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História Interesting - Imagine; Park Jihyo (TWICE) - Capítulo 4


Escrita por: Lauterram

Notas do Autor


–ⓘ Desculpem qualquer erro ortográfico.

Capítulo 4 - Truths...


5:50am


POV Hwang (Seu nome)


Sono regulado, eu oficialmente te odeio. 

Como se não bastasse ter que ficar pensando no que aconteceu na noite passada sem parar, eu dormi tarde e acordei mais cedo do que deveria mais uma vez. Eu nem me vi no espelho, mas tenho certeza que estou parecendo um cadáver. A minha noite de sono pode se resumir em sua palavras, melhor, em um nome: Park Jihyo

Ela não saia da minha cabeça, alguma coisa nela estava me atraindo e não era só por causa do beijo. Tinha alguma coisa nela, algo que fazia querer estar perto dela. Eu sei que é exagero, afinal a gente se conheceu de verdade ontem e ela me salvou daquele macho escroto. Mas, por que ela me ajudou? Ela tem todos os motivos para pelo menos ter um ranço de mim, afinal não é todo dia que uma garota te acerta uma bicuda... né?

Mesmo assim ela foi me ajudar quando eu precisei, sem nem questionar. Vocês devem se perguntar por que eu não vou com a cara dela. É pelo simples fato de que ela é popular, exclusivamente por causa disso. Como eu disse antes, todos do colégio me acham esquisita, pelo simples fato de não socializar com ninguém e não me esforço nem um pouco para isso. Aliás, hoje é sexta-feira, o pior dia da semana para mim. Por que? É dia de treino das galinhas, digo, líderes de torcida. Ou seja, dia de passar no corredor e ser esculachada por Jennie e suas cadelas. Big Day meus amigos, Big Day.

Voltando ao assunto Park Jihyo, eu me lembrei das palavras que ela me disse ontem:  " Eu te achei interessante ". O que tem de interessante em mim aliás? Sou só uma estudante de colegial solitária que não curte fazer amizades, pelo simples fato de que as pessoas traem umas as outras. Por que logo ela, uma das garotas mais desejadas do colégio, a que se da bem com todo mundo, a "santinha" e certinha, iria se interessar logo em mim, a esquisita? Parece coisa de fanfic ( ava, é memo? )

– Miau. – Na beira da cama, estava Dino me encarando. Só pelo olhar dele, já sabia que queria comida. Me levantei devagar e o bichano subiu em meu colo, se acomodando. Dino é exatamente grudento com todo mundo, gosta que as pessoas peguem ele no colo e não gosta de dormir sem um cobertor envolto dele, não é atoa que ele dorme sempre no sofá ou debaixo do meu cobertor. Enfim, o gato burguês. Caminhei até a sala e coloquei comida para o gato, que tratou de devorar tudo como sempre fazia. Comecei a preparar meu café da manhã normalmente. Hoje Taeyeon não voltaria para casa, ela fica de plantão até tarde e sempre acaba dormindo na casa da Tiffany, colega de trabalho dela. Na verdade, eu suspeito de que ela é mais que isso, pois semana passada a Tae chegou toda dolorida e com umas marcas no pescoço, mas é só uma hipótese minha.

Hoje seria mais um dia consideramente irritante na minha vida, pois era 100% de certeza de que uma líder de torcida iria encher meu saco como sempre. Vocês devem se perguntar quem elas são. As líderes de torcida são as patricinhas do colégio, a cada semana estão com um namorado novo, gostam de ficar no refeitório falando sobre beleza e gostam de tirar o tempo para encher o saco dos outros alunos. A rainha delas é a Jennie Kim, a gostosa metida. O que foi? Ela é gostosa mesmo, foda-se. O que ela tem de gostosa, tem de metida e irritante, é o tipo de garota que tem prazer em te encher o saco quando pode.

Como se não bastasse a desgraça, ela namora exatamente a outra pessoa mais irritante desse colégio, Kai. Ele é um modelo que estuda no nosso colégio, outro que é gostoso e irritante. Acho que todo riquinho de lá é assim, tem suas exceções é claro, mas a maioria é assim.


(...)


