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História Instituição Mary Rose - interativa. - Capítulo 3


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Notas do Autor


Vamos conhecer o Petro? Se atentem às notas finais.
Xoxo.

Capítulo 3 - Teaser Two - "Say: use me, master."


Após passar cerca de três horas na academia, Petro Blackburn foi direto para casa. O atraente rapaz de dezessete anos havia sido, recentemente, aceito no processo seletivo dos jovens que ingressariam na Mary Rose.

Estava entre os mil em todo o planeta, porém somente três seriam aceitos.

Explicado na mídia, representantes da instituição alegaram que seria temporário e que, nos próximos anos, aumentariam as vagas de acordo com este ano. Estes três seriam conhecidos por serem os mais brilhantes entre todos, e deveriam ficar neles.

Ao contrário de sua amiga Brenda, Petro não estava certo de que iria entrar, sabia que suas chances eram incrivelmente pequenas e se surpreendia pelo fato de ter passado na parte das entrevistas. Embora fosse um aluno mediano, não era um dos melhores.

O que seus amigos não tinham e fosse algo visto como “essencial” para a Mary Rose, que ele tinha era sem dúvidas o dinheiro.

Embora o jovem herdeiro dos Blackburn não fosse um milionário, ainda tinha todo uma rede de fazendas que seus pais tomavam conta. E por possuírem dezenas de fazendas espalhadas pelo Reino Unido, viajavam muito, deixando assim diversas vezes ao mês a grandiosa casa nos bairros nobres somente para o filho. .

Havia uma data para que Petro recebesse um e-mail e se dirigisse para fazer a primeira das provas, porém estava naquela noite comprometido com outro assunto. O qual sempre fizera e julgava ser de maior importância.

Uma festa.

Logo, naquela noite os carros e motos foram adentrando os portões de seu casarão, onde diversos jovens desciam com suas caixas de bebidas. O som estava alto, tocando a música que remixava por seus ouvidos.

Na grande piscina, garotas pulavam enquanto gritavam de empolgação, todas encorajadas pelos marmanjos loucos para vê-las em seus trajes de banho. Estes, sentados ao redor de uma mesa onde um dos amigos puxava a fumaça através de uma mangueira.

Narguilé, obviamente não poderia faltar. Não nas festas de Petro.

Petro por sua vez já estava sem camiseta, somente com sua calça apertada desenhando seu traseiro tão grande quanto o de muitas garotas. Dançava ao ritmo de cada música que tocava, sem derrubar uma única gota do colo de uísque que segurava.

À medida que as pessoas iam chegando, jogos de sacanagem foram sendo feitos e antes mesmo das dez horas da noite a pegação já estava rolando solta.

— Ao nosso grande parceiro, Blackburn! — grunhiu um outro rapaz, de cima de uma caixa de som, erguendo o copo de bebida.

Os outros gritaram em comemoração, todos olhando para ele.

“Falsos e hipócritas!” — julgava Petro.

Sabia bem que não eram os seus verdadeiros amigos, que só se importavam com ele por conta de tudo o que ele patrocinava e fazia. E mesmo assim ele os deixava ficar, os deixava curtir, pois não apenas eles usavam Petro.

O Blackburn era o principal estrategista ali, ele quem usava aquelas pessoas.

Olhando para cada jovem alegre ali, Petro sabia o quão maior ele se tornava. Afinal, quem, em toda o Reino Unido, não estava familiarizado com suas festas? Gostassem ou não, reclamassem ou elogiassem, muita gente sabia quem Petro era, o quão grande e era.

Mas ainda era pouco. Ao seu ver era muito pouco. Queria mais, tinha direito de mais.

Com tudo o que Brenda contou sobre a Mary Rose, sobre as pessoas que se formavam lá e eram levadas às melhores faculdades do mundo, entendeu que era o melhor caminho a seguir. Em todo canal televiso de todos os países se falavam nas parcerias com relação a instituição, desde mídias patrocinadas, jogos e poder legislativo.

