História Invejosa (EM BREVE) - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Amor, Divórcio, Drama, Romance, Traição
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Palavras 2.390
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hey genty! Olha eu aqui, de novo!

Sabe aquela personagem atirada que dá em cima do mocinho nos tão conhecidos e queridos clichês? Pois bem... está na hora de lermos sobre o ponto de vista delas, não?

Preparados para minha mais nova obra?

1. Essa obra é de minha autoria. Todos estamos cansado disso, mas.... PLÁGIO É CRIME! Obrigado.

2. A história aborda temas como prostituição e traição – no decorrer dos capítulos, é possível notar uma personagem complicada, arrogante e muito egoísta. Ainda sim, peço que tenham a mente aberta, por mais difícil que seja.

3. Como já dito anteriormente, o tema da história é sobre traição. Desta vez, contada aos olhos da "vilã".

4. Terá hot (kjkjkj, eu sei que vocês querem, safadinhos).

5. Sem previsão para o início de postagem.

6. A história contém palavras de baixo calão, cenas de sexo e violência.

7. Não vamos no esquecer dos votinhos e dos comentários. Diz aí o que você gostou!

Para dúvidas? Os comentários estão mais que disponíveis. Qualquer notícia será notificada à cada capítulo. Boa leitura.

Capítulo 1 - A traição


Fanfic / Fanfiction Invejosa (EM BREVE) - Capítulo 1 - A traição

Mais uma sexta, mais uma festa.

O salão se enchia de conversas e falsos sorrisos, algumas mulheres desfilavam, usando seus melhores e mais caros vestidos, tendo como propósito, chamar a atenção masculina. Poucos homens disfarçavam seu encanto e os que conseguiam, debatiam sobre política e negócios. Algo natural, o típico de todas as festas da alta sociedade. Empresários, sócios e herdeiros a procura de uma noite de diversão e falsidade. Entretendo-se de uma forma, que a ausência da pessoa mais importante da noite lhes passou despercebida.

Normalmente, a família King mantinha-se em volta de seus círculos, recepcionando seus convidados, com conversas e assuntos de negócio. Entretanto, naquela noite, apenas a senhora King fazia-se presente no salão de festa. A mulher esforçava-se para não fazer alarde pelo sumiço do marido e esperava que ninguém notasse a ausência do anfitrião.

Pior, que notasse seu nervosismo com toda a situação.

Claro, houve uma exceção.

Jessy Bettencourt. A ruiva e bela mulher andava pelo salão, distribuindo seus sorrisos, conversando com todos, mas de olho nos passos da família King.

Poderia ser dito que Jessy se preocupou com a ausência do Senhor King, ou que a jovem Bettencourt ficará feliz com sua ausência, somente pelo fato, de não ter uma relação pacífica com o mesmo. Contudo, era absolutamente o contrário. Jessy ficou, sim, feliz pela ausência do homem, apenas pelo fato do que poderia fazer com aquela informação.

A Bittencourt passou por uma porta que a levava até um corredor, um corredor que conhecia muito bem. Fechou a porta, furtivamente, atrás de si.

Abafando qualquer som externo.

Jessy abriu um sorriso vitorioso e muito malicioso. Iria conseguir o que veio buscar e ela não se importava com as consequências de seus atos. Era assim com a Bettencourt, ou ela conseguia ou tomava.

O som de seu salto fez-se presente quando ela passou a caminhar pelo local. 

Diversas portas trancadas e salas vazias foi o que encontrou. Depois de muitos minutos sem qualquer sinal de movimento, estava quase que ficando frustrada quando um som quase imperceptível alcançou seus ouvidos e veio diretamente da última porta do corredor. As luzes estavam acesas e a porta fechada, poderia não ser ele, mas tentaria a sorte. Abriu a porta e adentrou para a sala.

Encontrou uma menina pequena, de cabelos loiros e muito bonita. A garotinha se assustou e largou o livro que carregava. 

— Olá. – a bela criança comprimentou, Jessy a encarou com as sobrancelhas erguidas. 

— Olá, pentelha. – a ruiva disse, observado os olhos claros da garota a encarar-lhe. Ah! A pequena King. Pensou a mulher. – Seus pais sabem que ainda está acordada?

