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História Invisível - Capítulo 12


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Notas do Autor


Desculpem qualquer erro.

Boa leitura.

Capítulo 12 - Começam os jogos, Baile de Yule e Desvendando uma pista


Harry acordou cedo na manhã seguinte e foi até a sala comunal esperar Luna. Era algo que ele vinha fazendo há um tempo, agradecido por Luna não ser como a maioria das garotas. Ela estava acordada a quinze minutos antes dele e vestida para o dia, enquanto nenhuma das outras meninas estava na sala comunal até cinco minutos antes do café da manhã. Só porque eram devoradores de livros, não significava que não gostassem de usar maquiagem ou fofocas, embora as fofocas fossem geralmente de natureza mais acadêmica.

Eles estavam indo para o café da manhã antes que percebessem e, como sempre, não demoraria muito para que os outros amigos se juntassem a eles. Cedric Diggory agora havia se juntado oficialmente ao grupo, tendo ficado muito chateado por não ser escolhido como campeão, perdendo especialmente para Nick Potter, de todas as pessoas. Não havia nada a ser feito sobre isso agora, no entanto. Cedric realmente gostava de Fleur, então isso também poderia ter sido um motivo para sua adesão. No quinto ano, a Corvinal Cho Chang, estava com os olhos cravados nos dois como punhais desde então. Ela obviamente gostava de Cedric, mas, infelizmente, ela não era nada comparada a uma Veela e sabia disso.

– Você dormiu bem? - perguntou Luna enquanto se sentavam.

Ninguém mais estava lá ainda, além dos professores, é claro. Nenhum dos estudantes de Durmstrang se aventurou no barco nem nenhum dos Beauxbatons se aventurou em sua casa de transporte. Luna disse a ele que era bonito depois de ter ido com Fleur uma vez para vê-lo. Ou melhor, Luna tinha ido ver os abraxans puxando-o, dado o quanto ela amava criaturas mágicas. Fleur estava acostumado a eles e não os via como criaturas magníficas. Ela estava orgulhosa de sua escola e tudo sobre isso, portanto, ela não teve nenhum problema em mostrar Luna de perto.

– Suponho que sim. - respondeu Harry.

Ele estava tão acostumado a acordar cedo que era um hábito. Ele teve que acordar cedo durante o verão para abrir a loja e entregar os jornais. As pessoas do Beco Diagonal e Hogsmeade preferiam que o correio fosse entregue às portas, pois já viam corujas suficientes, então não precisavam ser acordadas por elas às seis da manhã. A maioria das pessoas em ambas as zonas de entrega eram donas de casa com maridos trabalhando. Já era difícil cuidar de crianças sem ser acordada ao raiar do dia.

– O que você tem primeiro? - perguntou Luna. Ela sempre sabia, apesar de provavelmente conhecer a agenda dele tão bem quanto a dela.

– Poções. - disse Harry fazendo uma careta.

– Ah, boa sorte com isso. - disse a garota, sabendo do ódio de Reese por Harry.

Embora, o professor tenha se acalmado um pouco em relação a ser desagradável, possivelmente tendo algo a ver com Harry não fazendo mais o seu melhor em sua classe. Era sempre a cor e a textura corretas, mas nunca, nunca a ponto de ser perfeita como antes. No entanto, ele continuou lendo seus livros de poções e manteve-se aguçado com seu conhecimento escrito. Ele amava poções, era de longe o seu assunto favorito. Ou tinha sido, até Reese aparecer. Parte dele se ressentia do professor Snape por isso, mas ele não podia culpá-lo, na verdade. Com meia chance, ele sairia e se tornaria um aprendiz de um Mestre de Poções.

A defesa veio em seguida em termos de gostos, ele adorava que pelo menos suas notas de Defesa não fossem ruins como as de Poções. Reese estava realmente disposto a pegá-lo, e Harry não conseguia entender o porquê. Pelo menos com o professor Snape, ele sabia por que odiava Nick. Ele se lembrava de todas as vezes que James tinha falado sobre ele com nojo, geralmente terminando tentando dizer a Nick um nome que ele costumava chamá-lo, Sebo-alguma coisa, mas Lily sempre gritava com ele por tentar fazê-lo.

Poções tinham acabado de começar e Reese continuava olhando para ele enquanto ele falava sobre venenos e antídotos. Ele teve a sensação de que seria o sujeito do teste, mas não deixou o professor ver como ele estava incomodado, mesmo que seu coração estivesse batendo uma milha por minuto. Harry estava apenas desejando poder desaparecer quando houve uma batida urgente na porta.

O garoto que entrou foi o mesmo garoto que seguiu Nick o dia todo. Seu irmão mais novo também o fez. Ambos eram pequenos, magrelos e pequenos. Colin e Dennis Creevy ele achava que eram os nomes deles, se se lembrava da Classificação corretamente. Colin estava sorrindo positivamente para Nick quando ele foi até a mesa do professor Reese.

– Posso ajudar? - Reese franziu a testa, confuso.

– Senhor, eu tenho que levar os Potter para o andar de cima! - Colin sorriu.

– Eles têm uma hora de poções. Eles vão subir quando essa aula terminar. - disse Reese, encarando Harry antes de suavizar o olhar enquanto olhava para o ansioso grifinório Nick.

– Senhor, o Sr. Bagman quer todos os Campeões, eles precisam ir. Acho que eles querem tirar fotos. - disse Colin.