Eu já estava no colégio, até que o caminho não foi tão irritante como o de custume, só contei umas duas garotas falando de mim, esse é meu recorde. Além de ser o dia das líderes de torcida, os garotos do futebol também tem treino, mas diferentes das meninas, eles não vem te encher o saco, gostam de ficar na deles. Admito que não sei o motivo deles serem assim, tão quietos. 

– Bom dia. – Estava tão distraída guardando minhas coisas no armário, que nem me liguei que tinha alguém atrás de mim. Tratei de me virar e pasmem, era a Jihyo. Sei que a gente criou uma atmosfera entre a gente, mas não me lembro de ter permitido essa aproximação toda, já que ela estava a centímetros do meu rosto. – Não me escutou? Eu disse bom dia...

– Ah, bom dia. – Respondi a Park, que se afastou de mim com um sorriso estampado na cara, e que sorriso... meu deus, para! Tratei de me virar e fechei meu armário, já com meu material em mãos. Jihyo ainda estava ali, me olhando, como se estivesse me esperando.

– Ei, Jihyo! – Um grupo de garotas fim do corredor chamou a Park. Eram as garotas do karaokê.

– Eu já vou! Até mais tarde, Hwang. – Ela simplesmente veio e deixou um selar em minha bochecha, assim, do nada. Ela correu para as amigas, me deixando ali sem entender o que tinha acontecido. Qual é a dessa garota? De uma hora para outra ela gosta de mim? É isso? Sem nenhuma explicação? Ela nem deveria saber sobre a minha existência até ontem, isso deve ser só o estilo dela de se comunicar ou tem algo a mais, não é possível.

– Hey, (Seu nome)! – Quando eu estava prestes a sair dali e ir para a sala, escutei alguém me chamar. Atrás de mim, correndo de um jeito totalmente desajeitado, estava Chaeyoung. Tenho que admitir, ela estava uma fofura com aquele uniforme do primeiro ano, ainda mais por que seu cabelo estava preso e estava cheio de coisas coloridas nele. – Como você está? 

– Bom, estou bem na medida do possível. – Respondi a garota, que parou quando chegou perto. Realmente, na medida do possível eu estava bem, mas não sabia se eu estava de verdade. Muita coisa ainda estava na minha cabeça, principalmente na possibilidade daquela homem voltar a me seguir, afinal, ele sabe aonde eu trabalho.

– Você saiu tão rápido ontem, nem conseguimos conversar direito... 

– Oh, me desculpe por aquilo. Eu estava tão cansada que só queria ir para casa, não te dei a devida atenção. – Falei meio sem graça, coçando levemente minha cabeça.

– Não tem problema, todo mundo tem um dia ruim. – Chae disse sorridente e de uma maneira muito fofa. Vocês que me perdoem, mas eu tô com uma vontade de roubar essa garota, guardar em um pote e proteger desse mundo cruel. – Oh, o sinal. Vamos? – Chae pegou meu braço e simplesmente me arrastou junto com ela para a sala.


Eu conto agora ou depois que sou do segundo ano?


(...)


Mais um dia, mais uma aula irritante, e mais uma vez, sozinha na hora do intervalo. Eu nunca gostei de sair da sala no intervalo, já que passar no corredor era pedir para tomar uma leve tortura psicologia, assim, bem básica. Aliás, ficar na sala sempre era bom, era quieto e ninguém ficava aqui te enchendo o saco, apenas aqueles que gostavam de ficar de papo ou da uns amassos. Me julguem se quiser, mas ficar sozinha no intervalo depois de uma aula mais que irritante de matemática em plena sexta-feira é a melhor coisa do mundo. Parece que sua mente relaxa, você fica calma e não tem ninguém para te atrapalha-

– Eae, Hwang (Seu nome). – Falei cedo demais. A mesa na minha frente foi ocupada por ela, Park Jihyo. Ela se sentou encima da mesma, me encarando como sempre fazia desde nossa "sessão de conhecimento" ontem. 

– O que quer? – Falei curta e grossa para a Park, que sorriu de uma maneira sacana. Sério, só esse simples gesto me irritou, meu santo não gostou do dela aparentemente. Mas, ela não sai da minha cabeça, que coisa.

