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História Intensamente: O Acontecer Inesperado - Capítulo 9


Escrita por:


Notas do Autor


OIOIOIOIII Tudem com vocês? Espero que sim!!!
Aqui mais um capítulo para vocês, espero que gostem, e me desculpem qualquer erro.
Nesse novo capítulo, vai aparecer personagens novos e uma que pode ser um grande problema ao longo da história...


**•̩̩͙✩•̩̩͙*˚ ˚*•̩̩͙✩•̩̩͙*˚*
Boa Leitura!
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Capítulo 9 - A maldição da mortalidade.



No capítulo anterior:


— Eu não vi vocês o dia todo, ainda estavam resolvendo essas coisas misteriosas? 

—  São apenas assunto do colégio, nada de mistério.  Não precisa se preocupar com nada. 

 — Vocês são às pessoas que mais confio na minha vida e tenho certeza que eu sou assim para vocês também. 

— Não se preocupe.


***


— Desisto.  

— Você não vai encontrar isso. 

— O que vocês estão procurando?  

— Um livro que fale sobre algum feitiço para bloquear ou disfarçar a idade de um bruxo, mas não encontro.  

— Os únicos que podem enganar a idade são ninfas. Mas elas foram extintas, mortas. Então, infelizmente tenho que concorda com o Jimin.  

— Essa pesquisa toda é por causa daquela menina de ontem?  

— Sim, ela tem um corpo de criança e crianças não tem poderes ativos. Então pela lógica ela deve ser bastante velha. 

— Se quiser eu posso te ajudar a procurar mais livros.  


***


— Agora eu sei de onde vem sua curiosidade.  

— O que você quer? 

— Te ajudar a procurar.  

— Fique a vontade. 

— E também quero saber de outra coisa. Porque estava me observando enquanto eu transava com outra garota? O que foi? Não me lembro de te vê corada quando falou isso na frente de todos na noite anterior.  

— Era um banheiro, não tenho culpa que eu queria usá-lo e não tenho culpa  que você não escolheu um lugar mais reservado. Isso não tem graça seu idiota!  

— Para mim é engraçado pequena. 


***


— Tudo bem?  

— Eu me lembrei de uma coisa. 

— Que coisa? 

— Esse lugar.  Eu fui até ele, no dia em que eu fui atacada, e uma voz de uma mulher falou comigo. 

— Isso é impossível. Ninguém vai nesse lugar. 

— Porque? 

— Esse é o Reino das Ninfas, somente a rainha permite a entrada e a saída de lá. Mas ela está morta a mais de cem anos, junto com seu povo. 


***


— E se… Jimin, Jungkook, Taehyung vocês se lembram que na aldeia muitos falavam sobre guardiãs. 

— Lembro.  Min Jee contava histórias sobre as ninfas guardiãs. 

— A minha avó?  

— Sua avó era um gênio em história sobre magia.  Mas é só lenda. Nunca ninguém teve uma dessas guardiãs. 

— E se alguém tivesse a única que saberia seria a própria Min Jee.  

— Tenha alguém que minha avó era próxima que também sabia sobre isso? Podemos procurar para nos ajudar. [...]  O que houve? 

— Tinha alguém...  Ela era a mais próxima de Min Jee além de sua mãe. 

— Quem é? 

— Não é da sua conta!  

— Ela vai não vai poder nos ajudar. [...] Ela foi assassinada...  O que foi Jimin? Parece que o passado sempre vem para assombrar não importa quando. 

— CALA A BOCA SEU PULGUENTO! 

— NUNCA ESQUEÇA QUE ISSO ACONTECEU POR SUA CAUSA! 

— Vamos embora Taehyung! 


***


— Desculpa…  Eu não…

— Como eu falei... Não é da sua conta. 


*** 


— Eles são sempre assim.  É melhor ir se acostumando.  




