História Intense - Capítulo 20


Escrita por:

Postado
Categorias Barbara Palvin, Cristiano Ronaldo
Personagens Barbara Palvin, Cristiano Ronaldo
Tags Barbara Palvin, Cr7, Cristiano Ronaldo, Cristiano Ronaldo Júnior, Drama, Morte, Romance, Sexo, Traição
Visualizações 654
Palavras 2.478
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite!!!
Vamos ler mais um capítulo emocionante.😉

Capítulo 20 - Loneliness


Fanfic / Fanfiction Intense - Capítulo 20 - Loneliness

     Pov. Cristiano Ronaldo

Eu não consigo retirar da mente aquela maldita foto, sinto tanta raiva da Barbara que aumento a velocidade do carro, ela traiu minha confiança me enganando com aquele médico e me fazendo de palhaço nessa relação. Aquela carinha de inocente era um disfarce para me prender no seu charme, estou pensando em mil maneiras de matar aquele médico por ter comido a bucetinha da Barbara. Essa situação é extremamente ridícula, pois, estou a ponto de meter bala nesse imbecil por causa daquela xoxota criminosa. Só de imaginar outro homem com ela, beijando seus lábios macios, sentindo o cheiro da sua pele e entrando naquela bucetinha apertada fico totalmente furioso. Eu paguei caro, aquela buceta deveria ser minha e ela fica abrindo as pernas para outro macho, me traindo descaradamente.

__ Desacelera esse carro. Cristiano!. - Nathália fala desesperada, quando ultrapasso o sinal de trânsito.

__ Cala a boca! - Digo ríspido, aumentando a velocidade, deixando muitos carros para atrás. Ao virar a esquerda freio o carro bruscamente, quase atropelo um gato.

__ Você está tentando se matar? porra! - Ela reclama arisca.

__ Estou tentando matar essa raiva de dentro do meu peito. - Digo irritado, olhando a pista a minha frente.

Nathália toca no meu ombro maliciosamente, talvez eu a leve pra cama estou precisando de consolo.

__ Vamos para o meu apartamento, sinto que você precisa desabafar um pouco. - Fala atenciosa.

__ Talvez eu precise dos seus cuidados, pelo menos você não é uma mentirosa feito a Barbara. - Digo sério acariciando sua mão, ela me dá um sorriso estonteante.

Volto a dirigir a Ferrari com mais calma, minutos depois chegamos ao seu apartamento. Paro o carro no encostamento, desço do mesmo e sigo a Natália em silêncio até o elevador. Ao chegar no seu andar, ela abre a porta e entro na sala sem trocarmos nenhuma palavra, meus pensamentos estão literalmente confusos e eu não sei mais o que fazer em relação a essa angústia que sinto no peito. Nunca pensei que fosse me sentir assim tão perdido por uma mulher, muito menos achei que me sentiria um idiota por ser trocado por outro homem. Estou me sentindo um lixo, Natália me chama para entrar no seu quarto, caminho contando os passos, deito na sua cama, especificamente em seu colo. Ela faz um cafuné em meu cabelo, enquanto espera a minha voz sair, respiro fundo e digo:

__ Estou me sentindo um perdedor.

__ Você apenas escolheu a mulher errada. - Nathália diz sincera.

__ Você tinha razão, foi um erro comprar uma prostituta virgem. - Digo frustado, brincando com a sua pulseira no braço. __ Eu achei que a Barbara fosse diferente, que pudesse confiar nela, naqueles olhos azuis.

__ Prostitutas são todas iguais, elas não tem sentimentos. Amam apenas o dinheiro fácil. - Nathália diz calma. __ Tu deve ter ficado enfeitiçado por essa garota, ela fingiu ser pura, meiga, obediente quando na verdade não passava de mais uma puta interesseira.

__ Queria saber quem me enviou a foto? - Indago irritado.

__ Esqueça isso, meu bem!. - Diz séria. __ O importante foi que você descobriu quem a Barbara realmente é, ela está te usando como professor para depois ser a acompanhante perfeita dos velhos milionários.

