História Interativa - Bleach Conflitos Espirituais - Capítulo 7


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Categorias Bleach
Personagens Personagens Originais
Tags Bleach, Interativa
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Episódio 7: A Batalha Dos Enfurecidos


Fanfic / Fanfiction Interativa - Bleach Conflitos Espirituais - Capítulo 7 - Episódio 7: A Batalha Dos Enfurecidos

- Bankai! Tsuinreizukira tehai! – Keishi jogou seus dois guarda chuvas para o céu e ele pareceu os engolir, logo em seguida se iniciou uma rápida chuva onda cada gota criava uma espécie estranha de flor.

- Vollstandig! Absorption! – O corpo de Baldur brilhou em um azul mais intenso e surgiu uma espécie de manto luminoso. Aquela técnica era seu Licht Rüstung.

As flores de Keishi pareciam se espalhar cada vez mais e Baldur percebeu que se continuasse assim ele acabaria perdendo terreno então seria obrigado a usar a técnica que não queria, mas o shinigamis já haviam destruído o clube completamente então restava apenas vingança. Ele apagou a luz de seu manto para se concentrar no ataque.

- Omega-Lichtstrahl! – ele atirou um orbe de energia azul para o ceu que gerou uma luz tão forte que todos precisaram proteger a vista, menos Baldur. A luz cresceu como um sol e dela se originaram novos pequenos orbes que caiam muito rapidamente em direção ao chão pulverizando tudo o que era tocado.

Badany saltou para o lado um segundo antes de ser atingido.

- Porra Baldur! Olha a merda que você está fazend... – mas ao olhar para Baldur naquele momento ele quase nem o reconheceu, o quincy encarava todos ao seu redor com a arrogância de um verdadeiro anjo e não parecia preocupado com as consequências de uma devastação daquele nível. – Merda...

Badany continuou a se afastar rapidamente enquanto Keishi rebatia cada um dos orbes de energia com relâmpagos, era impossível dizer qual dos dois estava em um estado de maior arrogância.

“Vão explodir a porra toda para provar quem é o fodão? – pensou irritado, mas antes que tivesse chance de fazer algo a maldita tenente voltou a ataca-lo, ela juntou suas mãos e o espirito de um urso branco se materializou ao redor dela e acertou um golpe certeiro no peito de Badany fazendo seu sangue jorrar para todo lado e ele caiu de costas”.

- Badany! – gritou Faires desesperada correndo até ele e colocando sua cabeça no peito dele – Tudo bem? Você...?!

Badany começou a rir e levantou exibindo aquele corte aterrorizador como se não fosse nada, ele nem parecia estar com dor.

-Aí sim porra! – disse ele

- Você está rindo seu retardado!? – disse Faires ainda mais irritado por ter se preocupado a toa

- Ordens do ‘Bundur’ ali – disse ele – sem lutar serio até se ferir seriamente

“Você realmente está disposto a isso para lutar?! – pensou Faires agora com um pouco de medo dessa obsessão por lutar”.

- No morro dos quincys... – ele surgiu atrás da tenente em menos de um milésimo de segundo, foi rápido de mais para ser um simples hirenkyaku – Eu sou o REI PORRA!

Ele afundou a mão na barriga da mulher e a acertou com um chute no rosto que a mandou como um míssil nuclear em direção ao seu capitão que, sem esperar por outra interferência foi acertado em cheio.

Keishi sentiu um costela se partir com o impacto de Ichika, mas ele não poderia tentar se proteger, se tentasse ela morreria, ele não tinha escolha além de receber o impacto.

“Atsuko não me paga bem o suficiente para aturar isso – pensou Keishi gemendo de dor”

- Ei Ichika, tudo bem? – mas ela nem se mexia em seus braços, apesar de estar respirando estava completamente inconsciente.

“Foi com um único golpe... – pensou olhando para Badany e redefinindo seu conceito de que apenas Baldur seria um desafio”.

Baldur voltou seu olhar para Badany com uma sombra em seu rosto, todos os pelos de Badany se levantaram e ele sentiu muita raiva por isso estar acontecendo de novo. Ele não tinha o direito de olhar para outro quincy daquele jeito.

- Não me olha assim merda! – disse Badany – Estamos no mesmo nível aqui. Aí capitão de merda! – Keishi virou seu rosto – É você mesmo. Prepare-se por que hoje você vai jogar raios no inferno.

- Badany não me atrapalhe – era a primeira vez que ele ouvia Baldur pronunciar palavras normais, que não fossem nomes de técnica, em seu Vollstandig e a voz não era menos terrível que seu olhar, ela era grossa e desprovida de qualquer coisa que não fosse o puro desprezo por tudo ao seu redor – Sai da minha frente antes que eu tire você.

- É o que porra?! – disse incrédulo diante da audácia do outro qunincy.

