História Instincts (third season) - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Emma Roberts, Matthew Daddario
Personagens Personagens Originais
Tags Brigas, Drama, Emma Roberts, Haleb, Impulses, Matthew Daddario, Romance
Visualizações 152
Palavras 3.939
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amores, esse cap promete muitas emoções entre Haleb.
Boa leitura!

Capítulo 17 - Bachelor party


Fanfic / Fanfiction Instincts (third season) - Capítulo 17 - Bachelor party

Caleb

Tomo um banho rápido e vou direto para o closet, então visto uma calça jeans preta e uma camisa cinza de manga longa, em seguida calço as minhas botas. Enfio a chave e o meu celular no bolso, saio do meu apartamento, desço para a garagem e entro no meu carro. Digito o endereço da boate no GPS e dirijo para lá mesmo sabendo que Tristan pode se ferrar se Harley descobrir isso.

Avisto a boate com uma fila enorme na porta, estaciono o meu carro do outro da rua e assim que saio do veículo vejo Tristan encostado no seu carro com Dylan e Kurt. Atravesso a rua e Tristan já nos guia para dentro da boate depois de falar o seu nome para o segurança. O lugar está lotado e a música eletrônica alta adentra os meus ouvidos, algumas garotas dançam em barras de ferro de pole dance.

— Cara, isso é muito legal — diz Kurt, olhando as mulheres dançarem.

— Ainda acho uma péssima ideia — diz Dylan, e eu concordo.

— Eu vou me casar e preciso de uma despedida de solteiro. Fiquem calmo, as garotas nunca vão saber — Tristan sorri — Uma rodada de absinto para nós quarto — pede a garota no bar.

Sobro a pequena chama do copo e viro o líquido com tudo que desce rasgando a minha garganta. Tristan pede mais uma rodada, mas nego pedindo uma cerveja no lugar. Uma garota de pele morena e cabelos cacheados chama Kurt para dançar, enquanto eu, Tristan e Dylan continuamos bebendo no bar.

— A parte boa foi você ter finalmente pedido a minha prima em casamento — beberico a minha cerveja.

— Esperei pelo momento certo, fiz tudo perfeito para ela aceitar — Tristan ri.

— Parecia que você ia enrolar Harley — diz Dylan.

— Eu não ia fazer isso com ela — Tristan se defende — E você, Dylan, como esta as coisas com a Serena?

— Ela tem me evitado — Dylan responde e vira uma dose de uísque.

— Logo vocês se acertam — diz Tristan.

— Caleb, Hanna está bem? — Pergunta Dylan.

— Sim, a memória dela também já voltou. Ela saiu com as meninas essa noite.

— Por isso que aproveitei para sair também — Tristan diz meio embriagado e olhando uma stripper dançando — Caleb, aproveita essa noite por que amanhã você volta para a coleira — ri, mexendo os meus ombros.

— Estou preocupado com outra coisa.

— Com o quê? — Ele pergunta e Dylan foca a sua atenção em mim.

— Vou ter que Stante Island semana que vem e não contei nada a Hanna.

— Porquê? — Dylan pergunta.

— Por que vou acompanhar Amber e Alissa em um trabalho, então Hanna vai querer ir ou não vai me deixar ir por causa de Amber. Não quero levá-la por que Hanna me distrai muito, não consigo manter o foco no trabalho perto dela e também pode acabar brigando com Amber por ciúmes.

— Minha irmã vai acabar descobrindo quando ver você saindo do apartamento com uma mala.

— Você está fazendo algo errado e ela vai ficar com raiva quando descobrir que mentiu para ela — diz Tristan.

— Eu sei, eu sei, deixa isso quieto e não contem nada a ela.

— Depois não venha reclamar — avisa Tristan, e eu reviro os olhos.

Não devia ouvir conselho de uma pessoa que está fazendo a despedida de solteiro em uma boate de stripper escondido da noiva. Outra garota se aproxima de nós, mas desta vez é uma loira alta que chama Dylan para dançar.

