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História Intense - Capítulo 24


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Notas do Autor


Boa noite anjos, espero que gostem.

Boa leitura. 💕

Capítulo 24 - The scape


POV.Juan Bieber

Acordei um pouco sonolento e confuso, eu estava me sentindo preso nesse quarto de hospital. Os pequenos flashes da minha memória me fizeram recordar do motivo de ter vindo parar aqui. Eu vi no noticiário da TV algo que dizia que o meu papai está morto. Eu não posso perdê-lo, tenho planos de morar com o meu paizinho e ficar o máximo de tempo ao seu lado. Eu nem sabia o nome da minha mãe biológica e sempre me sentir solitário por não ter o seu amor. Agora o destino queria tirar o meu pai de mim, por mais que eu gostasse de viver com a minha avó, não era a mesma coisa do que está nos braços do meu paizinho. Sempre que vou na sua casa tento ao máximo aproveitar da sua companhia, pois ele sempre está viajando com o Real Madrid e não tem tempo para me visitar.

— PAPAI! — gritei agoniado, arrancando a agulha do soro no meu braço direito. Eu precisava fugir desse lugar e viajar até Madrid para salvar o meu pai. Desci da cama e me senti um pouco tonto, a porta se abriu e dois enfermeiros ficaram na minha frente. De improviso passei debaixo da perna do gordo e sai correndo pelo corredor do hospital.

— Peguem o garoto! — um deles ordenou irritado, infelizmente acabei sendo capturado pelo médico. Ele era fortão como o Hulk e eu não tinha forças para enfrentá-lo.

— Me solta! Eu quero o meu pai. — fiquei irritado, socando o seu peito.

— Traz a injeção. Dona Pattie mandou dopá-lo até termos notícias do paradeiro de Justin Bieber. — o médico mandou seriamente, continuem tentando fugir dos seus braços.

— Demônios! — esbravejei. Os enfermeiros me colocaram na cama, imobilizando os meus braços e assim o médico aplicou algo na minha veia. — SOCORROOO.....

      POV.Barbara Palvin

Estou há mais de meia hora na casa do John pesquisando no seu computador alguns dos lugares com mata densa e fechada. Na sua visão as coisas não foram muito esclarecedoras, mas eu creio que o Justin esteja preso numa floresta bem afastada da cidade. Pegamos o mapa para marcar os possíveis lugares onde o Bieber poderia está em cárcere privado. Maruei um X nas três regiões prováveis que o Patrick levaria o Justin para matá-lo sem deixar nenhum rastro. Só de imaginar o Bieber sendo torturado, apanhando e sangrando senti o meu coração completamente fragilizado.

— Na minha visão eu vi um acampamento perto de uma floresta. — John revelou aflito. — O Justin está meio fraco, quase sem forças para se manter acordado.

— Vamos começar por aqui. — apontei o lugar no mapa com a caneta.

— Amanhã iniciaremos as buscas. Vá para a sua casa e descanse. — disse atencioso.

— Se cuida! — beijei a sua bochecha, o táxi que o John havia pedido já me esperava lá fora.

                       ****

Juro que tentei ficar quieta no meu canto sem fazer nada imprudente. Quase aceitei o convite do Jacob para ir na casa da sua avô com o intuito de esquecer temporiamente os meus problemas. Mas não consegui ir, pois a cada cinco segundo os meus pensamentos estão voltados nele. Desejando saber onde o Bieber estava escondido? Ignorei a mensagem carinhosa do meu namorado, abri a mochila colocando dentro a caixinha de primeiros socorros, a lanterna com pilhas, algumas barras de chocolates e cereais. Fui até à cozinha, peguei algumas frutas, duas garrafas de águas e um isqueiro. Em seguida, roubei a chave da caminhonete da Isabelle e sai do apartamento. Desculpe John, mas eu não consigo ficar de braços cruzados e esperar o sol nascer. Segui em direção a garagem do prédio, entrei no carro já ligando o GPS e dirigindo em alta velocidade para a tal floresta que o John havia selecionado. Enquanto dirigia algumas recordações vieram à tona.

       Flashback on

Meus olhos estavam fixos nos croqui que desenhei durante a tarde, eu sonhava em um dia ser uma grande estilista e mostrar a todos o meu verdadeiro talento. Eu esperava ansiosamente que minha irmã estivesse comigo no dia que eu abrisse o meu primeiro ateliê. Os médicos me garantiram que a Clarice está bem melhor e que se continuar nesse ritmo em breve se livrará da quimioterapia.

— Olá! — Justin beijou meus lábios de leve, acabará de chegar do seu treinamento. Seu cabelo loiro estava molhados, ele usava uma camisa do Real Madrid e uma bermuda jeans.

— Olá! — sorri meiga, voltando a fazer mais um desenho. 

