História International Love - Capítulo 3


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Categorias Neagle
Personagens Gabriel "Neox" Soares, Personagens Originais, Victor "Eagle" Trindade
Tags Amor Internacional, Gabriel Soares, Intercâmbio, Neagle, Neox
Visualizações 48
Palavras 1.607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


~BOA LEITURAA!!!

Capítulo 3 - W e l c o m e t o O r l a n d o


Fanfic / Fanfiction International Love - Capítulo 3 - W e l c o m e t o O r l a n d o

Após a nossa parada em Miami, finalmente já conseguia ver a cidade de Orlando a milhares de Km abaixo de nós. Fiquei feliz em saber que respiraria ar puro novamente, após quase 12 horas dentro de um avião. Assim que nos foi autorizado, saímos do avião e fomos ao local para pegar nossas malas, que não eram poucas.

 

Como já eram 17:00 horas, liguei para a dona da casa onde moraríamos, combinamos de nos encontrar na casa e assim que ela me passou o endereço, fomos pedir um táxi. O bairro era bem longe do aeroporto e por isso, passamos mais um bom tempo dentro do carro. O tempo já estava ficando frio, ventava levemente, mas uma brisa fria.

 

Chegamos no tal bairro e todos as casas eram praticamente as mesmas, era um bairro grande, como se fosse um condomínio. O taxista nos deixou em frente a casa endereçada, uma casa marrom com detalhes brancos. Pagamos o mesmo e pegamos nossas malas.

 

Pelo horário, havia bastante gente na rua. Na casa ao lado, havia um casal na varanda observando duas crianças andando de bicicleta, e na casa da frente, do outro lado da rua, havia quatro garotos, aparentemente da nossa idade, conversando em cima de uma cama-elástica enorme. Ri da situação e sai do meu “transe” com um peteleco na cabeça, dado por Bianca.

 

-- Acorda, a moça chegou e você é melhor do que eu no inglês. — Bianca dizia enquanto pegava suas malas e entrava na casa, agora aberta pela mulher. Nos comprimentamos, e logo começamos a olhar a casa toda. Era uma casa grande porém aconchegante. Após muito conversar com as duas, fechamos contrato ali mesmo e já pegamos uma cópia da chave. Ficamos um tempo ainda na varanda observando a vizinhança, depois que a Sr. Whitney(dona da casa) foi embora, esperando o taxi chegar para irmos ao hotel, já que a casa ainda não tinha móveis.

 

-- Os vizinhos parecem ser legais, acho que vamos nos dar bem. — diz ela olhando fixamente para os garotos da casa a frente.

 

-- É..sei muito bem o “legal” que você quis dizer. — ri — Só falta você ir até lá e começar a conversar com eles. — e foi dito e feito. Lá estava Bianca prestes a atravessar a rua. Na hora, me bateu um desespero, que a única coisa que fiz foi: — BIANCA VOLTA AQUI SUA PIRANHA! — Por que havia gritado? Não sei. A única coisa que sabia era que havia chamado a atenção tanto da vizinhança inteira quanto dos meninos, que por sinal estavam dando gargalhadas.

Bianca simplesmente continuou andando. Fui atrás dela timidamente, chegando lá, um dos quatro meninos desceu da cama-elástica e veio até nós.

 

-- Vocês são brasileiras? Escutei uma de vocês gritando. — DROGA!

 

-- Ah, que bom. Sim, somos brasileiras e acabamos de chegar. Eu sou Bianca e essa doida aqui é a Anna. — disse apertando a mão do menino a nossa frente que logo apertou a minha também.

 

-- Prazer. Eu sou o Victor, e aqueles ali são Gabriel, Matheus e Arthur. Também somos de lá, mas faz um tempo que nos mudamos. — ele  disse apontando para cada um e no final deu um sorriso. Ficamos ali nós três conversando sobre várias coisas, Victor era gentil e engraçado, e Bianca estava doidinha nele.

 

--Você, por acaso, poderia nos indicar um lugar para comprarmos nossos móveis? Estamos sem nada, e não conhecemos nada além dessa rua e o aeroporto. — disse interrompendo a troca de olhares que os dois estavam tendo.

 

-- Sim, eu tenho o cartão de uma loja muito boa, comprei meus móveis lá. É um cartão de desconto mas podem ficar. Vou pegar. — ele disse e entrou na casa rapidamente, acompanhado dos três meninos, que após nos comprimentar com olhares entraram na casa.

 

-- Nada de me deixar de vela no nosso primeiro dia, Bi. Qualé.

 

-- Que foi? Você não está de vela, você está até conversando com a gente. — dito isso, Victor voltou com o cartão na mão, agradeci e nisso o nosso táxi chegou. Nos despedimos e fomos embora.

 

Decidimos ficar no primeiro hotel que encontrássemos. Chegando lá, tomei um banho relaxante e demorado, depois coloquei meu pijama. Pedimos algumas coisas para comer e ficamos até tarde vendo filmes.

 

Fiquei pensando no que faria amanhã e nos próximos dias que estivesse ali. Não queria encontrar ninguém, nenhum menino. Não estava ali para isso, enquanto estiver em Orlando pensarei só em mim apenas, nos meus estudos.

De tanto pensar, acabei dormindo na metade de um filme que “assistia” com Bianca.

 

Dia Seguinte

 

No dia seguinte, acordamos com o barulho do meu despertador, o relógio marcava 09:00 horas. Tomei meu banho, me arrumei com um macacão de short da cor preta com um cropped branco e meu tênis, prendi meu cabelo em um coque bagunçado. Esperei Bianca acabar de se arrumar, pegamos nossas malas e descemos para tomar café. Ao acabarmos, fomos até a recepção do hotel e acertamos as contas.