- Badany! – chamou Faires e ele se virou para ver o que ela queria, a menina apontou para o clube – dane-se isso temos que chegar em Kurator antes que eles...

- Tarde demais jovenzinha – disse um outro tenente Shinigami

- O que é isso Gorab Vorl? – perguntou Keishi vendo uma bola de energia azul em sua mão que emanava uma estranha energia e brilhava intensamente.

- isso é 'M' marke o Vollstandig de nossa finada amiga Die Hoffnung.

“F-finada – pensou Badany sentindo suas mãos tremerem e de repente tudo pareceu desaparecer, o não interesse de Baldur ao receber a noticia nem o incomodava mais, mas seu poder de repente começou a crescer muito rapidamente”.

- Finalmente, a perfeição está a apenas mais alguns passos, não é excitante capitão? – perguntou o tenente

- Não estou nem aí – disse Keishi – saia daqui, você está atrapalhando minha luta.

- Não haverá mais luta capitão, a missão está concluída, por favor recue seu bankai, não há mais a necessidade dele – disse Gorab Vorl

- Foda-se isso... – disse Badany em voz baixa – Vollstandig... TimeSpace.

A única coisa que se alterou em Badany foi que mais uma pistola negra surgiu em sua mão, mas ele colocou os braços para frente e inclinou suas costas e de repente surgiu uma grande moto azul revestida de reishi semelhante a fogo, ele virou o acelerador apenas um pouco e uma grande chama azulada saiu do escapamento.

- Mas que merda de equipamento quincy é esse?! – se perguntou Keishi reunindo reiatso para atacar antes do quincy.

- Não é um equipamento – disse Gorab Vorl – mas é impressionante não pensei que quincys podiam evoluir tanto ao ponto de materializar algo desse nível de poder. Eu quero estudar você pirralho.

- Me estudar? – repetiu Badany bem devagar e rindo enquanto sentia algo quente escorrer de seus olhos enquanto eles ardiam e seu coração doía – Me estudar...

A reiatso do quncy cresceu ainda mais.

- Esta ficando perigoso! – disse Keishi levantando a mão e materializando uma enorme lança de relampago que foi atirada em Badany na velocidade da luz.

Mas ao abrir os olhos depois de piscar Keishi percebeu que Badany agora estava atrás deles com um olhar fulminante de ódio.

- Vocês vão estudar... O diabo! – ele acelerou a moto com uma mão e colocou sua outra arma apoiada nas pernas, a moto sumia e reaparecia por todos os lados trancando os shinigamis em uma gaiola invisível – Morra!

Badany começou a atirar e Keishi tentava interceptar as balas com relâmpagos, mas elas ficavam cada vez mais rápidas e quando ele pensou que estava perdido Gorab Vorl Sorriu.

- Para de se mexer Badany-kun – de repente a moto de Badany congelou e o quincy ficou muito surpreso.

“Mas como?!”

- Como fez isso? – perguntou Keishi surpreso demais.

- Minha zampakutou é a do tipo que fica sempre liberada – disse Gorab Vorl – como a do ancião Kurosaki Ichigo, mas diferente da dele o meu poder está sempre ativado. Akusei no kurayami é uma zampakutou que permite que eu controle tudo o que está coberto por escuridão e como está a noite... eu sou um deus aqui.

Badany sentiu sua mão se virar sozinha e quando ele menos esperava ele estava apontando sua arma para Baldur.

- Atire – disse Gorab Vorl

E contra a sua vontade ele atirou acertando Baldur na perna, mas por sorte ele reduziu seu poder a tempo e Baldur não foi desintegrado, apenas o seu reishi sumiu obrigando-o a sair do Vollstandig.

“Ei, isso é sério?! – pensou Badany vendo que agora a arma estava apontada para a sua própria cabeça”.

- Não dá para diminuir a força a queima roupa não é? – perguntou Gorab Vorl

“Filho da puta! Não! Eu não vou morrer assim! Eu me recuso! Não de um jeito tão patético! Eu sou o rei dessa porra! Eu vou ser o...”.

Uma coisa que Badany nunca pensou que fosse sentir foi medo de seu próprio poder, mas agora...

“Tantos anos treinando para morrer por culpa de uma habilidade covarde dessas?!Esse poder é ridículo!”

 Ele sentiu seu dedo no gatilho e ouviu seus próprios batimentos enquanto suava frio, mas um segundo antes de disparar uma flecha azul furou a palma da sua mão e jogou a arma para longe.

- Você pode controlar os outros, mas ainda está limitado ao que os corpos deles podem fazer – disse Faires puxando a corda do arco novamente e gerando uma nova flecha, ela estava conseguindo evitar o controle fazendo seu reishi brilhar e iluminando todo o seu corpo.