— Eu não sabia que você desenhava tão bem. — disse impressionado pegando um dos meus croqui e analisando o vestido que acabei de desenhar.

— Obrigada! — agradeci.

— Eu acho que você tem talento e deveria investir na sua vocação.  — ele sentou na cama e ficou vendo todos os meus desenhos. 

— A minha melhor amiga também disse a mesma coisa. — sorri de canto, lembrando da Isa. — Quando sobrava alguns tecidos na casa da mãe da Isabelle, eu costumava fazer roupas para minha irmãzinha e ela adorava.

— Além de desenhar e inventar modelitos, você sabe costurar? — ele arqueou uma de sua sobrancelha. — Você tem uma irmã?

— Sim, ela é a pessoa mais importante na minha vida. — suspirei, morrendo de saudade da Clarice.

— Você não fala muito da sua família, mas eu tenho curiosidade de descobrir um pouco mais da sua história. — Justin me fitou fixamente, mas eu não queria falar dos meus problemas familiares com ele.

— É complicado. Não me sinto à vontade para falar desse assunto contigo. — fechei o meu caderno querendo fugir das suas perguntas.

— Tudo bem se você não quiser falar da sua família, mas eu preciso de um conselho. — disse sério, segurando a minha mão com carinho.

— Você está pedindo a minha ajuda? — indaguei surpresa e ele assentiu com a cabeça. 

— Sim, eu preciso da sua opinião. O meu filho quer muito morar comigo e eu não sei se o Juan se habitará a viver aqui sem a minha mãe. — ele estava pensativo e cheio de incertezas.

— Faz um teste, traga o Juan para morar contigo por um mês e se ele se adaptar rápido a sua nova rotina.... você o deixa ficar por definitivo. — dei uma sugestão, o garoto amará conviver um pouco mais com o pai.

— Talvez você tenha razão. Obrigado por me ajudar com o meu filho. — ele ficou sobre o meu corpo e beijou o meu pescoço com carinho.

— Você é um bom pai. — acariciei sua bochecha e ele depositou um beijo na minha mão. Depois sorriu meigo, pegando a caneta e escrevendo a palavra linda no meu braço. — Hei! Não me risque.

— Shii! — ele continuou escrevendo na minha coxa a seguinte frase: Mon Petit és mi vida.

— É guerra, né? — peguei outra caneta no meu estojo rosa e escrevi no seu braço folgado.

— Deliciosa! — sorriu de canto.

— Justin pertence a sua Mon Petit! — escrevi na sua costela e ele gargalhou gostosamente.

— Convencida! — disse risonho, mordendo o lábio inferior.

— O seu corpo é meu e sua boca ainda será minha. — escrevi na sua barriga e desenhei uma estrelinha, enquanto ele desenhava uma bola de futebol na minha coxa direta. Suas mãos acariciando a minha pele começou a me excitar. — Chega! Você já me riscou toda.

— Mas falta um lugar para escrever. — disse pensativo subindo a minha saia até a cintura.

— Não. Você não vai me riscar aí. — falei revoltada, vendo-o retirar a minha calcinha pra rabiscar perto da minha intimidade.

— Tire a mão, Barbara! — pediu sério, retirando minhas mãos e escrevendo seu nome pertinho da minha boceta.

— Idiota! — revirei os olhos, ele jogou a caneta no chão e mordiscou a minha intimidade. Droga! Por que me excitava sentir a sua língua sugando o meu clitóris? — Safado!

— Quero te ver gozando. — disse excitado lambendo a minha intimidade e me penetrando com seus dedos.

— Odeio não ser imune a você. — gemi baixinho.

— Eu adoro te deixar molhadinha. — sussurrou, aumentando a intensidade das suas chupadas no meu sexo.

— Isso é tão gostoso. — arfei, retirando a minha blusa e apertando os meus seios.

— Gostosa! — ele retirou a minha saia e depois voltou a penetrar seus dois dentro em mim. Sua língua deslizava pelos meus lábios menores e mordiscava meu clitóris.

— Awnn....— gemi afoita, minhas paredes internas de contraíram e eu gozei na sua boca. — Que delícia! Me fode!

— Você é tão gostosa que não tem como recusar o seu pedido. — disse malicioso, retirando o restante da sua roupa e ficando por cima do meu corpo.

— Awnn... — gemi sentindo a sua ereção roçando na minha intimidade, ele colocou a sua cabecinha e foi me penetrando com cuidado. — Mais rápido....

— Barbara! — suspirou fundo, me penetrando com estocadas fortes. Adentrei as minhas mãos nos seus cabelos molhados e puxei alguns fios com força. Justin chupou o meu seio esquerdo, enquanto aumentava as suas estocadas fortes. Nossos corpos se encaixavam perfeitamente, sua boca devorava cada pedacinho do meu seio e seu quadril se movia de maneira rápida fazendo seu pau entrar e sair diversas vezes. Os meus gemidos foram ficando cada vez mais alto, meu corpo começava a suar e minha boceta pulsava sentindo as contrações ficando fortes.

