História Interativa - Bleach Conflitos Espirituais (Pausada) - Capítulo 6


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Categorias Bleach
Personagens Personagens Originais
Tags Bleach, Interativa
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capitulo pra vocês, não se esqueçam de dizer o que estão achando nos comentários ^^

Capítulo 6 - Episódio 6: A Guerra Não Acabada Entre Shinigamis e Quncys


Fanfic / Fanfiction Interativa - Bleach Conflitos Espirituais (Pausada) - Capítulo 6 - Episódio 6: A Guerra Não Acabada Entre Shinigamis e Quncys

Keishi estava na divisão treze, trabalhando para variar, naquele momento ele estava preenchendo um relatório de rotina sobre a entrada não autorizada de uma suposta tenente da primeira divisão de quinhentos anos atrás. Como sempre os shinigamis da divisão treze eram os que mantinham as funções mais trabalhosas, seus subordinados estavam vigiando a cidade mais conturbada do mundo humano, Karakura, e na noite anterior eles relataram que foi um verdadeiro inferno o conflito de reiatsos colossais que se formou na simples cidade. O capitão respirou fundo e terminou de escrever seis linhas de texto em menos de dez segundos.

"Por que eu sinto que nós somos os únicos que estamos trabalhando? A única exceção seria Levi que estava encarregado dos preparativos da divisão zero no Gotei".

Keishi até queria sentir pena de seu jovem colega capitão, mas ele não conseguia, vendo o jeito que ele olhava para Senjumaro. E se ele realmente conseguisse remover a camada de seriedade daquela mulher para falar com ela como gente ele já merecia o premio de shinigami mais corajoso da Soul Socity.

Foi no meio desses pensamentos idiotas que se ouviu um fraca batida na porta de seu escritório e ele bufou de tédio querendo incendiar a pilha de documentos que provavelmente estava prestes a aumentar.

- O que é? - perguntou mau humorado

- Não seja assim Kinimura-Kun - disse ela abrindo a porta e Keishi se apressou em corrigir a postura e fazer um olhar que demonstrasse respeito.

- R-Rukia-Dono?! - disse surpreso ao reconhecer a ex-capitã da decima terceira divisão - O que a senhora...

- Ah, não se preocupe - disse ela em tom descontraído passando a mão pelo seu longo cabelo - Eu vim por que precisavam de você em campo, mas alguém tem que terminar a maldita papelada. Então adivinha só quem saiu da aposentadoria para trabalhar - ela deu uma olhada para trás da porta que tinha entrado - Ichika trás logo esses relatórios!

- Eu já estou indo! - respondeu a atual tenente do decimo terceiro esquadrão.

- Está demorando demais - disse ela e Ichika entrou na sala com uma pilha de papeis tão grande que Keishi nem conseguiu ver o rosto de sua tenente, mas ela ignorou sua mãe completamente colocando os papeis em uma outra mesa no escritorio.

- Temos trabalho a fazer capitão - disse ela com um sorriso semelhante ao de sua mãe.

Keishi desviou o olhar para não precisar encara-la tão diretamente.

- E do que se trata? - perguntou o capitão

- Ordens do capitão da divisão Zero - disse Ichika - Kahijado.

"Kahijado-sama? - se perguntou Keishi confuso, ele só tinha visto aquele velho uma vez em toda a sua vida e ele era tão velho que o general Yamamoto de milênios antes parecia um adolescente se comparado com ele - Já se fazem cinco anos que ele não da nenhuma ordem pro Gotei, e quando volta é justo para mim... É carma por falar de Senjumaro pelas costas?"

- Mas de que tipo de missão estamos falando?

- O tenente Gorab Vorl está trabalhando  em um projeto ultra sigiloso com o apoio do Capitão Kahijado, mas para completar o projeto ele precisa capturar um espécime que por acaso o senhor tem muita experiência combatendo.

 Keishi ficou muito sério.

"Um Quincy? O quanto Kahijado sabe sobre o meu passado?"

Para Rukia e Ichika era diferente, ele tinha revelado seu segredo a elas por que as duas conquistaram sua confiança, mas Kahijado nunca nem sequer apareceu pessoalmente na frente de Keishi então como ele poderia saber do seu... ressentimento contra os quincys?

- Nossa missão é capturar um quincy? - perguntou desconfiando cada vez mais daquelas ordens - pensei que estivéssemos vivendo em paz.

- Estamos - disse Rukia depois de suspirar - mas as ordens do capitão da divisão Zero são inquestionáveis.

"Merda... preferia as ultimas ordens de Senjumaro".

- Muito bem então - disse Keishi não querendo estender o assunto - vamos auxiliar o tenente Gorab Vorl na sua missão de captura.

