História Intenso - Capítulo 18


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Palavras 705
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, demorei não? Aiai, eu sou uma merda mesmo!

Não sei como não desistem de mim, estou realmente chateada comigo, me perdoem!

TEM UM AVISO SÉRIO NAS NOTAS FINAIS!!! É SOBRE A FANFIC

Capítulo 18 - Chapter fiveteen


Me remexo na cama, por estar desconfortável, mas paro assim que sinto um corpo grande e duro colidindo com o meu. Abri meus olhos lentamente e vi Maicon. Tão pleno. Cabelo levemente bagunçado, carinha amassada, lábios com um leve biquinho, e a marca de uma barba que já estava a nascer. Sem perceber, minha mão já estava sobre sua bochecha, fazendo uma pequena carícia.

Logo os olhos deles se abriram, aqueles olhos...pareciam oceano, o mar mais límpido, a Lagoa mais azul. Por quê tão lindo? Um sorriso surgiu no rosto dele, enquanto minha mão somente tinha parado o carinho. Rapidamente seu corpo ficou sobre o meu, entre minhas pernas, enquanto segurava minhas coxas.

— Bom dia, meu amor!  — cumprimentou ainda sorrindo.

  — B-Bom dia!  — disse surpresa pela ação dele.

Ficamos alguns minutos nos encarando, quando o maior aproximou nossos lábios, dando um beijo casto, abaixando para meu pescoço. Fechei meus olhos fortemente e fiquei rezando para que ele continuasse. Esse homem tem muito fogo, mas não vou achar ruim de apaga-lo.

— Vou te dar um bom dia descente.  — sussurrou em meu ouvido, com aquele timbre rouco e grave que me deixa maluca. 

E foi assim que se deu início as mãos bobas. Passou pelo meu seio, dando leves apertos, passando pela minha cintura, quadril, até chegar na barra do pijama e eu já sentia seus dedos sobre minha calcinha, roçando levemente sobre a área sensível. Fechei meus olhos com força e mordo o lábio inferior, arfando baixinho.

— Você me deixou tão excitado ontem, Baby...  — sussurrou novamente.  — Foi tão gostoso sentir sua boca no meu pau — Enquanto dizia as palavras indecindecentes, a mão adentrou minha calcinha, roçando rapidamente em meu clitóris sensível, fazendo alguns movimentos. Os toques já causava uma excitação sem igual, agora ele me lembrando sobre a noite de ontem ao mesmo tempo. — O quê acha de um orgasmo clitoriano? Sem penetração, Baby? 

Meus olhos se apertaram e eu respirei fundo, absorvendo todas as sensações que ele me fornecia.

...

Observava meu reflexo no espelho e arrumei o moletom mais uma vez sobre meu corpo. Começei a prender meu cabelo com a xuxinha, deixando minha franja e alguns fios soltos, me dando um ar fofo.

Depois de um ótimo começo manhã, Maicon voltou para o seu quarto, apenas para trocar de roupa e pediu para que eu esperasse, mas não estava com muita vontade de fazer isso. Desliguei as luzes de meu quarto e saí do mesmo, indo em direção ao corredor. Ultimamente eu estava distraída, por causa das notícias, e mal reparei quando colidi com alguém.

— P-perdão!  — gaguejou nervosa e me levantando. Era Sayuri, a garota com quem troquei poucas palavras. Ajudei a mesma a se levantar estendendo a mão.

— Imagine, Luna!  — ela disse sorrindo de modo fofo.

— Meu nome não é Luna...  — murmuro baixinho.

— Mas é uma!  — respondeu sorrindo largamente. — Enfim, hoje o dia está totalmente sem qualquer emoção, o quê acha de uma tarde no shopping, isso se o supremo autorizar!  — a japonesa disse com um sorriso enorme em seus lábios e eu fiz uma careta ao fim da frase dita pela menor.

 — Primeiro, eu não gosto de shopping, algo pessoas. Segundo, eu não preciso da permissão de Maicon para fazer o quê eu desejo. Ele não é meu pai!  — digo totalmente séria. Desde quando eu preciso da autorização dele para fazer o quê eu bem entender? Quando Sayuri foi abrir a boca para dizer algo, seus olhos ficaram arregalados e eu senti braços fortes rodearem meu quadril, deixando-me assustada, o quê ocasionou um pequeno grito.  — Que merda?!  — digo assustada, virando meu rosto vendo quem prendia-me e suspirei aliviada.

 — Quer dizer que eu não sou seu papai e não mando em você?  — sua voz rouca alcança meus ouvidos em um sussurro, enquanto suas mãos passam a apertar meu quadril de uma forma forte e possessiva. — Ok...vai ser bom lembrar disso mais tarde.

Após o momento vergonhoso, minha tarde foi comer besteiras, os milhares de chocolates que sobraram, enquanto eu e Sayuri e Maicon assistimos filmes. Mal conversei com ela, já que ele dizia que não gostava e que se sentia ignorado.


Notas Finais


Eu sei, capítulo extremamente pequeno, mas tem motivos.

• A fanfic vai entrar em um novo período, já que ela não se trata somente de romance. Ou seja, preparem-se para a ação, segredos, mistérios e etc!

• Eu venho ficando meia desanimada, pois os comentários não estão sendo como antes e os favoritos também não. A fanfic n é baseada nisso, mas da um desânimo.

• Não me matem por ser pequeno, como eu disse, foi apenas para saciar o final dessa parte de estranhamento e começar a parte realmente toperson!

• Nos vemos no próximo capítulo e um aviso...

Preparem os corações, pois agora o bicho vai pegar!


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