História Irmãos Morgenstern: Crianças e Lembranças Perdidas - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Palavras 2.726
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Romance e Novela, Sobrenatural

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ooooooooooi genteeee, trouxe mais um capítulo pra vocês u-u
Eu tô muito, muuito, muiiito feliz huehuehuee
Sério, muitoo obrigada pelos comentários do capítulo anterior... Isso é o principal motivo da minha felicidade.
Por conta dos comentários, resolvi trazer o capítulo mais cedo do que o esperado... Se, isso é se — que fique claro, não estou prometendo nada — eu estiver com minha imaginação fértil, trarei capítulo novo antes até sábado.
Enfim, aproveitem a leitura :3

Alerta de SPOILER:


Tem CLACE no capítulo huehuehue

Capítulo 18 - Agora faz a dancinha da vitória


POV’s Clary

Esperamos todos saírem. Era 7h30 da manhã, não deu pra arrumar sangue de demônio, ou de feiticeiro... E não é algo que se tenha na feira, aonde simplesmente chegamos e pedimos por tal coisa “Tem sangue de demônio? Quanto tá?” como se estivéssemos perguntando por biscoitinhos. Acredite, tentamos isso.

Também tentamos achar um demônio fazendo, sei lá, caminhada por aí. Tudo que conseguimos foi ficar com tédio, irritação, fome e cansaço à toa. Jonathan e eu, olhávamos pela janela o carro da mamãe se afastar, assim que ele sumiu de vista, meu irmão me passou um giz.

Comecei desenhar freneticamente um pentagrama, não tão grande quanto os de Magnus devem ser, mas grande o suficiente para caber uma pessoa. Desenhei em cada ponta uma runa, das que copiei de um dos livros de magia que Jonathan surrupiou de Magnus, — sim foi mais de um. É claro que devolvemos, somos crianças boazinhas, e se Mags descobrisse isso só iria levantar suspeitas, trabalhamos com descrição.

Eu havia terminado de desenhar, me levantei e peguei uma pequena faca. Jonathan já estava com a dele, era hora de descobrir se nosso sangue valeria para tal ato, se não desse certo teríamos de partir para o plano B, algo totalmente instável.

— Deixa que eu faça isso — Jonathan me olhou preocupado.

— Está tudo bem irmão, vamos fazer como combinado — ele me olhou hesitante, mas assentiu.

Cortei minha mão esquerda, meu irmão fez o mesmo. Nossos sangues escorriam rapidamente em direção ao pentagrama, como se estivessem sendo atraídos. Não precisou de muito, enquanto nos afastamos os sangues se fundiram e começaram contornar cada borda do pentagrama. Jonathan e eu desenhamos rapidamente iratzes de cura, e começamos entonar uma canção em Chthonic, da qual havíamos achado no outro livro surrupiado de Magnus. Confesso que foi difícil decorar tanta coisa.

O líquido mudou para uma cor branca, ao passo que se multiplicava e começava pegar fogo. Eu não tinha cogitado a ideia de que minha casa poderia sofrer um incêndio com tal ato, mas na hora fiquei assustada, principalmente se nosso plano não desse certo.

No final da canção joguei um dos livros que peguei de Sid no pentagrama — outra ideia absurda que poderia não dar certo, mas era melhor que nada, já que não sabíamos o nome verdadeiro dele — fiquei triste quando o livro pegou fogo e virou... cinzas.

Esperamos cinco intermináveis minutos até Jonathan falar:

— Acho que não deu certo.

— Vamos esperar mais um pouco, ok? — supliquei.

— Vamos buscar água e apagar isso — ele franziu a testa —, isso apaga né?

Eu não era uma expert no assunto, como eu iria saber se apagava ou não? Antes que eu pudesse começar uma discussão com meu irmão, uma voz nos sobressaltou:

— Quem invoca o demônio Sindlynoon? — Que nome é esse?!

— Clarissa Fairchild, e Jonathan Fairchild — meu irmão falou rapidamente.

Uma fumaça branca começou tomar forma, e lá estava Sid, bem como eu me lembrava, com seus dreadlocks loiros, mas ele trazia uma expressão abatida.

— Como vai... no inferno Sid? — tanto o eidolon quanto meu irmão me olharam horrorizados.

— Desculpe os maus modos de Clarissa, ela não quis ser indelicada — Jonathan me lançou um olhar repreendedor.

— Bom, aqui não tem iogurte... Se tivesse ao menos isso seria muito melhor — Sid nos encarou seriamente —, por que estou aqui? E por que me sinto estranho?

Troquei um olhar nervoso com Jonathan, é parece que nem tudo estava ok.

— Como assim estranho? — perguntei com medo da resposta.