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Mais uma vez ele entrou sem que ninguém o notasse e surgiu do nada, Baldur estava terminando de fazer o almoço dos quincys, ele abriu a porta da geladeira para pegar a garrafa de agua e coloca-la na mesa, mas quando ele fechou tinha alguém sentando em sua cadeira. Faires se levantou assustada e Kurator e Badany apontaram as facas de seus talheres para Atlis que estava com os dois cotovelos em cima da mesa.

- E aí pessoal, essa carne parece boa - disse ele

- Maluco eu te odeio pra porra! - disse Badany

- Ah que pena, eu gosto de você - disse Atlis e em seguida ele apontou para um pequeno machucado em sua testa que desapareceria em breve - olha que marca máscula você deixou na minha testa.

- Atlis... - disse Baldur - você já voltou...

- E então Baldur-Kun você tomou uma decisão? - perguntou apoiando o queixo em uma das mãos.

- Sim...

- Ótimo, e então?

- Eu quero que você vá embora do nosso esconderijo e nunca mais volte aqui, se você aparecer novamente desse jeito... - ele encarou o ruivo seriamente - Seremos inimigos.

O sorriso de Atlis desapareceu, mas ele não parecia indignado ou irritado, Baldur percebeu que o shinigami parecia apenas decepcionado. Atlis se levantou e caminhou em direção a saída do clube completamente em silencio até chegar a porta.

- Bem, então acho que não nos vemos mais por aí - disse ele sem olhar para trás - me desculpe por gastar o seu tempo.

Ele abriu a porta e desapareceu com um shunpo incrivelmente veloz. Baldur ficou um pouco confuso com aquela atitude, ele esperava que Atlis pelo menos tentasse insistir ou lutar para obriga-los a fazer o que ele queria. Aquele shinigami era um general, o general mais poderoso que a Soul Society já teve de acordo com os registros, ele tinha poder para faze-los cooperar a força se quisesse.

- É só isso? - perguntou Kurator confusa - ele nem insistiu.

- Ele ficou com medo do três oitão do pai aqui - disse Badany com um sorriso prepotente e sem mais ligar para o shinigami e se ajeitou na mesa.

- Cala a boca Badany - disse Baldur ainda encarando fixamente a porta que Atlis usou para sair.

"Isso ainda não acabou... Estou com um mal pressentimento, mas por que não sinto hostilidade vindo dele?"

Era muito estranho, não era que a presença de Atlis fosse confortadora, ela era muito irritante inclusive, mas diferente de todos os outros shinigamis que ele tinha conhecido esse não parecia ver os quincys apenas como um empecilho para o ciclo espiritual, ele os tratava como trataria um dos seus.

Baldur se deu conta naquele momento de que o mal pressentimento que estava sentindo não vinha de Atlis, mas de alguma outra coisa que ele ainda nem sabia do que se tratava.

"Algo ruim está vindo - pensou".

- Baldur, vamos comer - disse Faires trazendo-o de volta para a realidade.

- C-certo - disse ele se sentando.

Eles almoçaram e depois continuaram a reforma que havia sido começada a poucos dias, Baldur preferiria que se mudassem para algumas de suas outras casas, como o terceiro maior empresário do mundo ele tinha dinheiro para sustentar todos, mas os outros descordaram, afinal tinham se conhecido no clube abandonado após a guerra dos mil anos e nenhuma outra casa, por mais adornada que fosse, teria o conforto daquele lugar.

A tarde caiu rapidamente e como todos eles estavam distraídos pintando as paredes e trocando uma das principais janelas que estava trincada eles não perceberam as novas reiatsos que adentraram a cidade até que eles se aproximassem demais.

"De que espécies são essas reiatsos? - perguntou-se Badany seriamente, com certeza ele nunca tinha sentido aquilo, era uma forma muito diferente de poder"

Ele estava parado na frente do clube olhando para o céu a procura de mais poderes, mas ainda não aparecera nada.

- Badany... - Faires saiu pela porta da frente com um casaco nas mãos - você vai morrer se ficar aqui desse jeito.

Ele pegou o casaco que ela ofereceu.

- Veleu - disse ele apenas e voltou a encara o céu.

- O que foi?

- Não esquenta princesa - disse ele mantendo o olhar no céu - Cadê o puto do Baldur?

- Estou aqui - disse Baldur, ele estava em pé no telhado e também estava olhando para o céu.

- Vocês dois estão estranhos - disse Faires ficando séria - o que está acontecen...?! - e então ela também sentiu aquelas reiatsos bizarras e gigantes.

- Estão vindo - disse Baldur e ao dizer isso eles surgiram, dezenas deles, eram todos shinigamis com capas negras ocultando seus rostos e empunhando suas zampakutous.

"Mas que porra?! - pensou Badany empurrando Faires para o lado um segundo antes de um shinigami cortar sua garganta".

Antes que ele pudesse fazer ou dizer qualquer coisa ouviu-se um grito de puro terror e horror.