Petro não sabia o que aquela instituição tinha, mas entendia que todos que entravam lá tinham uma vida de sucesso. Grandes nomes da música, da política, da televisão e da indústria mundial participaram de lá.

Ele ousava acreditar que a Instituição Mary Rose comandava o mundo, mesmo que indiretamente. Isto era percebido na tão grande importância que a TV e as mais importantes revistas do mundo deram aos jovens que preencheram as filas das seletivas pelo mundo. Ele havia aparecido na TV e, consequentemente, aumentado a sua popularidade.

Baderneiro, da bagunça, das festas e estava pensando em tudo isto enquanto ainda analisava todo seu redor, percebendo tudo em sua volta.

Então agora ele mudava seus pensamentos, ele tinha sim muita chances de entrar para a instituição. E, como diria Brenda, entraria.

— Ocupado? — a voz doce, porém sensual de uma jovem ruiva de biquíni o chamou atenção. Ela o encarava, exibindo um olhar sexy e determinado.

Sem esperar pela resposta do Blackburn, a jovem deu a mão para outra garota de corpo tão definido quanto o dela, e se dirigiram para dentro da casa. Estavam o aguardando.

Petro sorriu, seguindo as garotas até o quarto de cima.

No caminho, outro rapaz foi convocado pela dupla de garotas. Tão atraente quanto Petro, um rapaz moreno de músculos invejáveis e sorriso avassalador.

No quarto, Petro rapidamente foi até o imenso guarda-roupa, que tinha um enorme espelho em sua porta, o abriu e procurou por uma caixa num fundo falso — feito por ele. Retirou a marijuana de seu esconderijo e sem perguntar, a entregou para que o moreno bolasse.

— Me chamo...

— Eu não ligo. — Interrompe Petro, calando a boca da ruiva com beijo, enquanto rapidamente enfiava sua mão por detrás do sutiã preto e o rasgando.

Com o gemido, Petro sorriu ao mordiscar seu pescoço e descer até seus seios. Depois puxou a segunda garota, uma loira de olhos claros e a beijou também.

Lentamente ele desabotoou sua calça e a retirou, se impressionando com o moreno que já lhe entregava a maconha bolada. Este ficou nu e se jogou na cama, beijando a ruiva.

Petro acendeu o baseado e o tragou, passando para a loira. Não era como se precisassem daquilo para ficarem loucos, pois já estavam e a muito tempo.

Ao pegar novamente o baseado, o Blackburn se deitou em sua cama, encostado na cabeceira, deixando que os três fizessem o que deveriam logo mais abaixo. Ele gostava de vê-los, todos submissos a ele, todos o querendo, o desejando e, sendo vulgar ao pensar, o chupando.

Assim seria na Mary Rose, ao lado de Jake e Brenda. Jake não estaria sozinho, Brenda seria alguém e Petro não teria falsos k rodeando. Seriam eles e mundo a partir de quando entrassem na instituição, portanto ele daria o seu melhor e a qualquer custo iria entrar. Por ele e por seus amigos,

Quando as garotas começaram a se beijar, o rapaz moreno veio engatinhando para lhe dar um beijo, mas Petro desviou.

— Vire-se. — Não era um pedido.

— Eu sou ativo. — Disse o moreno.

Petro gargalhou.

— Mais uma vez — iniciou —, eu não ligo.

Envergonhado, o moreno ficou de bruços e encostou sua cabeça na cama, deixando para que Petro fizesse o que quiser a partir dali. O Blackburn jogou a ponta do baseado no chão e se levantou.

Percebendo o que iria acontecer, as garotas extasiadas começaram a se masturbarem, olhando diretamente para a face de Petro. O que elas viam era um homem, um dominador.

Quando colocou a mão no pescoço do moreno e se posicionou, Petro percebeu que o moreno não iria aguentar de dor, o que ativava seu lado sádico ainda mais.

Digam: use-me, mestre! — mandou.

— Usa-me, mestre. — Disseram os três, em uníssono.


Notas Finais


E aí, gostaram?
Gostaria de saber como andam as fichas de vocês? Já iniciaram, estão em qual parte? Finalizando? Precisando de Help?

Xoxo.


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