— Relaxa, nervosinho — Tristan ri — Kurt e Dylan já estão com as garotas daqui — avisto os dois dançando com as garotas no meio da pista.

— Não estou nervosinho — reviro os olhos e beberico a cerveja.

— Esqueci que essa é a sua cara normal. Você é tão estressado que acho que nunca te vi sorrindo — bufo e forço um sorriso.

— Satisfeito?

— Não, me parece muito falso.

— Vai se foder, Tristan.

Tristan me dá uma dose de uísque e me puxa para o outro lado da boate. Tem um palco com algumas garotas de máscaras dançando apenas de lingerie, Tristan me empurra e acabo sentando em uma poltrona na frente do palco. Ele chama uma garota loira de cabelos compridos e de estatura baixa com o dedo, ela se aproxima e ele sussurra alguma coisa na orelha dela que me olha com malícia. Tristan tem um passado com stripper que poucas pessoas sabem, e Harley não está nessa lista.

— Cuida bem dele, gata — Tristan diz e depois some no meio da multidão.

— Você é novo aqui — ela diz, sorrindo.

— Vim para a despedida de solteiro do idiota que falou com você.

A loira se posiciona a minha frente mexendo o seu corpo no ritmo lento e sexy da música, enquanto tento manter a minha visão em qualquer outra coisa, mas a maioria das garotas deste lugar estão seminuas. Peço mais duas cervejas ao garçom que me traz em poucos minutos.

— Porque não me olha? — Ela ri.

— Não quero me meter em problemas.

— Você pode me olhar, só não pode me tocar sem a minha permissão — olho para a loira. Ela tem um sorriso malicioso nos seus lábios carnudos marcados de vermelho.

— O que o meu amigo disse a você?

— Que eu faço o seu tipo, loira e baixinha — sorri.

Travo o maxilar ao me lembrar de Hanna, ela estaria surtando se me visse agora. Olho para a loira a minha frente, dançando de um jeito sensual, e concordo com Tristan. Ela parece um pouco com Hanna por ser baixa, cabelos loiros e magra, mas os olhos azuis é a diferença mais gritante nela. Sinto a presença de alguém sentando ao meu lado, mas não me importo e beberico a cerveja.

— Ela parece muito com a Hanna, tirando os olhos azuis — a voz desagradável de Ryan adentra os meus ouvidos.

— O que você quer? — Viro o meu rosto para encará-lo.

— Só desejar os parabéns a Tristan pelo casamento — olha para a stripper — Você parece muito com a Hanna.

— Quem é essa? — A stripper pergunta.

— É a namorada desse cara — pousa a mão no meu ombro.

— É uma garota de sorte — ela sorri e continua dançando.

— Ele é um cara de sorte.

— Vai embora, Ryan — aperto o meu punho para não socá-lo.

— Qual é, Caleb?! Você não vai querer começar uma confusão na despedida do seu melhor amigo. Espero que esteja cuidando bem da Hanna, por que ela pode acabar sendo magoada de novo por você e eu vou está bem aqui. Sinto muita falta do corpo dela e dos carinhos que ela faz depois do sexo, ainda me lembro de cada parte que beijei daquele corpo.

Ryan leva a garrafa de cerveja a boca, então aproveito para socar o seu estômago com força de forma discreta e ele cospe tudo no chão. Meus dedos ficam doloridos e o observo engasgar com o álcool. A loira nos olha sem saber o que fazer, então lhe dou um sinal para continuar dançando assim ninguém vai perceber que o soquei.

— Sai daqui antes que eu faça você cuspir os seus dentes — o seguro pelo colarinho, e depois o empurro na poltrona.

— Diz para a Hanna que mandei um “oi” — Ryan diz levantando com dificuldade.

Algumas horas depois Tristan e os garotos continuam dançando com strippers. Não estou mais bebendo por que não quero dirigir bêbado, não paro de pensar em Ryan e Hanna. Eu juro que acabo com a raça dele se ele tentar estragar o meu namoro com Hanna. A stripper – que não sei o nome e nem me importo em saber – me puxa pelo pulso para a pista de dança, fica de costas para mim e esfrega o seu corpo no meu no ritmo da música, até tento me afastar algumas vezes, mas ela se vira mim e a minha visão desce pela sua lingerie preta exposta, o que dificulta o controle da minha excitação.