.•.・✫・゜・。..・✫・゜・。..・✫・゜・。.•



Jimin abre a porta do bar em Groes, a noite está fria como sempre e agradece por aqui dentro está um pouco quente. Recebe olhares mas não dá bola e se direciona para o banco do batente. Desde que voltou para esse lugar, está sendo um inferno, principalmente naquele colégio. Passa a mão no maxilar e sente a região dolorida por conta do soco de Taehyung. Aquele imbecil! 

— Um dose de Bacardi¹. - Fala para o garçom assim que se senta. 

— Dizem que quando pedem a bebida mais forte, é porque está com problemas envolvendo garotas. - Olha para o lado e vê Hoseok bebendo um enorme copo de cerveja. Solta um sorriso ladino. 

— Não exatamente. - O garçom deixa a bebida em cima do balcão. Dá um só gole e sente o corpo todo queimar, estava precisando disso. Puxa o cabelos para trás e olha para Hoseok novamente. — O passado nunca perdoa.  

— Tem que esquecer isso. 

— Não consigo, quando tento me distrair alguém vem e sempre colocar no meu lugar novamente. 

— Taehyung? 

— Não. - A imagem dos olhos cinzentos dela vem em sua mente. — _______ Ross. - Olha para o copo vazio, e o pior que ela nem sabia disso. 

— Tá tendo um caso com a filha dos Ross? - Jung eleva a voz e Jimin faz um careta para ele, levanta o dedo para o garçom pedindo outra dose. 

— Você está bêbado mesmo. - Hoseok solta uma gargalhada. 

— Nunca tive o prazer de conversar com ela. Harris fala que ela é muito especial. 

— Harris é outro idiota. 

— Você é tão amargurado. - Hoseok termina seu copo e tira do bolso uma nota de dinheiro colocando em cima do balcão. — Melhor ir se acostumando, porque ela vai está junto com você e os outros como futuros representantes do Conselho. - Hoseok dá uma batidinha nas costas de Park e sai. 

Jimin sabia que não tinha bons motivos para odiar aquela garota, e isso já é o suficiente para querê-la longe. A forma como ela é dócil, pura e ao mesmo tempo birrenta e  brigona já o irritava. Quem estava querendo enganar, era a mesma personalidade que a Jee tinha. Não é atoa que Taehyung teve aquele comportamento cuidadoso com ela no dia da festa, ele também percebia isso. 

Agradece o garçom por chegar com sua bebida, Jimin toma outro longo gole de uma vez, sentido a queimação que era necessária naquele momento, precisa ocupa a mente nessa noite



✧✧✧



Seokjin estava na frente de todos na sala falando que com uma pronúncia errada e falta de concentração, podia fazer o feitiço ser quebrado ou até mesmo não consegui iniciá-lo. Mas _______ não estava prestando atenção, olhava para a mesa e viu seu reflexo borrado no brilho verniz da mesa, não conseguia se concentrar nas palavras do professor, o que caía mal logo no segundo dia de aula. Sua mente estava em outro lugar ou melhor na noite anterior, Jimin e Taehyung brigando na biblioteca. As palavras de Taehyung nunca saíram de sua cabeça: Nunca esqueça que isso aconteceu por sua causa. Sentiu que cada letra dita por ele foram cruéis que parecia machucar, não só o Jimin mas também o próprio Taehyung. O que Jimin fez para ganhar esse ódio de Taehyung? O que aconteceu por eles guardarem essas lembrança escuras que parecia que os matava aos poucos? Afinal, quem é ela? 

Vira sua cabeça para trás e ver a cadeira de Park vazia. Porque sentia que estava preocupada com ele? Nem deveria ter essa preocupação repentina, afinal ele não se importa nem um pouco com ela. 

— Tudo bem? - A voz de Katie trás _______ de volta a aula. A mesma da um sorriso fraco para amiga. 

— Sim. - E tenta volta sua atenção para o professor Kim. 

Tentaria pergunta para Katie porque o Taehyung teve aquele comportamento, só torcia que ela realmente falasse alguma coisa. 