– Muito bem. Nick, Potter, vá. - disse o professor Reese secamente.

Harry e Nick saíram rapidamente da sala de aula, Harry ansioso para fugir e Nick não quer perder a oportunidade de tirar uma foto.

– É incrível, não é, Nick? - perguntou Colin, olhando para Nick em óbvia adoração a heróis. – Não é? Você está sendo campeão?

– Claro. Se alguém vai ser um campeão, sou eu! - concordou Nick presunçosamente.

– Para que eles querem fotos? - perguntou Harry secamente, cortando o assunto.

– Para o Profeta Diário, eu acho! - disse Colin, mal olhando para Harry. Ele estava muito ocupado olhando para Nick com reverência.

Harry fez uma careta, odiando a idéia de que ele iria ter sua foto em todo o mundo. Ainda havia esperança de que talvez eles apenas mostrassem a foto de Nick, pois ele venderia mais papéis do que os outros Campeões. Ele cruzou os dedos e orou pelo melhor.

Quando ele entrou na sala que Colin os levou, viu uma sala de aula bastante pequena. Krum estava olhando sombriamente para a esquina e Fleur estava parado perto de Krum, então ele acenou para os dois, sentindo vontade de copiar Viktor. Ajudou que ele agora soubesse que o adolescente mais velho odiava a imprensa, não era de admirar, dadas as coisas que eles fariam para obter uma foto do herói de quadribol. Ele também viu Bagman sentado no meio da sala, conversando com uma bruxa que ele nunca havia conhecido antes. Nick, porém, porque ele se animou e ajeitou as vestes.

– Ah, aqui estão eles, campeões três e quatro! - sorriu Bagman. – Entre, entre ... nada com que se preocupar, é apenas a Cerimônia de Pesagem de Varinhas. O restante dos juízes estará aqui em um momento.

– Pesagem de varinhas? - perguntou Harry, franzindo a testa.

– Temos que verificar se suas varinhas estão totalmente funcionais, sem problemas, como elas são as ferramentas mais importantes nas tarefas a seguir. - assentiu Bagman, tranquilizador. – Agora, esta é Rita Skeeter. Ela está fazendo um pequeno artigo para o Profeta Diário. - disse Bagman, apresentando a bruxa.

– Talvez não tão pequeno, Ludo. - disse Skeeter.

Harry notou que ela só tinha olhos para Nick e quase gritou de alívio. Talvez o rosto dele não estivesse exposto, afinal.

– Posso conversar com nosso campeão mais jovem primeiro? - perguntou Rita depois de alguns segundos.

Harry nem se deu ao trabalho de mencionar que ele era realmente o mais novo, sendo mais novo que Nick. Ele não queria chamar atenção, muito obrigado. Antes que Ludo, ou mesmo Nick, pudesse concordar, Skeeter o arrastava e o puxava para um armário de vassouras.

Enquanto isso, Fleur, Viktor e Harry se sentaram nas cadeiras que haviam colocado perto de uma parede, conversando baixinho. Pouco depois, o restante dos juízes chegou, Maxime, Karkaroff, Dumbledore e Crouch. O trio viu a diretora Maxime e o diretor Karkaroff franzindo o cenho para o fato de estarem conversando, embora Dumbledore estivesse sorrindo e brilhando loucamente para eles. Os professores pareciam levar o torneio muito mais a sério do que os alunos. Harry não tinha vontade de vencer, mesmo que isso provasse que ele era melhor que seu irmão. Eles supunham que foi por acaso, ou mesmo que ele trapaceou para desviar a atenção de Nick, e se perguntariam como ele ganhou e não seu irmão.

– Harry, meu garoto, onde está Nick? - perguntou Dumbledore gentilmente ao seu aluno.

– No armário das vassouras. - disse Harry abruptamente, apontando para ele. Vai saber. Dumbledore finalmente conversou com ele pela primeira vez desde o dia em que se conheceram, mas apenas para perguntar sobre o maldito Nick Potter. Às vezes, ele sentia vontade de estrangular o velho. Se Dumbledore tinha irmãos ou irmãs, ele tinha pena deles por ter que aturar ele, já que sem dúvida era como ele e Nick mais uma vez.

Dumbledore franziu a testa antes de ir rapidamente para o armário. Nick rapidamente se juntou aos outros adolescentes, surpreendentemente sentado ao lado de Harry. O gêmeo mais novo se afastou um pouco, mas não ficou muito óbvio, já que não queria no jornal que estava com ciúmes da fama de seu irmão.

– Posso apresentá-lo ao Sr. Ollivander? Ele estará pesando as varinhas. - disse Dumbledore de repente, chamando toda a atenção para a porta, onde o outro velho bruxo agora estava ao lado dele. Os olhos do diretor de Hogwarts brilharam bastante.

Saudações foram trocadas quando Ollivander tomou uma cadeira e a moveu para encarar os Campeões, então ele se sentou a alguns metros deles, longe o suficiente para que eles tivessem que se levantar para lhe dar suas varinhas, mas perto o suficiente para que todos pudessem ver claramente de onde eles estavam ou sentavam.

– Mademoiselle Delacour, posso examinar sua varinha primeiro, por favor? - disse o Sr. Ollivander, fazendo Nick franzir o cenho e se contorcer ao lado de Harry.

– Claro. - ela concordou. Fleur sorriu para eles antes de se levantar e caminhar até o fabricante de varinhas e entregar a varinha para ele.