— Não. – negou a garotinha, balançando a cabeça, seus fios loiros seguindo o movimento involuntário. – Você vai contar para eles? – perguntou, envergonhada.

Jessy Bittencourt sorriu, então deu espaço para a garota passar. 

— Será o nosso segredinho. – e piscou para a garota que sorriu brevemente, antes de correr para fora do escritório do pai, levando consigo o livro que viera buscar.

Jessy fechou a porta, passando os olhos por um porta retrato, voltando-se para sua caçada. Mesmo com a imagem da família perfeita em sua mente, a mulher não pestanejou em procurar pelo homem casado. Nem mesmo a pequena garotinha amoleceu seu coração.

Jessy o procurou de sala em sala, não encontrando o que procurava, então parou no meio do corredor, parcialmente confirmada com a conclusão de que a noite não terminaria como planejou. 

Posso encontrá-lo na festa de domingo que Caio dará no próximo fim de semana, então o arrastarei para meu quarto. Jessy voltou a abrir um sorriso felino, sua mente maliciosa muito feliz com a idéia. Seria exatamente o que faria.

A ruiva andou pelo corredor, desta vez, direcionando-se em direção ao salão de festa, quando repentinamente sentiu algo puxá-la para um cômodo escuro, pressionando-a contra a parede, fazendo com que batesse as costas no processo. Seu coração, antes calmo, agora batia descontrolado e Jessy teria gritado em meio a respiração, se não tivesse reconhecido o perfume masculino que tanto adorava. 

Bom, bom... e não é que ele a havia assustado.

O plano era pegá-lo de surpresa e não o contrário.

— Me procurando? – o homem perguntou, sua respiração batendo contra o rosto dela no processo. Ele imaginou o que Jessy diria, mas queria ouvir a resposta sair pela boca da mulher.

Um sorriso provocante começou a se insinuar nos lábios da ruiva, e para provocá-lo, Jessy deixou com que suas mãos corressem lentamente de seus braços para as costas, o puxando para mais perto de si antes de responder, a boca perto do ouvido, fazendo questão de falar baixo em um tom voz insinuante.

— O que acha, Elliot? – abriu um sorriso completo, ainda que em meio a escuridão, ele não pudesse ver. Em sincronia os dois avançaram suas bocas uma contra a outra, suas línguas explorando cada centímetro o do outro. A temperatura da sala subitamente subiu e sem se conter, Elliot colou seu corpo ao dela, passando a mão por suas costas ainda coberta pela seda do vestido. Jessy, por sua vez, percorreu as costas do homem com as mãos, seu corpo colado ao dele, movendo-se quase em uma dança, provocando uma fricção gostosa entre seus corpos, as mãos, a boca, tudo oscilava em um ritmo lento e tortuoso.

Tentado demais para continuar apenas nos beijos e mãos bobas, Elliot desceu suas mãos, passando pela cintura fina da ruiva, quadril e por fim, a bunda, dando uma aperto em sua nádega que fez Jessy ofegar. Sem maiores dificuldades, Elliot a ergueu em seu colo, e ela passou suas pernas em volta da cintura do homem. 

Sem pudor, Elliot levantou o vestido da ruiva que remexeu o quadril, roçando suas intimidades, fazendo ambos ofegar baixo.

Jessy sentia seu corpo queimar, sua calcinha estava molhada e impedia o contato que ambos queriam.

Lentamente, Elliot desceu sua boca pelo rosto da mulher, ele beijou seu queixo, seu pescoço, clavícula alcançando o busto dela. A ruiva, entregue às sensações que o homem lhe proporciona, lançou a cabeça para o lado dando-lhe acesso total, logo, ocupando-se de abrir os botões da camisa dele.

Foi quando ambos pararam, tentado de alguma forma acalmar suas respirações agitadas.

Do lado de fora eles ouvem passos, portas sendo abertas e depois fechadas.

Um sorriso travesso iniciou-se nos lábios de Jessy, que sem qualquer cerimônia, desceu sua mão até o meio das pernas de seu companheiro, contemplando seu corpo tenso enrijecer ao contato.

— Jess... – mesmo em um sussurro, o tom de voz dele foi um aviso.

