História Intocáveis - Capítulo 1


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Categorias Capitão América
Personagens James Buchanan "Bucky" Barnes, Steve Rogers
Tags Bottom!steve, Bucky Barnes, Capitão América, Drama, Romance, Shipps, Steve Rogers, Stucky, Universo Alternativo, Yaoi
Visualizações 60
Palavras 953
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, sou eu!
Bom, essa é a minha primeira fanfic que não envolve Larry, então estou bem nervosa. Eu amo muito o shipp Stucky, eu acho muito amorzinho, então decidi escrever sobre ele.
Sou meio nova nessa categoria de quadrinhos, então peço para que dêem uma chance para a minha nova fic.
Ela é um AU que se passa durante o primeiro filme do Capitão América (tanto que refiz algumas cenas inspiradas no filme), o Steve é aquele mesmo antes de se tornar um super soldado, assim como Bucky. Então também peço para que deixem a mente bem aberta e tentem imaginar bem os acontecimentos.
Eu a escrevi com muito carinho e espero que vocês gostem. <333

Capítulo 1 - Prólogo.


James Barnes era o típico homem que detestava "coisas melosas". Nunca foi fã de filmes de romances ou peças teatrais que envolviam o gênero, muito menos o drama nas telas. Apesar de nunca ter tido um relacionamento fixo, fantasiava em sua mente as atitudes que teria se sua parceria fosse uma mulher romântica demais, isso, pessoalmente, o deixava muito desconfortável. O mundo das mulheres era muito cor-de-rosa: presentes em determinadas datas, declarações, casamento, a obrigação do parceiro de compor uma serenata e cantá-la em público para todos verem o seu amor e blá, blá, blá. Muito cansativo. 

Preferia ser mais reservado, beijos e abraços rápidos, "eu te amo"? Apenas quando necessário — o que eram raras as ocasiões. Mãos dadas, beijinhos no rosto, elogios, até mesmo sexo casual. Tudo fora de cogitação. Tinha noção do quanto era difícil encontrar alguém que concordasse com suas regras, por isso não se iludia pensando que iria encontrar a garota perfeita dos seus sonhos.

E o mais irônico era que, apesar de Barnes odiar as histórias de amor clichê, ele estava prestes à viver uma.


Tudo começou em uma manhã cinza de  quarta-feira, onde as chuvas caíam sem parar e o vento cortante soprava ares de novas experiências. Desde horas mais cedo, profetizava que naquele dia algo incomum — e de certa forma ruim — estava para acontecer. Todos os dias, James caminhava pelas ruas e vielas de sua cidade natal, tendo pequenos momentos nostálgicos ao passar em frente ao antigo cabeleireiro ou na moderna lanchonete que visitava com conhecidos quando era jovem. E justamente naquela manhã de quarta, em uma de suas caminhadas diárias pelo Brooklyn, o rapaz ouviu algo estranho, sons de gritos e ofensas, como se fosse uma briga. 

Ele passava de frente para um dos muitos becos que lá havia, apesar de não ver ninguém, sua curiosidade falou mais alto e ele deu passos cuidados para dentro da área. Atrás de uma escada, estava um homem de costas aparentemente espancando alguém muito menor do que ele. Algo dentro de si se acendeu, talvez pelo fato de ter trabalhado no exército americano, não sabia ao certo, mas agiu contra aquele homem, agarrando-o por seus trapos e o arrancando de cima de seja lá quem for. Não quis saber quem era o sujeito, simplesmente deu-lhe alguns socos e ponta-pés, expulsando-o ao choramingos.

Passado seu momento de raiva, ele se virou para saber quem salvou. Por um segundo pensou estar enxergando um garotinho, mas não, era um jovem magro e de cabelos loiros bagunçados. O mesmo estava com o rosto escondido entre suas mãos, parecendo sentir dor.

– Ei? – James falou – Está tudo bem? – Levou sua própria mão até o ombro do garoto, que a empurrou imediatamente.

– Por que você fez isso? – Ele perguntou gritando. – Eu podia me defender!

– É, podia mesmo. Mas ao invés disso, ganhou um soco no nariz. – Respondeu, referindo ao sangramento em seu rosto.

O jovem levantou seus olhos na direção de Barnes, eram azuis num tom claro e agradável, trazia certa paz; porém, naquele momento, expressavam raiva e medo.

– Acho que um simples "obrigado" seria bom. – Disse o mais velho após um breve silêncio.

– Não preciso que ninguém cuide de mim. – O outro respondeu ainda no tom irritado, limpando o sangue de seu nariz. – Isso é coisa de gente intrometida!

– Intrometida? Ah sim, tudo bem. - James riu sarcástico. – Então eu deveria ter te deixado aqui com aquele cara te fazendo carinho, não é?! Assim nem eu e nem ninguém iria interferir na conversa de vocês, era isso que você queria?

– Posso fazer isso o dia todo.

– O quê? Apanhar? Com certeza pode.

– Você vai ficar aí parado jogando na minha cara que eu apanhei? Eu não preciso de mais pessoas fazendo isso ao meu redor. – O moreno foi empurrado, dando espaço para o jovem passar rapidamente para fora daquele beco. Olhou de um lado para o outro na calçada, antes de ser abordado novamente por Barnes.

– Não estou jogando nada na sua cara. Eu não preciso fazer isso. Só estou tentando dizer que não vai haver muitos como eu por aí quando precisar, então é melhor aprender a se defender sozinho. 

– Eu tentei. Antes de você chegar, eu tinha dado o primeiro soco! – Se gabou.

– É mesmo? Impressionante! – James fingiu estar impressionado, fazendo o garoto franzir as sombrancelhas ao perceber o seu sarcasmo. Eles ficaram em silêncio por mais alguns segundos.

– Obrigado. – O loiro se pronunciou, olhando diretamente para James, desviando logo em seguida. – Obrigado pela ajuda. Acho que se não fosse por você, eu...

– Isso já aconteceu antes? Você... Se envolver numa briga assim?

– É bem comum. Acho que eles percebem que eu não sou muito forte e... Você estava certo... Não há muitos como você por aí para me ajudar. Geralmente eu preciso correr bem rápido. Ainda bem que tenho essa vantagem. – Ele riu ao terminar. Barnes olhou para os braços finos do garoto por cima do terno cinza, não era à toa que ele acabou sendo agredido, mesmo sua roupa sendo larga, ele não exibia nenhum músculo ou força. – M-Me desculpa por ter te chamado de Intrometido! Eu só...

– Está tudo bem. – O mais velho concluiu, arrancando um sorriso tímido do loiro. 

– Enfim, eu preciso ir agora. – Ele disse, passando por James em seguida.

– Espera! – O rapaz falou alto. – Como você se chama?

– S-Steve. – Ele respondeu após hesitar. – Steve Rogers.

– Eu sou Bucky. Bucky Barnes. – Levou a mão ao próprio peito, sorrindo.

– Certo... Até mais, Bucky. – Steve disse por fim, caminhando rapidamente para fora do campo de visão de Barnes.

Bucky. Um nome que não ouvia ninguém lhe chamar há anos, saiu da boca de um total desconhecido. Mas não se importou com isso, por dentro, ele gostou de ser chamado assim novamente.


Notas Finais


O que acharam do prólogo? sz


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