– Hmmm … - murmurou o criador de varinhas. Ele examinou por um tempo enquanto todos esperavam ansiosamente. – Sim. - disse o homem em voz baixa. – Vinte e quatro centímetros ... inflexível ... pau-rosa ... e contendo ... querida eu ...

– Um fio de cabelo de um veela", disse Fleur. – Um da minha avó.

– Sim. - disse o Sr. Ollivander. – Sim, eu nunca usei o cabelo de Veela, é claro. Acho que isso cria varinhas bastante temperamentais ... no entanto, cada uma é sua, e se isso combina com você ... Orquídea! - murmurou o fabricante de varinhas e flores emergiram da varinha de Fleur. – Muito bem, muito bem! Está em ótimas condições. - disse Ollivander, pegando as flores e entregando-as a Fleur junto com sua varinha. – Sr. Krum, você é o próximo.

Nick começou a bater com o pé, impaciente. Ele não estava acostumado a esperar, e Harry achou hilário.

– Hmm … - disse Ollivander novamente. – Esta é uma criação de Gregorovitch, a menos que eu esteja muito enganado? Um bom fabricante de varinhas, embora o estilo nunca seja exatamente o que eu uso ... no entanto ... Sim, fibra de chifre e coração de dragão. Um pouco mais grosso do que se costuma ver ... bastante rígido … Vinte e seis centímetros... Avis! - um número pequeno de pássaros cantando voou para o final da sala e desapareceu pela janela aberta. – Bom, agora Harry Potter! - disse Ollivander.

Harry impediu suas risadinhas de sairem com o olhar indignado de Nick. Ele entregou sua varinha polida ao fabricante de varinhas e esperou pacientemente.

– Ah, agora este é um dos meus! - disse o Sr. Ollivander com muito mais entusiasmo. "Vinte e oito centímetros, faia e cabelo de unicórnio! Uma combinação forte! - proclamou Ollivander.

Harry apenas assentiu, já que ele sabia disso.

A varinha disparou vinho antes de Ollivander dizer que estava em perfeito estado de funcionamento.

Finalmente, foi a vez de Nick quando o gêmeo mais velho bufou e se levantou, entregando sua varinha. Todos os outros três Campeões, e até a maioria dos juízes, reviraram os olhos quando o viram agindo como se estivesse prestando um grande serviço a Ollivander, deixando-o tocar na varinha do 'Garoto que Sobreviveu'. 

– Ah, outro meu! Vinte e dois centímetros, azevinho, coração de dragão. - disse Ollivander, usando-o para conjurar vinho, da mesma forma que o de Harry. Balançando a cabeça, o fabricante de varinhas a proclamou em bom estado de funcionamento.

Não demorou muito para que Ollivander se fosse e estava na hora das temidas foros. Harry quase queria implorar para Ollivander fazer tudo de novo. Por outro lado, ele sabia que até Fleur e Viktor o matariam se ele fizesse isso. Ele podia dizer pelos rostos deles que eles estavam ficando muito entediados.

Harry foi arrancado de seus pensamentos apenas para pegar Rita dizendo: – Fotos individuais. - Ela estava olhando para Nick como se ele fosse o santo graal do mundo bruxo, então Harry apenas sorriu quase presunçosamente. Ele sabia que Nick seria definitivamente o único na capa do Profeta. Enquanto suportava as fotos, quase esfregou as mãos alegremente e, ao contrário das outras, nem tentou sorrir. Não que alguém tenha notado, é claro.

Harry estava certo, e a próxima edição do Profeta Diário tinha apenas Nick. Não apenas isso, mas Skeeter vomitou mentiras sobre Nick na primeira página. Harry não podia ver Nick dizendo que estava assustado ou deixando seus 'olhos verdes brilharem com lágrimas' ao pensar em decepcionar seus pais. Skeeter estava pronto para isso, com certeza. James não deixaria isso passar. Ele pode ser apenas um auror, mas ele tinha muitas conexões, mesmo que isso fosse principalmente por causa de quem era seu filho.

– Estamos na parte inferior da página dez! - bufou Fleur, seu sotaque ainda mais grosso que o normal enquanto tentava conter sua fúria.

– Você se acostuma com isso eventualmente. - disse Harry suavemente, com tom indiferente.

– Eles não tinham o direito, ele está roubando os holofotes de todos! - disse Cedric, furioso em nome de Fleur.

– Como você tolera isso, Harry? - perguntou Viktor, não tão incomodado quanto Fleur. Ele esteve nos jornais o verão inteiro em casa. Ele estava realmente feliz com o alívio que estava chegando aqui, e rapidamente percebeu como Harry estava bastante excitado com o peculiar som sibilante da voz de Viktor quando disse o nome de Harry.

– É tudo que eu conheço ... então o que posso dizer? - Harry encolheu os ombros, decidindo não lhes dizer que estava feliz por seu rosto não aparecer no jornal. Era uma pena para Viktor e Fleur, ele sabia disso, mas ele não era eles, ele não queria a glória eterna. A fama não era tudo, e ele odiava o pensamento de ser famoso.

– Eu ainda acho que está errado. Pelo menos papai fez um bom trabalho. - disse Luna. Ela tirou fotos de Viktor, Fleur e Harry e as mandou para casa, e seu pai realmente fez uma peça para quem comprou a revista, e agora, para quem queria conhecer os Campeões além de Nick Potter.

– Xeno é ótimo. - sorriu Harry, concordando.