Alguém dá três batidas na porta, tirando a atenção de todos na sala, principalmente de _______. Ao abrir, a doutora Min aparece com seus cabelos verdes chamativos. 

— Bom dia professor Kim. 

— Bom dia doutora Min. O que deseja? 

— Queria levar às meninas para o meu consultório para termos uma conversa. - Algumas se olham confusas, já outras pareciam tranquilas pois parecia saber do que ia ser tratado. 

— Fique a vontade. - Choi abre mas a porta e as meninas levantam de seus lugares. 

— Vamos? - Katie já estava de pé. 

— Vamos! 



✧✧✧



Choi abre a porta da enfermaria dando passagem para as meninas entrarem primeiro. O número de garotas é pouco, Katie tinha falado para _______ que essa magia mista de mago e bruxo é um pouco rara e nem todos tem essa sorte. Por isso que a turma dela e a turma da tarde são os que têm menos alunos. 

— Bom… - Choi fecha a porta. — Creio que algumas estejam se perguntando: O que a doutora Min está fazendo? Um consulta no ginecologista? - Todas às meninas soltam gargalhadas com o comentário, até a própria Choi. — É bem parecido meninas. - Uma lembrança de Min Jee falando para _______ que não queria ser bisavó passa em sua cabeça, como os fios brancos dela ainda não tinha aparecido em seus lindos cabelos castanho, falava que tendo um bisneto a tornava mais velha do já era, e ela que era uma criança naquela época e sempre dizia: Vovó Jee sua bisneta é a minha boneca Lily. Solta um riso fraco. Que saudade! 

Choi continua:

— Acho que algumas que vivem em Groes sabem do que eu estou falando ou aquelas que moram nas cidades, como Floyd, já devem ter escutado sobre isso. A muito tempo atrás, de uma forma misteriosa, um feitiço foi jogado em todo o mundo sobrenatural, conhecido como A Maldição da Mortalidade. Um feitiço cruel que machucar de todas as formas possíveis. Todas sabem que nós, seres sobrenaturais, temos a capacidade de envelhecer bem devagar, diferente dos humanos. Só que esse feitiço tira essa nossa habilidade de uma forma horrenda. Essa maldição fica inativa em cada  ser sobrenatural e só é ativada quando um casal tem um filho, fazendo seu corpo começa a funciona como de um humano, o que não é normal para nós. Na parte de mortalidade você torna um humano, começando a envelhecer normalmente. Quando casos de bruxos, lobisomens e até de fadas, elfos e vampiros estavam morrendo com rugas e cabelos brancos antes do tempo previsto o pânico tomou de conta. - Choi vai até sua mesa e senta na cadeira. Abre uma gaveta e tira um frasco amarelo com comprimidos brancos. — O Conselho foi chamado e pediram a ajuda das ninfas, às únicas que não foram afetadas. Elas estudaram e conseguiram entender que gerar um filho causava isso e que a única forma era evitar até que achasse a forma de acabar com tudo isso. Então o Conselho decretou uma regra: que todas as mulheres devem tomar isso. - Choi sacode o frasco. — Esse comprimido foi criada pelas fadas medicinais. Ele agi no seu corpo como um anticoncepcional para os humano. Eu sei que é loucura, mas acredite, para vocês estarem aqui, os seus pais tiveram uma grande decisão e creio que foi a mais importantes da vidas eles. - _______ escutava isso, e bastante surpresa. Bom para ela nascer, crescer, reproduzir e envelhecer era normal, afinal sua vida toda foi criada como uma humana. Mas sabia que para alguns isso é bastante assustador.  — Então por favor, não esqueçam de tomar isso. Uma vez por dia. Casos vocês querem ter uma família no futuro teram que falar com seus pais que iram comunicar o Conselho. - Choi se levantar e pega uma caixa na prateleira. — Podem pegar, um frasco desse dá para um mês, quando acabar pode vir falar comigo que eu providencio mais. - Às meninas se organizam e ao pegarem os comprimidos saem da enfermaria. _______ resolver ser a última a pega o medicamento. Bom, pelo menos isso a deixava se sentir um pouco como humana. 

