História InThe End - Capítulo 13


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Categorias Linkin Park
Personagens Brad Delson, Chester Bennington, Mike Shinoda, Rob Bourdon
Tags Bennoda, Linkin Park, Romance
Visualizações 42
Palavras 1.317
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Saimos da POV do Mike e voltamos ao hospital onde esta Chester com suas filhas e a Priscila. Bom, vamos ver o que vai acontecer agora não é?

Capítulo 13 - O tiro


Fanfic / Fanfiction InThe End - Capítulo 13 - O tiro

 

Durante aquele tempo juntos, eu e Pri não falamos, apenas nos tocávamos a boca, as vezes intensamente ou apenas em pequenos mas, ternos toques.

-Senhor Bennigton? –Era o médico – quem ficara aqui com as meninas?

Olhei para Talinda que se aproximava.

-Eu Dr!. – Disse ela me encarando – sou a mãe das meninas!

-Trouxe suas coisas pessoais? As menina também precisam de algumas coisas.

-Eu já liguei para casa, meu filho mais velho vai trazer.

-Ok senhora. Venha vou levar você até elas. O senhor vem Senhor Bennington?

Fiz sinal com a cabeça que não. Eles foram e eu fiquei ali naquela posição.

-Chaz, preciso ir pra casa. –Diz Pri ainda me abraçando.

-Precisa mesmo? –Falo cheirando seus cabelos

-Sim, você tem que ficar com suas filhas. A mãe delas vai acabar com você mais ainda.

-Ela já destruiu o que restava de mim. Não tenho muito a perder.

-Mas eu queria ficar mais com você.

Mirei o rosto dela no meu, olhando bem nos olhos dela, falei com firmeza.

-Então fique. Fique!

Dei outro beijo nela que foi interrompido:

-Pai? – Meu filho Tyler

-Tyler! –Abraço ele com força – Meu filho que saudades!

-Pai. Que bom que está bem.

Tyler é meu filho com Talinda também. Tem 12 anos. Veio acompanhado de meu filho Jaime, de uma relacionamento da adolescência.

-Pai. Que bom te ver. – Diz Jaime me abraçando

-Que saudades filho! - Digo segurando sua mão, até que Talinda chega.

-Oi meninos.!

- Mãe, ta aqui as coisas que pediu. Cadê minhas irmãs?

-Estão dormindo. Conhecem a nova namorada do pai de vcs?

Talinda consegue ser desagradável, mas procurei segui com postura.

-Essa é a Pri, meninos. Pri esses são meus filhos, Jaime e Tyler. Pri estende a mão , mas Tyler com sua gentileza a abraça.

-Prazer moça.

-Obrigada Tyler.

-Prazer em conhece-la! –Diz Jaime também dando um abraço tímido nela. Que fica totalmente sem jeito

- O prazer é meu, rapazes.

-Bom, já que você vai ficar com as meninas eu vou pra casa dormir um pouco. Amanhã cedo estarei aqui, certo? – falei dirigindo-me a Talinda

-Não precisa ter pressa, pode namorar a vontade, eu sempre me virei sozinha Chester.

Revirei os olhos, peguei Pri pela mão e fui em direção a porta do hospital. Jaime e Tyler ficaram com ela, eu estava com o coração na boca de tanta raiva, de mim, dela, de tudo.

-Vai ter condições de dirigir? – pergunta Pri

-Não sei, vou tentar. – falo meio preocupado, mas fico feliz quando levanto a cabeça e vejo Brad e Rob encostados no carro.

-Como sabiam? - pergunto...

-Mike contou pra gente. - Fala Rob

O velho Mike, sempre ajudando direta e indiretamente.

-Vamos Chester , levamos vocês. Aproveito pego meu carro de volta.

-Certo Brad, certo, vamos levar a Pri pra casa, ainda lembra onde é Brad?

-Claro! E ae , como está o braço?

-Melhor! - responde ela sorrindo

Seguimos até o carro, Brad dirigiu calado, apenas Rob puxava um assunto aqui e ali, falava da reunião, de música e acordes e tals. Pri escutava tudo com atenção, eu estava perdido em meus pensamentos. Chegamos na casa dela. Sai do carro para me despedir.

-O que vai fazer? – pergunta ela.

-Vou pra casa, dormir um pouco, ou vou sair pra tomar uns drinques com os rapazes, não sei.

- Qualquer coisa me liga, promete?

-Fique calma. Eu venho te ver amanhã. Ta bom?

-Ta bom

Dei um beijo nela ... um beijo tão bom que queria nunca desgrudar daquela boca. Fui para o carro mas pude notar uma troca de olhares entre ela e os rapazes.

