História Interlude - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Morte Drama Sexo
Visualizações 1
Palavras 1.446
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


eh isso

Capítulo 2 - Untitled


Naquela tarde de quinta-feira eu havia ido na casa da Valerie pra fazermos o nosso trabalho de história. Porém eu estava fazendo sozinha, porque ela estava no celular totalmente focada em outra coisa que não era nossa nota mensal.

— Valerie, você não vai me ajudar?

— Você acha que o pau do Evan é grande? 

— O que?

— Olha aqui.

Ela virou o celular para que eu pudesse olhar a foto que o vizinho havia mandando.

— Eu não sei e esse não é o foco de agora, a gente tem que terminar esse trabalho. 

Ela bufou e se sentou na cama.

— Você é muito chata. 

— Eu não sou chata. Nós precisamos da nota.

— Termina isso sozinha que eu preciso sair.

— Você vai ir ver o Evan?

— Sim, por que?

Às vezes eu me perguntava o quão safada ela conseguia ser.

— Por nada. Vai lá.

— Se tiver alguma dúvida pede pro meu pai te ajudar, ele tá no escritório. 

— Ta bom então.

— Mais tarde eu volto, me espera aqui.

Ela pegou sua bolsa e saiu do quarto.

 Falar sobre a regência de Dom Pedro era uma merda, até porque nada disso importava e era impossível encaixar qualquer palavra neste assunto patético. Eu estava travada em um paragráfo há horas e isso estava me deixando irritada. Talvez fosse melhor beber uma água do que continuar tentando escrever isso e depois disso eu poderia pedir ajuda ao pai da Valerie. Desci às escadas e fui até a cozinha, depois de beber água decidi que deveria pedir ajuda, o escritório do pai da Valerie ficava no fim do corredor, em passos lentos eu caminei até a porta e em seguida dei três batidas. Após ouvir um pode entrar eu me certifiquei de abrir a porta com cuidado.

— Amelie! Eu nem sabia que você estava aqui! 

Ele sorriu fraco.

— Também eu passo o dia inteiro trancado nesse escritório que não sei o que acontece na minha própria casa. Você precisa de alguma coisa?

— Então, queria saber se o senhor pode me ajudar a terminar um trabalho, a Valerie disse que eu poderia pedir ajuda. O senhor pode?

— E ela não está te ajudando?

— Ela saiu faz um tempo.

— Ah, ela me avisou, pensei que já tivesse voltado. 

— Então, ela ainda não voltou e eu não consigo finalizar o trabalho.

— Não tem problema, eu te ajudo, vamo lá.

Ele me acompanhou até o quarto e se sentou na cama pegando o notbook, eu observava atentamente ele ler o trabalho para poder finalizar. Enquanto ele escrevia me veio a cabeça o por quê de um homem assim ser solteiro, ele é novo, bonito, tem dinheiro e ainda por cima é simpático. 

— Pronto Amelie, acabei. 

—  Ah obrigada, eu tava tendo muita dificuldade com isso.

— Não precisa agradecer, foi um prazer ajudar.

— Eu posso fazer uma pergunta?

— Claro que pode.

— Por quê o senhor é solteiro?

— Não precisa ficar me chamando o tempo todo de senhor, eu nem sou tão velho assim, você pode me chamar só de Robert.

Quando ele sorria suas covinhas ficavam à mostra, e eu percebi o quão bonito ele era.

— Depois que a Amelie nasceu a mãe dela nos deixou, dizendo que era muito nova pra ter a vida que tinha, que aquilo não era o melhor pra ela e então ela foi embora e depois disso eu não quis ter mais ninguém. 

— Pois você deveria sabe? Você é bonito demais pra ficar solteiro. Quantos anos você tem? Trinta e cinco?

— Você quase acertou, eu tenho trinta e sete. 

— Ah, tudo bem. 

— Então é isso? Terminamos?

— É acho que sim. Eu posso fazer outra pergunta?

— Pode sim, Amelie.

— Você não quis ter mais ninguém?

— Acho que não. Por quê?

— Porque você é muito bonito.

Ele sorriu com aquilo, e eu estava ficando envergonhada por ter feito aquelas perguntas.

— Eu sou só bonito?

— Ah não. Você é gostoso demais também.

— Sou é?

— Aham! Eu te acho gostoso pra caralho.

— Ah, eu vou pro meu escritório agora, tá bem?

— Espera... fica mais um pouco.

— Por quê?

— Porque eu to querendo ter você.

— Vem cá.

Ele tirou o notbook do colo e me olhou como se quisesse que eu sentasse no seu colo, eu contornei minhas pernas em volta dele e sentei, me esfregando nele.