 

A primeira coisa que iríamos fazer era alugar um carro, logo após iríamos a algumas lojas para comprar nossas coisas para a casa. E assim foi feito. Passamos em uma concessionária e alugamos um carro grande o bastante para nos ajudar, era da cor preta. Bianca foi dirigindo pela cidade a procura da loja indicada pelo Victor no dia anterior. Enquanto ela dirigia, me senti, por um breve momento, uma daquelas atrizes de filmes americanos, sentindo meus cabelos voarem contra o vento forte causado pela alta velocidade que estávamos, enquanto o sol brilhava em minha pele.

Esse sentimento foi logo cortado com um “Achei!!” vindo de Bianca, anunciando nossa chegada na tal loja.

 

Demos uma boa olhada nos produtos, e não saímos lá de mãos vazias, realmente aquela loja era boa e com o cartão de desconto que ganhamos do Victor, ajudou bastante. Compramos TV, sofá, camas, armários, guarda-roupas e tudo que uma casa necessita, fora algumas coisas de decoração que cada uma comprou, tivemos que pagar um caminhão para levar as coisas até a casa já que somos exageradas e compramos demais. Ao sair dali, fomos para uma loja de eletrônicos, compramos chip’s para os nossos celulares, computadores e comprei uma câmera digital também.

 

Quando, no relógio marcava 12:40, fomos ao restaurante almoçar. Ficamos bastante tempo ali a descansar. Não tínhamos feito metade das coisas que iríamos fazer hoje, e já estávamos esgotadas. Voltamos para o carro e ficamos dando voltas pela cidade até dar o horário que a faculdade abrisse. Fomos até lá e ficamos o resto da tarde naquele local frio e deserto, não como o planejado. Deu vários problemas nas matrículas mas no fim, deu tudo certo e já éramos estudantes da Full Sail University

 

Olhei no relógio pelo milésima vez no dia, e ele marcava 16:15, estávamos a caminho de nossa casa para começar a organizar tudo. Ainda faltava comprar algumas, muitas, coisas, mas por causa desse imprevisto da faculdade tivemos que adiar. Bianca estacionou o carro em frente a casa, já que a vaga da garagem estava ocupada pelo caminhão da “mudança”. Uns homens musculosos levaram tudo lá para dentro e foram embora.

 

Bianca e eu ficamos encarando todas aquelas caixas sem muito ânimo por alguns minutos, mas não podíamos desanimar. Coloquei meu celular ligado no último volume e começamos a arrumar tudo ao som de One Republic. Após algum tempo, com nem metade de uma estante pronta, ouvimos a campainha ser tocada. Bianca foi correndo atender.

 

P.O.V's Bianca

 

-- Espero não estar incomodando! Vimos o caminhão e pensamos que vocês precisariam de ajuda. — disse Victor atrás de uma caixa de ferramentas acompanhado de um menino, que até então permanecia calado encostado no batente da porta.

 

-- Ah, claro! Muito obrigada! Realmente a gente precisa MUITO de uma ajudinha. — ri levemente e abri espaço para que os dois entrassem. Fomos até a sala onde, inicialmente, estávamos montando nossa estante. — Temos visita!

 

P.O.V's Anna

 

Me assustei levemente com o barulho da caixa de ferramentas sendo colocada no chão. Olhei para a porta da sala e encontrei Victor e um menino desconhecido. Me levantei e fui para perto deles.

 

-- Oii — sorri comprimentando Victor, e em seguida olhei para o menino até então calado. — Prazer, Anna. — Estendi minha mão a ele que logo foi apertada.

 

-- Ah, me desculpe. Sou o Gabriel, amigo dele. — sorriu e, sem pensarmos direito, ficamos alguns segundos ainda segurando nossas mãos com nossos olhares fixos um no outro.

 

-- Bom...É um prazer conhecer você, Gabriel, mas a gente tem muita coisa pra fazer neh? — Bianca diz ríspida olhando para mim e para nossas mãos ainda juntas.

 

-- A-Ah..claro, vamos! — separei nossas mãos rapidamente, já sentia minhas bochechas ardendo de vergonha.

 

Ficamos montando tudo e a ajuda dos meninos foi muito bem aproveitada. Conseguimos montar vários móveis em “pouco” tempo. Conversamos muito e conhecemos mais esses meninos, que se intitularam como Eagle (Victor) e Neox (Gabriel). Eles se mostraram gentis e engraçados. Foi legal e divertido, não imaginava fazer amigos tão cedo.

Como já eram quase 21:00 os meninos se ofereceram a pagar um lanche para nós. Fomos todos para o McDonald’s e comemos. Bianca e Victor ficaram conversando sobre como eram suas vidas no Brasil, era visível a atração que ambos sentiam. Depois disso fomos embora, Bianca estacionou o carro na garagem e nos despedimos dos meninos. Sem demora fui logo para o quarto dormir.

 

Meu dia foi cansativo, mas valeu a pena. Não via a hora de finalmente poder me deitar na cama e descansar. Apesar da ajuda inesperada dos meninos, ainda faltavam organizar muitas coisas, e não sei, se as coisas continuarem nesse ritmo, se aguentarei a pressão.

 


Notas Finais


Desculpe a demora pra postar!! Esse capítulo ficou meio ruim mas prometo melhorar no próximo kk
Esperem ansiosos!!

Comentem o que acharam e favoritem para eu ficar sabendo que vocês estão gostando!!
~Kissus


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