História Irmandade II: histórias além do tempo! - Capítulo 36


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Categorias Yu-Gi-Oh!
Tags Atem, Romance, Yugioh
Visualizações 5
Palavras 2.159
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 36 - Real!


Fanfic / Fanfiction Irmandade II: histórias além do tempo! - Capítulo 36 - Real!

Sayuri acordou sentindo o corpo grudado em Atem. Era tão bom acordar daquele jeito. Olhou o celular: eram dez horas da manhã do dia 31 de dezembro. Naquela noite seria a festa de ano novo e a menina tinha planos, muitos planos. Estava na hora de satisfazer Atem e ela queria fazer da melhor maneira possível.

            Ficou deitada ao lado dele, quietinha.

            Mas Atem não demorou a acordar. Alguns minutos depois ele se mexeu, passou a mão no rosto e abriu os olhos: Sayuri o olhava. Ele logo percebeu que ela parecia melhor, mais corada, mais linda.

            - Bom dia, majestade – começou ele sorrindo.

            - Bom dia, meu rei – disse a menina rindo. – Dormiu bem?

            - Melhor só a próxima noite – respondeu ele. – O que tem para fazer hoje?

            - O que você quiser.

            Atem parou e fitou Sayuri. Um milhão de ideias passaram por sua mente, mas ele não tinha certeza de nenhuma.

            - Como assim, o que eu quiser?

A menina sorriu.

- A noite tem uma festa para ir, que é a festa de ano novo. Mas isso você também pode decidir se a gente vai ou não.

- A gente?

Atem estava confuso. Sayuri se sentou na cama e puxou um joelho para perto de si. Depois o fitou.

- Percebi que você fez muito por mim. Esteve ao meu lado, me ajudou, me curou... Então decidi que era hora de retribuir: quero te fazer feliz.

O menino a fitou ainda confuso.

- O que eu quiser? E se eu pegar pesado com você? Eu já fiz isso.

Sayuri sorriu, o encorajando.

- Mas você aprendeu a lição, não aprendeu? Tem outra – ela abaixou e lhe deu um selinho. – Se você pegar pesado de novo, eu peço para você parar, ok?

Atem se manteve imóvel.

- Decida o que quer fazer. Vou lavar o rosto e escovar os dentes.

A menina saiu da cama e foi até o banheiro. Ela se olhou no espelho e pensou na reação de Atem: será que ela tinha se expressado mal? Ele tinha entendido que eles poderiam fazer o que ele quisesse? Atem esteve tanto tempo ao seu lado, queria retribuir, da melhor maneira possível.

Escovou os dentes e passou água no rosto. Quando subiu para se olhar novamente no espelho, se deparou com Atem. Ele estava atrás dela, a olhando pelo espelho. Tinha certo mistério e malicia em seus olhos.

- Você sabe que tudo que eu quero é você, não é?

Sayuri apenas balançou a cabeça positivamente. A tensão entre eles passou para o ambiente, era quase palpável.

- Mas ao mesmo tempo, tenho medo de te machucar...

Sayuri se virou e o encarou séria. Pegou as duas mãos do menino e colocou uma em cada lado de sua cintura. Depois apoiou as suas mãos sobre seus braços e disse:

- Prometi a mim mesma que te daria o que você quisesse. Se você quiser o céu, eu vou te dar, o sol, a lua, um trono para governar novamente. Mas se você diz que tudo que quer sou eu... Então pega. Sou sua!

O desejo estava claro nos olhos do menino. Ele, por fim, pareceu entender. Apertou as mãos na cintura da menina, tomando posse, pegando para si.

- Se eu te machucar...

- Eu irei te avisar – disse ela.

- Ah minha rainha, então seja minha!

Sayuri riu feliz pelo menino ter entendido o recado.

Atem a beijou com urgência e desejo. Ela percebeu que estava perdendo o poder sobre si mesma e, naquele instante, percebeu que desejava aquilo também. As mãos do menino desceram até as coxas dela, tocando cada canto, fazendo a pele dela se arrepiar.

Então ele segurou firme e a ergueu. Ainda a segurando, voltaram para o quarto e se deitaram na cama. Se olhando, se tocando, se desejando...

Atem parou para olhar a menina, suas reações e tudo que ela fez foi dizer:

- Sou sua.

Atem sorriu. Desceu seus lábios até o pescoço da menina. Sua pele era tão perfeita, tão linda. Era tudo que ele queria. Um desejo enorme se apossou dele, mas ele queria ir devagar ainda. Queria ter certeza que tudo ia ficar bem. Então, com mais calma possível, começou a despir ela.