— O meu já está acabando mesmo. - Katie fala. _______ nem tinha percebido que a fila tinha acabado. — Vocês podiam dá um aroma doce nesse negócio, ele amarga. - Choi dá um sorriso. 

— Fala isso para quem faz. - Choi vê para _______ olhando para os comprimidos e parecia que algo a estava a incomodando. — Tudo bem _______? 

— É errado eu achar que essa maldição para mim é normal... O fato de envelhecer normalmente? - Choi dá um sorriso simpático. 

— Não é. Na verdade, muitos acham isso como uma chance. 

— Uma chance? 

— Uma chance de ter a vida um pouco normal. — Katie responde. — De se sentir mais humano, principalmente para aqueles que vivem com eles como você. 

— Mas essa chance, tem um preço… - Choi diz com um semblante sério. — A dor do filho ao vê seus pais morrendo aos pouco enquanto ele fica jovem e saudável. - Ao escutar aquilo, _______ olha para o frasco novamente em sua mão e seu coração apertada e uma angústia toma de conta dele. Agora isso não é mais normal para ela, pois essa situação que Choi acabou de descrever vai acontecer com ela e seus pais, deixando a situação assustadora. 



✧✧✧



Katie e _______ andam no corredor em direção ao refeitório, após terem saído da enfermaria às aulas já tinham acabado. Katie perceber que sua amiga ficou em silêncio depois que Choi falou sobre a maldição. 

— Esquece aquilo _______.

— Meio difícil Katie. - Solta um suspiro. — Não querem ver meus pais morrendo e quando eu continuo como adolescente para sempre, é egoísmo da minha parte. - Katie pega no braço da amiga a fazendo parar de caminhar. 

— Não é egoísmo. - Fala guiando a amiga para o banco de couro vermelho. — Você foi um presente para eles. 

— Mas meu pais vão sofrer por isso e eu não posso fazer nada. - Sua voz sai fraco e tenta não chorar na frente da amiga. 

— Por isso que é chamado de maldição. - Katie solta um suspiro e as duas ficam em silêncio — Acho que nunca te contei isso. - A Pierce resolve falar ganhando a atenção de _______.— Na verdade, eu tenho certeza que eu não te contei. - Katie rir acompanhada pela amiga. — Sabe meus pais, a senhora Valerie Pierce e o senhor Bruce Pierce. - Acena com a cabeça. Fazia bastante tempo que não via eles, Katie sempre dizia que aqueles dois gosta de se aventurar em viagens. Mas estranhava onde que Katie queria chegar. — Eles não são meus pais biológicos, são meus tios que me criaram como filha desde dos meus três meses de vidas. - _______ arregala os olhos com a revelação repentina da amiga. 

— Porque nunca me contou isso? - Katie olha para as próprias mãos no colo sentindo um pouco culpado por não ter falado isso antes, _______ era uma das pessoas que mais confiava na sua vida. 

— Porque para mim, eles são meus pais biológicos. Minha mãe falou que meus verdadeiros pais foram mortos na nossa própria casa. - _______ sabia que a amiga era boa em esconder suas emoções, mas sentia que ela estava triste ao revelar isso.  — Ela foi em uma tarde nos visitar como sempre desde que eu nasci. Quando chegaram, à porta estava aberta e um choro de uma criança saia dentro da casa. - _______ apertar à mão da amiga, sentindo seu coração bater mais forte com aquelas lembrança de Katie.  — Eles tiraram o coração deles e foram embora, deixando só eu viva. - Porque fizeram isso? Que crueldade! Katie mesmo não lembrando de seus pais, aquela dor, permanecia ali… guardada. 