— É como se eu estivesse numa bolha de gelatina — ele olhou para o próprio corpo, para conferir se não faltava nada, eu fiz o mesmo.

— Precisamos de sua ajuda — Jonathan disse. — É claro que lhe recompensaremos por isso.

— E por que eu deveria confiar em vocês? Tentaram me matar! — ele nos olhou ressentido.

— Mas queremos consertar isso — emendei —, por favor, aceite nossas condolências, sabe o lance da sua morte.

Jonathan me ignorou e disse sorrateiro:

— Você pode viver novamente se aceitar nos ajudar, poderá comer quantos iogurtes quiser...

Foi o bastante para os olhos de Sid brilhar:

— Então eu os ajudo, e volto a viver? Fechado.

Segurei meu impulso de apertar as mãos dele, afinal o acordo não estava propriamente selado.

— Bem, como queremos tudo de um jeito formal, selaremos nosso acordo com uma runa — falei.

— Criança, só vocês nephilim podem usar runas. — Sid disse o óbvio.

— Ela não precisa disso, basta uma pessoa usar — no caso eu, e Jonathan. — Bem isso será sua garantia de que o acordo será cumprido, assim que cumprir sua parte, cumpriremos a nossa, caso contrário a runa nos obrigará.

Essa última parte era uma completa mentira, mas Sid ficou tão encantado, que não julguei necessário acabar com a alegria dele. Na verdade a runa foi uma das que criei, eu havia praticado no último ano, já que não tinha muito o quê fazer, na época pensei que ela nunca me seria útil. Se ela cumprisse com seu dever, Sid ficaria preso a mim e meu irmão, não podendo nos machucar, muito menos nos desobedecer. Isso foi realmente pensado para demônios, e animais de estimação, eu até tentei usar em Jonathan, e fazê-lo lavar a louça em meu lugar, mas não funciona em nenhuma criatura humana.

Meu irmão havia desenhado a runa em seu braço, e agora a desenhava no meu.

— Deu certo? — Sid perguntou inocentemente.

— Você só tem que jurar nos ajudar em qualquer circunstancia — Jonathan disse.

O eidolon nos olhou desconfiado, mas por fim disse:

— Juro me comprometer a ajuda-los, sob quaisquer circunstancias.

Ativei nossas runas, que... brilharam. Uma espécie de circulo brilhante se prendeu ao redor do pulso de Sid, parecendo uma pulseira. Ele tentou tirar, mas esta não saiu. Tantas experiências em um único dia, e todas tinham dado certo, a sorte parecia estar ao nosso favor.

 

***

 

Era 19h34 quando resolvemos levar nosso bichinho de estimação — culpe Jonathan por isso — para passear. Mantínhamos uma distância razoável de Sid para não levantar suspeitas. Por algum motivo demoníaco, nosso eidolon suporta a luz do sol, e sabemos que demônios não toleram tal coisa por serem criaturas das trevas e blábláblá. Enfim, acho que por ele ter uma aparência humana, consegue sair em plena luz do dia... não me pergunte nada, demônios são estranhos.

Jonathan parou repentinamente, me fazendo topar nele, até Sid que estava a nossa frente viu que havia algo errado. Com um sinal meu irmão chamou minha atenção em direção ao trabalho da mamãe. Era uma espécie de loja de artesanato, em frente a ela estava Valentim, o próprio. Tivemos todo o trabalho de invocar um demônio pra nada, afinal. Mamãe saiu da loja e viu o homem que a observava em uma distância segura.

Jonathan, Sid e eu estávamos a cerca de 40 metros de distância, meio escondidos atrás de uma árvore. Observei com horror minha mãe se aproximar de Valentim, ela parecia sibilar algo, talvez estivessem tendo uma discussão baixa. Eu estava rezando para que minha mãe saísse dali o quanto antes.

— Alguém roubou meu papel, era pra eu estar me passando por Valentim! — Sid começou falar, mas eu o calei com um aceno.

— Aquele é Valentim, agora fique quieto — disse.

Era pra Sid ter se passado por Valentim, dado um pequeno susto na mamãe, o bastante pra ela querer sair da cidade. Mas, olha que ironia do destino, eu estava torcendo para que o maldito fosse embora.

Estava dando para ouvir os gritos de onde estávamos, deu até peninha de Valentim, quando minha mãe briga, a coisa fica feia. Foi aí que mamãe não se aguentou e o atacou. Não que ela não conseguisse dar uns bons pontapés naquele falso, mas ele era bom, infelizmente. Na maioria das vezes em que lutaram, ele apenas brincou com ela, pois sabemos que poderia tê-la matado. Eu não queria arriscar até onde o amor dele iria, pelo frio que vi em seus olhos, poderia muito bem sacrificar sua amada.

— Temos que fazer algo irmão — falei baixinho.

