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História Instinto Protetor - Madara Uchiha- Naruto - Capítulo 7


Escrita por:


Notas do Autor


GEEENTE PELO AMOR DE DEUS DESCULPA
TIVE UM DIA CHEIO ONTEM ACABEI ESQUECENDO!

Boa leituraaa

Capítulo 7 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Instinto Protetor - Madara Uchiha- Naruto - Capítulo 7 - Capítulo 7

Apenas um jovem com o pavio curto
Eu estava tenso, queria me soltar
Eu sonhava com grandes coisas
E queria deixar minha vida pra trás
Não um: Sim, senhor, não um seguidor
Dentro da caixa, dentro do molde
Sente-se no hall de entrada, pegue sua senha
Eu era o relâmpago antes do trovão

Thunder - Imagine Dragons 


Após o jantar, Izuna me chamou para bater papo na sala e eu aceitei, era até bom pra fazer digestão.

— Izuna, eu estou confusa, vocês podem comer comida humana? — Me sentei ao seu lado no sofá.

— Bem, podemos, é claro que não tem um gosto muito bom e não precisamos comer, necessariamente, se tomarmos uma bolsa de sangue a cada três dias nós podemos sobreviver muito bem. — Sorriu, me olhando de forma carismática.

— Oh, é por isso que eu nunca vi Madara comer. — Uma peça havia finalmente se encaixado.

— Sim. — Riu. — Ele é fresco, o gosto não é tão ruim. — Fez careta.

— Espere, e toda aquela comida no jantar?

— Bom, não queríamos que comesse sozinha ou se sentisse excluída. — Deu de ombros.

— Oh, não precisava disso! Se vocês não gostam, não deviam comer, eu não me importaria de comer sozinha. — Me apressei em dizer. Claro que seria diferente, eu sempre comia com Jiraya e Minato quando ele aparecia para nos visitar, eram refeições agitadas.

— De forma alguma, você é da família agora, um Uchiha faz de tudo pela família. — Segurou minhas mãos, havia me emocionado, saber que eu era da família foi tão bom.

— Obrigada, Izuna. — Sorri, um pouco emocionada. — Minha… Família… — O olhei. — É muito grande agora. — Sorri e ele me abraçou forte.

— Eu espero que aumente. — Riu e eu demorei algum tempo pra entender.

— Eh? — O olhei espantada.

— Mas não agora! — Riu da minha expressão de susto. Misericórdia, quase tive um troço.

— Bom… — Bocejei. — Acho que vou subir, estou com sono. — Me levantei. — Obrigada pela hospitalidade, Izuna. — Acenei.

— Disponha, boa noite, querida. — Sorriu e acenou para mim.

Caminhei devagar até o quarto de Madara, onde eu estava instalada, e entrei, encontrando madara saindo do closet com apenas uma calça de moletom preta. Ele tinha duas iguais?

— Boa noite. — Ele sorriu levemente.

— Boa noite. — Devolvi o sorriso e retirei a calça, a blusa era grande o suficiente para ir até meus joelhos. — Obrigada, por me deixar ficar. — Subi na cama, me acomodando entre os lençóis.

— Eu gostaria que estivesse ficando aqui por outros motivos. — Se deitou ao meu lado e ficou de frente pra mim. Eu havia me apegado aqueles olhos ônix, eles pareciam inexpressivos, mas transmitiam muitos sentimentos.

— Nunca é tarde. — Sorri. Eu não havia me arrependido de ter dado uma chance de conhecer Madara.

— Durma tranquila essa noite, eu estarei aqui, certo? — Sua mão foi até a base da minha coluna e me colou ao seu peito, me causando um susto. Seu cheiro estava forte e seus braços me apertavam de forma protetora, me dando a certeza de uma noite tranquila e de um lugar seguro. Eu estava segura.

(…)

Acordei do mesmo modo que dormi, sentindo o aperto dos braços de Madara e seu cheiro bom. Olhei pra cima, tendo a vista de sua face adormecida e alguns fios por ela, levei minhas mãos para tirar alguns de seu rosto, deixando ela descansar pela lateral de seu rosto.

— Bom dia. — Sua voz estava mais grave pela falta de uso, me arrepiando da cabeça aos pés.

— B-bom dia… — Seus olhos continuavam fechados, ele não parecia querer abrí-los, embora não houvesse qualquer claridade, seu quarto era a definição de caverna.

— Ah! — Do mais puro nada, ele me virou na cama, ficando por cima de mim e enfiou seu rosto no meu pescoço, segurando meus pulsos ao lado da cabeça. — Seu cheiro é uma tortura. — Senti seu nariz passar levemente pela minha pele, sua respiração pesada bateu em meu pescoço e eu tremi, era uma sensação tão boa! Me fazia arrepiar e sentir um calor em minha intimidade.

— Mad-ara... — Apertei meus olhos, sentindo suas presas roçarem por minha pele levemente, suas mãos apertando mais meus pulsos, seu quadril se empurrando no meio de minhas pernas, me fazendo sentir o quão duro estava.

Era quase como uma indução, eu estava embriagada por tudo, seu cheiro, seus toques, sua respiração em minha pele sensível...

Senti o exato momento em que sua boca se abriu contra minha pele, se preparando para me morder, mas eu queria, estava em completo torpor, eu sentia tudo.

Toc, toc, toc

As batidas na porta pareceram despertar-nos do transe, a realidade bateu e eu me senti corar até o último fio de cabelo.

— Madara, tem um telefonema para você. — A voz de Izuna parecia séria do outro lado da porta. Madara levantou o corpo devagar, me dando uma visão perfeita de seu rosto sério, seus cabelos desengrenhados e seus olhos vermelhos.

— Estou indo. — Sua voz anormalmente grossa me deu pensamentos errados. Sua boca estava entreaberta, deixando suas grandes presas a mostra, seu olhar era de um predador, não havia mais que instinto e luxúria em seus olhos. — Desça para o café. — Deixou um beijo em minha testa e se levantou, vestindo uma blusa e saindo do quarto.

O que acabou de acontecer?


Notas Finais


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