História Intense - Capítulo 13


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Barbara Palvin, Bieber, Comprada, Contrato, Justin Bieber, Prostituta
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Palavras 2.098
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey ❤

Boa leitura.

Capítulo 13 - The truth hurts


POV.Justin Bieber

Se tem algo que detesto é quando as pessoas interferem na minha vida pessoal, sai do Porsche e adentrei o prédio. Nathália costumava fazer aula de natação à noite para diminuir a ardência nas suas costas. Além de praticar sadomasoquismo, ela também é sócia de várias casas noturnas. O porteiro liberou a minha passagem sem nenhum problema, ele era um velho conhecido e fã do meu trabalho.

— Boa noite, senhor Bieber! — sorriu simpático.

— Boa noite! — segui reto em direção a ala de natação. Havia poucos funcionários circulando pelo local, o que me daria uma certa privacidade.

Abri a porta de vidro marrom encontrando a Nathália dando braçadas e mergulhando para o fundo da piscina. Retirei os tênis, o cinto, as meias, a calça e a camisa. Meus olhos fixos na ruiva trajada no maiô azul e com a touça preta na cabeça. Pulei dentro d'àgua nadando por alguns segundos até alcançá-la.

— Quem é vivo sempre aparece, né? — Nathália sorriu de canto, ficando de pé. — Sentiu saudade da sua ruiva preferida?

— Pode ser que sim e pode ser que não. — observei os arredores e ninguém estava no local, além de nós dois.

— Não tem ninguém aqui, gato! A minha professora de natação já foi embora e os alunos também. Você pode abusar do meu corpo a vontade. — Nathália acariciou meus braços, arranhando a minha pele de leve.

— Então, estamos sozinhos? — mordi seu queixo e ela assentiu com a cabeça.

— Podemos fazer tudo que a sua imaginação permitir. — disse maliciosa.

— Eu vou fazer você ficar sem fôlego. — acariciei seus lábios, mantendo o nosso contato visual. Minha mão direita adentrou no seu cabelo, sorri de canto, fitando seus olhos castanhos. Nathália ansiava por um beijo, aos poucos fui diminuindo o espaço e de súbito enfiei a sua cabeça debaixo da água. Ela se debateu desesperadamente, as borbulhas saindo da sua boca e ainda mantive-a no mesmo lugar.

— VOCÊ INVENTOU PARA BARBARA QUE TE AGREDIR COM CHICOTADAS E QUE SOU SÁDICO A PONTO DE BATER NAS MULHERES. QUAL A SUA INTENÇÃO? RESPONDA, CADELA! — indaguei frio, puxando a sua cabeça para cima e depois enfiando sua cabeça de novo na água. Afundei a vadia bem lá no fundo da piscina e trouxe-a de volta. A sua boca se abriu tragando o ar novamente. — CONFESSA, VADIA! CONFESSA NA MINHA CARA QUE TE BATI.

— Aiiiii.....— gritou, sentindo dores no seu couro cabeludo. O seu nariz ficou vermelho, ela parecia surpresa por eu saber da sua armação.

— Eu quero respostas objetivas, por causa das suas mentiras a Barbara ficou amedrontada e com medo de transar comigo. — falei ríspido, fitando fixamente essa puta desaforada. — Por um segundo, ela acreditou que sou um agressor e que te machuquei fisicamente na hora h.

— Eu não disse nada demais, essa garota deve ter entendido tudo errado. — ela estava tentando escapar das minhas perguntas.

— Tem certeza que você não falou nada demais? — indaguei irônico, enfiando sua cabeça de volta na água e deixando por alguns minutos. — VOCÊ ARMOU UMA CILADA PARA MIM, MAS SE DEU MAU. NINGUÉM SE METE NA MINHA VIDA E FICA IMPUNE.

Ela bateu a mão direita na minha coxa, implorando em silêncio para não matá-la afogada.

— Estou amando te ver assim com a cabeça enfiada na piscina sem conseguir respirar. — vociferei exaltado, essa cadela quase ferrou com a minha noite. Levantei novamente sua cabeça e ela arfou desesperada por ar, tossindo muito, quase se engasgando com a água. — Se você morrer não fará nenhuma falta.

— ESSA GAROTA ESTÁ MENTINDO. — gritou exaltada, as mãos agarrando meus braços, mantive a mão segura na raiz do seu cabelo. — Eu nunca trairia a sua confiança.

— Pensei que você fosse mulher o bastante para admitir seus próprios erros. — voltei a enfiar sua cabeça na piscina, deixando por mais alguns segundos. — Eu não sou manipulável nas suas mãos e não adianta se fazer de santa, pois conheço bem o tipo de pessoa que você se transformou: numa mulher fria e sem escrúpulos. Querendo destruir a felicidade aléia, caluniando as pessoas.