__ Eu estava curtindo muito ficar com ela. - Digo frustado aceitando o copo de whisky.

__ Tu foi muito agressivo comigo. Quase me matou afogada por causa dessa prostituta. - Diz magoada.

__ Desculpa! - Falo sério, bebendo mais um pouco. Fico sentado na cama e a encaro fixamente. __ Mudou o visual? Seu cabelo agora está loiro, colocou aplique também?

__ Sim, quis dar uma mudada no meu visual. - Diz alegre. __ Tô até pensando em colocar lente de contatos.

__ Que cor? - Indago calmo.

__ Azuis. - Diz relaxada, mordendo o lábio inferior.

Ela estar tentando ser a cópia da Barbara, isso é ridículo.

__ Interessante. - Bebo o último gole e digo: __ Tô precisando de algo mais quente.

Nathália sorri de lado e diz sugestiva:

__ Sexo anal?

__ Hoje topo fazer qualquer coisa contigo na cama. - Respondo sério. __ Só me faça esquecê-la.

__ Farei você se lembrar apenas de mim. - Nathália fica de joelhos no colchão, em seguida, senta em cima do meu quadril, retirando a minha camisa e mordendo o bico do meu peito.

__ Puta safada! - Digo calmo apertando com força a sua cintura, dando um tapa na sua bunda. __ Já está sem calcinha.

__ Sim , sou a sua puta, o que você quiser. - Responde maliciosa, lambendo o meu peitoral.

__ Quero foder a tua boca com meu pau. - Digo excitado.

Ela retira a minha calça e a cueca, em seguida lambe as minhas bolas até engoli o meu membro de uma só vez.

__ Porra! Muito bom. - Incentivo. __ Chupa mais rápido, me faz gozar na sua boquinha.

Ela faz o que peço aumentando o ritmo, seus olhos fixo nos meus e minutos depois meu jato quente fica em contato com a sua boca.

__ Que saudade de ser sua. - Fala excitada lambendo a cabeça do meu pau até a última gota.

__ Hum... Também sentir sua falta. - Digo malicioso, coloco a Nathália sentada em meu colo, em seguida, retiro o seu vestido.

Mordisco o seu seio antes de chupá-lo, Nathália geme apertando o meu pau com a sua mão, ela está louca para colocá-lo na sua buceta.

__ Tem camisinha? Eu estou sem nenhuma aqui. - Digo frustado.

__ Tenho sim, mas que tal transar sem ela?. - Pergunta animada.

__ Não estou afim de ter filhos tão cedo. - Respondo sério.

Ela se levanta da cama e pega a camisinha na gaveta da cômoda, abro o pacote e coloco em meu membro. Nathália já está me esperando com as pernas bem abertas, ela se toca sem nenhum pudor, na sua buceta tinha a seguinte frase tatuada:

Peça-me o que você quiser que eu lhe darei.

__ Safada demais! - Digo rindo, dando um tapinha na sua intimidade, bem perto da sua tattoo.

__ Aí! Assim eu gozo. Meu gostoso - Diz maliciosa.

Me posiciono na sua entrada e entro em uma só estocada, ela geme agarrada a minha cintura. Começo a penetrar forte, fito o seu rosto e por alguns segundos vejo a Barbara na cama sorrindo pra mim, gemendo meu nome na hora do prazer.

__ Mon Petit! - Digo excitado.

__ Quê? - A voz furiosa da Nathália me traz de volta a realidade. __ Você chamou o apelido daquela desgraçada, enquanto me come.

Me levanto da cama irritado, perdendo a minha ereção, não costumo falhar na hora h, passo a mão pelo meu cabelo tentando controlar o meu estresse.

__ Eu sinto muito, mas eu não consigo. - Digo sério.

__ Você estava pensando nela, deveria pensar em mim. - Nathália fala furiosa.

__ CARALHO! Eu já te pedir desculpas, não sei o que aconteceu. - Falo exacerbado.

__ Eu sei muito bem o que está acontecendo contigo. - Fala raivosa.__ Esqueça essa garota, a Barbara não te ama, nunca quis ser sua de verdade, era tudo insinuação.

