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História Intocável - malec - Capítulo 37


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Notas do Autor


Heyyy

(Deculpem a demora a postar estava agarrada com as coisas a faculdade)

Boa leitura

Capítulo 37 - Somos Família


Fanfic / Fanfiction Intocável - malec - Capítulo 37 - Somos Família

— Izabelle — Will disse cortando o silêncio que ali tinha ficado depois que Alec falou. — É bom te ver — ele foi se aproximando dela com os braços abertos para lhe dar um abraço — venha me dê um abraço senti saudades.

— acho melhor não — ela deu alguns curtos passinhos para atrás e olhou ele de cima a baixo — veste alguma coisa primeiro.

— se ela não quer te abraçar assim eu faço questão de te abraçar no lugar dela — Catarina deu seu melhor sorriso pra Will — É um prazer conhecer você... — enfatizou a palavra prazer.

— Catarina... — Magnus chamou o nome da irmã entre os dentes. Will gargalhou alto com a constatação da morena.

— William Herondale — jazz chamou ele, já estava irritada com o homem — Vai se vestir agora, antes que eu arranque isso que você chama de pau.

— Eu acho melhor eu me vestir mesmo — will disse depois da ameaça dela, por mais que muitas das provocações da amiga fossem brincadeiras agora ela parecia estar falando sério.

— Eu vou com você — alec desviou os olhos de Magnus — tenho que me vestir também.

— você não sai dessa sala enquanto não me der explicações Alexander — izzy se aproximou ficando frente ao irmão rangendo os dentes de raiva.

Quando Izabelle descobriu que Alec estava voltando para Nova York primeiro se sentiu aliviada de poder rever seu irmão depois de dois anos só tendo notícias mínimas dele por jace, mas depois viu que a volta dele abriria velhas feridas em seu amigo e o magoaria muito, por mais que amasse seu irmão acima de tudo, ate aonde ela sabia ele era o errado em toda aquela situação decadente.

Alec os ignorou por dois anos, não apareceu nem para dar o ar da graça, ao final de todos os meses ele mandava uma massagem de um numero descartável com um ddd de diferentes países para Jace com as palavras.

“Eu estou bem, vivo, mande saudações minhas a izzy e a mamãe”

Alec pensava que se distanciar de tudo pelo tempo que fosse necessário era a chave pra ter o sucesso naquela missão, não poderia se deixar a desejar, não queria preocupar todos da forma que preocupou, mas não podia entrar em detalhes sobre o que realmente estava acontecendo.

— olha Izabelle eu acho melhor deixar seu irmão se vestir primeiro, ele não vai fugir pela porta dos fundos — jazz disse a izzy.

Jessica sabia o que ela queria de Alec e estava pensando muito em deixar Alec cogitar a Possibilidade de contar toda a verdade, mesmo sabendo o riscos ela via que se não o fizesse ele poderia perder as poucas chances de se reaproximar da família dele. A mulher entendia que a volta deles deixava um mar de perguntas não respondidas e satisfações a tirar, precisava falar com seu amigo antes que fosse tarde de mais e ele cometesse alguma burrada maior. Jem, will e os outros membros do esquadrão poderiam garantir a segurança junto com ela da família de Alec, pelo menos até capturarem Asmodeus e rezava ao anjo para que isso fosse o mais rápido possível, ela confiava em seu trabalho e em sua equipe e sabia que todos poderiam responder aqueles expectativas.

— E quem pode garantir isso? Ele é mestre em fugir de situações com as quais não consegue lidar. — magnus disse frio olhando diretamente para alec.

Essas palavras foram como agulhas envenenadas entrando no coração de Alec, ele sentia o desprezo, o pesar, toda a dor que magnus carregava durante esse tempo lhe atingir, coisas que ele só imaginava, mas agora saber que tudo o que presumia era verdade ter a certeza de que Magnus o odiava isso o destruía de uma forma inexplicável.

— Magnus... eu... — Alec tentava falar, voltar atrás e consertar tudo, mas não podia e no momento não sabia o que dizer.