— Você é muito duro, como a sua namorada consegue dançar com você? — Ela ri, puxando os meus braços para envolver o seu corpo e tento me afastar.

Antes que eu possa me afastar e cortar qualquer contato com a stripper vejo a mesma sendo empurrada para o chão por outra loira, a stripper se esborracha no chão. Minha visão um pouco turva foca em Hanna bem na minha frente e me obrigo a acreditar que isso é uma miragem, que estou delirando por conta da bebida e pelo meu desejo de chegar em casa e transar com a minha namorada. Porém a miragem se torna bem real quando sinto a sua mão acertar o meu rosto com força e joga um copo de bebida na minha roupa, me encarando puta de raiva.

— Surpresa, ursinho — sorri cínica.

— Está louca, Hanna? — Grito puto, passando as mãos pelo meu peito.

De soslaio, percebo Tristan levando uns tapas de Harley no meio da boate, eles gritam um com o outro. Que merda! Como elas descobriram que estamos aqui? Então a resposta surge bem diante dos meus olhos. Ryan acena de longe com um celular na mão e um sorriso convencido.

— Você é um cretino — Hanna grita, voltando a me esmurrar e depois sai pisando duro em direção a saída.

Olho para Ryan morrendo de vontade de ir até ele e quebrar todos os seus dentes, mas agora tenho uma namorada furiosa e nada pode ser pior do que isso. Passo pelas pessoas dançando e a raiva borbulha dentro de mim quando vejo um homem tentando agarrar Hanna. Fecho o meu punho pronto para acertar o nariz do filho da puta, mas Hanna o empurra, chuta as suas bolas o fazendo cair de joelhos e soca a cara dele me deixando sem reação.

— Não toca em mim! Que nojo! — Ela diz irritada, balançando a mão. Envolvo os meus braços na cintura da loira e a puxo para fora antes que se transforme no Hulk — Caleb, me solta — grita descontrolada.

— Hanna, para de gritar — a solto e ela vem para cima de mim me dando tapas.

— Ainda está animado, amor? Você ia comer aquela vadia — Hanna esperneia.

— Eu não ia fazer isso — seguro os seus braços e a puxo para longe das pessoas na fila que estão nos olhando.

— Então ia fazer o quê? Aposto que ia me deixar sozinha a noite toda, enquanto se esfregava com essas prostitutas.

— Eu não ia transar com ninguém, apenas me divertir e você estragou tudo — digo irritado e Hanna me encara boquiaberta.

— Eu estraguei? Não acredito que vai jogar a culpa em mim.

— Não Hanna, para de gritar comigo — digo um pouco mais calmo.

— Vamos embora, não quero essas vadias olhando para você — sai andando na frente.

— Está me perdoando? — Pergunto, a seguindo logo atrás.

— Nem morta! — Responde nervosa — Eu só quero sair daqui.

— Meu carro está ali — aponto para o veículo.

— Você pode dirigir? — Confirmo com a cabeça.

Destravo o carro, ela ocupa o banco do passageiro e eu o banco do motorista. Ligo o veículo e dirijo de volta para casa. Olho para Hanna emburrada no banco ao lado, com os braços cruzados e um bico enorme. Ela está muito puta comigo, nem sei como vou fazê-la me perdoar. Eu não ia transar com aquela garota.

— Desculpa linda — aperto a mão na sua coxa. Ela olha para a minha mão e um pouco de esperança se forma dentro de mim, quase não sou fofo ou romântico com ela e espero que isso seja um passo para ela me perdoar.

— Agora sou a sua linda? — Hanna relaxa no banco, segurando a mão.

— Você sempre foi a minha linda — tento segurar a sua mão — Está dolorida?

— Não é da sua conta — ela diz nervosinha, assim que estaciono o carro na garagem.