__ Fica difícil esquecer com você usando o mesmo corte de cabelo. - Falo irritado, vestindo a roupa de volta.

__ Vem cá, eu posso te fazer ficar duro outra vez. - Fala maliciosa me puxando para cama.

__ Não vai rolar. Perdi totalmente a vontade, eu vou embora. - Falo sério.

__ Dorme hoje aqui comigo, depois você expulsa a vadia da sua mansão. - Diz enraivecida.

__ Preciso ir, amanhã cedo tenho treino. - Digo calmo.

__ Fica! - Ela me segue pelo corredor. __ Eu te levo no CT do Real Madrid.

__ Não precisa, vou sozinho. - Abro a porta e antes de sair dou um beijo no seu rosto. __ Boa noite.

Meia hora depois....

Jogo a chave de casa no centro da sala, me deito no sofá ouvindo o silêncio em todo o ambiente. Ainda não sei o que farei com a Barbara, se mando ela ir embora da minha vida ou se deixo ela aqui até completar os quatros meses que faltam. Fito o teto fixamente, escuto passos vindo da escada, olho para o lado e vejo a Barbara caminhando até a mim.

__ Preciso falar contigo. - Diz séria ficando na minha frente.

__ Não quero ouvir a sua voz. - Respondo ríspido, me levantando do sofá e caminhando em direção a cozinha, abro a geladeira pegando uma cerveja bem gelada.

__ Você precisa me ouvir, eu tenho a resposta da sua pergunta. - Diz séria.

Bebo a bebida na lata mesmo, em seguida a ponho sobre a mesa, fito seus olhos azuis inchados e um pouco avermelhados. Ela havia chorando quando sair, deve ter sido por culpa ou raiva porque descobrir a sua traição. Droga! Praguejo mentalmente por ela está de vestidinho curto.

__ Te aconselho a não me irritar mais do que já estou irritado, eu posso te machucar. - Advirto sério, voltando a beber.

__ Está com marca de batom na camisa, você transou com a Nathália? - Fala furiosa, observando de pertinho a mancha do batom roxo.

__ Sim, eu comir a Nathália e foi incrível, melhor do que transar contigo. - Respondo ríspido.

__ Por que transou com aquela vadia? Tinha outras pra você me trair e tu foi se deitar justamente com a mulher que mais me detesta. - Fala indignada. Seus olhos continha uma mágoa, pela qual não estou afim de saber, ela está quase chorando na minha frente, seu peito sobe e desce.

__ Não te devo satisfação da minha vida, você nunca vai ser importante pra mim. - Respondo sério. __ Eu não te quero mais, acabou o nosso caso, a nossa convivência, não a quero comigo.

__ Temos um contrato, você não pode me devolver. - Diz magoada. __ Eu não quero voltar para aquele lugar horroroso.

O contrato deixa claro que se o dono desistir da prostituita infiel pela qual foi comprada, ela voltará para a boate e será leiloada novamente, sem falar que vai ter que devolver todo o meu dinheiro.

__ Você quebrou o contrato me traindo com outro, o bordel é a sua casa, não se preocupe prostitutas sempre conseguem um novo cliente. - Digo sarcástico. __ Já te ensinei o bastante pra saciar qualquer homem na cama.

__ Eu não quero ser devolvida. - Ela chora segurando minha camisa com força, o medo está nítido no seu olhar. __ Por favor! Me deixe ficar contigo, eu não te trair, posso lhe explicar o que aconteceu, eu só fui visitar a ....

__ CHEGA! NÃO QUERO OUVIR MAIS NADA! NÃO QUERO OLHAR NA TUA CARA. - Digo exacerbado batendo a mão com força na mesa. __ SÓ QUERO TE ESQUECER.

__ VOCÊ TIROU A MINHA VIRGINDADE, EU NÃO POSSO SER LEILOADA NOVAMENTE. - Fala irritada, dessa vez sem conter as lágrimas. __ Você sempre será o meu primeiro, não há como voltar atrás, eu era virgem antes de ser comprada.

__ O Lenny saberá te vender novamente, não se preocupe haverá vários coroas pra contratar os seus serviços ou melhor a sua buceta. - Digo debochado.