— Eu sinto muito Katie… - Abraça a amiga forte

— Eu também sinto. - Fala em um sussurro e desfaz o abraço. — Passei esses meus 118 anos sendo a melhor filha do mundo. Com a maldição não queria que eles tivessem um outro filho para eu não ver eles morrendo assim como aconteceu com meus pais verdadeiros. Fui egoísta na minha juventude por deseja isso. - Solta um sorriso e sente os dedos de _______ acariciar os nós da mãos delas. — Quando eu falei para eles isso, eles me disseram caso queiram aumentar a família e que a vida deles durarem por alguns anos…  Esses anos seriam os melhores da vida deles. 

— Lindas palavras Katie. 

— Eu sei. E agradeço a tudo por ter eles na minha vida. - Katie receber um sorriso acolhedor de ______. — E quero que saiba que todos nós sofremos por isso, Julie e Harris ama você e nunca vão deixar de amá-la. - _______ nunca duvidou do afeto de seus pais,  mas porque alguém faria isso? Essa maldição é com um ultimato, você só tem duas opções: o filho vê a morte dos pais diante dos seus olhos ou ficar pelos longos anos da sua vida um solitário infeliz. 

— Como tudo isso aconteceu? -  Tem que ter um motivo. Tudo tem um motivo, nem que seja o mais bobo ao mais desnecessário. 

— Nunca soubemos. Mas como toda maldição tem uma história, ninguém sabe se é verdade ou lenda. Boatos na aldeia em que eu morava começaram a surgir, falavam que duas bruxas  foram banidas da sua comunidade por fazerem magia negra, e como castigo da natureza a mãe perdeu seus poderes e começou a ficar fraca e doente a cada dia. A filha em seu desespero vê a pessoa que mais amava morrendo tentou procurar ajuda mas todos sempre diziam a mesma coisa: Essa é a sua punição. Até que um dia a mãe dela morreu e como vingança jogou este poderoso feitiço que afetam até os seres imortais: vampiros, fadas e elfos. Foi tão poderoso que ela morreu logo que o feitiço foi feito. Ela queria fazer aqueles sentir o que ela sentiu. 

— Isso é horrível. - Diz em choque e Katie concorda com a cabeça. 

— O mais estranho é que esse feitiço foi só ativado um ano depois, e não sabemos como. Mas de acordo com a carta que acharam ao lado dos ossos dela, o feitiço só ia começar quando a coisa mais pura de uma aldeia completar seu décimo oitavo aniversário. Nunca descobrimos que foi a âncora.

— Como perceberam que o feitiço foi ativado? 

— Pelo irmão do JungKook. 

— O irmão do JungKook? 

— Sim. Quando ele engravidou uma lobisomem. Todos nós na aldeia ficamos em choque com aquilo, um vampiro não conseguia se reproduzir. Sora e Hyeon ficaram apavorados com um filho deles vindo ao mundo. Quando a criança estava com sete meses na barriga dela, acharam uma cabana velha e abandonada com a carta, mas não acreditaram naquilo e colocaram debaixo do tapete. Sora e Hyeon começaram a sentir fraco e cabelos brancos começaram a surgir antes do tempo, JungKook estava apavorado com aquilo tentava de tudo para conseguir salvar o irmão. Quando a criança nasceu, Sora morreu no parto e Hyeon só cuidou da criança por dois meses. Hyeon era um homem de bom coração e amava seu filho e pediu para JungKook proteger o garoto nem que isso custasse sua própria vida. Min Jee também amava aquele garotinho e cuidou enquanto JungKook tentava descobrir o que tinha acontecido. Só que casos como aquele começaram a surgir mais e mais, então acreditaram naquela carta. 

— Katie que história! E cadê o garoto? - Katie solta um sorriso. 

— Kwan virou um homem. Um lindo homem por sinal. - _______ rir com o humor da amiga no meio dessa confusão.  — Ele representa a família Jeon no Conselho. Como seus pais era um vampiro e uma lobisomem, ele é híbrido. O único híbrido do mundo sobrenatural. Você vai gostar dele quando conhecê-lo. - O único híbrido. No mundo dos livros que _______ lia, os híbridos era bastante comum. Mas parecia que nesse que ela vive e que é real, não é bem assim. 



