História Internato dos Sonhos (mitw) - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Two.


۞ Pov Sophie ۞

 

Quando me dei conta, Cellbio e meu irmão não estavam mais ali. Revirei os olhos e os garotos riram, eles inventaram alguma desculpa qualquer e se afastaram, só não fui atrás deles por preguiça, segui rumo a direção do meu quarto, onde as malas estavam jogadas. Revirei os olhos indo até elas, coloquei na cama e as abri, começando a arrumar as roupas e as coisas importantes. Parei de guardar as coisas por estar muito silencioso o ambiente, peguei o celular colocando algum rap. Fiquei cantando (tentando no caso) enquanto terminava de arrumar tudo. Alguns minutos depois, quando eu quase acabava aquela mala, um garoto entrou no quarto e se jogou na cama vazia enquanto eu ri baixo. 

Pausei a música do celular guardando as outras coisas restantes da primeira mala, quando coloquei um quadro na cômoda, ouvi uma risada baixa vindo dele, o que me fez olhá-lo. Ele me olhou também, o que me fez desviar o olhar e corar.

— Ahm... e chamo Marcelo Baad e você? — o garoto simpático fala e eu o olho, mordendo o lábio de nervosismo. 

— M-me c-chamo Sophie Pacagnan. Prazer! — ditei envergonhada e ele riu me olhando, e desviou o olhar. 

Ficou um silêncio constrangedor enquanto ele olhava o teto e eu terminava de arrumar a segunda mala. Meu celular começou a tocar e eu o peguei, vendo ser uma ligação de um número desconhecido, peguei o mesmo e deslizei para atender. Coloquei o aparelho no ouvido ouvindo alguns ruídos. 

— Alô? - ninguém falava nada ou respondia.

— Lôa... - reconhecia aquela voz e eu ri. 

— Moon! - falei risonha e ele riu do outro lado.

— A, deu errado meu plano. Merda! - reclamou aos quatro ventos enquanto eu ri.

— Conheço sua voz, bobinho! - ri.

— A, okay. Já que meu plano deu errado... Como está você e os meninos? - perguntou aleatório.

— Estão bem. Mais estou com um certo receio sobre Pac. - soltei, seguido de um suspiro.

— Como assim, ''Receio''? 

— Não sei explicar. É tipo, medo de deixar ele lá naquele quarto com um desconhecido, principalmente porquê o colega novo dele é um demônio! E Pac parece estar estranho... - desabafei e um silêncio do outro lado.

— Bem,  não sei o como te ajudar. Mas espero que tudo de certo por aí. 

Fiquei em silêncio por uns minutos. Coloquei no viva-voz deixei meu celular ao meu lado na cama e me deitei, encarando o teto, enquanto Moon não se pronunciava também.

— Hey, tenta conversar com ele, não sei. Tenta descobrir o que acontece com ele, você falou que ele parecia estranho, mais o que mudou nele? - perguntou.

— Ele não está mais fofo. Ele ainda é fofo, mais tipo, a expressão dele é mais diferente, mais séria. - falei meio tristonha, recebendo o olhar de Marcelo.

— Ah, iria conversar com ele, mais ele me detesta. - ouço Moon e fecho os olhos.

A ligação cai de repente e eu abro o olho, pegando o celular e praguejando mentalmente por isso. Entrei no whats e mandei mensagem para meu irmão.

 

Dramático <3  on 

Me: Ei, qual quarto você está? 

Me: Fala por favor, quero ver seu quarto e colega. 

Me: Não sou ciumenta, okay?

 

Saí do Whatsapp e bloqueei a tela, voltando a encarar o teto. Marcelo se sentou na cama e ficou me observando, o que fez minhas bochechas ganharem um tom rosado. Fechei meus olhos e coloquei meu braço por cima do meu rosto rindo baixo e ouvi uns gritos e um corpo jogado em cima de mim.

— SOPHIEEEEEEEE! — pelo grito que deixa qualquer um surdo e pelo peso e cima de meu corpo, era Cellbo.

— Puta que pariu Rafaeeeeeel! — quase gritei abrindo meus olhos e tentando retirá-lo de cima de mim.

— Hahahaha — a risada de Marcelo foi ouvida. Eu desisti de tirar ele de cima de minha pessoa, o cara é mais gordo que eu.

— Vou morrer sem ar! — falei dramática e os dois riram. — Tô me sentindo um sanduíche amassado aqui.  

Falei e por fim, ele saiu de cima de minha pessoa, me fazendo dar graças a deus. Me sentei na cama olhando o ser que havia pulado em cima de mim, o olhei confusa e ele saiu me puxando, enquanto eu quase caia...

 

Pov Pac

Quando o garoto se jogou na cama, me sentei na minha cama calado, discretamente, fiquei olhando pro garoto, alguns segundos depois, dois garotos entraram no quarto. Um loiro e um moreno, peguei meu celular e vi uma mensagem de minha irmã, desbloqueei o aparelho e digitalizei a mensagem para ela. 

 

Drácula Girl <3 on

Me: No quarto 505.

Me: Porquê? 

 

Saí do whats e fechei meus olhos, respirando fundo. O garoto parece ter se levantado rapidamente e ter socado algo, abri meus olhos e ele havia socado minha cômoda e nisso, caiu o quadro com uma foto especial, abri minha boca em um perfeito 'O', me agachei pegando a foto e vendo um pequeno rasgo, retirei a foto do suporte e fiquei ali parado olhando-a. Era uma foto muito especial para mim. Senti vontade de chorar mais não chorei, fiquei em choque. Olhei na parte de trás da foto vendo algumas anotações e sorri de canto. O garoto tomou a foto da minha mão me fazendo olhá-lo com incerteza. Ele bufou rindo. 

— O que? Uma foto insignificante? —  bufou gargalhando. —  Tão patético, isso! —  rasgou a foto em vários pedaços e jogou ela em minha frente, enquanto eu encarava sem emoção. Lágrimas começaram a cair sem controle, como se não bastasse, ele pegou uma garrafa d'água (que surgiu do cu dele, só se for) e jogou na foto. —  Resolvido! 

— V-v-você n-não f-fez i-i-isso! —  falei chorando ajoelhado de frente para a foto rasgada e (agora) molhada. Me levantei e o olhei no rosto com raiva. —  VOCÊ NÃO SABE A IMPORTÂNCIA QUE AQUELA FOTO TEM PRA MIM! —  gritei chorando, ele riu.

PATÉTICO! Com raiva, dei um soco na bochecha dele e abri minhas asas, indo em direção a janela, onde abri a mesma e pulei, saindo voando por aí. Por que justo aquela foto? Porque? Era a última foto que sobrou deles... As lágrimas impediam minha visão, bati em várias árvores do local, mais nem liguei, limpei as lágrimas com a manga do moletom. Parei de voar e me escondi entre algumas árvores agrupadas, me encolhi entre meus joelhos e me cobri com minhas asas longas...

 

—  Não precisa chorar, Pacman.  

 



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