História Instinct - Capítulo 50


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Animal, Hopemin, Hoseok, Jimin, Minhope, Minjoon, Namjoon, Nammin, Sope, Sugamin, Yoongi, Yoonmin, Yoonseok
Visualizações 24
Palavras 1.127
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 50 - Capítulo 50


Fanfic / Fanfiction Instinct - Capítulo 50 - Capítulo 50

Eu acordei um pouco tarde naquela manhã. Minha mãe disse que eles já haviam partido cedo, por causa do horário do ônibus. E sorri, quando ela também me contou que minha madrinha estava radiante por Yoongi ter acordado bem aquela manhã.  

A vida tende dessas coisas mesmo. Acontece na vida de muita gente e não tinha porque ser diferente comigo e com ele. Somos humanos e não nos entendemos as vezes, ficamos confusos... Achamos amar loucamente alguém de depois, vemos que não é bem isso tudo.  

Faz parte.  

Eu, ainda aproveitei os meus últimos dias com minha mãe de forma intensa, antes de também arrumar minhas malas e ser a minha vez de partir. - Era chato pensar que ela poderia ficar sozinha, depois de ter a casa cheia por tantos dias. Mas vi em seus olhos a tranquilidade de que seria apenas por um tempo, eu retornaria em breve, de vez, e formado.  

Sendo assim, não foi tão triste entrar naquele ônibus e retornar a faculdade.  Também não foi tão difícil me empenhar em apenas estudar o máximo que eu pudesse e não me surpreender por finalmente ver todas as minhas notas maravilhosamente excelentes no final do ano. 

Eu me despedi do meu chefe chato, no emprego a qual eu havia voltado apenas para pagar os custos de minha formatura. E sim, eu visitei minha madrinha, sempre que pude. Ela me contou que estava feliz por ter o filho todos os finais de semana em casa, na companhia de seu namorado, com quem foi morar a algumas quadras de sua casa. E que ele nunca mais havia se comportado como um filho rebelde e apenas trabalhava e curtia sua vida como sempre gostou de viver.  

E com tudo em nossas vidas parecendo ter se encaixado em seu devido lugar, eu apenas estava ansioso para pegar meu suado diploma e retornar a minha cidade, a minha casa e a minha futura vida.  

Minha madrinha fez questão de me arrumar para minha formatura e gravar tudo para enviar a minha mãe, sem deixar de se emocionar, desmanchando sua maquiagem toda, quando subi no auditório e finalmente segurei aquele pequeno papel, com um significado tão grande.  

Recebi muitos parabéns e muitos abraços sinceros e fiquei um pouco na festa que rolou depois de toda cerimonia. - Despois de tirar muitas fotos e sorrir imensamente realizado eu apenas me despedi de todos e recolhi as coisas que faltava, em meu armário.  

Com tudo pronto, eu caminhei com as flores que havia recebido, rumo aos fundos da Universidade. Não eram tão torturantes me lembrar das tantas vezes que fui aquele lugar na companhia de Namjoon e nas tantas vezes em que rimos e conversamos, fazendo daqueles dias os mais incríveis possíveis. 

Mas meus olhos se perderam naquelas arvores... E eu nunca vou saber decifrar o que senti naquele momento. E com todo respeito em mim, me abaixei, ficando próximo daquele verde gramado, fechando meus olhos, quando deixei sobre ele o buque de flores.  

Um vento suave tocou meu rosto e isso foi o suficiente para que pensasse que Mono estaria em um lugar melhor agora. Sem dor nem ameaças a uma vida que deveria ter sido respeitada e livre. - Respirei fundo, me levantando e caminhando para casa. 

Tomei um bom banho, apesar de rápido, troquei aquela roupa toda, agora me arrumado para enfim viajar. - Peguei minhas bolsas e malas, fechando e desligando todos os cômodos daquela casa. Mas antes que eu pudesse terminar, fui surpreendido por meu celular tocando, e não demorei em atender, ao ver ser minha mãe.  

- Filho?  

- Oi mãe? - Perguntei ainda ocupado, ignorando sua voz entusiasmada.  

- Oh, meu querido! Meus parabéns! Eu estou tão orgulhosa...  

- Eu também estou muito feliz. - Respondi, parando o que eu fazia, respirando fundo, realizado. - Achei que me esperaria chegar para me dar os parabéns?  

- Eu ia, mas eu não consegui me aguentar depois do que aconteceu... - Ela disse, me deixando curioso, antes de continuar. - Hoje de manhã, um homem muito bonito e bem arrumado esteve aqui em casa. Ele disse que se mudou tem poucos meses, para nossa cidade, e que irá inaugurar uma grande empresa. Disse que conseguiu seu currículo, com alguns moradores, e quer você na equipe dele! E ainda deixou claro que não aceita “não” como resposta! Filho!!!  

Eu ri de sua agitação, mesmo também me sentindo entusiasmado com a novidade. Bom, poderia ser uma grande oportunidade.  

- Ele disse que em empresa seria? - Perguntei, ainda curioso, e a ouvi responder com a voz ainda mais animada e ansiosa: 

- “Fundação de Defesa, Proteção e Cuidado aos animais”. - Ela disse, e fechei os olhos sorrindo, desacreditado de minha mente, que rapidamente ligou os fatos a alguém que nesse momento, apenas seguia sua vida bem longe e sem mim.  

- Tudo bem, mãe - eu disse, ainda um pouco afetado. - Quando eu chegar aí, conversamos no assunto.  

- Tudo bem meu filho, boa viagem.   

- Obrigado. - A agradeci, desligando a ligação em seguida, deixando o celular em cima de uma das malas, enquanto passava as mãos no rosto, tentando apenas me recuperar de todos aqueles sentimentos de vazio e tristeza que demorei tanto para me livrar...  

- Você ainda não respondeu.  

Me assustei, virando bruscamente meu corpo, quando ouvi aquela voz, falar comigo.  

- Namjoon? - Chamei seu nome, quando o avistei bem atrás de mim, sorrindo, assim que avistou meus olhos, sem dúvidas brilhando, desacreditado.  

- Você aceita ou não trabalhar comigo? - Ele perguntou doce, dando alguns passos na minha direção, enquanto eu sorri, sentindo meu coração disparar.  

Naquele momento, eu não senti tristeza, também não vi esse sentimento em seus olhos. Ele parecia bem. Parecia estar pronto para recomeçar do zero.  

E naquele momento, era tudo o que eu mais desejava fazer.  

Por isso, acabei com a distância entre nós dois e o me agarrei em seu corpo, o abraçando com todas as forças, desejando nunca mais deixar que se afastasse de mim.  

- Eu aceito -iniciei, sentindo seus braços me apertarem de forma carinhosa e aconchegante em seu corpo, antes de continuar -, mas só se você me prometer que dessa vez, não vai mais me deixar.  - Completei, levantando meus olhos, e encontrando suas covinhas, seu sorriso e seus olhos brilhando para mim.  

O tempo pareceu parar naquele instante e tudo o que senti quando ele mirou meus lábios passavam longe uma simples e grande amizade entre nós. - E sem que sentisse, me aproximei de seu rosto, vendo sua pequena surpresa, quando voltou a encarar meus olhos. Agora, fui eu quem sorri, antes de beijar sua boca e o ouvir sussurrar contra ela um pouco depois.  

- Eu prometo.  

 

 

 

 

 


Notas Finais


FIM


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