— eu o que Alexander? — disse desafiador, pra magnus Alexander podia enfiar todas as suas desculpas no rabo, a partir do momento que o viu novamente soube que não seria fácil superar tudo aquilo, e então decidiu se retrair de seus sentimentos e nunca mais dar o ibope que Alec queria, ser grosso, distante e frio seria a forma dele fazer Alec esquecer de tudo e futuramente se possível, se Alec resolvesse ficar de vez em NY, Magnus iria embora de novo. — Quer saber esquece... vamos Catarina não temos o que fazer aqui.

— Calma gente, vamos relaxar e certamente as coisas irão se explicar — Jem sorria com os olhos tentando acalmar e diminuir a situação tensa que ali estava.

— CALMA O CARALHO EU QUERO RESPOSTAS E QUERO AGORA — izabelle gritava no meio da sala deixando todos calados, por mais que alec tentasse a acalmar sabia que sua irmã não iria desistir e precisava fazer alguma coisa agora se não sabia que aquilo não iria dar certo.

— Jem — jazz chamou o amigo — leve magnus e catarina para a cozinha, will vai se juntar a vocês quando terminar de se trocar — ela tomou sua pose autoritária que ninguém ousava desobedecer, Jazz tinha tomado sua decisão, ajudaria seu melhor amigo a resolver as coisas com a irmã. — Izabelle você se recomponha e venha comigo e seu irmão.

Izzy não gostou de receber ordens da ruiva, mas não teve chance de ir contra ela pois a mesma saiu puxando Alec pelo braço e entrando para o quarto dele e esperando izzy.

Na sala Jem tentava fazer as coisas ficarem mais suaves possíveis, ele não gostava desse tipo de situação e compreendia o quão difícil era para o seu amigo estar nessa situação e ter que tomar as decisões que tomou, estava curioso em saber o que jazz iria aprontar, ela sempre foi uma mulher de muitas estratégias e ao seu ver seria a melhor dos quatro a resolver situações como essas e com certeza iria ajudar Alec com seus problemas, e independente de qual for o seu plano ele tinha certeza de que participaria e que will também estaria lá por eles.

— Vamos meus queridos eu acabei de fazer panquecas e também assei um bolo redvalvet, o preferido da jazz, irônico não — ele sorriu e pegou na mão de catarina — venha querida você deve estar faminta, sei como a gravidez aumenta os desejos de uma mulher — ele piscou pra ela e sorriu com os olhos novamente, era inevitável ser simpático era sua natureza. — vamos eu farei o que você quiser.

— Eu nem te conheço, mas já te amo muito, eu sempre estou com fome — os olhos de cat brilharam vendo uma oportunidade de ser mimada por mais um e estava adorando aquilo, seria uma forma de descontrair do clima tenso que estava ali. — Vamos Mag você não ouviu o homem, ele fez panquecas e bolo, tira essa cara de taxo daí e vem logo.

— Não começa catarina — ao contrário de uma repreensão magnus disse isso em um tom triste, não estava bem, parecia que suas forças, por mais que lutasse para mantê-las, estava se esvaindo. Queria ter se imposto mais no momento em que aquela mulher "designou" as ordens, mas não conseguia falar nada. Queria se manter irredutível para Alexander ver isso, então não quis falar nada e nem protestar. Sabia que izabelle iria fazer isso por ele.

Izabelle entrou no último quarto do corredor e bateu a porta atrás dela, pisava fundo e com raiva, iria arrancar a cabeça de Alec e de qualquer um que ousasse cruzar o seu caminho com qualquer desculpinha tola, Jazz estava em pé encostada em um canto do quarto perto da janela com cortinas grossas azuis, ela estava totalmente vestida diferente de minutos atrás, continuava com a blusa verde militar, mas agora vestia uma calça jeans preta e uma jaqueta de coro da mesma cor.

— CADÊ AQUELE IDIOTA? — ela gritou vendo jazz tranquila a olhar com uma indiferença no olhar.