Hanna é a primeira a saltar do carro, depois que travo o veículo subo com ela para o meu apartamento. Ela entra pisando duro e tira os saltos ficando ainda menor perto de mim, segue para a cozinha e faz uma compressa com gelo para a mão machucada. Não acredito que Hanna socou um cara, nem sei se ela vai precisar de mim, pensando bem em todo esse tempo que passamos juntos Hanna nunca me pediu ajuda, ela sempre resolveu tudo sozinha e nem quando o seu pai tirou o seu cargo ela não veio me pedir ajuda com isso. Isso confirma que Hanna não precisa ser tratada como um bebê igual como os pais dela fazem o tempo todo.

— Hanna, vamos conversar.

— Não, estou com raiva de você. Não acredito que foi a uma boate de stripper com o Tristan e os meus irmãos, e ficou dançando com uma prostituta qualquer.

— Foi o Tristan que jogou ela para cima de mim, eu não fiz nada com ela.

— Ainda não terminei — diz irritada — E não me contou que a Amber está trabalhando na agência.

— Eu ia contar sobre a Amber na hora certa.

— Você sabe o quanto eu odeio aquela cadela, e ainda teve a coragem de dizer que eu atrapalhei a sua noite com uma vadia qualquer — grita furiosa.

— Não, para de gritar comigo. Eu não te traí, não a beijei e nem transei com aquela garota, então não foi traição — passo as mãos pelo meu cabelo, respirando fundo para me acalmar e não ter uma briga ainda maior com Hanna.

Eu errei, admito isso, mas ela não precisa me tratar tão mal assim. Devia matar Tristan amanhã, sempre soube que essa despedida ia dá errado. Se Harley não tiver matado o noivo, eu mesmo acabo com ele amanhã.

— Você só dançou e analisou o corpo dela — diz enojada — Um dia depois que te pedi em namoro. Ai meu Deus, como eu fui idiota — ela segue para o quarto, mas seguro o seu pulso a puxando para mim.

— Pode ficar com nojo de mim o quanto quiser, eu admito que fiz por merecer, mas você não pode me culpar de traição por que não houve nenhuma.

— Então o que foi aquilo? Você parecia bem animadinho — cruza os braços e contrai os músculos faciais fazendo aquele bico bem conhecido por mim.

— Eu não ia transar com ela, não mesmo. Nunca! — Passo as mãos no seu rosto.

— Me deixa — afasta as minhas mãos e entra no quarto.

Adentro no quarto vendo Hanna sentada na cama com a cabeça baixa e com uma compressa de gelo na mão. Passo direto para o banheiro e fecho a porta, vou precisar de um banho, o cheiro da bebida impregnou em mim. Tiro a minha roupa, deixo pendurada no gancho da parede e entro no boxer. Abro o registro do chuveiro, a água cai pelo meu corpo e solto um suspiro profundo.

Não sei o que fazer para Hanna me perdoar, sei que errei em algumas coisas, mas jamais transaria com aquela stripper sendo que já tenho uma namorada nervosinha e carinhosa. Hanna não vai querer dormir comigo hoje, essa é uma das poucas vezes que vi Hanna tão furiosa comigo.

Depois que termino o meu banho, me seco com a toalha e saio do banheiro com a mesma enrolada na cintura. De soslaio, vejo Hanna encostada na parede próxima a porta do quarto.

— Você não ia mesmo fazer nada? — Pergunta calma e com um bico mimado, então sorrio e me aproximo dela.

— Não Hanna, eu não ia fazer nada — apoio o meu braço na parede ao lado do seu corpo, deslizo a minha mão pelo seu braço até a sua mão machucada e massageio os nós dos seus dedos com delicadeza.

— Me desculpa pelo tapa e pela bebida — suspira — Você sabe como sou ciumenta e me irrito fácil com essas vadias — ela estagna os seus olhos verdes em mim.

— Tudo bem, me desculpa também — levo a sua mão a minha boca dando um beijo e entrelaço os nossos dedos — Você é muito forte, acabou com aquele cara — sorrio, me posicionando a sua frente e a prendendo contra a parede.

