História Instinct - Capítulo 45


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Animal, Hopemin, Hoseok, Jimin, Minhope, Minjoon, Namjoon, Nammin, Sope, Sugamin, Yoongi, Yoonmin, Yoonseok
Visualizações 21
Palavras 900
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 45 - Capítulo 45


Fanfic / Fanfiction Instinct - Capítulo 45 - Capítulo 45

Eu senti o chão sumir naquele momento, depois que ouvi sua declaração, e também por ficar intrigado com o que mais eles poderiam ter conversado. Por isso, apenas fiquei em completo silencio, encarando seus olhos e esperando que continuasse.  

- Bom, eu descobri primeiro pelos próprios funcionários da Universidade, mas mesmo assim quis saber dele a verdade. - Ele explicava, enquanto eu não sabia o que dizer, ainda interessado em saber mais. - Depois de muito procurar, consegui finalmente o número dele, quando pesquisei por profissionais da área que ele atua, na cidade onde, me contaram que estaria agora.  

- Nossa, que incrível, todo o seu trabalhado esforçado em descobrir um fato da minha vida que não importa a você. - Eu respondi o mais ignorante possível, antes de virar as costas, e voltar a andar. Bom, tentar andar, porque ele segurou minha mão de forma delicada, me impedindo de continuar. Mas, me fez parar mesmo, foi quando o ouvi dizer:  

- Ele me disse outras coisas...  

Eu pensei por alguns segundos se permanecia ali ou não. Mas ele decidiu por mim quando voltou a falar. 

- Achei que você sabia de tudo, até ver sua feição confusa, no seu quarto, quando olhou os quadros - soltei minha mão da dele, me virando lentamente antes de o encarar nos olhos, esperando que apenas continuasse -, então percebi que estava tão confuso quanto eu.   

- Eu não sei se quero escutar o que tem a dizer.  

- Acho que deveria escutar. - Ele insistiu, enquanto agora voltava a subir na moto. - Eu te levo pra casa, depois que conversarmos.  

Eu fiquei em silencio por um tempo, até decidir subir na moto com ele, e quem sabe finalmente ter alguma resposta a toda aquela bagunça mental dentro de mim. 

Ele me levou a uma lanchonete, um pouco distante, onde sentamos em uma mesa afastada das demais. Não estava cheio, na verdade haviam apenas um casal e dois caras conversando, além de nós. - O que nos permitiu ficarmos à vontade, mesmo o assunto não sendo dos mais comuns.  

Ele pediu algo para beber, enquanto eu apenas neguei. Estava cheio, havia acabado de jantar com minha madrinha, e mesmo se não estivesse, teria sem dúvidas perdido a fome, com a situação chata em que estava.   

- Eu não entendi muita coisa que ele explicou, e só não digo que não acredito, porque vi algumas dessas “coisas” bem na minha frente. - Ele começou a falar, sem que eu precisasse pedir, um pouco depois que foi servido, e ficamos novamente a sós. - Até onde sei, ninguém além de nós sabemos o que aconteceu. Ainda bem porque, se isso vazasse, poderia ser um problema para ele.  

- Sobre o que você está falando? -  O cortei, completamente confuso e já sentindo minha mente doer. Ele ficou em silencio por um breve momento, parecendo organizar seus pensamentos, antes de finalmente dizer de modo mais claro, o que queria. 

- Você acidentalmente foi fundido a um animal.  

Eu não perguntei, mas meu rosto inteiro perguntou por mim, quando fiz a expressão mais impactada e confusa.  

- Pelo que entendi, você entrou onde não devia e por acidente, fez parte de uma experiencia secreta que ele estava trabalhando. - Ele continuou, bebendo um pouco da bebida que pediu, antes de voltar a falar. - Isso explica você ter sumido por tanto tempo.  

Eu ainda estava chocado, apenas o ouvindo. Ele continuava tranquilo, enquanto me explicava, apenas por que era seu jeito. Mas eu via em seus olhos algo mais, enquanto continuava falando.  

- Algumas pessoas apareceram mortas, um pouco depois, e eu jurei ter sido você, quando ele me contou da sua “mutação”. Mas então ele deixou claro que foram feitos exames em seu corpo, e que não havia nenhum indicio de “carne humana” em seu organismo, mas ele encontrou no leopardo, quando fez a autopsia no animal.  

Assim que ouvi isso, fechei forte os olhos, porque era doloroso demais imagina-lo fazer algo assim com Mono... Ele a amava tanto...  

- Ele era um louco de cuidar e manter um animal desses tão próximo de nós. Essas mortes poderiam ter acontecido antes, com qualquer um inocente. - Ele disse, bebendo um pouco mais da bebida. - Mas o mais engraçado, é que por incrível que pareça, a “fera”, matou apenas os dois caçadores, que estavam badernando na floresta, e, aquele louco que tentou te atacar na boate, aquela noite.  

Foi aí que minha cabeça doeu – eu me vi, dançando na boate... Tocando de forma provocativa “em alguém”, até sentir aquele cheiro nojento e familiar daquele homem horrível...  

Coloquei as mãos na testa, sentindo as fisgadas em minha cabeça, enquanto agora me via agora entre algumas árvores, ouvindo gritos de uma garota e então, o vejo... Tentando fazer com a menina, o mesmo que queria fazer comigo, aquela noite.  

Me ouço assoviar e ver os olhos alaranjados de Mono, surgindo em meio a escuridão da floresta, para depois de um papo mole, arrastar aquele idiota até ela, e ir embora, ouvindo o som de seus tecidos sendo rasgados, ossos quebrados e gritos de pavor.  

- Quer que eu continue? - Yoongi perguntou, vendo o quanto eu estava afetado. Mesmo assim o olhei dentro dos olhos, mesmo ainda me sentindo distante e confuso, antes de pedir, necessitado.  

- Eu, preciso que você me conte tudo o que sabe.  



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