— primeiro abaixa o tom, não estamos na feira — mesmo que izzy fosse a irmãzinha de Alec, agora jazz teria que ser um pouco mais grossa e tentar fazer a mulher se acalmar e colocaria limites a qualquer custo, não queria que todos ouvissem o que iriam conversar — ele está no banheiro se vestindo, já está vindo.

— Olha aqui garota, não acha que só porque eu estou irritada e querendo matar o meu irmão que eu vou relevar grosserias suas, vvocê não sabe com quem está mexendo — izzy ameaçou, e jazz apenas riu, achava engraçado a morena, ela era exatamente como Alec havia descrito.

— Chega izzy — Alec saiu da porta que dava o banheiro e ficou de frente para izzy.

— Antes de vocês começarem a brigar, conversar ou se matar quero falar uma coisa — jazz descruzou os braços e andou até eles.

— pode falar jazz, o que foi?

— Alec — ela o encarou — sei o quanto isso está sendo uma barra pra você, e você sabe muito bem que eu e os meninos vamos fazer o que estiver ao nosso alcance pra te ajudar a acabar com isso tudo. Entretanto acredito que a nossa volta, principalmente a sua, deixou muitas questões que estavam em aberto voltarem a tona, eu sei que é duro tudo isso, estamos juntos nisso eu e você, à dois anos, mas eu andei muito até achar você, conheço toda a situação melhor do que ninguém, eu preciso que confie em mim agora.

Alec sempre confiaria em jazz, ela era extremamente competente, sagaz e sempre sabia o certo a se fazer e acima de tudo ela era sua melhor amiga, nada seria dele sem ela nesses últimos anos, ele não teria aguentado toda a dor da distância sem ela, jazz passou noites em claro com Alec chorando, aconselhado ele, quantas vezes ele afogou suas magoas na bebida e foi jazz quem o trazia de volta e o jogava em baixo de um chuveiro gelado, e no dia seguinte curava sua ressaca, quantas vezes ele chegou bem perto do abismo e quase sucumbiu e se jogou e foi ela quem o segurou, ele devia a essa mulher sua vida, ela não era apenas sua melhor amiga, ela era da sua família era como uma irmã mais velha que ele precisava, nesses anos todos sem a izzy pra cuidar dele quem tomou esse papel foi ela, Jessica era a pessoa em quem ele mais confiava no mundo inteiro.

— É claro que eu confio em você, sabe disso, eu daria minha vida pela sua — ele disse e a mulher colocou a mão em seu ombro e sorriu, izabelle olhava a cena sem entender, mais dúvidas tomavam ela.

— Eu sei — seu sorriso se tornou uma feição séria novamente — como eu disse, eu e os meninos vamos fazer de tudo por você, inclusive dar proteção a sua família e a do magnus, nossa volta pra Nova York é a ultima fase dessa jornada eu tenho certeza disso, não pode mais esconder o que está acontecendo e nem o que aconteceu. Conta a verdade pra izabelle agora, é o mais sensato a se fazer nesse momento, conta tudo e não esconda nada, não omita nada, eu te prometo, te asseguro meu amigo, nada de ruim vai acontecer a eles, eu garanto a você.

— eu não estou entendendo, o que está acontecendo aqui? Contar a verdade sobre o que alec? Do que ela está falando? — izzy falava impaciente, estava mais do que na hora de ter suas respostas.

— Nunca vai ter um momento certo pra fazer isso, mas tem as oportunidades que a vida dá pra gente e essa cabeção é uma delas, não perca tudo o que você vem lutando pra proteger, não por idiotice sua — ela deu um tapinha no ombro dele e sorriu rapidamente de novo — quando terminar essa conversa eu já vou ter pedido reforços para a Aline, e vou entrar em contato com um pessoal na França agora, eu, Jem e Will vamos cuidar pessoalmente da segurança dos que tiveram aqui, só os melhores para você e sua família.

Alec não conseguiu conter as finas lágrimas de alegria que saíram, sempre soube que não estava lutando tudo isso sozinho, mas ver Jazz se por assim em prol de seu beneficio era uma coisa que aquecia seu coração despedaçado.

