História Iris - Capítulo 5


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Lilith "Lily" Page, Malévola, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Tinker Bell, Vovó (Granny), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Lgbt, Swanqueen
Visualizações 56
Palavras 1.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, LGBT, Orange, Seinen, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, como vai?
Boa leitura

Capítulo 5 - Primeiro Dia


Para essa hora da manhã minha madrinha pegou bem pesado.

- Então. Olhou para baixo e passou a mão nos cabelos. – Nós já estamos namorando.

- Por que não falaram antes?

- Porque eu pedi ontem, mãe.

- Como você não disse nada para a sua melhor amiga, Victória? Arqueei a sobrancelha.

- Eu pedi no impulso.

- Você está arrependida? Lily perguntou tentando fingir que não se abalou.

- É claro que não, minha florzinha. Beijou a bochecha dela.

Ao ouvir o apelido todos começamos a rir.

- Pessoal, o café está muito bom mas já está na hora de vocês, não é?

- Infelizmente, mama. Tia Z desceu um dedo pelo rosto como se fosse uma lágrima caindo.

- Tchau gente. Me virei para meu primos e a Vic. – Vocês vão para a faculdade de ressaca? Eles negaram.

- Eu vou voltar a dormir. Tony se manifestou e saiu em direção as escadas.

- Vou copiar a ideia do meu irmão e levar uma certa loira comigo. Pegou na mão da Vic e começou a subir.

- Dormir, acredito muito dona Lilian. Disse em um tom brincalhão indo atrás delas.

Infelizmente sou nerd demais para ficar em casa. Entro no meu quarto vou direto para o banheiro, tomo um banho rápido. Não preciso pensar muito em roupas, as minhas não tem nada demais então combinam fácil, coloco uma calça preta, uma camiseta branca lisa e um tênis verde água. Pego telefone e vejo que tem uma mensagem.

Ruby Lucas: Bom dia flor do dia!

Nossa que bom humor.

Liv Mills: Bom dia!😘

Respondi, peguei minha mochila e desci. Não falaram nada até agora, será que vou receber punição também? Não fiz nada de errado, mas eu estava junto. Não tinha como eu evitar que o acidente acontecesse, não sei dirigir e os que sabem estavam pior que o Henry.

- VÓ? Berrei pois estou quase atrasada e ela saiu da cozinha. – Por acaso eu também estou de castigo?

- Claro que não!

OBRIGADA DEUSES!

- Que bom, talvez eu chegue mais tarde hoje, tá? Assentiu, fui até ela e dei um beijo na bochecha. – Tchau vó, até mais tarde.

- Até mais tarde, meu amor.

Saí e fui em direção a residência em frente a minha, bati na porta e tia Mary abriu.

- Bom dia Liv! Sorriu e me abraçou.

- Bom dia! Sorri. – Eles vão hoje?

- Só o Henry, a Sarah passou mal a noite toda, quer entrar para esperar?

- Não precisa vó, eu já estou aqui. Deu um abraço nela. – Tchau.

- Tchau querido, juízo. Sorriu. -Tchau Liv!

- Tchau tia Mary! Sorri.

Caminhamos em silêncio por alguns minutos até que ele se manifestou.

- Vê se aprende a dirigir logo, tá? Eu ri e ele me olhou sério.

- Por que?

- Eu nunca mais vou colocar a minha mão num volante.

- Mas você sempre adorou dirigir. Ele parou de andar e olhou nos meus olhos.

- Liv, ontem eu podia ter matado vocês, eu até sonhei com isso e realmente não acho que vou conseguir dirigir de novo.

- Hen, entendo seu medo, mas foi só um erro, está todo mundo bem. O olhou de forma compreensiva.

- Mas podia não estar. Voltamos a andar.

- Quer o número do Arthie? Ele pode te ajudar.

- Liv, eu estou falando sério!

- Eu também, pensa bem, depois a gente conversa.

O resto do caminho foi o silencioso, o que é completamente fora do comum, pois geralmente não somos só nós dois. Chegamos na faculdade e fomos direto para a sala F1 do prédio de comunicação. É Olívia, hoje começa o segundo semestre, agora só falta 3 anos e meio para você ser uma jornalista. Vou até meu lugar, pego meu caderno e meu estojo, tiro o telefone do bolso e antes de guardar lembro que tenho que perguntar algo para uma certa morena.

Liv Mills: Ainda vai querer me ver hoje?

Regina P.O.V

Após tantos anos na mesma organização chegar em outra está me dando a mesma sensação de ir ao primeiro dia de aula.

- Pessoal, venham todos aqui por favor. O xerife Nolan começou a falar, a delegacia não deve ter nem 20 pessoas. – Vocês se lembram de uma megaoperação feita pela narcóticos em conjunto com algumas outras agências de outros países para derrubar um cartel de drogas que foi muito comentado na tv? Eles concordaram. – Para a minha surpresa, e creio que a de vocês também, umas das grandes responsáveis por esse feito pediu transferência para cá e a partir de hoje vai trabalhar conosco, é com muita honra que lhes apresento Detetive Regina Mills. Eles começaram a aplaudir e sorriu sem jeito.

- Obrigada xerife, é uma honra me juntar a vocês.

Todos voltaram às suas funções e eu me dirigi a mesa que já tinha uma plaquinha com meu nome e me sentei.

- Então quer dizer que você também é detetive? Reconheço essa voz e me viro para encarar sua dona que está sentada atrás de mim.

- Sim, Senhorita Swan. Surpresa? Sua bochechas ficam rosadas.

- Na verdade estou um pouco.

- Por qual razão? Arqueio uma sobrancelha.

- Eu conheço sua família, certo? Assenti. – Ninguém nunca falou nada do tipo, nem mesmo a Liv e ela não desgruda do meu filho desde que se conheceram. Sorriu.

Que sorriso lindo, que isso Regina?

- Como passei muito tempo infiltrada em uma operação arriscada tanto para mim como para eles pedi para que eles viessem e vivessem como se eu não existe, acho que realmente aconteceu.

É puro egoísmo, mas saber que a vida deles não foi alterada pela minha ausência me trás um desconforto. Sinto como se eu não tivesse importância para eles.

- Pensar nisso te fere não é? Ela me olhou de forma compreensiva.

- Como sabe?

- Seu rosto. Ficou corada. – Ele é bem expressivo.

- Você é bem observadora. Sorri

- Com algumas coisas, mas se você cortar o cabelo e me perguntar o que tem de diferente em você eu não vou perceber. Disse bem humorada.

- Parece que alguém já tomou muita bronca por isso. Brinquei.

- Sim! Minha mãe vive me xingando. Rimos.

Acho que vir para cá foi uma boa escolha, não só para ficar perto da minha família, mas também precisava mudar meu local de trabalho.


Notas Finais


O que achou? Comenta aí
Até o próximo!
:3


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