Para Sayuri era o paraíso sentir Atem a beijar daquela forma. Era tudo que a menina queria, desejava. Ele puxou a camiseta de seu pijama e seu short, deixando só de calcinha.

Desceu seus lábios pelo pescoço dela, a ouvindo gemer cada vez mais, pedindo mais. Quando seus lábios encontraram um de seus seios, as reações dela se intensificaram.

Com os gemidos da menina ele se sentia poderoso, forte, capaz de qualquer coisa. Queria ouvir mais, controlar mais... Então desceu sua mão até entre as coxas da menina e encontrou sua entrada: tão molhada e quente.

Sayuri já não podia conter seus gemidos. Era tão bom ser desejada, tocada. Sentia-se tão quente, queria mais, muito mais.

Quando estava próxima do orgasmo chamou seu nome algumas vezes, repetindo que era dele, só dele. Arqueou as costas e Atem desviou o olhar para assistir: era aquilo que ele queria. Vê-la sobre seu controle, seu poder.

Intensificou os carinhos em seu clitóris e assistiu a menina explodir de prazer.

Ah, era tão bom.

Ele subiu e a beijou novamente. Tinha o desejo de possuir, ir com mais força, mas ele se controlou, não queria estragar tudo. Abriu mais suas pernas e se posicionou em sua entrada.

Quando entrou, ambos se sentiram no paraíso. Ambos gemiam um o nome do outro, enquanto se mexiam de forma sincronizada. Era maravilhoso estar dentro dela, era a confirmação física de que eles existiam, que pertenciam um ao outro.

- Minha... Minha rainha – gemeu ele no ouvido dela.

- Sua – confirmou Sayuri.

Então ambos chegaram ao orgasmo juntos, gemendo alto.

Eles se olharam e Atem a abraçou forte. E disse em seu ouvido:

- Isso é tudo que eu quero: você!

 

 

Eles foram ao shopping àquela tarde. Sayuri queria comprar algumas roupas para a festa, que eles tinham decidido ir. Atem tinha cara que ia aprontar alguma coisa.

Sayuri estava na parte feminina de uma loja, mas não conseguia decidir qual roupa pegar: tudo parecia tão curto. É claro que seria sensual, talvez até provocasse Atem...

Foi quando puxou uma saia preta e uma camiseta de decote longo. Com certeza ele ia adorar aquilo. Foi ao provador e provou a roupa: ela tinha amado. As costas estavam cobertas, mas o decote na frente compensava. E a saia preta, justa e curta.

As lembranças daquela manha a certaram e ela se sentiu quente de novo. Não sabia explicar, mas ficou com uma vontade de “quero mais”. Desejava mais daquilo e tentou pensar quando foi que havia se sentido daquela forma.

Tirou as roupas e foi à procura do sapato. Não foi difícil encontrar: havia um logo na saída do provador: preto com o salto prata brilhando. Seria perfeito! Queria que fosse perfeito. Por ela e por ele.

 

 

Atem tinha pedido ajuda a um vendedor: pensava no que a menina ia querer. Mas enquanto se olhava no espelho, não pode deixar de pensar nela: a camisa branca estava aperta, mostrando um pouco do peitoral. Algo lhe dizia que Sayuri ia amar. E era tudo que ele queria.

Naquela manha, quando ela disse que seria dele, Atem precisou se segurar para não pegar pesado. Sayuri ainda se recuperava e era preciso ter cuidado. Coloca-la de novo em recuperação não era algo que desejava.

Sem falar em seus planos. Ia executa-los naquela noite e queria tornar a relação deles mais física, mais palpável para a menina.

 

 

À noite, enquanto se arrumavam, as provocações foram inevitáveis. Parecia que um fogo havia sido aceso e queimava dentro de ambos de forma continua. Ambos precisaram focar muito para terminar de se arrumar. Pois o desejo de toques era quase incontrolável.

Quando ficaram prontos, se fitaram.

Atem não acreditava que Sayuri pudesse ficar mais linda do que já era: a roupa tinha ficado perfeita e a menina parecia muito à vontade ali. Sua rainha era a coisa mais linda que ele tinha visto e naquele instante ela parecia brilhar.

Atem tinha um porte autoritário, como um verdadeiro rei. Estava elegante e ao mesmo tempo provocativo. Era a coisa mais maravilhosa na vida dela e Sayuri desejava muito ele.

Mas ficou mais alegre quando viu um sorriso no rosto do menino. Aproximou-se, tocou em seu rosto e lhe beijou.

- Majestade, você esta perfeito – disse ela sorrindo.

- Não, esta enganada – disse ele a puxando para si. – A perfeição dessa noite é a vossa majestade.

Eles se beijaram e o calor os acertou.