— Você também é — suspira ao descer o seu olhar pelo meu corpo apenas coberto com uma toalha na cintura. Beijo o seu pescoço, aspirando o cheiro do seu perfume doce de morango. Ela pousa as mãos nos meus ombros, escorando o corpo na parede e a prendo ainda mais deixando os nossos corpos colados — Caleb — geme baixo quando deslizo a língua pelo seu maxilar.

— O que foi, linda? — Beijo os seus lábios.

— Estou chateada com você.

— Mas eu já pedi desculpas, ursinha — envolvo os meus braços no seu corpo.

— Você não pode tentar me ganhar assim.

Hanna captura os meus lábios em um beijo calmo, subo a sua blusa curta até tirá-la por completo e passo as minhas mãos pelas suas costas. Levo a minha mão ao seu rosto me concentrando em apenas beijá-la e matar as saudades dos seus lábios rosados, em seguida desço a minha boca pelo seu pescoço seguindo um caminho cada vez mais baixo, passando entre os seus seios e a sua barriga. Hanna respira fundo e desço o seu short deixando exposta a sua calcinha vermelha rendada. Deposito beijos pela sua barriga, deslizo os meus dedos entre as suas pernas já percebendo o tecido pouco úmido e sinto as suas unhas afiadas nos meus ombros.

— Caleb — sussurra.

Puxo a calcinha para o lado e deslizo a língua pela sua intimidade úmida. Hanna se contorce na parede, a visão do seu corpo em uma lingerie vermelha faz o meu pau pulsar. Ela está toda entregue a mim, posso fazer tudo com ela, então a chupo com precisão e a loira geme alto. Subo os meus beijos pela sua barriga novamente e ela reclama manhosa, volto a beijar os seus lábios, agarro a sua cintura e a puxo para cima. Hanna envolve as pernas na minha cintura, chupa o meu pescoço e solta a toalha na minha cintura me deixando completamente nu.

Apenas o tecido fino da sua calcinha me impede de fode-la contra a parede. Hanna me beija com pressa, os meus dedos bagunçam os seus cabelos loiros e os desço pelos seus ombros abaixando as alças do sutiã. Abro o sutiã e jogo a peça no chão, ela me puxa pelo pescoço e massageio os seus seios tão redondinhos com as mãos.

— Você é tão gostosa — digo próximo a sua orelha, a prendendo na parede.

— Me fode logo — pede manhosa, esfregando o seu corpo no meu, causando atrito entre as nossas intimidades.

Hanna se mantém com os braços em volta do meu pescoço e as pernas na minha cintura, assim as minhas mãos percorrem todo o seu corpo livremente, apreciando cada pedacinho da sua pele macia. Ela é muito mais do que gostosa, dopa os meus sentidos e rouba toda a minha atenção com o seu jeito sexy. Enrosco a sua calcinha nos meus dedos e puxo o tecido até escutar o mesmo se rasgando, seguro a sua bunda com força e a penetro com calma sentindo a sua intimidade extremamente molhada e quente me envolver, arrancando gemidos de mim.

Ela crava as unhas nas minhas costas, aumento a velocidade da minha cintura entre as suas pernas, a fodendo com mais rapidez e Hanna pula no meu colo conforme o ritmo das minhas penetrações. Enfio os meus dedos entre os seus cabelos, beijo os seus lábios com pressa o mordiscando e chupo o seu pescoço com força sem me importa se vai ficar marcado amanhã. Hanna esconde o seu rosto no meu pescoço, chupando o local e aumentando a tensão sexual entre nós.

— Caralho, vai mais rápido — diz eufórica.

— Geme mais alto Hanna, não tem porquê se conter.

Dou um tranco para a loira subir mais no meu colo, ela envolve os braços no meu pescoço e pousa o queixo no meu ombro, prendo o seu corpo contra a parede sentindo os seus seios gostosos no meu peito. Aumento a velocidade das minhas estocadas, sentindo o prazer me consumir com mais rapidez, apenas penso em fodê-la e beijá-la sem parar. Hanna geme gostoso na minha orelha, chamando o meu nome e pedindo para ser fodida desse jeito delicioso. Ela praticamente cavalga em mim, enquanto nos beijamos de forma feroz. Dou alguns passos para trás e me sento na cama, Hanna continua mexendo a cintura um pouco mais devagar por estar cansada, ela puxa o meu lábio inferior com os dentes, apertando a sua intimidade em volta do meu pau e chego ao meu limite gozando nela.