— VOCÊ ESTÁ ME HUMILHANDO POR CAUSA DAQUELA VADIA? — indagou enfurecida, desisti de matá-la afogada. Pois não vou sujar minhas mãos com esse lixo, mas antes segurei com força o seu pescoço.

— LAVE A SUA BOCA ANTES DE PRONUNCIAR O NOME DA BARBARA E NUNCA MAIS OUSE A CHAMÁ-LA DE VADIA. SE VOCÊ TIVER AMOR A SUA VIDA NÃO SE APROXIME DA MINHA GAROTA. — alertei.

— Me solta! — pediu com voz falha, me afastei do seu corpo saindo da piscina.

Estou com uma raiva insana da Nathália e quase não consegui me controlar. Vesti minha roupa de volta, fitando friamente a rapariga saindo da água.

— VOCÊ SE TRANSFORMOU NO HOMEM FRACO, ENFEITIÇADO POR UMA PROSTITUTA DE BORDEL. MAS ME RESPONDA UMA PERGUNTA: VOCÊ ESTÁ GOSTANDO DELA? — ela me seguiu pelo corredor, fechei o zíper da calça antes de respondê-la.

— SE EU GOSTAR É PROBLEMA MEU, SE EU QUISER ASSUMIR A BARBARA TAMBÉM É PROBLEMA MEU. — respondi exacerbado, apontando o dedo na sua cara. — MESMO ASSIM, VOCÊ NÃO TEM O DIREITO DE AFASTÁ-LA DE MIM. EU DECIDO QUANDO ELA SAI DA MINHA VIDA.

— ESTÁ CEGO DE PAIXÃO POR AQUELA VAGABUNDA. — resmungou desgostosa, me fitando com raiva. — O QUE A BARBARA TEM QUE EU NÃO TENHO? RESPONDA, CRISTIANO!

— Ingenuidade. A Barbara é tão pura que não consegue enxergar a maldade dos outros e fica acreditando em certas cobras como você. — respondi sério, retirando sua mão de mim. — Ela é linda e quando estou ao lado dela, tudo parece certo. Barbara jamais faria o que você fez comigo.

— Não seja tolo! — Nathália riu debochada. — Você está se apaixonado por uma puta que já teve vários homens. Ela se faz de inocente para ser bem paga pelos seus clientes e você defende essa vadia como se ela fosse uma donzela intocável.

— A Barbara era virgem antes de se entregar a mim, eu fui o primeiro homem a tê-la na cama. Confesso que foi um imenso prazer tirar a virgindade dela. — sorri de canto vendo o desapontamento no seu rosto.

— O QUÊ? — interpelou incrédula. — VOCÊ COMEU UMA GAROTA VIRGEM?

— Foi uma sensação maravilhosa romper o hímen da Barbara. Delícia! Ela é tão apertada. — sorri malicioso, fitando seus olhos. — Sem dúvida, foi uma das melhores transa da minha vida, senão a melhor.

— Impossível! Você nunca quis comprar prostitutas virgens. — Nathália ficou ultrajada, andando de um lado para o outro, segurando com força o seu cabelo.

— Pois, comprei. — cruzei os braços, pouco me importando com seus sentimentos. — Foi um ótimo investimento.

— Você é muito insaciável na cama, ela nunca vai te satisfazer sexualmente. — Nathália disse sarcástica. Gargalhei alto, adorando vê o desespero estampado em seus olhos. Nathália ainda era obcecada em mim.

— Eu pretendo continuar comendo a Barbara outras mil vezes. — confessei provocativo, andando pelo corredor e decidido a voltar para casa.

— Você só pode estar blefando. — riu descrente, me seguindo pelo corredor.

— Não, estou sendo sincero. — afirmei convicto.

— VOCÊ NÃO PODE FAZER ISSO COMIGO. — disse furiosa, segurando o meu braço. — EU TE AMO E ODEIO TE OUVIR FALANDO MON PETIT.

— Você precisa me esquecer, nós não temos mais nada. — falei ríspido, puxando meu braço de volta.

— Mentira, eu sei que você ainda me quer como antigamente. —Nathália tentou me beijar a força, agarrando minha cintura.

— Você realmente acha que vou esquecer a merda que tu fez? Não seja ridícula, eu não te desejo mais como antigamente. — seguirei seus braços. — A única mulher que vou enfiar meu pau na boceta e fazê-la ter múltiplos orgasmos não é a Barbara. — falei sério. — Eu quero Mon Petit só para mim.

