História Into You - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Drama, Naruhina, Narusaku, Sasuino, Sasusaku
Visualizações 64
Palavras 1.276
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


WOW. Fiquei muito supresa com a quantidade de pessoas que gostaram do primeiro capitulo!
São uns fofos!
Obrigada a todos!

Espero que gostem.

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Into You - Capítulo 2 - Capítulo 2

Mais um exame realizado com sucesso. Provas orais de anatomia são bastante divertidas. Todos os alunos ficam inventado cantigas e poemas para decorar o principal. Eu não sou exclusão. São sempre essas pequenas canções que me permitem obter boa nota. Felizmente hoje tenho aulas até horas suficientes para meu pai me vir buscar assim que sair da empresa. Shizune prometeu voltar assim que puder, mas, mesmo eu sendo uma garota calma e não usufruir muito dos seus serviços, a senhora devia se focar no seu filho, não no dos outros. O problema é explicar isso ao papai.

Meu celular vibrou 3 vezes e parou. O sinal de aviso. Assim que sai do edifício principal da faculdade, um carro preto com vidros blindados estava me esperando. Entrei pela porta traseira. O motorista de meu pai, Jiraya, me lançou um sorriso leve. Meu pai apenas ordenou a jornada para casa. Uma viagem de meia hora, um silêncio arrasador, uma prisão sem barras, uma ditadura perfeita, onde tudo é feito sem hipótese de fugir, refutar ou viver. Os portões pretos e pesados deram passagem á viatura negra. Assim que o carro perdeu sua velocidade, sai quase correndo para longe daquele clima pesado. Passagens largas me carregavam em direção para o quintal enorme por detrás da casa.

– Onde vai? – Meu pai falou.

– Piscina. Tive uma prova importante hoje. Preciso de relaxar. – Falei, abrandando meus passos.

Apenas ouvi ele resmungar algo e segui meu caminho. Após atravessar dois pilares de flores e relva, meus olhos avistaram a água clara e cristalina. Ao lado de todo o relvado aparado, a água clara e o espaço excelentemente decorado, uma pequena casinha de madeira se exibia num dos cantos. Dentro dessa zona, toalhas, roupas e acessórios de praia existiam em grandes quantidades. Tranquei a porta, atirei minha mala para o chão e vesti o primeiro fato de banho que peguei. Soltei meus cabelos rosados, sentindo as pontas roçarem minhas ancas e corri para a água. O choque térmico lançou um arrepio até a minha nuca. Assim que cheguei ao outro lado da piscina, subi em busca de oxigénio. Meu coração estava acelerado e minha respiração igual. Continuei nadando de um lado a outro, numa ilusão de liberdade que se desmoronava assim que sentir a erva debaixo de meus pés. Regressando a um dos cantos da piscina, me encostei, deixando meus sonhos invadirem o pensamento. Por uns minutos, parecia real, até ouvir passos leves. Ignorei, fingindo minha inocência perante tal presença.

Sua voz soou calma.

– O seu pai pediu para lhe vir buscar. – Não respondi. – Vamos Haruno, sabe como ele é.

– Ainda é cedo. – Continuei encostada, com meus olhos fechados.

– Ele está esperando você na mesa de jantar dentro de 1h. – Bufei alto, me virando.

Assim que meus olhos pousaram no moreno, ele sorriu de canto. Uma mão me puxou para fora de água, outra me entregou uma toalha. Ainda molhada, depositei um beijo nos lábios do moreno de olhos negros como a noite. Seus braços me apertaram contra si, partilhando calor humano.

– Assuntos da empresa? – Sussurrei.

O Uchiha assentiu. Sabia muito bem que Sasuke nunca viria sem me avisar primeiro. Não é muito admirador do fator surpresa, controle e planeamento fazem mais parte de sua personalidade. Separando levemente nossos corpos, suas mãos adentraram a toalha, acariciando minhas costas. Um frio de origem diferente percorreu minhas costas, deixando minhas pernas dormentes. Minhas mãos puxaram seu casaco, aprofundando um beijo. De seguida, sua nuca era o destino da atenção, puxando levemente, enquanto o calor entre os dois, apesar de escorrer água, aumentava. Nessa atmosfera confortável, ele quebrou tudo.