Elliot apertou a cintura dela em um claro aviso de Pare, mas foi totalmente ignorado pela ruiva que continuou a massagear seu pau por cima do tecido.

O homem tentou se controlar, em vão, mas não tentou escapar, não quando a excitação já havia invadindo todo o seu sistema nervoso.

Elliot se contorceu para não deixar nenhum ruído escapar por entre seus lábios e colocou seu rosto no vão do pescoço da ruiva, tentando manter o controle sobre seus sons, falhando miseravelmente. Jessy abriu a baguilha e enfiou a mão dentro da calça do homem, ultrapassando sua cueca e passando a massagear o pau dele, duro e tão pronto para ela. 

Jessy não conseguiu impedir que sua respiração se acelerasse. Elliot não pôde segurar o gemido que lhe escapou.

— Porra. – xingou logo depois, puxando Jessy para atrás da porta, deixando-se envolver por suas carícias, beijando a boca dela, o rosto, o pescoço…

Posteriormente, uma luz invadiu a sala que é iluminada pela pouca luz do corredor.

— Elliot? – chamou uma voz melodiosa.

Elliot King desejou poder xingar de verdade naquele momento, em alto e bom som. Se a meses atrás alguém lhe dissesse que estaria escondido atrás de uma porta, com uma mulher mais nova o masturbando, ele não acreditaria. E o pior de toda a situação, era que sua esposa vasculhava aquela sala em questão.

Catarina Albuquerque King.

Caralho. Elliot se consolou de poder xingar mentalmente.

A porta voltou a fechar, deixando os dois em meio ao breu. Eles ainda ouviram os passos de Catarina batendo no chão a medida que se afastava do lugar.

Minutos depois e não há mais nenhum som a ser ouvido.

Elliot apalpou a parede até alcançar o interruptor do cômodo, iluminando todo o ambiente. Em seguida, o homem lançou um olhar de desaprovação na direção da ruiva. O que Elliot King ainda não sabia, era que aquilo apenas iria estimular Jessy a continuar com seus joguinhos.

— Convenhamos, isso foi bem excitante. – Jessy sorriu, sem qualquer sinal de tensão depois do quase flagra.

O King não era hipócrita ao negar que apreciava o tempo que passava com a mulher, mas parou para pensar. Foi quase pego por sua esposa.

Elliot não podia ignorar a merda que continuava fazendo. E não é que antes ele já não tivesse noção de suas atitudes, mas ele era apenas bom demais em ignorar certos assuntos. 

Elliot amava sua esposa? Não. Mas isso não era motivo para traí-la. Estava errado! No entanto, como daria um fim ao que tinha com Jessy Bittencourt, quando ela era o que ele mais desejava em todos os seus dias?

— Excitante? – Elliot repetiu irritado com ela e consigo mesmo. Idiota, eu sou um bastardo filho da puta. Se recriminou. – Ela quase nos pegou....

— Quase é a palavra chave em sua frase, amor. – ela sorriu. Jessy não estava nem um pouco afetada ao último momento. A ruiva não parecia compartilhar da culpa que assolava o olhar do homem à sua frente. – Há quem o diga que o escondido é mais gostoso. – completou com malícia. 

— Isso... está errado, temos que parar. – Elliot anunciou culpado, afastando-se da mulher e sentando no sofá presente no cômodo.

Jessy revirou os olhos para a culpa descomedida do homem. Ela o encarou seriamente.

— Vai mesmo conseguir fingir que não aconteceu nada entre nós, em todos os nossos futuros encontros Elliot?

— Eu consegui até agora.

— Entendo. – ela se aproximou dele, lentamente, como uma cobra cercando a presa. – Mas não precisa ser assim, amor.

— Jessy...

— Shhh. – ela pôs o dedo indicador sobre os lábios, então escorregou pelo sofá, sentando no colo do homem, que não ofereceu resistência ao contato.

Jessy não poderia negar que o admirava pela tentativa. Muitos homens traem suas mulheres sem qualquer remorso, mas Jessy sempre soube que Elliot King era diferente. 

E foi isso que a atraiu ao homem. Portando, Jessy não o deixaria escapar. 

Com o sorriso malicioso que Elliot tanto conhecia, ele assistiu Jessy se esfregar em seu colo, sentindo toda a garganta secar, tamanha a sensualidade da mulher.