– Direta, gostei. Bem, que tal almoçarmor juntas? – Jihyo falou e se ajeitou na mesa, fazendo se tronco ficar mais perto de mim e seu rosto a alguns centímetros do meu.

– Por que eu iria almoçar com você? – Falei para a Park. Que suspirou levemente e balançou a cabeça negativamente.

– Eu não sei, apenas saiba que eu só quero conversar. – Sua voz soou calma e suave, ela se ajeitou na mesa e se afastou um pouco, como se tivesse baixado a guarda. Por que ela quer ficar aqui comigo? Pelo que eu saiba, populares gostam de ficar no refeitório com o seu grupinho de amigos e não com os outros por aí. Essa garota é indecifrável, mas por algum motivo eu gostaria de decifrar ela.

– Por que quer ficar aqui comigo? Seus amigos não estão te procurando? – Perguntei a Park, que me olhou séria.

– Jeong está dando uns pegas na Nayeon, dentro da sala do zelador. Chaeyoung está correndo por aí e Sana deve estar comendo alguma garota no banheiro. Então, fiquei sozinha na pista. – Jihyo disse bem devagar e direta e admito que aquilo me pegou de surpresa. Parece que a vida das outras meninas são bem animadas.

– Então, eu sou sua última opção? – Perguntei a Jihyo, que soltou uma leve risada.

– Você está sempre suspeitando de mim? – A Park disse risonha foi inevitável uma pequena risada minha também.

– Sim, afinal a gente se conheceu ontem. – Falei óbvia para a Park, que se levantou da mesa e se sentou na cadeira a minha frente, Vilanova seus braços sobre a mesa e sua cabeça por cima dos mesmos.

– Eu só te achei interessante, não é todo dia que uma garota que você acabou de conhecer te beija. – Ela sorriu mais uma vez e eu corei. – Aliás, eu gosto de ficar perto de você, me deixa calma. 

– Correção: não é todo dia que uma garota te acerta uma bicuda na cara. – Falei para a Park, que riu um pouco alto.

– Primeiro, isso é verdade. Segundo, você não acertou minha cara, acertou minha mão. Aliás, ainda tenho a marca. – Jihyo falou e mostrou a palma da mão esquerda, que estava com um tom roxo bem fraco.

– Quer que eu te faça um curativo ou algo do tipo? – Questionei a Park, que abaixou sua mão e se aproximou um pouco mais de mim.

– Sim, eu estou com dor... – A Park resmungou e fez um drama, calmamente fingindo estar com dor em sua mão. – Mas, um curativo não vai me curar...

– E o que vai? – Questionei a Park de maneira cuiriosa, esperando a sua reposta. Jihyo então se inclinou lentamente e se aproximou ainda mais do meus rosto. Eu conseguia sentir sua respiração se misturar com a minha. 

– O seu beijo... – Ela disse de forma baixa e arrastada. A mão de Jihyo subiu até minha bochecha e seu rosto estava cada vez mais colado. Eu queria me afastar dela, mas eu não conseguia, na verdade eu não queria. Por que ela me atrai tanto? A gente se conheceu ontem, não completou nem 24h direito, mas ela simplesmente se recusa a sair da minha cabeça. Seus lábios tocaram lentamente os meus, de uma forma muito delicada e carinhosa. Ela encostou nossas testas, sua mão fazia um pequeno carinho em minha bochecha e eu já estava totalmente rendida a ela sem nem tentar resistir. Os lábios dela então se firmaram nos meus, o gosto de cerca invadiu me invadiu e eu senti meu corpo arrepiar, ela estava me beijando pela segunda vez em menos de um dia...

– Hmmmmmmmm – Ouvi pessoas fazerem umas espécie de resmungo ao nosso lado. Rapidamente me adaptei de Jihyo e ao olhar para o lado, estavam ali: Jeongyeon, Sana, Chaeyoung e Nayeon, todas com um sorriso malicioso na cara. Só faltava meu rosto queimar de tanta vergonha, e não era só elas que estava ali olhando, várias pessoas estavam na porta bisbilhotando. – Podem continuar, a gente não vai atrapalhar. – Sana disse com um sorriso safado estampado na cara. Eu só queria correr e sumir, se antes já falavam de mim, imagina agora? 