— Muito obrigado mesmo — ele a puxou para um abraço — você é a melhor...

— Tá chega — ela deu uns tapinhas nas costas dele e levantou os braços — Muito contato e muitos sentimentos pra mim — tirou uma gargalhada falhada de Alec, sabia que ela só se fazia de dura assim, mas no fundo amava aquilo — eu sei que eu sou a melhor mesmo.

— convencida.

— Não tem como me convencer de algo que eu já sabia que era real — Convencida demais ele pensou — agora resolve seus B.O.S. ai, que eu vou resolver minhas tretas aqui. — disse saindo do quarto.

— Muito comovente essa cena, mas eu fiz uma pergunta Alec — izzy se sentou impaciente na beirada da cama.

— Na verdade você fez mais que uma pergunta — alec andou até izzy e se sentou ao seu lado. — Bom vamos lá, a verdade, você quer saber, como eu começo...

— Para de enrolar e fala logo que eu não tô com paciência pra você.

— Tá tá, calma, bem tudo começou...

Will saiu de seu quarto e deu de cara com jazz no corredor falando no telefone, ele estava curioso em saber o que tinha acontecido depois que saiu da sala, mas sabia que não devia importunar a “sua pimentinha" como ele a chamava secretamente, quase sempre, ela tinha um cara seria, aquela que ela fazia quando tinha mil e uma tarefas e que achava que era a obrigação dela resolver todos os problemas do mundo. Will achava isso fofo e meigo da parte dela, uma das coisas que ele admirava nela era essa compaixão e altruísmo exagerados, e ela fazia questão de esconder sob uma máscara de uma pessoa dura e com poucos sentimentos.

Passou por ela e foi direto para a cozinha, depois iria irritar mais a garota como ele sempre fazia e gostava, ao entrar na porta deu de cara com uma mesa enorme de café da manhã parecia até aquelas de hotéis, Jem sempre exagerava em tudo que fazia, todas as refeições eram dessa maneira bem fartas e variadas. Ele falava algo extremamente animado com a Catarina, alguma coisa sobre gravidez que will não fez questão de prestar atenção, ele já tinha feito amizade com a mulher, assim como jazz, Jem era dono de uma enorme compaixão ele era a pessoa mais carismática e sociável que will conhecia, e todos esses atributos eram extremamente amáveis. Jem parecia ser o tipo de pessoa antissocial a primeira vista por estar sempre atrás de uma tela, seja ela do celular ou computador, na verdade ele estava sempre atento e opinando em tudo, ele apenas trabalhava demais e continuamente.

Will se sentou de frente para Magnus e o analisou, o homem tinha um olhar distante, vazio, igual o olhar que Alec tinha todos esses anos, ele reconhecia muito bem esse semblante, ele estava sentindo dor, mas não física e sim emocional, sua mente estava batalhando entre o certo e o errado e o que fazer e o que não fazer, will sabia muito bem como era aquilo, esse sentimento que se alastrava pelo peito e o sufocava, sentiu muitas vezes.

Magnus brincava inconscientemente com o pedaço de bolo no prato tentando concluir algo, mesmo que seja mais fácil fingir que nada aconteceu, não poderia fazer isso, não depois de julgar tanto Clary por fazer exatamente isso quando jocelyn morreu. Mas seria possível fazer, na verdade tinha que fazer isso, esquecer de Alec, ir embora como ele foi, e começar uma nova vida sem olhar para trás, esquecer todos esses sentimentos.

— A opção mais fácil é tentadora, mas não é a correta, não fica mais fácil e nem para de acontecer. Pensa bem no que vai fazer. — Will disse a magnus, ele se assustou um pouco parecia que o peladinho tinha lido seus pensamentos.

— como? — sussurrou mais pra si do que a ele.

— Conheço esse olhar, as duvidas, esse sentimento. Eu tomei essa decisão a muito tempo.

— então se já fez isso, me fala o que devo fazer.

— Eu não posso te dizer o que fazer, você tem que tomar suas próprias escolhas, apenas saiba que ir não é a solução para os problemas, enfrentar eles que é.