— ODEIO ESSA PUTA. — afirmou enraivecida. — Você sempre teve recaídas e agora está com nojo de me tocar?

— Seu corpo não me causa mais prazer, você não significa nada e só faz parte do meu passado. — sai do prédio, destravei a porta da minha Ferrari e ela ainda continuava no meu pé.

— O que diabos essa garota fez contigo? — indagou furiosa, segurando meu braço.

— Sexo. — entrei no carro fechando a porta na sua cara. — Se você inventar outra mentira, eu juro que pego seu chicote pendurado na parede e dou uma surra tão forte, que você sangrará até a morte.

— Você não faria uma atrocidade dessa, faria? — indagou assustada, inclinada na janela.

— Experimente encostar no fio de cabelo da Mon Petit e sofrerá duras consequências. — avisei com um olhar ameaçador e ela engoliu em seco.

— Você ainda voltará para mim. — disse esperançosa.

— Não se iluda. — passei a língua no meu lábio inferior. — A nossa relação não tem volta.

Fechei o vidro da janela dando adeus a Nathália, ela chutou a roda do meu carro quando dei partida deixando-a para trás.

Horas depois...

O trânsito caótico me fez perder o jantar com a minha garota, Lúcia serviu a minha refeição e eu tive que comer sozinho. Confesso que senti falta da sua companhia, comi em silêncio, degustando cada gafada. Bebi o suco natural, limpei a boca com o guardanapo e fitei a Lúcia na sala de jantar.

— Cadê a Barbara? — indaguei.

— Ela ficou um pouco indisposta e foi para o quarto. — Lúcia suspirou pesadamente. — A Barbara te esperou no jantar, mas você não apareceu.

— Eu tive que resolver um problema particular. Ela comeu alguma coisa? — interpelei, deixando o prato de lado e ficando apenas com o suco.

— Barbara se alimentou bem pouco, mas ficou chateada com o seu sumiço. — disse séria.

— Eu vou vê-la. — me levantei da cadeira, pegando apenas uma rodela de tomate da salada.

— Cuida bem da sua Mon Petit. — disse mandona, retirando a louça da mesa.

— Vou cuidar. — caminhei em silêncio, lá fora a chuva caindo e molhando a janela. Boa parte do andar debaixo da minha casa era de vidro que me dava a visão do que se passava lá fora. Subi a escada e fui direto para o meu quarto. Abri a porta encontrando-a deitada na cama, retirei o relógio deixando sobre o criado-mudo.

— Barbara? — ela já estava dormindo, acariciei o seu rosto de leve sem querer acordá-la.

Descidi tomar uma ducha antes de cair na cama, entrei no banheiro e retirei minha vestimenta. Joguei as roupas sujas no balde e adentrei no box de vidro.

25 minutos depois...

Por estar chovendo achei melhor vesti a calça moletom sem cueca, normalmente prefiro dormir despido, mas por causa da temperatura fria optei pelo moletom.

— Clarice.... — Barbara sussurrou, parecia estar sonhando com alguém. Sentei na cama, fiz minha oração pedindo saúde e paz. Depois afastei o edredom me deitando ao seu lado, ela continuou sussurrando o nome da tal Clarice.

Inconscientemente, ela abraçou-me pela cintura, repousando sua cabeça no meu peito. Eu não sou muito fã de ficar grudado nas pessoas, na verdade é uma experiência estranha. Ela era a primeira garota que dormia na minha cama e por isso sempre evitava esse tipo de intimidade. Barbara precisava compreender que não somos um casal, ela não tem que sentir ciúmes ou querer controlar meus passos. A nossa relação não passava de um contrato de 6 meses com direito a validade. Ela está se beneficiando do meu dinheiro em troca de favores sexuais.

— Mon Petit! — suspirei pesadamente, fazendo um afago no seu cabelo loiro.

Será que é uma boa ideia deixar o meu filho conviver com essa garota? O problema seria se o Juan se afeiçoar-se a Barbara, ele ainda é uma criança de 8 aninhos e sempre me pediu uma mãe. Meu filho é um pouco carente de amor materno, mas eu não pretendo deixá-lo convivendo com uma prostituta. Talvez seja mais prudente esperar o fim do contrato e assim evito a aproximação dos dois. Barbara não é a mulher ideal para ocupar o lugar de mãe na vida do Juan.

Apaguei a luz do abajur me sentindo sonolento, amanhã será um dia muito corrido. Eu tenho um compromisso inadiável, fechei meus olhos e aos poucos o sono tomou conta de mim.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Beijos da Lari e da Ray. ❤


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