— Tão apertadinha — seguro os seus cabelos e viro o seu corpo com tudo a deitando na cama, continuo entre as pernas de Hanna. Ela geme e esfrega as suas pernas nas minhas — Amor, vira para mim — sussurro na sua orelha.

— Caleb, eu... — sua respiração acelerada não a deixa falar.

— Só vira amor, eu prometo que você vai gostar — sorrio.

Saio de cima dela que se vira ficando de bunda para cima, passo a minha mão pela sua bunda branca e redondinha. Tiro os fios de cabelo colados no suor das suas costas, maneio a sua cabeça e beijo a sua bochecha a fazendo sorrir, me posiciono em cima dela novamente e com o joelho afasto suas as pernas. Hanna geme baixo e agarra o lençol quando a penetro novamente em movimentos lentos, enquanto tento controlar a minha respiração descompassada e dou algumas mordidinhas no seu ombro. Minha mão escorrega pela sua barriga lisinha até o meio das suas pernas e começo a estimulá-la.

— Continua, por favor — Hanna inclina o corpo para cima, remexendo abaixo de mim e sussurro para ela relaxar — Caleb, vai mais rápido, me fode mais rápido.

Seguro o seu cabelo em um rabo de cavalo, continuo a acariciando e aumento a velocidade das minhas penetrações. A loira remexe o corpo abaixo de mim, aperta o lençol com as mãos e esfrega as suas pernas nas minhas. Em poucos segundos, sinto o seu corpo chegar ao limite lambuzando o meu pênis com o seu gozo e relaxa na cama com tranquilidade. Caio ao seu lado na cama, olho para o teto respirando pesado e puxo o lençol para cobrir da cintura para baixo.

O quarto fica um pouco frio por causa da chuva que começa a cair na varanda, Hanna envolve o lençol no corpo e se levanta da cama para fechar as portas de vidro. Depois ela senta ao meu lado e amarra o cabelo em um coque alto, acaricio as suas costas e ela sorri para mim. A loira deita no meu peito e brinca com os meus dedos, entrelaçando os mesmos completando a tatuagem de Yin Yang. Observo a metade do desenho nos nossos dedos, a parte branca com um ponto preto no meu dedo, e a parte preta com um ponto branco no dedo dela.

Ela se aconchega em mim, beijo a sua testa e as tatuagens continuam atraindo a minha atenção. Não levei muito a sério quando Hanna deu a ideia da tatuagem, mas agora olhando bem para o desenho eles não nos representam, na verdade nós somos essas tatuagens. O ponto preto da minha metade é a Hanna em mim, e o ponto branco da sua metade sou eu nela. Hanna compara o tamanho da sua mão na minha, então penso como seria um anel no seu dedo anelar direito e todos os planos que estaria fazendo para o nosso casamento, mas eu estraguei tudo com a nossa briga na noite do acidente.

Os olhos verdes de Hanna me fitam intensamente. Ela ainda deve está chateada comigo.

— Sua boba, eu já fiz muita merda nessa vida, mas a única coisa que eu nunca fiz e nunca farei é te trair — beijo a sua testa — Eu te amo muito, Hanna — fecho a sua mão na minha e beijo os seus lábios.

— Eu também te amo — sorri, mordendo lábio inferior.

— Nada vai separar nós dois, então me desculpa por hoje — faço carinho nos seus cabelos.

— Tudo bem, ursinho.


Notas Finais


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Ryan sendo sacana em denunciar Caleb e Tristan para Harley e Hanna kkk. Relaxem que o segundo otp Harley e Tristan ainda vão se casar kkkk
Haleb sempre se resolvendo no melhor lugar do mundo a cama
Agora se preparem por que no proximo cap eu vou jogar uma bomba aqui :)


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