“Ela conseguiu criar uma forma de anular a técnica tendo visto apenas uma vez e por apenas por alguns segundos... – pensou Gorab Vorl – essa menina é um gênio... Todos vocês... – ele olhou para cada um dos quincys diante de si – Cada um de vocês é incrível de um jeito único... eu quero todos vocês para mim, serão minhas cobaias!”

Faires começou a atirar uma saraivada de flechas, Keishi pegou sua tenente no colo e desviou, Gorab Vorl se apressou em imitá-lo, mas tarde demais eles perceberam que não eram os alvos.

As flechas passaram direto e se enterraram em posições estratégicas próximas a Baldur e Badany e assim que entraram em contato com a superfície dura do chão explodiram em diversas correntes luminosas que enrolaram os dois quincys como em um casulo. Ao perderem contato com as sombras o controle de Gorab Vorl sobre eles acabou, mas Baldur continuava mortalmente ferido em vários lugares devido as suas lutas e Badany não poderia usar sua habilidade já que precisava de mais espaço.

- Hora de reagrupar e contra atacar! – disse Badany sentindo sua raiva por aquele tenente maldito aumentar seu poder

- Não! – disse Baldur, mas antes de falar ele teve um acesso de tosse acompanhado por muito sangue – Badany não há chance de vitória aqui!

“Ei, ei, o que você está dizendo seu porra...”

- Estou só em trinta por cento Baldur! E você também seu desgraçado que porra de chance você ta falando?!

- Ainda não percebeu seu imbecil! – disse Baldur igualmente irritada e provavelmente compartilhando do sentimento de vergonha de Badany – Esse cara não é o tipo de inimigo que podemos vencer apenas com pura força bruta, somos muito mais poderosos que ele, mas os truques dele tornam nossa força inútil.

- Badany, esse é o tipo de luta que só podemos vencer com preparo adequado...

- Se nem mesmo... – Ao se dar conta do que ia dizer tudo fez sentido na cabeça de Baldur

“Se nem o legendário general Forbrand pode lidar com ele sozinho... então era por isso que ele precisava de nós. Merda... Isso foi um erro”.

- Mas e Kurator?! – perguntou Badany

- Você já sabe o que deve fazer Badany – disse Baldur fechando os olhos – só você pode fazer.

- Por favor – ajuntou Faires – precisamos de você

Badany agarrou a corrente com muita raiva, mas apenas ele poderia salvar os dois que restavam, seu poder sobre o tempo e o espaço garantiria uma fuga sem a preocupação de deixar rastros.

- Outro país Badany! – disse Baldur se desesperando – Qualquer um!

E de repente os três desapareceram.

- Pra onde? – perguntou Keishi aumentando sua sensibilidade espiritual para localiza-los.

- Não adianta capitão kinimura – disse Gorab Vorl – eles podem estar em qualquer lugar do globo terrestre do mundo dos vivos e por culpa daquela rainha vadia já não nos sobrou escâners para busca-los. Bem, não importa. Temos o que viemos buscar.

Gorab Vorl admirou mais um pouco a pedra azul que tinha em mãos.

“Esse cara não é brincadeira, não é só mais um tenente. – pensou Keishi – Tenho que ficar de olho nele”.

O senkaimon se abriu atrás deles, mas antes que tivesse a chance de entrar uma espada embainhada foi atirada neles e se fincou no chão, os dois tiveram que se separar para não serem atingidos e ficaram em lados extremos opostos.

- Cheguei tarde... – disse uma voz estranhamente infantil – ah, mas que merda. Você é um câncer que corrói a alma não é mesmo Gorb-chan.

Ao lado da espada surgiu um garoto de cabelo ruivo curto com o haori de capitão, mas a reiatso era tão gigantesca que Keishi pensou por um momento que fosse de Akiko Atsuko.

- Quem é você? – perguntou Gorab Vorl – Espere... câncer que corrói a alma, quem me chamava assim era...

- Capitão Forbriden?! – Gorab Vorl parecia incrédulo de constatar que Atlis estava realmente vivo e por alguma razão rejuvenescera – Não é possível você...

- Morreu? Não, eu acho que não – disse Atlis – eu estou muito bem vivo, obrigado, e você vai me devolver cada uma das invenções que roubou. Mas primeiro... – ele surgiu diante de Gorab e pôs a mão na pedra azul brilhante a tirando das mãos do tenente – eu quero Die Hoffnung.

Ao perceber que tinha pego a quincy ele segurou no cabo de sua zampakutou.

- Shōnyūseki, Hyōga no ie! – ele liberou a zampakutou, mas antes de mostrar qual o poder dela ele simplesmente desapareceu novamente e sem deixar rastros.

- NÃO MERDA! – gritou Gorab enfurecido.

 

 

 

 

 



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