As pessoas começaram correr, algumas se juntaram para ver os dois lutando. Foi aí que Sid chamou nossa atenção.

— Posso ajudar, se me permitirem.

— Vá — Jonathan disse rapidamente.

Meu irmão segurou minha mão, enquanto observamos Sid correr até Valentim, como... Valentim. Nosso eidolon havia pegado uma bandeja de um restaurante no caminho, a qual bateu fortemente na cabeça de Valentim. Foi tudo muito rápido, repentino e estranho. Nossa mãe aproveitou a distração e começou correr, ela sabia que não podia machucar seriamente o homem ali, não poderia aparecer em um noticiário mundano. Infelizmente Sid também correu na mesma direção que ela, o que não daria em coisa boa.

Jonathan havia me puxado para mais perto da cena insana que se desenrolava, entramos em uma rua estreita, corremos como nunca e eu soube o que meu irmão queria fazer. Esse seria mais um teste, e eu esperava que a sorte ainda estivesse do nosso lado.

— Sid, quero que você mude para a aparência de Jocelyn Fairchild, que peça para ela se esconder e confiar em você — falei. — Faça Valentim achar que ela é você, continue correndo até achar o portal, então volte para meu quarto.

Parecia a maior maluquice da minha vida, mas no final das contas deu certo. Eu criei o portal, Jonathan me ajudou subir no pequeno prédio que ficava por ali, vimos quando Sid disfarçado de Jocelyn passou pelo portal, e quando Valentim começou socar a parede por ter perdido. Do alto eu pude ver um lampejo de uma cabeleira ruiva correndo ao longe, sorri satisfeita, mamãe estava bem.

 

***

 

Voltamos através de um portal para casa. Mamãe não podia chegar antes que nós, só Deus sabe o que ela faria se visse Sid. Jonathan me abraçou.

— Sua ideia foi brilhante! — disse.

— Tenho que concordar com seu irmão, eu deveria desde o início ter pegado a aparência de sua mãe, ela poderia ter fugido antes — Sid disse.

Ele estava sentado na minha cama e parecia cabisbaixo.

— Ora, ora o que temos aqui? — Magnus estava escorado no vão da porta.

Tivemos uma reunião rápida, todos sentados na sala para um breve julgamento. Pensei que seria difícil planejar tal coisa tão rapidamente, principalmente porque a presença do nosso amigo incomodava os adultos.

— Só prometam que não vão machuca-lo — implorei.

Jonathan e eu, estávamos como dois seguranças de Sid.

— Ele me bateu naquele beco! — minha mãe disse indignada.

— Foi pra te salvar, desculpe. — Sid a olhou culpado.

— Eu estou curiosa em saber no que vocês se meteram dessa vez — Tessa nos olhou —, onde arrumaram esse demônio?

Jonathan me olhou, eu dei de ombros então ele disse:

— Invocamos Sid, este foi o demônio que Jace matou no supermercado.

— Invocaram?! Só feiticeiros podem invocar... Mas que diabos vocês andam aprontando? — Magnus perguntou esbaforido.

Revezamo-nos para contar toda à história a eles. Que consistia em meu plano para darmos o fora de Minnesota, daí veio tal coincidência de Valentim aparecer justo na hora da cartada final. Todos ficaram bravos, gritaram conosco, nos deram sermão, mas ficaram de boca aberta sobre a invocação e a tal runa de ligação, isso não tinham como negar.

— Se queriam tanto sair daqui, por que não me pediram? — mamãe perguntou.

— Pedimos, e você disse não, mais de uma vez — fiz uma pausa —, mas olhe pra você nem se lembra disso, porque disse não todas às vezes.

— CLARY VOCÊS INVOCARAM UMA CRIATURA DAS TREVAS! — Mamãe explodiu — Se a runa não tivesse funcionado, ele poderia tê-los matado, isso não é algo bom, estão mexendo com coisas macabras. Primeiro me empurraram para um cara bêbado, depois Jonathan fez favor de ser expulso, agora isso, iriam mandar o eidolon me assustar, e de fato tiveram uma vitória já que o maldito do pai de vocês apareceu. Estão felizes? Agora querendo ou não teremos que ir embora daqui, de todo modo vocês ganharam não é?

— Sei que não foi certo o que fizemos e que você está nervosa, mas vamos ser racionais — Jonathan disse. — Se não tivéssemos invocado Sid, você poderia estar morta agora mãe! Não sabe o que aquele louco poderia ter feito com você, ele podia muito bem estar acompanhado.

Tessa havia me abraçado, Magnus estava falando com Sid, meu irmão encarava minha mãe, que andava de um lado para o outro, ficamos em um silêncio constrangedor por uns bons dez minutos.

— Jocelyn, não estou dizendo que o que eles fizeram foi certo, mas de todo modo o eidolon te salvou — Magnus disse.