__ Eu não quero outro dono. só quero você, meu corpo deseja ser tocado só por ti. - Diz enraivecida, me abraçando pela cintura. __ Não me devolva, eu juro que nunca te trair. Só me entreguei pra você, minha bucetinha sempre foi só sua.

__ Amanhã te mandarei de volta á França. - Digo rude.

__ Não.

Ignoro a atração que sinto retirando seus braços da minha cintura, mas me perco nos seus olhos azuis.

__ Me deixe passar, Barbara! - Digo irritado.

__ Não.

A seguro pela cintura e retiro da minha frente.

__ RONALDO.....

Saio da cozinha ouvindo os soluços do seu choro, vou em direção á minha suíte, entro no banheiro trancando a porta de chave, apoio minhas mãos na pia e quando encaro meu reflexo no espelho não me reconheço mais. Pela primeira vez estou chorando por uma mulher, eu não queria mandá-la embora da minha vida, mas, não consigo perdoar a sua traição.

Nenhuma mulher presta, são todas mentirosas e manipuladoras, da sua boca só saem mentiras e promessas em vão, agora estou odiando ter conhecido Barbara Palvin. Quero matá-la de dentro do meu peito, arrancar essa angústia do meu coração, vou conseguir esquecê-la. Limpo minhas lágrimas, abro a porta e retiro minhas roupas, deitando na cama pelado. Não demorou muito para o sono me fazer esquecer temporariamente a minha aflição, estou muito exausto e com muita dor de cabeça.

Horas depois...

O barulho de celular tocando me acorda, estico o braço tentando acender a luz do abajur. Alcanço o celular e vejo a foto da Nathália no visor da tela.

__ Droga! Me acordar as 3 da madrugada é foda. - Resmungo irritado desligando o celular.

Olho para o lado e não vejo a Barbara na cama, ela não seria louca de ir embora durante a noite sem destino certo, visto um short fino e saio do quarto. Procuro por ela em cada cômodo dessa casa, a encontro na cozinha deitada no chão frio agarrada aos seus joelhos, dormindo toda torta, sem nenhuma coberta e nenhum conforto. O seu vestidinho curto não encobre nem metade das suas coxas, a sua pele está pálida e arrepiada pelo frio. Maldição! Por que ela não foi dormir no quarto? Fica parecendo uma mendiga abandonada a própria sorte. A pego do chão colocando nos meus braços, a sua cabeça fica apoiada em meu peito, inconscientemente ela abraça o meu pescoço com o seu braço direito. Subo a escada devagar e quando chego em meu quarto a coloco deitada no colchão macio, pego meu celular tiro uma foto da Barbara dormindo, em seguida encobri seu corpo com o edredom azul. Afasto uma mecha do seu rosto, acariciando sua bochecha levemente, me afasto dela reprimindo a vontade que sinto em protegê-la. Encho meu copo de whisky e observo a mulher deitada na minha cama.

__ O que faço com você? Barbara Palvin? - Questiono confuso olhando-a dormindo com um pouco de tranquilidade.

Apesar do seu rosto está inchado pelas lágrimas derramadas, ela continua linda como sempre. Fico um bom tempo vigiando o seu sono, bebendo o último gole até decidir voltar para a cama. Me deito de barriga pra cima, com os braços atrás da minha cabeça, seu perfume me distrai, rouba a minha paz e tira o meu sono. Fecho os olhos suspirando pesadamente e de repente sinto seus braços na minha cintura, sua perna jogada na minha coxa e a sua cabeça no meu peitoral.

__ Ei! Se afaste de mim! - Digo irritado, não quero ficar tão próximo dela, tenho medo de cair em tentação. Mas, a Barbara não está acordada, então, acaricio seu braço e beijo seu cabelo loiro, macio e cheiroso.

__ Amanhã você irá embora da minha vida, Mon Petit. - Digo baixinho. __ Nunca mais estará em meus braços outra vez.

Por mais raiva que estou sentindo nesse momento, uma parte de mim, adora tê-la nos meus braços, em questão de segundos adormeco profundamente abraçado a garota que um dia me vez desejá-la muito além do prazer carnal.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...