– Olhe isso, isso é uma boa foto, Luna! Você pode entrar no negócio de fotos. - afirmou Fleur gentilmente.

– Ah, sim, eu planejo. Porém, prefiro tirar fotos de animais mágicos. - disse a garota mais jovem sonhadora, e os outros sorriram.

Duas semanas se passaram. Entre as aulas, a lição de casa e o tempo que passava com os amigos, Harry estava exausto. Ele havia preparado duas poções sozinhas, uma para torná-lo invisível, e uma poção que ele poderia tomar para repelir as chamas dele. Ele também encontrou um feitiço para apagar seu perfume, para que o dragão não pudesse segui-lo pelo cheiro.

Em pouco tempo, eles estavam na tenda, ouvindo o rugido da multidão. Crouch trouxe uma bolsa para a frente e dentro dela havia versões em miniatura dos Dragões que eles enfrentariam. Cada um deles teve que escolher um. Fleur ganhou um verde galês, Krum acabou com a bola de fogo chinesa e Harry pegou o focinho curto sueco, que deixou Nick com o mais perigoso de todos, o Horntail húngaro.

Bagman levou Nick para fora, mas Bagman voltou dez minutos depois. Harry mal ouviu o comentário sendo gritado, preocupado demais com os nervos agitados. Ele não queria fazer isso, mas ele tinha que fazer, pois era um contrato mágico. Ele acenou bruscamente para cada um de seus amigos enquanto eles saíam para lutar contra seu próprio dragão.

Krum foi o primeiro e, dez minutos depois, ele havia recuperado seu ovo com sucesso, se a multidão tivesse algo para passar. Fleur foi o próximo, parecendo bastante doente e suada. Harry teve que entregar um lenço a ela, ela saiu com a cabeça erguida, mesmo que sua varinha estivesse bem apertada. Naquele tempo, Nick voltou para dentro também.

Finalmente foi a vez de Harry. Quando ele estava prestes a sair da tenda, lançou um olhar para o irmão, que na verdade parecia verde. Após essa pausa momentânea, ele encolheu os ombros, decidindo que não estava disposto a ajudá-lo, e não era problema dele. Seu irmão nunca o ajudou em suas vidas, então por que ele deveria dar-lhe algum conforto agora?

Na arena, ele olhou para todos os espectadores e engoliu em seco. 'Bem, é agora ou nunca', ele pensou consigo mesmo.

Todos ficaram boquiabertos quando ele tomou uma poção e desapareceu de vista. Eles viram apenas um frasco sendo levado aos lábios enquanto ele bebia aquele para parar o fogo que o machucaria, e nunca ouviram o feitiço que ele falou. Finalmente pronto, ele foi em frente. As mãos de Harry tremiam e sua testa estava molhada de suor. Ainda assim, ele continuou. Ele teve que ficar quieto, ele não tinha pensado em seus passos. Rapidamente, ele pegou o ovo e correu com ele, e o barulho do painel fez o dragão soltar fogo em sua direção. O fogo o pegou, mas não causou dano quando o dragão assobiou e soprou fogo em todas as direções, tentando atingir um alvo invisível. Os espectadores sabiam onde ele estava, pois podiam ver o ovo em seu braço. Eles arfaram, depois ficaram quietos quando o fogo deveria tê-lo fritado completamente.

Foi a vez de Nick a seguir, e Harry nunca ficou parado para ver isso acontecer. Levou mais de uma hora para que eles pudessem verificar suas pontuações. Já que Nick só conseguiu convocar o ovo da cesta uma hora depois.

 

Pontuações de Fleur:

Maxime = 10

Karkaroff = 8

Crouch = 7

Dumbledore = 8

Bagman = 8

Total = 41.

 

Pontuações de Viktor:

Maxime = 7

Karkaroff = 10

Crouch = 7

Dumbledore = 7

Bagman = 7

Total = 38. 

 

Sua pontuação foi baixa principalmente porque ele havia causado danos a ovos de dragão reais e os manipuladores de dragão não estavam felizes nem um pouco.

 

As pontuações de Harry:

Maxime = 9

Karkaroff = 7

Crouch = 10

Dumbledore = 10

Bagman = 10

Total = 46.

 

A pontuação de Nick:

Maxime = 3

Karkaroff = 2

Crouch = 4

Dumbledore = 8

Bagman = 3

Total= 20.

– Parabéns todos vocês! - sorriu Bagman. – Agora, apenas algumas palavras rápidas. Vocês teram uma boa e longa pausa antes da segunda tarefa, que acontecerá em fevereiro. Demos a vocês algo para pensar nesse meio tempo! Se você olhar para os ovos, verá dobradiças Eles se abrem e vão lhe dizer como resolver a próxima pista, o que lhe dá tempo para se preparar para isso! Entendeu? Está bem! Bem, pronto!

É claro que Nick foi pego por Skeeter mais uma vez, desta vez atraindo-o agindo chocado com seus pontos.

– Ele é um idiota, não é? - perguntou Krum, assistindo o gêmeo de Harry divagar com desdém.

– Ele não pode evitar ... é como ele foi criado. Se seus pais não tivessem feito isso ... talvez ele fosse diferente. - Harry deu de ombros. Eles não eram mais seus pais e não eram há muito tempo, era apenas mais oficial agora que ele havia mudado de nome.

Ao lado dele, Viktor não disse nada sobre sua referência a Nick e os Potter, mas ele tinha um olhar conhecimento em seus olhos.