— Justin.... — gemi o seu nome ao sentir o meu orgasmo cada vez mais perto.

Minha respiração ficou ofegante e se misturava a dele, fitei os seus olhos nublados de desejo e senti a minha musculatura interna apertando seu membro.

— Puta merda! Você me aperta todinho. — arfou, metendo mais rápido em mim. Os meus olhos se fecharam brevemente e eu alcancei o meu orgasmo; gemendo alto e cravando minhas unhas na suas costas. Depois de mais algumas estocadas, ele conseguiu gozar.

      Flashback off

— Merda! Essas lembranças acabam comigo. — soquei o volante do carro, sentindo uma aflição no meu peito. Depois de ficar dirigindo por três horas sem nenhum descanso, parei o carro numa estrada deserta. Fitei as horas no meu relógio que marcava 23: 10 PM, peguei a minha mochila no banco detrás e entrei na mata densa com a lanterna na mão direita.

POV.Justin Bieber

Eu não sei há quantas horas estou preso aqui nesse lugar? Só sei que a cada dia que se passa o meu corpo ficava mais fraco. Esse desgraçado estar fazendo da minha vida um verdadeiro inferno, ele tem me alimentado apenas com um pedaço de pão seco e um pouco de água. Eu devia ter matado esse verme quando tive a oportunidade nas minhas mãos e o deixei escapar com vida. Toda vez que o Patrick aparecia aqui era para me torturar, o meu rosto está com vários hematomas e o meu abdômen com manchas roxas. Enquanto eu dormia amarrado ao tronco da árvore, sentindo fome, sede e frio. Ele dormia na sua barraca de acampamento, comendo e bebendo com os seus capangas.

— De hoje você não passa. — falando no diabo, ele saiu da barraca ostentando um sorriso debochado. — Você vai morrer, mas não se preocupe, eu vou filmar a sua morte e faço questão que a Barbara assista o vídeo.

— Eu... vou... te matar... pode apostar... que cumpro... com minhas... promessas.  — sussurrei pausadamente com certa dificuldade para conversar.

— A probabilidade de você conseguir me matar é nula. Você não consegue nem ficar em pé quanto mais segurar uma faca e enfiar no meu peito. — disse sarcástico, chutando fortemente na minha barriga.

— Filho da puta! — grunhi de dor.

— Cala a boca e escute o meu plano de vingança. — ele sentou-se no banco de madeira e revelou seus planos. — Eu vou arrombar a boceta daquela vadia e dessa vez não terá você para salvá-la. Sabe porquê? Porque você estará ocupado dentro de um caixão.

A sua risada ecoou no ambiente deixando-me irritado. A Barbara não pode continuar em Madri, se esse desgraçado conseguir me matar, ela vai ter que fugir para outro país. Porque eu não estarei por perto para matar esse filho da puta longe de Mon Petit.

— Se atreva a encostar um dedo nela e terá a sua cabeça arrancada. — ameaçei friamente. — Se você abusar da minha garota pode se considerar um homem morto.

— Chega de papo. — Patrick disse irritado. — Dê um choque elétrico nele, faça esse infeliz implorar pela própria vida.

Sentir o meu corpo estremecer pelo choque na minha pele, eles estão adorando me fazer de cobaia.

— Vai ter volta. — falei irado com a voz fragilizada.

— Vou te mostrar uma coisa que fará você sentir falta da sua família. — ele retirou o celular no bolso da sua calça moletom verde e mostrou o vídeo em que aparece o meu filho deitado numa cama de hospital;  respirando pelos aparelhos.

Meus olhos se encheram de lágrimas. O que será que aconteceu com o Juan?

— O QUE VOCÊ FEZ COM O MEU FILHO? SEU DESGRAÇADO! — indaguei furioso, tentando me soltar das cordas e enforcar o Patrick.

— O seu filho está nas nossas mãos. — disse frio.

— O que você fez com o Juan?— indaguei ríspido.

— Eu só mandei o médico deixá-lo inconsciente por algumas horas, mas o motivo do seu filho está nesse estado lamentável é o seu desaparecimento. — disse seco, sem nenhum pingo de arrependimento por estar judiando uma criança. — O garoto não aguentou saber que o papai morreu. Enquanto, todos pensam que você está morto, eu fico aqui te torturando até enjoar da sua cara e resolver definitivamente te mandar para o inferno.

— Verme. — fitei-o com ódio.

— O Seu pequeno Juan está sendo sedado pelos médicos, pois quando acorda tem vários surtos de loucura e quer bater todo mundo quando fala que você está morto. — Patrick gargalhou alto.