– Estão fazendo o que aqui? – Jihyo falou aparentemente bem irritada, fazendo as outras garotas rirem.

– A gente estava te esperando no refeitório, você nunca se atrasa, agora eu sei o motivo, sua safada! – Nayeon foi a primeira a falar e as outras meninas apenas concordaram se tirar os sorrisos do rosto.

– Finalmente em Jihyo, até que enfim tá namorando! – Jeong foi até a Park e deu um tapa em seu ombro, fazendo Jihyo virar o rosto para lado claramente corada. Eu? Estava fazendo cosplay de tomate. Só falta pintar o cabelo de verde 'pra completar a desgraça. 

– Inveja, é tudo que eu consigo sentir agora. – Sana falava e me secava sem nenhum pudor, me deixando mais vermelha ainda, se isso era possível.

– Desculpe, Hwang. Mas temos que roubar sua Jihyo por um momento, até mais! – Nayeon falou enquanto praticamente arrastava Jihyo junto de Jeongyeon, Sana também foi com elas. Aliás, quem disse que ela é minha Jihyo?

– Você e a Jihyo estão namorando? – Chaeyoung, a única que tinha ficado me perguntou, sentando na mesma cadeira que Jihyo estava antes.

– Claro que não, a gente se conheceu ontem! 

– E vocês já estão nessa intimidade? Quero ser a madrinha no casamento no fim do mês. – Chaeyoung falou e soltou uma risada. Eu já estava em um nível de vergonha enorme, meu rosto estava mais do que quente e eu não sabia aonde enfiar a cabeça de tanta vergonha.

– Chaeyoung! – Falei alto com a Park mais nova, que começou a rir e me deixou mais corada ainda. É incrível como eu estava totalmente irritada a 10 minutos e agora estou aqui, totalmente desarmada. 

– Vamos no banheiro, você tem que lavar esse rosto. Não me leve a mal, mas parece que você comeu a pimenta mais picante do mundo, seu rosto está muito vermelho. – Chaeyoung Se levantou e puxou meu braço junto com ela. Então fomos até o banheiro feminino, que não ficava muito longe da sala e entramos nele. Abri a torneira e acumulei um pouco de água nas mãos, jogando no meu rosto logo em seguida. Eu estava quente, meu rosto parecia que ia entrar em erupção e isso estava difícil de lidar. Essa situação toda ainda me confunde, por que Jihyo estaria interessada logo em mim? Assim do nada? Era alguma brincadeira? Aposta? Ou ela só estava tirando com a minha cara? Seja o que for, parece que tá funcionando.

– Ora, ora, ora... ora. O que temos aqui? – A porta foi aberta e eu escutei passos atrás de mim. No mesmo momento, só por causa daquela voz, eu já sabia que ia dar merda. Ali estava, Jennie Kim e sua fiel cadela, Kim Jisso. Hoje o meu dia estava On Fire. – Olha Jisso, é a anão de jardim e virgem esquisita. Meu deus, esse banheiro já foi mais bem frequentado.

– O que quer, Jennie? – Chaeyoung ss pronunciou olhando furiosa para a Kim, que sorriu de uma maneira sarcástica.

– Oh, eu quero retocar minha maquiagem, mas só a presença de vocês aqui já me tirou essa vontade. – Jennie disse agora olhando 'pra gente com cara de nojo, como sempre fazia. Jisso sempre ficava calada, ela só dizia alguma coisa quando Jennie deixava e isso era assustador, mas parece que ele gosta disso.

– Então a gente vai embora, vamos (Seu nome). – Chaeyoung me puxou rapidamente até a porta para irmos embora. Mas, quem disse que seria tão fácil?

– Soube que está com a Jihyo agora, eu sinto pena de você. – Quando Jennie disse aquelas palavras, eu só queria ignorar, mas foi inevitável. Eu parei de andar e fiquei ali na porta, ouvindo. – Você não sabe né? Jihyo nunca namorou alguém de verdade, mas ela é uma das mais rodadas. Dizem que ela só beija quem não gosta, que coincidência, não? Uma amiga disse que ela tem o puro prazer de beijar apenas por beijar, mas nunca gosta da pessoa. Sinto pena de você, Hwang. Apesar de ter conquistado o feito de beijar ela na frente de todos, já sabemos como essa história vai terminar. – Quando ela terminou de falar, parecia que o mundo a minha volta tinha sumido. Então, era isso. Eu era apenas uma conquista, uma descartável para Jihyo. Isso explica do por que ela queria ficar perto, mesmo a gente tendo se conhecido a tão pouco tempo. Por que eu fui tão idiota? 

