História Into The Dimensions - Capítulo 46


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Categorias Bleach, Devil May Cry, Fairy Tail, High School DxD, Medaka Box, Medaka Box: Abnormal, Naruto, No Game No Life, Overlord, Saint Seiya, The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
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Tags Crossover, Dimensões, Lutas
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Palavras 1.437
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 46 - High School DxD l Deusa Perfeita


- você parece uma criança- Evil diz enquanto faz questão de afiar uma espada. Os cabelos brancos estavam presos em um coque com algo que defini sendo um espeto metálico- qual o problema? Não consegue aceitar quem realmente é?

- não é isso... Eu só...- levantei-me do chão e me aproximei da estátua enorme daquela deusa perfeita- por que meus pais me deixaram com aquela mulher?

- se está perguntando por que o anjo mais gato do mundo nos deixou, isso eu posso responder- ela tinha um olhar que jamais havia visto em seu rosto. Era uma ternura reservada somente a seres puros e inocentes- papai não podia deixar a mãe segura se estivesse por perto. Ele era caçado pelo céu e uma legião infernal, pensou que nos protegeria dessa forma, e pediu que Sparda cuidasse da Deusa Perfeita- diz com um desprezo quase palpável.

- e por que ela nos deixou?

- não sei. O último resquícios de sua aura se apagaram quando deixamos o templo de Athena, na luta contra Zarion. Mas não interessa, a Vaca suprema é uma maldita que jamais se importou conosco.

- você só sente raiva dela por perder suas memórias- digo olhando-a alisar a lâmina lentamente.

Ela não respondeu nada. E de modo súbito parou de afiar a lâmina, olhando em direção a entrada do templo.

- o que foi?

- pai?- perguntou levantando-se.

- Evi...

Não tive muito tempo com ela, fui arrancada do meu próprio subconsciente.

Quando abri os olhos, era como se estivesse no paraíso. Aquele lugar era tão belo. Um campo vasto cheio de rosas brancas, algumas poucas árvores altas e um sol que brilhava forte no alto.

- que lugar é esse?

- K- virei o rosto para trás, esperando ver o rosto de quem me chamara, mas tudo o que recebi foi um soco bem forte no rosto.

A escuridão caiu, e, eu retornei a realidade. Eu estava em uma floresta no meio da noite.

- mas o que...- fui presa por correntes. Tentei rompe-las, mas eram tão poderosas, e, com minha mente desgastada não conseguiria nem ferrando.

- você tem algo meu- vê-la novamente me deu uma sensação de ódio crescente no coração.

- você!

Seu sorriso cínico me irritou profundamente. Só de olhar aquela rainha louca eu já me irritava.

- você conseguiu coletar todas. Agora, eu vou levar- sua mão atravessou meu peito. Não consigo nem descrever o que eu senti, era excruciante, nenhum ser poderia aguentar aquilo calado- você não tem mais utilidade para mim.

As correntes me largaram. Pude ver as jóias em suas mãos brilhando com todo seu esplendor. Eu queria ficar de pé, mas, minhas força pareciam ter sido tragadas. O máximo que consegui, e com muito esforço foi ficar sentada.

- morra!

Um feixe de luz foi disparado em minha direção. Não tinha como desviar, deveria ter sido ali onde eu morreria, mas o diabo me quer vivo.

Quando dei por mim estava no ar. O metal me envolvia, eu esperava que fosse frio, mas era quente - quente como um dragão. O branco de sua armadura era inconfundível.

- está na hora de devolver o favor- Vali diz sério.

- não adianta, eu tirei dela não foi só as jóias, mas toda a sua essência divina. Eu esperava dar a ela um fim rápido e indolor, mas agora... Quanto tempo um corpo humano que nasceu no lugar sem magia pode aguentar?

Senti meu coração palpitar de um modo tão doloroso que parecia estar com uma espada atravessando meu peito.

- vaca maldita!- ouvi um grito, seguido de uma explosão. Procurei a dona da voz, quase não acreditei, Jibril estava tão diferente daquela coisinha grudenta que vivia atrás de mim.

- ei, garoto, seria sábio retirar a Hīme-sama daqui- Eileen também não estava com uma expressão muito boa- é hoje que essa vadia morre.

Estendi a mão na direção das duas. Não queria deixa-las sozinha com aquela louca.

- hoje não princesa- Vali segurou-me com muita firmeza e voou o mais rápido que pode comigo.

- por que está fazendo isso?- olhei para ele.

- eu devia um favor a você.

- mas... Você tentou me matar e sequestrou minha amiga.

- não. Eu não sabia o que estava fazendo, nenhum de nós. Aquela mulher causou tudo isso, ela queria algo de você. E como eu falhei em tirar, ela roubou suas companheiras.

Senti uma ardência estranha subindo pelo meu corpo. Eram as marcas do pergaminho estelar, eu havia esquecido completamente.