 

Sala do diretor,

Hogwarts

 

– Ah, Severus! É bom ver você! Entre. - sorriu Dumbledore para o homem cujo rosto ele podia ver em sua lareira.

– Como estão as coisas? - perguntou Severus quando saiu do Flu um momento depois.

– Terríveis. - suspirou Dumbledore tristemente.

– Por quê? Ele morreu? - perguntou Severus secamente.

– Ah, não, James e Remus disseram que eles treinaram Nick durante o verão, no entanto, acho isso difícil de acreditar. Demorou uma hora para ele convocar o ovo do dragão para si. - disse Dumbledore. – Na verdade, de todos os campeões, a abordagem de Harry foi a mais rápida e a mais sábia. Fiquei impressionado.

– O que ele fez? - perguntou Severus, levantando a sobrancelha curiosamente enquanto recusava os doces que Dumbledore insistia em oferecer a todos. Ele absolutamente detestava gotas de limão.

– Aparentemente, ele usou duas poções, uma para torná-lo invisível e a outra para impedir que o fogo o afetasse. - disse Dumbledore, sorrindo orgulhoso. Seu brilho habitual se foi, no entanto.

– Realmente impressionante. - sorriu Severus, divertido, impressionado que um Potter pudesse ter feito uma jogada tão inteligente. Por outro lado, o garoto era um corvinal, então era de se esperar.

– Eu não entendo nada sobre Nick! - suspirou Dumbledore, agitado. – Ele deveria ser mais poderoso e inteligente que isso, tanto quanto seu irmão gêmeo, se não mais!

– Você sabe como os Potter tratam Harry? - perguntou Severus, ignorando a piedade de Dumbledore. Ele não queria participar disso, estava cansado das constantes dúvidas do homem de que Nick não era o garoto que viveu. Severus não poderia se importar menos ... Ou não até Voldemort voltar, então ele se preocuparia.

– O que você quer dizer? - Dumbledore franzindo a testa, não gostando das insinuações de Severus.

– Bem, você diz que ele nunca passa tempo em casa. O outro pirralho sim, então por que Harry não? Você já perguntou a ele? - perguntou Severus ironicamente. Ele não ia contar a Dumbledore que Harry estava morando na casa de sua mãe durante o verão. Merlin sabia que dano Dumbledore poderia causar, mesmo sem querer. Os Potter podem até insistir em Harry voltar para casa no próximo verão e ficar lá.

Se o que sua mãe suspeitava fosse verdade, não era aconselhável que o menino ficasse em casa por um longo período. Se eles continuassem por esse caminho, estava apenas pedindo problemas, o garoto poderia até se virar para Voldemort para obter algum tipo de atenção. Ele sabia como era ficar sem uma família ou amigos estáveis, e isso o fez se juntar a Voldemort. Ele pelo menos teve sua mãe, mas pelo som das coisas, Harry Potter não tinha ninguém. Bem, exceto sua mãe, sendo a ironia das ironias. Ele não queria um caminho de escuridão para alguém tão inteligente quanto Harry.

– Todos os adolescentes gostam de passar um tempo longe de casa. - apontou Dumbledore.

– Então por que Nick não está fazendo a mesma coisa? - perguntou Severus astutamente.

– Eu não tenho certeza. - admitiu Dumbledore. – Eu assumo porque ele está recebendo treinamento.

– Mas você acabou de me dizer que demorou uma hora para lançar o Feitiço da Invocação corretamente? - perguntou Severus secamente.

Dumbledore apenas parecia um pouco constipado com isso.

Harry estava na Transfiguração quando todos receberam notícias inesperadas. Ele praticamente correu em direção ao Salão Principal depois, completamente e totalmente chocado e furioso com os juízes e professores por simplesmente jogá-lo neles. Harry não usava traje a rigor há anos, os pais de Nick também não o compravam há tanto tempo. Ele não tinha o dinheiro para comprar trajes especialmente sem aviso prévio! A vida estava indo de mal a pior.

– O que há de errado, Harry? - perguntou Luna, percebendo o humor azedo de Harry.

– Ele está com raiva por causa do Baile de Yulle. - riu Fleur.

– Não tem graça. - sibilou Harry entre os dentes cerrados.

– Não é tão ruim assim! - insistiu Luna.

– Ah, certo? Você acha? Tente ir a um baile com roupas normais quando todo mundo estiver vestido! - Harry bufou, seus olhos verdes mostrando apreensão ao invés de raiva.

– Você não usa roupas a rigor? - perguntou Viktor, sentando-se em frente a eles.

– Não, e eu não vou gastar uma quantia ridícula de dinheiro para usar algo por uma noite! - disse Harry inflexivelmente. Ele não era exatamente rico, mesmo que agora tivesse o dinheiro de Peverell junto com o dinheiro que ele vinha economizando há anos, trabalhando duro. Ele tinha planos para esse dinheiro, tudo. Conseguir um apartamento e se tornar um aprendiz de mestre de poções custa muito dinheiro, a menos que ele mostre 'grande promessa'. Graças a Reese, seus registros acadêmicos não mostravam nenhuma promessa, ele tinha quase certeza de que chegaria a um A, ou até D, até o final do ano.

– Eu tenho alguns conjuntos comigo. Se você quiser um, eu poderia te emprestar um. - ofereceu Viktor.

– Isso seria bom! - disse Harry, seu rosto se iluminando quando ele assentiu ansiosamente.