– Não de ouvidos a ela, (Seu nome). Isso é tudo mentira! Jihyo nunca faria isso com você. – Chaeyoung falou e me puxou junto para fora do banheiro. Me desculpe, mas é inevitável que isso faça sentido. Ninguém nunca ofertou comigo, ninguém nunca me beijou o me desejou, nada. Aí do nada, uma das garotas mais bonitas do colégio de diz interessada romanticamente em mim. Como que eu não percebi isso antes.

– Chae, me leve até a Jihyo. – Eu disse séria para a Park, que me olhou duvidosa, mas não questionou e me levou até o andar de cima. Ali era aonde ficava os grupos do colégio, tinha o pessoal da dança, biblioteca e afins. Eu nunca fiz parte de um, até por que não era obrigatório. Assim que chegamos no andar de cima, Chae me levou até o final do corredor, onde ficava as escadas para o teto do lugar. Subimos e lá estavam Jeongyeon, Jihyo, Nayeon, uma garota grande que eu não conheço e Sana. Admito que me senti fraca, comecei a pensar que era uma má ideia confrontar Jihyo assim de cara, mas eu tinha aí e fazer alguma coisa. Chaeyoung foi até a Park mais velha e falou algo no ouvido dela, foi então que Jihyo me olhou preocupada. ELA então disse alguma coisa para as outras meninas, que apenas concordaram e foram saindo uma por uma, até sobra apenas eu e a Park naquele telhado.

– O que a Jennie falou com você? – Jihyo foi curta e direta. A essa altura eu já queria derramar mil lágrimas, porém eu não queria quebrar a minha postura na frente dela. 

– Seja sincera comigo, Park. O que você quer? – Falei para Jihyo.

– Eu já te disse, eu quero ficar perto. – Jihyo disse séria para mim, ela falava de uma maneira tão convincente quae parecia mentira, mesmo com poucas palavras.

– Logo de mim? O que você viu por acaso? Tá na cara que você só quer se divertir comigo, como você sempre faz com as outras. Eu não sou uma boneca que você pode se divertir e depois esquecer, se acha que eu sou assim tão fácil, pode tirando o cavalinho da chuv- – Eu paralisei. Eu senti novamente aquele gosto bom em meus lábios e as mãos de Jihyo segurando as minhas. Ela estava me beijado de novo, em menos de uma hora. Eu tentei resistir, mas acabei fraquejando novamente. Ela se separou de mim lentamente, enquanto eu tentava recuperar meu fôlego.

– Isso é por duvidar de mim. – Ela se aproximou e me beijou mais uma vez e se separou, não me dando tempo nem de raciocinar. – Isso é por você ser uma gostosa do caralho. – Mais uma vez, dela me beijou, só que com mais brutalidade, mordendo meus lábios no processo. – E isso, é por você não sair da minha cabeça. – E mais uma vez dela me beijou, se separando logo depois vem devagar. – Me diz, (Seu nome). Você gosta de mim? – Pela perguntou sem separar totalmente nossos corpos, estávamos praticamente coladas e isso estava sendo muito difícil de lidar. Jihyo tinha um aroma viciante, que me fazia querer ficar ali grudada com ela. Era como um imã, eu era um simples metal que foi atraído pelo maior imã de todos. – Se não me responder, eu vou te beijar, mas dessa vez de verdade.

– E-eu... n-não sei... – Falei em um fio de voz.

– Reposta errada. – E mais uma vez naquele dia, Jihyo me beijou, de verdade desta vez. Eu nunca tinha beijado de língua antes, mas se a sensação era essa que eu estava sentindo roda vez que eu beijar alguém, pimentão serei a nova beijoqueira do colégio.

Pois aquilo não era bom, era mágico.


Notas Finais


Quer pagar de durona mas não aguenta 5 segundos com a Jihyo, S/n confusões.


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