- Vali...eu preciso ir para onde o tempo seja irrelevante.

- hm?

- a fenda dimensi...- minha consciência se foi naquela hora. Só lembro-me de um grito distante.

⛩⛩⛩

( Onisciente)

Jibril e Eileen foram as primeiras a chegar. As duas olhavam sua oponente com o mais profundo ódio.

- Eileen Belserion, a rainha dos dragões. Criadora da magia de Dragon's Slayer, e uma maga com poderes que chegam ao nível de um deus. E, Jibril, o arcanjo caído, o mensageiro divino, senhora das chamas. Vocês duas são poderosas demais para servir uma criança.

- Hīme-sama ainda está aprendendo, mas, isso não justifica chama-la de criança por isso fique calada- Eileen diz com um tom frio e ríspido. As tranças balançavam conforme a brisa tornava-se um vento forte e carregado de tensão.

- você sempre tentou ser mais do que Kaguya, e como ela desapareceu, agora quer superar sua filha. Você realmente não tem uma vida digna, Dayne.

A rainha irritou-se ao ouvir seu nome de batismo.

- quem você pensa que é para usar meu nome, sua vaca imunda!

À medida que as três se olhavam, fuzilando uma a outra, a aura de cada uma expandia-se até que em um momento as três se encontram.

O campo magnético formou-se instantâneamente, a instabilidade e concentração das três auras começou a deformar o local em que se encontravam.

Por poucos segundos a aura das três sumiram. Porém, não tardou a serem disparadas como um forte ataque de magia. Eileen e Jibril misturaram suas auras, formando uma broca mágica que voou destruindo tudo ao redor, em direção a Dayne que também havia disparado algo parecido.

O choque das três auras provoucou uma reação em cadeia, destruindo tudo até onde os olhos alcançavam. E o mais impressionante, nenhum arranhão estava na pele de todas presentes.

- quando vamos parar de brincar?- Dayne desafiou.

O primeiro ataque veio por parte de Jibril. Dayne manteve-se firme, até que a flügel estivesse perto o suficiente.

Eileen viu o sorriso no rosto de Dayne, e gritou: - Jibril, cuidado!- a voz de Eileen chegou tarde demais aos ouvidos da arcanjo.

Jibril tentou fugir, mas a esfera negra a envolveu por completo. Tudo o que se ouviu foram os gritos de Jibril.

- anjos não servem para guerras. Talvez você me deixe mais intretida, diferente delas- Dayne desfez-se dos corpos de Wendy e Charl, jogando-as aos pés de Eileen, depois, Jibril caiu no chão.

Todas estavam bastante feridas, porém, Jibril foi quem mais sofreu danos, chegando a perdar uma das asas. O sangue não parava de sair das feridas abertas e ela ainda remexia-se no chão sentindo a dor excruciante de perder uma das asas.

Eileen ficou abismada, tanto que deixou sua guarda baixa por muito tempo. O ataque de Dayne já estava perto demais para desviar.

A explosão seguinte deu a Dayne um sorriso de satisfação, que não durou muito. Assim que a nuvem de poeira se dissipou, ela viu nitidamente a forma de três pessoas de cabelos escarlates e uma de cabelos cinza.

O ataque veio por trás. Uma broca de chamas a atingiu por muito pouco, deixando somente seu braço ferido.

Maldição. Praguejou a forma que se aproximava. Natsu estava com um olhar mais do que furioso.

- vocês não vão escapar dessa fácil!- gritou, abrindo um enorme portal no céu de onde sairam várias formas assemelhando-se a soldados- eu tenho todas as peças, eu sou uma deusa perfeita agora!

- veremos...- Erza diz, exaurindo sua força em tons vividos de um rosa avermelhado.

- se é tão perfeita assim- Rias parou ao lado de Erza. Sua aura demoníaca também não ficava para trás.

Erza não perdeu tempo e lançou um ataque direto com a espada do purgatório. O ataque foi junto ao poder destrutivo de Rias.

Dayne olhou abismada. O ataque delas estava mais agressivo do que qualquer outro que já havia visto. Ela poderia ter escapado, mas uma rajada de raios a atingiu, impossibilitando isso.

Akeno sorriu do alto.

A explosão foi mais forte que o esperado. Levantando não só poeira, mas pedaços de terra enormes.

Por alguns instantes pensaram, terem acabado com tudo, mas, o ataque de Dayne acertou em cheio o peito de Erza, derrubando a maga. Rias foi jogada para longe por conta do soco que Dayne desferira em seu abdômen.

- eu já disse. Eu sou uma deusa perfeita agora- Dayne sorria como se já tivesse ganho a batalha. Os olhos brilhavam em um intenso violeta.


Notas Finais


Desculpem a demora, mas eu apaguei o capítulo, e não sabia o que escrever no lugar até semana passada.
Espero que tenham gostado 😁😊


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