— Nossa senhora...

— O que foi?

— Você é muito gostosa.

Quando eu olhei pro rosto dele senti como se eu fosse derreter. Era uma sensação diferente, bem diferente de muitas que já senti. Ele não parava de olhar pra mim com aqueles olhos azuis,  e não é atoa que eu sempre sentisse uma atração, afinal ele é muito gostoso, mas aquilo definitivamente era diferente. Era como se ele nutrisse algo que cativava minha atenção e deixava minha bucetinha molhada.
 Eu me sentia uma safada sentada daquele jeito no seu colo, com seu pau roçando em mim, mas era tão gostoso.
Quanto mais Robert ficava perto da minha boca, mais eu me sentia atiçada. Atiçada pra fazer algo? Porra, eu tava doida pra dar pra ele. Ele foi lentamente fechando os olhos, isso me fez moldar um sorrisinho malicioso.
Senti um arrepio percorrer a espinha quando ele desceu com as mãos das minhas costas até a base da cintura, me puxando para bem pertinho.  Aquilo tudo estava realmente acontecendo e eu sentia meu coração bater mais rápido, mais forte, meu corpo ficar mais quente e pude sentir o seu pau ficar duro.
Ele me dava alguns beijos, alguns mais leves e outros com mais emoção pelo meu pescoço e em um instante me mandou ficar de joelhos para ele.
Tudo aquilo aconteceu tão rápido. Dedilhei seu pau por cima de sua cueca e sentia ele duro por baixo da roupa. 
Quando enfiei a mão dentro, pude sentir aquela coisa enorme e grossa batendo no meu rosto. Minha boca começou a salivar e engoli em seco e ouvi perfeitamente sua voz, que parecia entoar uma pergunta, mas mais me pareceu uma ordem, que obedeci prontamente.

— Você quer chupar meu pau, Amelie?

Eu esbocei um leve sorriso de canto dos lábios e comecei a masturbar ele bem devagar, subindo com a língua da base do seu pau até a cabeça antes de encaixar minha boca naquilo. Era meio difícil porque era minha primeira vez, eu tentava ao maximo não engasgar. 
Eu conseguia ouvir alguns gemidos abafados de Robert e aquilo me excitava mais que qualquer coisa, me fazendo engolir mais e mais. 
Chupei aquele pau até que estivesse bem babado, mais que minha própria bucetinha. 
Tirei minhas roupas com a ajuda dele e me deixei levar e fazia tudo que ele pedia. Quando parei de chupar seu pau, ele me carregou e me pôs de quatro pra ele na cama e eu empinei bastante minha bunda.
 Ele passava a cabeça do pau na entrada da minha buceta, dava pra sentir ele entrando e isso foi o suficiente pra me fazer agarrar na colcha da cama e morder o lábio pra repreender um gemido. Robert começou a socar cada vez mais fundo dentro de mim e com mais força, me fazendo soltar um grito no misto de dor e tesão, e isso o fez ir mais forte. 
Soltei mais alguns gritinhos que abafava na colcha quando sentia ele na minha bunda e me deixando marcada.
Doía muito, mas era gostoso. Eu já tinha perdido os sentidos e me entregado a muito tempo. Só conseguia falar coisas desconexas.

— Fode, fode, fode... soca com força em mim, caralho!
 

 E Robert me fodeu sem dó. Eu me segurava pra não gozar porque eu queria que ele metesse mais em mim. Porra, que homem gostoso. Depois dele me foder de quatro, empurrei ele contra os travesseiros e encaixei seu pau dentro da minha buceta. Ele já tinha deixado minha bucetinha bem aberta de tanto socar, mas ainda doía quando eu comecei a sentar no pau dele. Seus gemidos e tapas na minha bunda faziam eu ir com tudo e dar o melhor de mim. Eu sentia um tesão do caralho e sentia que podia passar o dia inteiro fazendo aquilo. Quanto mais eu rebolava nele, mais eu podia saber que ele queria gozar, ele me puxou para perto e falou bem baixinho para eu abrir a boca. Sem pensar duas vezes, voltei a chupar seu pau com vontade até ele encher minha boca  de porra. Vi que umas gotas escorreram da minha boca, mas ele me fez engolir tudo.
Me levantei muito mole, ele me segurou pelos braços e olhou profundamente dentro dos meus olhos.

— Você precisa se vestir.

Sua voz de seriedade era evidente, eu não disse nada e apenas fiz o que ele disse.

— Ninguém pode saber sobre isso Amelie, você entendeu?

— Saber sobre o que pai?


Notas Finais


eh isso mesmo


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...