– Oh, Cedric, você gostaria de vir ver Yule Ball comigo? - perguntou Fleur, meio séria e meio flertando, provocando assim que viu Cedrico se aproximando.

– Eu adoraria! - sorriu Cedrico, sem ver o olhar derrotado de Cho.

– Muitooo bem! - disse Fleur, sorrindo também.

– É uma pena não poder convidar um campeão. - disse Viktor.

– Por que? - perguntou Harry, o ciúme se agitando nele enquanto pensava que Viktor queria perguntar a Nick.

– Eu gostaria de pedir a você. - respondeu Viktor, seu rosto mais suave do que alguém jamais viu.

Harry ficou vermelho, com um sorriso no rosto e assentiu que teria aceitado.

– Luna, eu adoraria perguntar a você. Como minha melhor amiga, é claro. - disse Harry calmamente.

– Eu adoraria. - sorriu Luna. Ele não iria se ela não concordasse, pois assim ela poderia se divertir também. 

– Você tem algum garoto que gosta, Luna? - perguntou Viktor, curioso.

– Neville. - corou Luna suavemente.

– Bem, fale com ele, apenas diga que você está me fazendo um favor. - sugeriu Harry.

– Eu acho que vou. - disse Luna, sorrindo amplamente sem o seu olhar sonhador habitual.

– Agora, só achar que alguém que já gosta de alguém mas não vão juntos... quem não vai levar para o lado pessoal. - comentou Viktor, sua aversão a isso.

– Thomas perguntou à garota Weasley ... por que não perguntar a ela? - sugeriu Cedric.

– Acho que posso perguntar a ela … - concordou Viktor, relutante.

Viktor deu as vestes a Harry e ela as encolheu, e também pediu a Ginny Weasley a primeira dança com os Campeões. Ela havia conversado com Dean Thomas e ambos concordaram, Ginny incapaz de deixar passar a oportunidade de dançar com o Viktor Krum, pois ela era tão louca por quadribol quanto o resto da família Weasley.

A manhã de Natal foi divertida para dizer o mínimo. Fleur, Viktor, Cedric, Luna e Eileen haviam lhe dado presentes este ano.

Viktor havia conseguido para ele dois livros de poções, um para poções defensivas e outro para um livro raro de poções avançadas.

Fleur tinha lhe dado um fecho de corvo para arrumar o cabelo, ela estava sempre reclamando que ele não cuidava do cabelo corretamente, algo que ela achava que ele tinha que fazer desde que o mantinha preso por muito tempo. Fleur sempre tinha cabelos perfeitos sempre que a via, e isso o fazia se sentir um tanto bagunçado, então ela havia lhe dado o presente perfeito, e ele nem ficou surpreso ao encontrar um pente ao lado. Também não era um pente qualquer, mas um incrustado de joias azuis que você não deixaria por aí, e isso fez Harry se sentir mal. Ele não tinha conseguido algo tão bom quanto isso para ela.

Cedric havia conseguido uma grande variedade de doces que continham mais de seus favoritos do que qualquer outra coisa. Isso significava mais sapos de chocolate, penas de açúcar e bombons explosivos, ratos de gelo e outros.

Eileen havia comprado roupas casuais, chocolates e alguns livros. Ela tinha visto todos os livros na sala que ela havia lhe dado e adquirido alguns realmente bons que ele ainda não tinha. Junto com eles, ela lhe dera um novo diário. Este ele decidiu usar como o Príncipe mestiço usou seu livro de Poções, quaisquer novos feitiços ou poções que ele fizesse no futuro seriam colocados dentro do belo diário, bem como notas sobre melhorias ou ajustes de feitiços e poções já em uso.

Luna tinha conseguido um apanhador de sonhos. Parecia que ela mesma havia feito isso, e acrescentara muitos feitiços de proteção e o calor que emanava dele era algo aconchegante. Era muito grande, mas Harry não se importava, ele adorava, e orgulhosamente o colocava sobre sua cama ... Não que houvesse alguém para olhar, já que ele ainda tinha seu próprio quarto.

Harry dera a Eileen um belo medalhão à moda antiga que encontrara no cofre de Peverell. Estava embutido em ônix, e foi por isso que ele o deu, lembrou-o dela, além de ser um medalhão para que ele não estivesse disposto a usá-lo.

Para Fleur, ele dera uma linda moldura de prata, extremamente grande e decorada. Ela estava falando sobre não ter uma foto de sua família inteira na parede porque não havia uma moldura grande o suficiente. Por que ela não colocou tudo, ele não sabia, mas poderia haver mágica envolvida na foto que ela queria colocar, então ele sentiu que a moldura seria útil para ela. Ele também lhe dera calda, ele a vira comendo várias vezes antes.

Cedrico, ele dera uma bandeja de caramelo e três barras de chocolate branco, escuro e chocolate ao leite.

Viktor tinha sido o mais difícil de comprar, pois não havia revelado nada quando solicitado. O que você conseguiu com uma estrela de quadribol que tinha tudo? Então, depois de observá-lo de perto por um tempo, Harry havia lhe dado uma carteira de couro de dragão. Ele havia notado apenas alguns dias atrás que o outro estava muito desgastado e que Viktor mantinha uma foto de sua família. Como tal, o que Harry finalmente escolhera tinha uma vaga clara para uma foto. Ele sabia que Viktor sentia falta de sua família, especialmente de sua irmã.