Izzy olhava incrédula para Alec, não conseguia digerir toda a informação que tinha recebido de uma vez, em pensar que todo esse tempo crucificou seu irmão por fazer o que fez e o filho de uma boa mãe estava se sacrificando pelo bem de todos. Depois de alguns segundos em silêncio ela levantou a mão e deu um tapa na cara de Alec, que se assustou mais com o estalo do que com o tapa em si, ele levou a mão no rosto e encarou ela com um mix de incredulidade e confusão.

— Ta louca? Porque disso? — alisou a bochecha.

— sorte sua não levar um tiro meu — ela se levantou e ficou de frente pra ele — isso foi por você ser um idiota arrogante e querer resolver tudo sozinho e não confiar na sua família — ela deu outro tapa na cara dele no outro lado do rosto — E isso foi por ter magoado o Magnus e feito ele sofrer por dois anos, e por não acreditar que podíamos lutar juntos e também por sumir assim sem mais nem menos. Eu deveria esmurrar essa sua cara de coitadinho até deformar ela que nem plástica iria resolver. — ela o abraçou depois disso — eu te amo irmãozinho.

— seu amor me confunde izabelle — ele riu enquanto esfregava as mãos no rosto.

— Não faz piada que você não está com essa bola toda ai não, jazz tem razão você é um cabeção mesmo — ela colocou uma das mãos no rosto esfregando os olhos.

— só o que me faltava, mais uma — falou pra si.

— o que disse?

—nada não maninha. Olha izzy, só você sabe de toda essa história, não quero que conte isso ao magnus, pelo menos não agora, arruma alguma desculpa ou inventa alguma coisa sobre o que conversamos aqui, eu quero acabar com tudo isso antes de poder falar a verdade pra ele e de tentar me redimir por tudo que fiz e deixei de fazer. — Alec olhava suas mãos enquanto falava, estava envergonhado demais pelo que fez no passado.

— Eu entendo, vou ver o que posso fazer por você, mas Alec — ela chamou sua atenção o fazendo levantar a cabeça — você machucou muito ele, ele ficou muito mal, na verdade ainda está assim, mesmo que conte a verdade, ainda corre o risco de ele não conseguir perdoar você tão rápido.

— eu sei izzy, eu já imaginava isso, mas eu não me importo eu vou fazer o que estiver ao meu alcance para reparar os danos e fazer ele feliz de novo, ele não merece tudo isso que fiz, quero me redimir dizendo a verdade e tirando sua dor, e se ele não me quiser de volta depois de tudo o que eu fizer eu certamente irei entender.

Izzy balançou a cabeça e depois abraçou o irmão, estavam imersos naquele momento feliz na bolha só deles e esquecendo o mundo lá fora quando um alarme disparou e Alec ficou de pé no mesmo instante.

— Droga

— o que foi?

— Venha comigo izzy, precisamos ir agora.

Ele saiu pela porta voltando a sala, Alec sabia exatamente o que aquele som significava, era o sinal de que a guerra final estava prestes a acontecer.

— Tem quanto tempo que disparou — Jazz falou chegando correndo e muito séria.

— Apenas alguns segundos eu acho — will disse saindo da porta da cozinha seguido de magnus e catarina que assim como izabelle olhavam a situação sem entender nada.

— Tem dois minutos que o sistema capturou, recebi um alerta e vim ver o que era, quando cheguei o alarme tocou — Jem disse enquanto digitava no computador em uma velocidade quase sobre-humana.

— Jazz o tempo de resposta do esquadrão não vai ser a tempo, Aline pelo que sei ainda está com os outros em idris — Alec falava enquanto caminhava de um lado ao outro ativando os protocolos de armamento em vários objetos deixados pelo apartamento.

— Alec o que está acontecendo? — izzy falava preocupada.

— está acontecendo a guerra minha querida, o motivo de estarmos aqui — jazz falou apertando um botão que ficava embaixo da mesa de centro onde Jem usava o computador, assim que ela apertou ele levantou o notebook e colocou no colo, Alec e will apertaram outros dois botões iguais em outros cantos da sala — Jem quero a tela, me coloca pra ver agora.

