molestador.

ㅡ Como? 

Sem entender muita coisa, ela se levantou com a ajuda do loiro, pegando sua mochila com clara frustração em seu rosto. Deu um pequeno tchau para o professor e saiu apoiada no seu segurança, com as mãos tremendo. 

ㅡ Sabe onde me levar, não sabe? 

ㅡ Eu sei, relaxa. Só preciso que você fique viva até chegarmos lá pra falar o que você vai comer. 

ㅡ Olha, eu não vou desmaiar, ok? 

ㅡ Você quase caiu na sala. 

ㅡ Eu só tava tonta... 

ㅡ E eu sei muito bem onde isso ia dar. Você está a horas sem comer, e se alguma coisa acontecer com você, vai sobrar pra mim, entendeu? 

ㅡ Eu preferia que fosse só você preocupado comigo, como nos Doramas... E não por causa do seu salário. 

ㅡ Tudo entre nós é apenas profissional, o meu dever é cuidar de você e eu estou fazendo isso como posso. 

ㅡ Se um dia isso virar preocupação de verdade... Você me avisa? 

ㅡ Acho que o calor derreteu seus miolos. 

Quando andaram por mais cinco minutos, avistaram o restaurante que Hyo tanto gosta de ir para comer Lámen. Ela sorriu e parecia ter recuperado todas as suas forças em segundos. As vezes parecia que ela se fazia de coitada para receber alguma atenção do rapaz. 

"Ela parece uma criança", JongHyun pensava. O rapaz revirou os olhos e suspirou, quando percebeu que aquela seria sua rotina de todos os dias agora. 

ㅡ Você vai comer também, não vai? 

ㅡ O que é isso? Parece que você fica de bom humor quando está perto de comida.

ㅡ Ah, JongHyun... Eu sou um amor de pessoa, você que não reconhece isso.

ㅡ Tsc, com certeza... 

ㅡ Vamos comer! 

Realmente, parecia uma criança. Era uma menina adorável aos olhos de qualquer um, mas por enquanto era apenas irritante aos olhos do loiro. Ah, o dia seria longo...





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