- Precisamos ir – disse a menina. – Vamos nos atrasar.

Ele a fitou:

- Deixe que os súditos esperem um pouco pela realeza.

Sayuri riu daquele comentário e voltou a beija-lo.

 

 

Lucas e o pessoal do bar havia chego não muito tarde. Estavam todos lindos, vestidos de forma elegante e todos estavam alegres com aquela oportunidade. Para Leticia ir à festa de ano novo daquele hotel era um sonho.

Sayuri os recebeu em uma mesa perto da pista de dança. Acomodaram-se e começaram a conversar. Atem e Sayuri permaneciam juntos, às vezes de mãos dadas, as vezes ele tocava nas coxas dela, ou ela tocava em seu braço.

Em determinado momento a música ambiente parou e o diretor do hotel, com Anippe ao seu lado, apareceu no centro da pista de dança. Ele pegou o microfone e começou:

- Senhoras e senhores, boa noite. É com grande prazer que faço essa festa para hóspedes e convidados. Já é uma tradição e sempre fico feliz. Quero que todos aproveitem tudo, pois foi pensado em vocês e para vocês.

Ele deu um sinal e a pista de dança foi aberta. Alguns instantes depois as pessoas apareciam alie se soltavam.

- Ale, vamos dançar - começou Gabriela.

Sayuri fitou Atem, lhe deu um selinho e seguiu Gabriela e Leticia.

O menino se sentiu enciumado e Lucas se aproximou para conversar:

- Deixe as meninas dançarem. Faz bem para elas.

- É talvez você tenha razão - disse Atem.

- Me conta uma coisa – continuou Lucas. – E aquela história do casamento?

Atem parou alguns segundos.

- Não vai dar certo – disse por fim. – Conversei com a melhor amiga dela. Ela me disse que seria um passo muito grande e que talvez Sayuri não aguentasse. Resolvi deixar quieto.

- Às vezes é melhor assim – concluiu Lucas.

Alguns instantes depois Flavio se aproximou deles e ficaram conversando animadamente. De vez enquanto Atem olhava na direção de Sayuri e tudo que a menina fazia era provocar. Fazia movimentos sensuais, caras e bocas, sempre chamando a sua atenção.

Sayuri estava adorando aquilo. Todas as vezes que ela olhava para Atem, lá estava ele, a fitando, a desejando. E ela não deixava por menos. Sempre tentava provocar.

Depois de algumas musicas os três meninos da mesa se aproximaram das garotas. Flavio e Gabriela saíram para um lado, Lucas e Leticia começaram a dançar juntos e Atem se aproximou de Sayuri. Ela se virou e fitou o menino.

- Tem muita gente olhando o que é meu – disse o menino, de forma autoritária.

- Tem é? E o que você vai fazer a respeito? – provocou Sayuri.

Atem se aproximou e lhe beijou se forma intensa e sensual. Passou sua mão por debaixo da camiseta da menina, a fazendo rir. Depois a puxou da pista de dança.

Eles atravessaram o salão até Atem encontrar uma mesa mais afastada, mais escondida. Ele se sentou em uma cadeira e fez a menina fazer o mesmo. A música e a conversa estavam distantes.

- Sayuri – começou ele. – Eu... Sabe, tenho um desejo... Tudo que eu queria...

- Calma – disse Sayuri passando a mão em seu rosto e sorrindo. – Respira fundo.

Atem fez o que a menina pediu e recomeçou:

- Eu me lembro de quando a gente brigou naquele hotel, no Japão. A primeira vez que apareci. Você me disse que sentia muitas saudades. Eu também sinto, mas na minha cabeça sempre ficou que talvez eu pudesse tornar o que a gente tem mais real, mais palpável para você. Pensei em muitas coisas e, com ajuda de algumas pessoas, cheguei a essa ideia.

Do paletó que usava, Atem sacou um anel prateado e solitário. A pedra, que brilhava muito, era esverdeada. Sayuri fitou o anel e depois Atem.

- Quer namorar comigo?

A principio a menina ficou confusa. Tinha entendido errado, mas no momento seguinte lágrimas de felicidade apareceram em seus olhos. Atem sorriu, se afastou um pouco e se ajoelhou no chão. Sayuri esticou a mão direita e ele pôs o anel em seu dedo.

- É lindo – ela disse. – Eu amei! Aceito até demais!

Ela pulou nele e lhe deu um beijo.

- Obrigada – disse ela. – Eu amei!

Atem tinha ficado feliz. Afinal não era exatamente o que ele queria, mas por fim a prova do relacionamento deles estava cravada. 


Notas Finais


Trilha sonora: Rita Ora - "Your Song".


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