Taehyung caminha no corredor e vê _______ e Katie conversando. Se lembra do que aconteceu ontem, era normal ele e Jimin acaba em meios a socos, mas se sentiu desconfortável com a presença dela lá, e desde que acordou na parou de pensar na reação da _______. Não sabia o porque, mas sentia que tinha que da uma explicação para ela. 

— Meninas. - Um voz rouca faz _______ levantar a cabeça, e vê Taehyung em pé. Nem tinha percebido que tinha chegado. 

— Oi Taehyung. - _______ fala sorrindo. 

— Será que podemos almoçar juntos? Queria conversar com você. -  _______ se espanta com a proposta direta dele. Katie olha para Kim semicerrado. Um comportamento bem  inesperado vindo por ele. O mesmo apenas coloca as mão no bolso da calça esperando a resposta da Ross. 

— É… - Olha para Katie. 

— Pode ir _______. Susi me faz companhia. 

— Tá bom então... 


 ✧✧✧


Ruth morde um pedaço da batata fria e observa _______ e Taehyung sentando juntos na mesa do refeitório. Ela chegou e acabou com todos os planos dela e seu ódio por ela só aumentava. Sem falar que é amiga dos futuros representante do Conselho. 

— Se continuar assim, daqui de alguns minutos vai sair fumaça da sua orelha. - Wendy e Lucille sorrem juntas fazendo Ruth vira a cabeça com uma expressão nada boa. 

— Essa garota acabou com tudo. Era para eu representar o Conselho, e do nada os Ross surgem com uma filha. 

— Para de ser chata Ruth. Você não tem o mesmo sangue que os representantes do Conselho. Então por lei, você não ia ficar no lugar dela. - Wendy, ruiva assim como suas duas irmãs - Ruth e Lucille - era a mais tranquila das três, não tinham pensamentos ambiciosos como Ruth. A ruiva de corte chanel não dava bola para os planos insignificantes da irmã. 

— No ano que vem, era para eu ser a representante e você sabe. - Wendy revira os olhos e bebe um gole do suco. 

— Ela tem razão Weny. - Lucille, chama a atenção de todos com seus longos cachos ruivos. Diferente de Wendy, ela era mais fiel a Ruth, e adora receber atenção assim como a irmã, e o fato de o nome da família está no Conselho lhe interessava também. — Os Pierce são amigos da nossa família, e foi eles que tiveram essa ideia. Os Jeon's, Os Pierce's, Os Park's tinha aceitado a proposta. 

— Mas os Kim's estragaram, por que com certeza sabia da existência dessa ai. - Ruth demonstrava o quando a presença de _______ naquele colégio era uma ameaça. 

— Se você falar com o Jimin, talvez ele pode te ajudar. - Wendy rir fazendo suas irmãs a olharem estranha. 

— Jimin só transa com você Ruth, para de perder tempo com esse seu sentimento platônico. 

— Ai que você se engana querida irmã. - Vira seu olhar vingativo para _______. — Jimin vai ser meu e vou ser a próxima representante do Conselho de Groes, nem que eu tenha que pisar por cima de baratas, ou não me chamo Ruth Jones. 






Notas Finais


Notas:
¹ - Bacardi é uma marca de bebida alcoólica e a maior companhia privada do mundo fabricante de bebidas destiladas. Facundo Bacardi Massó, um imigrante espanhol fundou em 4 de fevereiro de 1862 em Santiago de Cuba a companhia Bacardi.


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❃ Parece que nossa Ross arranjou um inimiga.
❃ Jimin querendo de afastar de _______...
❃ O que será que o Taehyung irá falar para ela e porque Katie ficou desconfiada?
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Espero que tenho gostado do capítulo! Até a próxima!

Vick~~~


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