Para Luna, ele havia comprado chocolates, uma nova câmera (que obtivera com desconto) e um feitiço. O feitiço era um que ele precisava pesquisar extensivamente e, parcialmente, ele próprio fez, mas poderia estar incorporado em todas as coisas dela para que ela pudesse dizer a palavra de ativação e elas aparecessem em seu malão. Levou um ano para concluir, mas ele conseguiu. As coisas de Luna sempre pareciam desaparecer, especialmente perto do final do ano, e Harry suspeitava que Pirraça era o principal problema, uma praga irritante que ele era.

– Me deu uma carteira, Harry. Eu acho que precisava de uma nova. - sorriu Viktor enquanto se sentava com o grupo no café da manhã. Ele já havia acrescentado uma foto sua, Harry, Fleur, Luna e Cedric, além de uma de sua família.

– Estou feliz que você gostou! - proclamou Harry, aliviado. – Eu realmente não tinha certeza do que dar para você, e você não me deu nenhuma pista!

– Verdade. - sorriu Viktor.

O dia passou extremamente rápido. Não demorou muito para Fleur se afastar, precisando de algumas horas para se arrumar, e até Luna sair meia hora depois de Fleur! Krum teve que sair para se arrumar, pois tinha que voltar até o barco, então eram apenas Cedric e Harry. Os dois partiram para suas próprias salas comuns logo depois, achando que poderiam acabar logo com isso.

Harry se vestiu com as roupas que Viktor tinha dado a ele, um leve rubor caindo sobre suas feições. Ele não podia acreditar que Viktor Krum realmente queria estar com ele. Ele não era especial, nem famoso, nem sequer digno de nota. Pelo menos, era assim que ele se sentia, e ser ignorado a vida inteira não impedia suas suposições. Ele estava lentamente começando a perceber que não era verdadeiramente invisível, embora levasse um tempo para que sua autoestima fosse estabelecida. Talvez Viktor fosse capaz de fazer isso antes do final do ano.

Quando deu oito horas o jantar ainda não havia sido servido, e ele estava morrendo de fome. Eles se encontraram dos na entrada do Salão Principal. Harry tinha Luna no braço e a garota estava vestida com um vestido verde que parecia notavelmente uma árvore de Natal. Ela usava alguns acessórios e, na verdade, parecia bem, se possível. Viktor estava parado ao lado dele com Ginny no braço, parecendo extremamente triste e linda em suas vestes marrons. Fleur e Cedric estavam juntos, usando diferentes tons de azul, Fleur, um vestido azul bebê (é claro) e Cedric azul royal. A única que não parecia confortável era Ginny, que usava um vestido vermelho desbotado. Não surpreendeu nenhum deles, pois ela não fazia parte do grupo deles. Ele notou Nick em seu novo vestido vermelho da Grifinória pelo canto dos olhos. Ele estava com um dos gêmeos Patil, embora não tivesse certeza de qual, porque elas não estavam de uniforme. Ela usava um vestido hindu tradicional rosa, que abraçava sua figura nos lugares certos.

Todos os demais tinham permissão para entrar no Baile dos Campeões com seus parceiros, menos os Campeões já que eles tinham que fazer uma grande entrada e abrir a dança. Luna foi ótima para dançar, para seu alívio. Depois que a dança terminou, eles foram autorizados a sentar e comer.

– Frango agridoce. - disse Harry depois de olhar o menu, e a comida apareceu. Ao seu redor, as pessoas estavam fazendo o mesmo, comendo a comida vorazmente, na verdade, fazer as pessoas esperar tanto tempo para comer sem planejar um lanche entre elas não tinha sido a jogada mais inteligente. Ele decidiu pedir uma torta de morango e sorvete para a sobremesa. Felizmente, ele não fez uma bagunça nas vestes negras que Viktor tinha sido gentil o suficiente para emprestá-lo.

Finalmente, depois de comer, Ginny saiu para encontrar seu acompanhante real, Dean Thomas, e Luna se aproximaram de Neville. Eles começaram a dançar ... Pobre Neville, no entanto, como Luna não era a dançarina mais discreta, ela tinha sua própria versão de uma dança. Ninguém era tão ruim quanto Ronald Weasley, que pisava nos pés pobres da outra Patil. Ela estava usando um sapato aberto, e os dedos dos pés já estavam vermelhos, junto com o rosto.

Viktor foi rápido em convidar Harry para dançar, e Harry foi tão rápido - e feliz - em aceitar, para a surpresa de quase todo o salão. Eles dançaram a maior parte da noite, conversando sobre coisas e em geral se divertindo. Eventualmente, a meia-noite se aproximou, e Harry estava indo com Viktor para o seu barco antes de ir para a Torre da Corvinal.

– Vejo você amanhã. - disse Harry suavemente.

– Você certamente vai. - disse Viktor enquanto sorria suavemente. Ele não sorria com frequência e, quando sorria, isso mudava todo o rosto. Harry percebeu que estava se aproximando do seu.

Harry automaticamente abriu a boca e deixou Viktor liderar o beijo. Ele era muito inexperiente no aspecto físico e tangível de coisas como beijar, então preferia assim. Experiência à parte, foi uma das melhores coisas que ele já sentiu, e o fez feliz em saber que Viktor estava gostando também, se seu gemido de prazer era algo para se passar, um gemido que Harry respondeu. Eventualmente, eles se separaram, ofegando pesadamente. Harry ficou vermelho, o que fez Viktor sorrir com diversão e orgulho.