Os botões acionaram o sistema de vigilância ao redor do apartamento e todos os sinais, junto com isso uma televisão oculta desceu por cima da lareira e também vários esconderijos e compartimentos com o armamento deles se abriram pela sala.

— estamos vendo tudo ao vivo agora — a televisão ligou revelando varias imagens de uma casa nos subúrbios do brooklyn.

— o desgraçado está perto demais da gente — will disse enquanto engatilhava a arma.

— ainda não entendo que está acontecendo aqui, de onde saíram essas armas? Que lugar é esse? — magnus olhou para catarina confuso.

— Izzy — alec deu uma ordem em silêncio a izzy que já sabia o que fazer. — contou quantos Jem?

— O baby Frost leu umas 500 assinaturas de calor humano — ele se referia ao drone sofisticado deles.

O que estava acontecendo naquele momento era tenso, Jem tinha seus melhores programas e aparelhos a procura de Asmodeus, os sistemas mais sofisticados e melhores do mundo estavam lá, depois de uma semana procurando Asmodeus por Nova York ele conseguiu achar através de um reconhecimento facial de um de seus capangas e o baby Frost o seguiu e encontrou Asmodeus escondido em uma casa fortemente protegida.

— Jezz nós três não vamos dar conta de 500 cabeças armadas a nível militar — Will disse quando terminou de fechar o colete.

— will tem razão Jazz, sei que em Singapura pegamos 200 más quase não saímos vivos de lá. Precisamos de reforço — Alec concordou enquanto pegava o colete pra vestir.

— MERDA — ela deu um soco na mesa com munição que fizeram elas pularam, ela estava visivelmente irritada, mas respirou fundo, era treinado pra trabalhar sobre pressões e empecilhos como estes — Aline só vai conseguir chegar com os reforços de idris em dois dias, até lá pode ser tarde demais. Não temos escolha, Jem vai entrar com a gente, nós quatro damos conta. A não ser que eu pense em outra alternativa.

—Jazz não — will e Alec falaram juntos.

— Jem não vai sair em Campo de novo — will tomou a frente preocupado.

— Não se preocupe William, se for necessário eu irei.

— ESPEREM — magnus chamou a atenção de todos — izabelle pode ter me explicado porcamente o que está acontecendo aqui e eu não entenda muito a situação, mas vocês podem pedir reforço para o Instituto, pelo que entendi também são shadowhunters.

— Nem pensar — alec disse — Não podemos colocar a vida de todo o Instituto em risco, precisamos do nosso esquadrão.

— Alexander esse é o trabalho deles, se você não se esqueceu todos nós somos muito bem treinados para essas situações e todos são competentes o suficiente pra resolver o que quer que seja isso ai — magnus falou em um tom mais firme, se não tinha se colocado em posição antes agora afirmaria seus pontos de vista e opiniões e entenderia o que estava acontecendo ali.

— Nós? Nem pensar que você vai junto — Alec não poderia deixar magnus correr esse risco — é muito perigoso.

— de repente agora você se importa com o que é melhor pra mim? — magnus já disse encarando Alec desafiadoramente eles não tinham percebido ainda mais conforme discutiam iam se aproximando um do outro e agora estavam tão perto que parecia que faíscas saiam de seus olhos.

— Eu sempre me importei com o que é melhor para você Magnus — retribuiu no mesmo tom, só que com um pouco de preocupação.

— Chega vocês dois, estão me fazendo perder tempo — Jazz brigou com eles — Nós vamos até o Instituto e vamos usar esses recursos, não temos escolhas.

— Mas jazz...

— Nada de mas alec, não tem outra alternativa.

— Ok...

— Vamos logo, vamos pegar esse filho da puta desgraçado e acabar com isso hoje.


Notas Finais


Comentem o que acharam eu amoooooo

Tomara que estejam surtando que nem eu.


Me repondam duas coisas se quiserem.
Acham a fic muito clichê? Querem que eu mude ou melhore alguma coisa?

Até a proxima ❤❤


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