Como poderia resistir? Jessy tinha o poder desarma-lo, de uma maneira que ninguém nunca conseguiu.

Estava cogitando... não, fora de questão. Ele balançou a cabeça e se deixou levar pelos toques da mulher, abnegando aquele pensamento, deixando-o fugir de sua mente.

Com seus corpos mais entregues do que nunca, ambos começaram a se mexer com mais pressa. 

Ela precisava senti-lo dentro de si.

Ele precisava preenchê-la, senti-la, saciá-la.

Sem qualquer dúvida ou pudor, Elliot ajudou Jessy retirar seu vestido, constatando que ela não usava um sutiã. Os seios dela à frente de seu rosto, os mamilos enrijecidos, implorando que ele chupasse e o homem não hesitou em atender tal chamado.

— Linda. – ele sussurrou, deixado sua respiração quente e ofegante bater contra a pele dela.

Elliot atendeu o pedido silencioso que o corpo da mulher lançou e abocanhou seu seio, mordiscando o mamilo, tirando um gemido lamuriento da ruiva. 

Em uma urgência que até então não havia, Jessy auxiliou na retirada da calça de Elliot, pressionando-se contra o homem,  sentindo ele tão duro, tão pronto para fode-la. A ruiva ansiava por sentir ele em si. 

Ela rebolou no colo dele, ofegante e querendo mais e mais. 

— Elliot. – murmurou no ouvido dele. 

— Quer que eu te coma, gostosa? Duro, do jeito que você gosta não é? – ela sorriu. Se havia algo que Jessy adorava, era a boca suja de seu companheiro durante o sexo. 

Ela murmurou em resposta, e ele beijou cada pedacinho do corpo dela, apressando-se em arrancar aquela peça que tanto lhes atrapalhavam. Jessy levantou e observou enquanto Elliot retirava a cueca box, fazendo com que seu pau pulasse para fora, duro e sedento. Ela podia sentir seu corpo ansiar por ele. Aquele homem era a imagem mais bonita de todas as imagens bonitas na mente dela. Elliot poderia tê-la todos os dias e ainda sim, Jessy não iria se saciar do dele.

Era uma necessidade fora do controle.

Queria que ele a come-se tão gostoso, duro, fundo e rude.

— Vem aqui, deixa eu cuidar de você. – ele pediu e ela sorriu aproximando-se, então deixou que ele tirasse a última peça que restava em seu corpo. 

Elliot correu os lábios pelas coxas da ruiva, até alcançar o meio de suas pernas, incentivando-a a por a perna sobre o sofá, deixando-a exposta para ele. Ele beijou sua buceta e correu sua língua por toda a extensão dela, ouvindo o gemido dela ecoar. Um incentivo que fez o homem chupar seus clitóris e então descer os lábios até sua abertura.

— Elliot… – Jessy o chamou em um pedido, ele sabia o que ela queria. 

O homem subiu seus lábios pelo corpo dela e a trouxe para seu colo, sem peça alguma separando o corpo dos dois.

Jessy colou pele na dele, beijando o homem com luxúria, um beijo quente e molhado que dizia o que viria pela frente. Com anseio, Jessy sentiu Elliot agarrar suas coxas, encaixando-a em seu colo que rebolou, sentindo a cabeça do pau molhar perante sua umidade.

A respiração de Elliot encontrava-se pesada, como se tivesse acabado de participar de uma maratona e com a rudeza que ele sabia que Jessy gostava, ele a puxou para si, preenchendo-a por completo.

Os dois gemeram em sincronia. 

Com ela em cima dele, começaram a se movimentar a fim de saciar aquele desejo. Não satisfeito, Elliot mudou a posição dos dois. Estando por cima da mulher, ele passou a ditar seu ritmo, metendo fundo, apertando coxa da ruiva, falando sacanagens no ouvido dela.

Os gemidos dela se tornaram mais constantes, o barulho de seus quadris se encontrando preencheram o ambiente e eles estavam tão submersos na névoa de prazer, que não perceberam quando a porta foi aberta pela segunda vez, naquela noite. Mas ambos pararam quando o choro ecoou por toda a sala. 

O choro de uma mulher traída.



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