— Você vai pagar por cada lágrima derramada pelo meu filho, por cada segundo que ele achou que estou morto e pela dor que ele está sentindo. — esbravejei enfurecido, cheio de ódio e raiva. — Eu não vou ter piedade quando você estiver nas minhas mãos implorando pela merda da sua vida.

— Você não tem escolha e da próxima vez que eu voltar nessa sala será o seu fim. — assim que ele saiu, o gordinho veio trazer a minha refeição o tal e velho conhecido pão duro.

Eu tinha poucas chances para o meu plano dá certo, mas era a minha única opção de sair vivo desse inferno. Ver o meu filho totalmente desacordado, deu-me forças para lutar pela minha própria vida e voltar para os braços do meu pequeno.

— Engula! — o gordinho ordenou rude.

— Preciso ir no banheiro, estou muito apertado. Tem como você me soltar? — supliquei, fazendo cara dae quem está preste a fazer xixi nas calças.

— Você acha mesmo que sou idiota a ponto de soltá-lo e ter minha cabeça arrancada pelo chefe? — riu de canto.

— Olhe bem para mim... Eu não tenho condições de fugir ferido e mau consigo andar com minhas próprias pernas, quanto mais correr uma maratona na floresta. — falei sério, ele ficou pensativo, olhando a minha perna machucada e em seguida acabou soltando os meus braços.

— Seja rápido, se fazer alguma gracinha atiro na sua cabeça. — ameaçou.

— Não vou fazer nada. — caminhei meio cambaleando para o mato, comecei desabotoando o botão do jeans, pensando no próximo passo. Olhei discretamente para os lados vendo um pedaço de pau perto dos meus pés.

— Anda logo com isso. — disse impaciente, a chave do seu carro caiu do seu bolso e se agachou para pegá-la.

Aproveitei o momento pegando o pau e acertando uma paulada na sua cabeça. O gordinho cambaleou para trás e ele desligou no barranco, o seu corpo rolou infinitas vezes até desaparecer da minha visão. Essa era a chance de salvar a minha vid, peguei a pistola do gordinho largada no chão e sai andando com dificuldade do cativeiro. A minha perna dolorida não ajudava a ir muito longe, em alguns minutos os capangas do Patrick virão atrás de mim. Fui me apoiando nos trancos das árvores, percebi algumas vozes alteradas e passos rápidos.

— Eles já descobriram que fugir. — murmurei, tentando andar mais rápido.

— ELE NÃO DEVE TER IDO MUITO LONGE, ANDEM! — Patrick gritou enfurecido, por causa da escuridão acabei pisando em alguns espinhos e tropeçando em algumas pedras. — ALI....

— Merda! — tive que destravar o gatilho da pistola e atirar na direção dos bandidos. Eles se esconderam nos arbustos e revidaram aos tiros, alguns carregavam lanternas para iluminar a noite. Os desgraçados atiram na minha direção, consegui livrar-me das balas ficando escondido atrás dos troncos das árvores. Um deles estava recarregando a sua arma e eu aproveitei para atacá-lo, destravei a pistola acertando um tiro no seu ombro esquerdo.

Puta merda! A minha mira era péssima, o seu comparsa disparou a atirar contra a minha árvore. Me joguei no chão e fui me arrastando pelo mato, mas ele conseguiu ainda acertar um tiro na minha perna esquerda. A dor aguda me deixava ainda mais fraco, o suor molhava a minha testa e escorria pelo rosto. Fechei os olhos praguejando a dor na perna e foi aí que senti que era o meu fim. O cano frio do revólver estava na minha cabeça.

— O passeio acabou. — um dos capangas do Patrick me fitou com ódio. Então, seria assim os meus últimos segundos de liberdade? Fechei novamente os olhos ficando entregue a minha sina, não tinha como sair vivo dessa floresta. Eu estava muito machucado e baleado na perna, sentia a calça úmida e manchada com meu sangue.

— Acabe logo de uma vez com essa tortura. — sussurrei cansado desse pesadelo.

— Morra! — sua voz era sarcástica, engoli em seco o medo da morte sentindo o meu corpo todo dolorido. Esperei pelo tiro, mas o que senti foi um corpo caindo em cima de mim. Abri lentamente os meus olhos e vi o grandalhão com os olhos arregalados e o sangue da sua cabeça pingando em mim.

— Mon Petit... — sorri fraco vendo a Barbara com a pedra de tamanho médio nas mãos. Eu não estou acreditando que a minha doce Mon Petit tinha acabado de colocar esse brutamonte pra dormir.

— Você está bem? — indagou apreensiva, jogando a pedra no chão e me ajudando a retirar o capanga de cima do meu corpo.

— Senti a sua falta! — abraçei-a fortemente, escondendo o meu rosto no seu pescoço e inspirando o seu perfume doce.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Beijos da Lari e da Ray. ❤


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