De repente, eles ouviram um barulho atrás deles e se separaram para terminar vocalmente dizendo boa noite. Quando se virou, eram apenas Fleur e Cedric fazendo praticamente a mesma coisa que ele e Victor, mas eles ainda achavam que seria melhor se separar, em vez de ser pego por um professor.

O garoto de quatorze anos praticamente flutuou de volta à Torre da Corvinal, onde escreveu e enviou uma carta a Eileen, apesar de ter escrito uma ontem com seu presente para ela. Ele escreveu sobre o Baile de Yulle, Viktor e, é claro, agradeceu pelos presentes que ela lhe enviara.

Ele não estava surpreso por não ter recebido nada dos pais de Nick, novamente.

Foi em janeiro antes de Viktor e Harry tentarem descobrir a pista do ovo. Na verdade, foi um dos corvinais que lhe deu a idéia de usar o banheiro dos monitores quando ela comentou que aquilo não parecia ser humano ou algo assim. Ironicamente, o comentário que ela fez como piada estava realmente certo. Viktor e Harry estavam passando muito tempo juntos e sozinhos, e, para o alívio de Harry, Luna tinha Neville para se contentar. Ele não queria se sentir culpado por deixá-la de lado, e teria ficado se ela estivesse sozinha.

– Está pronto? - Harry sorriu enquanto estava no enorme banho profundo e completamente nu. Sua confiança cresceu aos trancos e barrancos e ele finalmente estava confortável em sua própria pele pela aparência das coisas.

– Seu ovo primeiro. - respondeu Viktor, que também estava nu e claramente apreciando a vista de Harry que ele tinha.

Bem, o trabalho veio antes do prazer, então eles mergulharam na água e ouviram o primeiro de Harry, depois Viktor colocou o dele embaixo d'água e eles viram que era a mesma mensagem.

– O que você acha que isto significa? - perguntou Harry curiosamente, envolvendo as pernas em torno de Viktor sob a água, sorrindo maliciosamente.

– Bem, obviamente, algo que valorizamos é tomado como refém, e vai ficar de baixo d'água. - disse Viktor, franzindo a testa, pensativo e tentando ignorar as ações de Harry, o que estavam ficando mais difíceis a cada segundo. Não estava ficando difícil ignorar as ações de Harry, mas seu corpo também.

– Hm … se fo uma pessoa, a minha será a Luna, e eu realmente não tenho mais nada, além de você, pelo qual arriscaria minha vida e você estará fora porque você também é um campeão. - disse Harry confiante, balançando para frente e para trás contra o adolescente mais velho, o que arrancou um suspiro estrangulado dos lábios de Viktor.

– Hm ... o que poderia ser para mim? - Victor resmungou.

– Sua irmã, se ela não está vindo aqui para ver a segunda tarefa? - Harry perguntou. Ele então disse. – Agora vamos parar de falar sobre isso. Quero que nossa primeira vez seja muito, muito boa, e não se misture com isso.

Com isso, o adolescente mais velho e agora divertido apenas balançou a cabeça e segurou o namorado corretamente nos braços, deixando Harry seguir seu caminho e guiar a rapidez com que as coisas progrediam. Para um virgem, Harry parecia muito experiente, sabendo como deixá-lo louco de desejo. Se ele tivesse visto a grande variedade de livros de sexo, livros de sexo gay, que na verdade não eram tão difíceis de encontrar no mundo bruxo que Harry estava lendo ... ele teria pensado de maneira diferente.

Finalmente, quando ele já provocou o suficiente, Viktor os virou. Harry agarrou a beira da grande banheira para se equilibrar, depois passou os braços em volta do tronco de Viktor com mais segurança. O adolescente mais novo ofegou, sentindo a intrusão do primeiro dedo do mais velho em seu corpo, mas quando Viktor atingiu aquele ponto dentro dele, ele se empurrou para baixo, empurrando-o mais profundamente enquanto gemia. Outro dedo foi adicionado rapidamente, então Viktor pegou sua varinha e usou um feitiço, lubrificando Harry. O terceiro dedo doeu um pouco, mas foi esquecido quando ele atingiu seu ponto ideal repetidas vezes, mergulhando os dedos profundamente no adolescente mais jovem.

Viktor retirou os dedos e os substituiu por algo muito maior e mais grosso. Lenta mas seguramente, ele  se afundou profundamente em Harry, gemidos torturados deixando seus lábios. Felizmente, o banho era mágico e não permitia que a água se espalhasse por todo o banheiro, caso contrário, eles inundariam a sala em pouco tempo enquanto se moviam juntos, ofegando, gemendo e chorando em desespero, querendo mais e querendo gozar. Felizmente, a necessidade de vir se tornou demais e, com um gemido, Harry soltou com força, sua essência irrompendo no banho. Viktor seguiu logo atrás, despejando sua semente dentro de Harry.

Viktor ficou lá por uma hora, segurando Harry e se aquecendo no brilho da tarde. Eventualmente, sua pele parecia ameixas secas, então eles recolheram seus ovos e Viktor baniu suas atividades na água. Ficando secos, eles rapidamente vestiram suas roupas enquanto se beijavam um pouco mais.

De repente, eles perceberam que Viktor tinha que voltar para o barco, pois seu próprio toque de recolher estava chegando rapidamente. Harry caminhou, um pouco mais devagar e engraçado até a porta, acenou para ele e voltou para a Torre da Corvinal.



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