–E ae ? Vão me deixar em casa ou pego um taxi?

-Vamos Chester. –disse Brad dando um tapinha nas minhas costas

No trajeto as palavras de Talinda consumiam minha mente. Queria que ela parasse de falar.

-Brad, vamos beber alguma coisa?

-Não cara, quero não.

-Rob?

-Não... quero ficar com Brad!

-Mas que viado vocês viu?

Chegamos em casa. Notei que eles não saíram do carro.

-Vão dormir onde, seus frescos?

-Vamos até a casa de Joe ver uns mixes. - Disse Rob olhando para Brad.

-Tá...- falo meio ríspido, porra vão me abandonar? Ótimo, que se fodam.

Enquanto Brad dava partida no carro, Rob encarou Chester adentrando a casa.

-Brad? – Falou Rob sem olhar pra ele.

-Que foi meu bem?

-Vou ligar para o Mike.

 

Entrei em casa e joguei a chave na mesa de centro da sala, tirei a blusa e fui até a cozinha, tinha panelas sobre o fogão, Rob tinha feito o almoço que pedi, fez nuggets para meninas, elas adoram, mas não vim pra almoçar, sou um merda mesmo.

Fui até o mini bar peguei uma bebida, servi dupla, tomei num gole, desceu queimando a garganta, como se eu quisesse engolir na marra as palavras que eu deveria ter dito a Talinda. Mas servi outra e foi num gole novamente.

-Droga! Fui casado com ela 12 anos! Será que não tive uma qualidade pra ela dizer naquele maldito tribunal! Muito menos naquele maldito hospital!

Tomo outro gole duplo e fico tonto, tentei dar um passo mas tropecei em minhas pernas. Levanto sirvo mais um copo, mas erro a boca e acabo dando um banho de vodca, que merda.

Sinto meu estomago roncar, vou até a cozinha e pego toda a panela de nuggets e devoro como um animal, mas o gosto está horrível.

-Rob seu maricas, sua comida está horrível! - Grito para ninguém, fazendo eco pela casa vazia.

De repente eu começo a enjoar, uma vontade fora do comum de vomitar me faz jogar a panela na mesa e tentar correr para o banheiro mais próximo. Ainda bem que a casa tinha um no andar de baixo, onde vomitei todos os nuggets do meu estomago. Limpei a boca com as mãos, dei a descarga e fui para o mini bar onde tomei mais duas doses de uma vez, peguei a garrafa e fui para meu quarto. Subi as escadas tão devagar que podia jurar que só chegaria de manhã no andar de cima.

Chegando lá tomei mais um gole, tirei minha roupa e fui pro banheiro, deixei a agua do chuveiro molhar minha cabeça que fervilhava ainda as palavras de Talinda.

-Desgraçada!!!! – gritei novamente. Eu sabia que não havia ninguém na casa. Essa era a única vantagem de morar sozinho, podia gritar a vontade, saí nu e molhado, não achava a toalha, ah foda-se! Peguei a garrafa e tomei um gole grande a ponto de quase me afogar no ardor da bebida. Sentei na minha grande cama de casal. Fiquei lembrando quando chegava das turnês, as meninas acordavam para me receber naquele quarto. Elas sempre vinham gritando-`Papai chegou! Papai chegou! - Hoje eu fui o pior pai do mundo, e aquela puta ainda terminou de dizer isso.

Odeio minha vida! Queria ser como Mike, ele sempre fala minhas qualidades, nunca jogou meus defeitos na cara, ele sempre diz” somos uma família Chazy! ” Uma família Mike. E eu só sei te esculachar meu amigo. Eu mereço sumir. Sim sumir! Levanto e vou até a minha gaveta onde peguei um estojo marrom muito reluzente de madeira, abro e vejo meu revolver calibre 38 que sempre fica naquela cadeira, peguei-o com uma das mãos, admirei a beleza dele, comprei no Texas. Mike estava comigo, ele sabia que eu havia comprado para uma situação, meu casamento já estava afundado mesmo. Botei o estojo na gaveta e engatilhei o revolver. Coloquei em minha fronte, do nada fechei os olhos, ia acabar com tudo aquilo. Um alivio começou a tomar contar do meu corpo a medida que eu prepara o dedo pra apertar o gatilho quando, eu escuto de longe,” Chester!”.  Abro os olhos devagar e vejo Mike, ele levanta as mãos pra mim. –Não! – Eu apenas digo –é tarde Mike! Adeus! – o vejo correndo em minha direção mas eu puxo o gatilho.

 

Silencio!


Notas Finais


Ai Meu Deus Chester!!! Nããããããoooo!!!!!!!


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