— Só porque Clary mandou — ela disse.

— Na verdade não, eu te contei a história toda, ele já havia ido te ajudar antes e você viu muito bem isso mãe — falei.

— Está bem, obrigada — ela olhou nos olhos marejados de Sid. — Temos que ir agora, estamos ficando sem tempo, com certeza aquela maníaco irá voltar, mas antes devemos matar o demônio.

Sid pareceu se dar conta do que ela disse, e entrou em pânico. Eu não o culpo, nos ajudou, descobriu que não íamos ajuda-lo, fora o fato de que Jace já tinha o matado, mas dessa vez eu iria ajuda-lo, devia muito a ele.

— Não vão mata-lo, fizemos um trato e bem ainda não cumpri minha parte — falei. — Sid cumpriu a dele, mesmo de um jeito diferente, quando salvou sua vida mãe, agora precisamos resolver isso.

— Vai querer adotá-lo como um cachorrinho Clary? — Magnus me olhou.

— Não, mas vou ensiná-lo a se comportar em sociedade e ser um bom cidadão — falei decidida. — Então, quando ele estiver pronto, eu o libertarei.

Depois de mais discussão ficou decidido que Sid ficaria por um tempo sob a vigilância de Magnus, que se auto intitulou babá. Arrumamos nossas malas, só as coisas mais necessárias, já que teríamos que voltar para buscar o restante das coisas, e nos enfiamos no carro da mamãe. O carro era pra cinco pessoas, mas lá estávamos nós, em seis.

— Sid poderia virar um bebê? — perguntei docemente.

Todos bufaram de indignação, inclusive ele.

— Sid eu ordeno que você vire um bebê! — falei.

O mesmo se contorceu todo, até parar em um bebezinho fofo e sonolento, do qual Tessa fez questão de carregar no colo o caminho todo. Ter um demônio de estimação, tinha muitas vantagens, por que não pensei nisso antes? Foi uma viagem tranquila, todos acabaram rindo dos nossos planos malfeitores, talvez de nervoso, ou de alívio, enfim iriamos recomeçar em um lugar do qual queríamos estar. San José, na Califórnia.

 

***

 

 

Eu havia ansiado tanto por aquele dia, que quando tal momento chegou parecia apenas um sonho. Um sonho do qual independente fosse eu não acordaria. Ele parecia o próprio sol, os olhos e os cabelos dourados brilhavam em contraste com a luz, eu queria que ele fosse o sol. Pelo menos do meu mundinho particular ele o era.

Meu peito se acalorou só de vê-lo, meu coração estava fazendo a dancinha da vitória, por um momento cheguei a cogitar que poderia ter... um infarto. Não isso teria sido muito humilhante! Espere aí, por que diabos eu estava pensando essas loucuras? Eu deveria aproveitar o momento, aquela visão do anjo do qual eu... me embebedei apenas com sua essência, embora eu nem o tenha tocado. Não que eu quisesse tocá-lo que isso! Mas, se eu me aproximasse demais não poderia dizer o mesmo do meu corpo, esse ser impulsivo.

Jace se aproximou lentamente, eu avancei um ou dois passos, confesso que hesitante. Sua expressão era indecifrável, ele apenas me encarava e por um mero segundo, eu achei que ele não sentia mais nada por mim. Então ele me surpreendeu, quando quebrou todas as regras que nos separavam, avançando e me beijando.

Foi um beijo intenso, do qual eu ainda não havia experimentado. De inicio eu fiquei um pouco surpresa com tal ato e não retribui, mas não teve como não ceder. Seus lábios procuravam desesperadamente pelos meus, naquele momento uma ligação parecia ter se formado entre nós, queríamos acabar com toda saudade que sentimos um do outro em um único beijo. Embora isso fosse impossível, e claro que eu não queria beijá-lo só uma vez. Pela primeira vez eu não quis ser discreta, por mim o mundo todo poderia ver tal ato de amor e eu não me importaria, não liguei para nossos pais e irmãos; que com certeza estavam nos olhando.

Iriamos ganhar um bom e velho sermão depois... Mas, eu não iria ficar cogitando preocupações, porque aquele momento era só meu, e de Jace.


Notas Finais


O que foi tudo isso?! MDS.
Essas crianças estão fora dos limites, mas isso não é novidade, ora...E não é, que o Sid é legal? Ou será que ele só está esperando para mostrar as garras???
Por que Valentim sempre tem que aparecer e estragar tudo? Se bem, que dessa vez ele só contribuiu para uma boa causa, mesmo não sabendo huehehue
Esse final? Finalmente CLACE!
O que estão achando da história?
Não sejam fantasminhas, ora essa eu não mordo!
Beijinhoos e até o próximo :3


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