História Iris - Capítulo 7


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Lilith "Lily" Page, Malévola, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Tinker Bell, Vovó (Granny), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Lgbt, Swanqueen
Visualizações 44
Palavras 1.082
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, LGBT, Orange, Seinen, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá
Boa leitura

Capítulo 7 - Se conhecendo um pouco


Regina P.O.V.

Já está beirando a hora do almoço e ainda não houve se quer uma ocorrência. Fiquei a manhã toda fazendo absolutamente nada!

Girei minha cadeira para ficar de frente a loira que estava olhando atentamente a tela do computador. - Detetive Swan? Ao ouvir seu nome parou de olhar para ele e retirou o único fone que usava.

- Só Emma por favor.

- Emma. Me corrigi e ela sorriu. – Aqui é sempre assim? Desculpa ter te atrapalhado.

- Assim como? Morto? Assenti. – Grande parte do tempo sim. Disse desanimada. – Mas se você arranjar algo para se distrair o tempo “livre”. Fez aspas com as mãos. – Passa rapidinho.

- O que você gosta de fazer para matar o tempo Dete... Me olhou e balançou a cabeça em sinal de reprovação. – Emma?

- Geralmente eu como e assisto alguma coisa.

- Como agora? Apontei para o computador.

- Isso mesmo! Só faltou a comida. Olhou para o relógio pendurado na parede a nossa frente. – Meio que já está na hora do almoço, quer ir almoçar comigo?

Ir almoçar com mulher legal e bonita? Quem sou eu pra negar?

- Claro! Aonde vamos? Começamos a caminhar em direção a saída.

- Você gosta de hambúrguer?

- Sim!

- Então é minha obrigação te levar onde fazem os melhores hamburguês dessa cidade!

- Acho que nem vai ser tudo isso não. Provoquei.

- Você vai se arrepender de ter dito isso. Seu tom foi brincalhão.

Andamos três quadras até chegarmos em frente a um estabelecimento charmoso com uma placa escrita “Granny's Diner”. A lanchonete tinha poucas pessoas, escolhemos uma mesa e rapidamente uma senhora simpática veio nos atender.

- Olá Emma e moça bonita. Sorrimos.

- Oi Granny, e a moça bonita se chama Regina. Sorriu para mim

- Olá.

- O que vão querer? Perguntou se preparando para anotar.

- Quero um x-bacon, uma porção grande de batata e coca.

- Vou querer o mesmo que ela mas no lugar da coca quero um suco de laranja, por favor.

- Ok, já trago o pedido de vocês. Se dirigiu para trás do balcão.

- Até agora o que achou seu primeiro dia aqui? Perguntou me olhando.

- Completamente diferente.

- Te entendo, quando voltei de Nova Iorque também senti um choque, olha que eu sou daqui.

- Fora essa calmaria absurda e eu ter que lidar com o fato de que a Liv já não é mais criança, quase não tive choque algum. Ri.

- A Liv não é exatamente criança a muito tempo.

Queria poder berrar e dizer que ela não sabe nada da minha filha, mas acho que aqui a situação é inversa.

– Ela e o Henry sempre foram muito responsáveis, bom pelo menos até ele enfiar meu carro no poste. Sorriu sem humor.

- Aqui está o pedido de vocês. A senhora que a Emma tinha chamado de Granny voltou com duas bandejas, as deixou na mesa e se dirigiu de volta para trás do balcão.

- Experimenta e me diz o que achou. Mordi o hambúrguer e nossa... Ela não havia exagerado, ele é maravilhoso!. – Nem precisa dizer nada, sua expressão é igualzinha a da Liv. Sorriu. – Na verdade ela é quase uma cópia sua, não tinha reparado até agora.

- Emma, acho que você precisa usar óculos, ela parece tanto comigo que parece que eu fiz sozinha. Rimos.

- Sem querer ser indelicada, mas já sendo, o pai dela tem os mesmo e traços físicos?

- Não, na verdade ele é loiro, do olho claro e com o tom de pele bem semelhante ao seu.

- Acho que se eu fosse homem teria grandes chances com você. Disse em tom brincalhão.

- Quem disse que precisa ser homem para ter chances comigo? O B da sigla LGBT não é de biscoito não. Pisquei. – Se você quiser tem grandes chances sim. A encarei e ela ficou completamente vermelha.

Ou causei o início de uma paquera ou destruí o começo de uma amizade e que pode gerar desconforto no trabalho. De qualquer forma não sei se estou preparada para nenhuma das duas opções.

- Muito bom saber que tenho chances, mas assim... Antes de ela completar a frase eu interrompi.

- Você é hétero? Negou com a cabeça.

- Sou BEM lésbica, com muito orgulho. Disse bem humorada. – É que não sei paquerar. Sorriu sem graça e voltou a comer.

- Só seja você mesma que está tudo certo. Sorri.

Comemos em silêncio, mas ele foi confortável. Terminamos de comer, pagamos e voltamos para a delegacia.

- Quer ver alguma coisa comigo? Perguntou enquanto se sentava.

- Claro, o que vamos ver? Arrastei minha cadeira até lado da dela.

- O Henry e a Liv estão me atormentando a meses para ver Game of Thrones, quer ver?

- Quero sim.

Ela citou a Liv diversas vezes hoje, como será a relação delas? Ela deu play e passamos a tarde toda vendo a série e quando foi por volta das 18:00 fomos embora caminhando juntas.

- Me fala mais de você, Regina.

- O que quer saber?

- Tudo que você se sentir confortável em falar. Sorriu.

- Tenho 40 anos, sou formada em direito mas nunca advoguei, gosto de cozinhar e de ler, acho que de primeiro momento é só isso. Sorri. -Agora me fala de você, Emma.

- Tenho 33 anos, não fui a faculdade, sempre quis ser policial igual ao meu pai, tenho 1,74, gosto de jogar videogame e sou péssima na cozinha. Fez uma careta.

- Péssima quanto?

- Já queimei miojo. Comecei a rir.

- Tudo que eu sei fazer é queijo quente na misteira.

- Como seu filho sobreviveu?

- Eu moro com a minha mãe. Rimos.

- Já pediu para ela te ensinar?

- Já, mas ela não teve muita paciência com a minha lerdeza.

- Quer que eu tente um dia?

- Quero, mas já vai preparando seu psicológico.

- Relaxa, se eu ensinei a Zelena, acho que ensino até uma galinha a cozinhar.

- Agora sim eu sinto que pode dar certo. Rimos, andamos em silêncio por mais um tempo até que chegamos em frente as nossas casas.

- Chegamos! Até amanhã, Regina.

- Até amanhã, Emma.

- Amanhã quer ir caminhando comigo?

- Vou adorar. Sorri. Que horas você saí?

- Por volta das 7:30 mais ou menos.

- Ok, 7:30 vou estar aqui te esperando. Concordou e foi em direção a sua residência enquanto eu fui para a minha.


Notas Finais


O que achou? Comenta aí
Até o próximo capítulo
:3


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