– V-Vamos. – Sua voz saiu fraca, nossos olhos se encontraram. Ele sabia que quanto mais desafiasse meu pai, pior seria. Era necessário admitir que Kizashi me deixar namorar era uma ação a valorizar. Mas tudo isso era simplesmente porque estava namorando o filho de um amigo de longa data dele, Uchiha Fugaku, dono de um dos laboratórios principais para a produção dos produtos da Blossom. Sua esposa e filho mais velho trabalham no centro laboratorial. Sasuke era o único que tinha uma paixão por números, estando no último ano do curso de Economia. Fomos formalmente apresentados há cerca de 10 anos atrás, justamente no décimo aniversário de Sasuke. Meu pai ainda estava bastante concentrado na empresa em expansão, eram raras as ocasiões que parava para descansar.

A insistência de Fugaku foi o que conduziu á reconstrução de uma velha amizade e me permitiu, de certa forma, puder conviver com crianças de minha idade. Minha relação com Sasuke, desde há 3 anos, que deixou de ser uma simples amizade para algo mais íntimo. Nossa ligação é bastante simples. Afetos em público apenas são raros porque o papai não permite, a sua preciosa jóia não pode ser como qualquer outra mulher. Quando estamos sozinhos, nossa luxúria consegue falar bastante alto, mas, nos momentos mais complicados, ainda conseguimos ter o carinho de garotos que cresceram juntos. Ele me entregou minha mala, roupa e, entrelaçando nossas mãos, seguimos para dentro de casa. Um de meus empregados me cumprimentou alegremente, como de costume. A sala espaçosa em tons de castanhos, com mobília requintada, foi o local onde trocamos mais uns beijos até alguém nos interromper.

– Este não é um cenário que Kizashi gostasse de encontrar menina Haruno. – A voz do moreno mais velho preencheu a sala, sobressaltando o Uchiha mais novo. – Eu ainda quero meu filho vivo, por favor. – Um sorriso leve se formou em seus lábios.

– Ele é completamente seu Sr. Uchiha. – Sorri travessa, assistindo Sasuke corar. – Papai me está esperando. Com licença.

Pisquei meu olho na direção dele, o fazendo corar ainda mais. Quem diria que Sasuke ficava tão envergonhado por ser apanhado durante provocações indecentes? Cumprimentei o Uchiha mais velho e fui para meu quarto, ainda enrolada numa toalha. Minha roupa ia ficando espalhada pelo chão enquanto me preparava para um banho. Se minha pele se queixava da temperatura baixa da piscina, agora era a vez da temperatura alto do duche. Tentando poupar tempo, sai correndo, ainda meio atrapalhada com o piso escorregadio. Sequei meus cabelos longos rapidamente e os prendi num rabo-de-cavalo. Ainda meio ensopada, vesti umas calças soltas e um top de mangas compridas. Umas meias brancas em meus pés e fui para a sala de jantar. Assim que me sentei, o rosado apareceu atrás de mim, resmungando, mais uma vez, sobre um assunto perdido. Naomi, uma das empregadas, trouxe nossa refeição. Mais uma vez, rejeitei o seu serviço, colocando minha própria porção em meu prato. Meu pai me fitava furioso, enquanto a garota lhe servia. Sem grande tema de conversa, o tempo parecia não passar.

– Já está tudo pronto para esse fim-de-semana? – Olhei para ele, sem perceber o que se estava referindo. – A gala anual da Blossom.

– Mas papai, estou em fase de exames, não posso perder meu tempo em festas. – Falei ligeiramente irritada.

– Nenhum assunto da empresa é perda de tempo.

– Depois será a empresa que estuda por mim? – Cuspi.

Ele terminou sua refeição, se levantou, pronunciando.

– Espero tudo preparado. Nem pense usar o visual do outro dia como inspiração. – Tentei me defender mas ele aumentou o tom. – Entendido Sakura? 

Se eu fosse um vulcão, acreditem que estaria explodindo agora mesmo. Uma explosão tenebrosa e violenta, que provavelmente acabaria com o planeta onde me encontrava. Fechei meus olhos e assenti com a cabeça. Ouvi seus passos, cada vez mais longe. Uma batida da porta do escritório principal, a voz de Naomi me questionando se desejava algo mais e o conjunto de mesa que enfeitava meu lado sai voando para o chão, partindo tudo em cacos de diversos tamanhos, sobrando minha respiração como o único som naquela sala.


Notas Finais


Obrigada pelo carinho! Vocês são demais!
A relação entre o pai da Saky e ela é complicada, ainda vai ter muita dor de cabeça.

As imagens usadas como capa de capítulo não são de minha autoria, apenas representam como imagino nossa querida Saky - tipo o Instagram dela.

Até mais!


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