- Kurator! - gritou Baldur reconhecendo a voz do grito e se virando para entrar dentro do clube, mas de repente o teto foi explodido por inteiro e Baldur subiu nas partículas espirituais para ficar ao lado de Badany e então ele pode os ver.

Eram dois tenentes e um capitão.

- Ei seus filhos da puta! - disse Badany - Que porra cês acham que tão fazendo aqui?!

- Silencio quincy - disse o capitão jogando a capa que estava usando para trás e revelando uma reiatso assustadora porem conhecida a Baldur - Saiam da frente se não quiserem morrer.

"Espere... - Baldur sentiu um ódio gigantesco se apoderar dele - A reiatso de Kurator sumiu... ela... será que eles..."

Baldur materializou sua espada com tamanha intensidade em seu reishi que apenas a aparição de sua arma rachou todo o chão da rua e as janelas da maioria dos prédios ao redor se racharam também, seu limitador de três por cento foi quebrado no mesmo instante, ele não estava pensando, estava apenas sentindo raiva.

- Desgraçado... Você de novo. Nunca pensei que fosse te encontrar novamente assim Kinimura Keishi! - disse o quincy furioso, seu reishi iluminava todo seu corpo e Badany percebeu que esse era o momento para se afastar.

- Baldur Von Litch... - disse Keishi jogando a capa negra que confundia os sentidos para longe e tirando sua zampakutou da bainha - Quanto tempo já faz aquilo... mas de qualquer jeito seu tempo de vida acabou. Bunri Shite Seifuku Suru! Tsunrei! - seu pequeno punhal se transformou em dois guarda chuvas ligados por uma corrente e uma reiatso equivalente a da furia do quincy envolveu o corpo de Keishi - Você está mais falante agora. Está mais forte também?

- Você vai ver! - O quincy usou seu Hirenkyaku para surgir na frente dele em alta velocidade segurando sua espada com as duas mãos ele tentou partir Keishi ao meio, mas o shinigami colocou os dois guarda chuvas em "X" e  parou o ataque, logo em seguida saltou para o alto e girou seus guarda chuvas para gerar eletricidade e ao acumular a carga necessária ele balançou o guarda chuva esquerdo e atirou um raio.

- Hidari No Hankei - O gigantesco raio atingiu a lamina de reishi de Baldur diretamente, mas o quincy conseguiu dividir o relâmpago no meio.

Baldur levantou sua espada e varias flechas de reishi surgiram ao seu redor.

"Ele vai atirar sem o arco? Espera! Isso não é uma flecha!"

E então diversas lanças de reishi continuaram sendo atiradas em keishi que precisou usar o shunpo varias vezes para desviar, mas mesmo assim acabou sendo perfurado em três lugares, duas nas pernas e uma na barriga. Seu sangue sujou o shihakushou, mas Kaishi não recuou. Ao invez disse ele tocou as duas pontas do guarda chuva uma na outra e apontou as duas para o quincy.

- Thunder Dragon! - Um dragão gigantesco desceu do céu  em um milésimo de segundo . Baldur tentou segurar o avanço do dragão com sua espada, mas assim que sentiu um de seus músculos do braço direito literalmente explodir em sangue ele percebeu que não conseguiria e precisou desviar para a esquerda, mas o dragão se virou para persegui-lo.

"Essa porra está viva?! - pensou Baldur percebendo que não poderia mudar sua trajetória a tempo de desviar do novo ataque - Merda!"

Mas um segundo antes de se acertado as correntes de reishi de Faires se enrolaram em sua barriga e o puxaram para longe. Badany tentou acertar o capitão com sua arma de reiatso negra, mas as balas foram repelidas pela zampakutou da tenente ruiva.

- Nada mau quincy - disse ela - mas é comigo que você está lutando.

- Escuta aqui ninfa, que porra vocês estão fazendo no nosso morro?

- Hoero! Katta Hokkyokuguma! - Garras de gelo gigantescas surgiram cobrindo seus braços e ela partiu para cima de Badany que conseguiu desviar do ataque devastador, mas acabou com um pequeno corte no rosto.

Keishi e Baldur se separaram de seus respectivos grupos simbolizando que não queriam mais nenhuma ajuda de ninguém, agora já tinha se tornado pessoal.

- Acho que já estamos bem aquecidos - disse Baldur sentindo que seu braço ferido não estava mais se mexendo

- Acabou a brincadeira - disse Keishi percebendo que as perfurações em suas pernas o estavam impedindo de usar o shunpo, ele não poderia mais desviar.

- EU VOU ACABAR COM VOCÊ! - disseram os dois juntos

- Bankai!

- Vollstandig!


Notas Finais


Achei apropriado dar para a Ichika uma zampakutou que fosse selvagem como a do Renji e congelasse como a da Rukia por isso é um urso polar.


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