História Irmãos por Acaso - JIKOOK - Capítulo 5


Escrita por: e Riuk_

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Bangtan Boys (BTS), Bottom!jimin, Boyxboy, Gay, Gêmeos, Gêmeos Jeon, Jikook, Jimin!uke, Jungkook!semen, Kookmin, Top!jungkook, Twins, Yaoi
Visualizações 100
Palavras 3.127
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores, me desculpem pela demora hehe ^^
O capítulo não estar revisado, então relevem os erros.
Enfim, espero que gostem, pois eu amei escrever esse cap. Boa leitura. <3

Capítulo 5 - Complicando.


P.O.V JIMIN:


— Como assim "vamos viajar?" — Perguntei, me esquivando de Yugkook e ficando cara a cara com mamãe, que desceu do carro sendo prontamente acompanhada por Yoonjin.

Ela abriu um sorriso culpado, dando de ombros. 

— Depois da confusão no restaurante, chegamos à conclusão de que tudo que vocês precisam é de um ambiente agradável e familiar para se conhecerem melhor. Os meninos vão levar as namoradas, e Jisoo pode vir também, se quiser. Vai ser uma espécie de pré-lua-de-mel. — Fixei meu olhar no seu, pronto para iniciar uma verdadeira discussão. Entretanto, ela foi mais rápida e ao perceber minha intenção resolveu mudar de assunto. — Mas de qualquer maneira, não deveríamos estar discutindo isso aqui. Que tal entrarmos? 

Tentei fechar minha boca, mas ela continuava escancarada enquanto eu tentava assimilar o que meus ouvidos tinham acabado de escutar. 

— Não, não e não! — Vociferei, olhando de soslaio para Jisoo, que parecia bastante desconfortável em presenciar a cena. — Não pode me obrigar a passar o resto das minhas férias longe do meu pai e sabe disso!

Mamãe suspirou alto, acenando com a cabeça para que Yoonjin e Yugkook entrassem em casa e nos deixasse sozinhos. Fiz o mesmo com Jisoo, que murmurou um "tchauzinho" enquanto ia em direção ao seu carro. Fiquei observando ela entrar no veículo, acenar mais uma vez e dar partida, sentindo como se a única pessoa que realmente se importava comigo tinha acabado de me deixar sozinho de vez. 

Quando enfim ficamos a sós, cruzei os braços e encarei a mulher a minha frente, séria. 

— Não adianta, eu não vou. 

— Jimin, você não é nenhuma criança, então pare de agir como uma. Yoonjin tem uma casa de praia em Los Angeles e nos convidou para ficar uma semana lá. Seu sonho sempre foi morar na Califórnia, se me lembro bem... 

Uma. Casa. Em. Los. Angeles. Mas é claro que ele tinha que ter uma casa JUSTO EM LOS ANGELES! 

Ok, respira.

— Chantagem emocional também não vai colar hoje comigo. 

Ela revirou os olhos, parecendo perder um pouco da paciência. 

— Você vai e ponto final. Precisamos resolver os problemas dessa família. E eu tenho certeza absoluta de que se conhecer os meninos como eu conheço, vai aprender a amá-los como verdadeiros irmãos. Eu sei o quanto você vivia reclamando sobre o fato de só ter o Taehyung, e agora estou te dando mais dois companheiros para a vida toda. Gostaria muito que você fosse conosco por vontade própria, mas se for preciso, te carrego daqui arrastado. Fui clara? 

Mordi minha bochecha, me segurando para não responder algo a altura ou pior, algo de que eu realmente me arrependesse logo em seguida. Ponderei se deveria insistir um pouco mais na birra, mas, infelizmente, essa batalha já estava aparentemente vencida. — Só tenho uma condição — Eu disse, por fim. 

Mamãe arqueou a sobrancelha, desconfiada.

— E qual seria? 

— A Jisoo vai com a gente. E quando estivermos lá, nada de me prender. Vamos poder sair sozinhos e faremos o que bem entendermos. 

Ela pareceu ponderar por alguns segundos, mas acabou suspirando, derrotada. 

— É justo. Mas todos os dias jantaremos em família, na casa, e conversaremos sem gritaria e como pessoas normais. Sem discussão. 

Revirei os olhos mas assenti, concordando. Já havia feito muito progresso por hoje. 


[...]


Jennie, a namorada de Jungkook, estava falando agora sobre o maravilhoso ravioli de carne que havia aprendido a fazer em sua última viagem a Itália. Ela continuava tagarelando enquanto mamãe e Yoonjin absorviam tudo, fascinados. 

Ela era uma garota bonita, eu tinha que admitir. Tinha olhos castanhos, e suas madeixas pretas pareciam realmente macias, mesmo com tanto babyliss. O único problema é que ela era bonita de um jeito óbvio, do tipo que você vê e pensa: "Uau! Que menina linda!". Me diz, qual a graça disso? Não é bem melhor quando você vê aquele menino magrelo de óculos no fundo da sua sala e não dá nada por ele e de repente, em uma festa qualquer, ele tira aquele negócio do rosto, joga o cabelo pro lado e BAM!, ele é o sósia do Zayn Malik? Com certeza é muito mais interessante. 

Jungkook e Yugkook estavam no andar de cima, se arrumando para o maravilhoso restaurante que ela jurava de pés juntos que havia ganhado um prêmio gastronômico europeu super incrível. E, sério, ela adorava falar "super incrível". 

— Que maravilha, Jennie! — Mamãe exclamou, sorrindo. 

A menina abriu um sorriso de orelha a orelha, parecendo contente por agradar os... sogros. 

Argh! Complicado me acostumar com isso. 

— Ah, isso não é nada, tia. — Revirei os olhos, de saco cheio. — Uma boa comida é o melhor remédio para qualquer coisa nessa vida. Posso estar no meu pior dia, mas é só comer algo gostoso que ele já fica melhor. 

— Diga isso para as pessoas com quadro terminal em um hospital público. — Murmurei, me levantando para ir até a cozinha. 

Eu só não contava com o silêncio constrangedor que se instalou depois do meu comentário inofensivo. Qual é, foi uma verdade! Uma verdade dolorida, mas ainda sim... 

— Jimin, você não tem nada para fazer agora? — Mamãe me encarou, nervosa. 

Ah, vai começar... 

— Na verdade sim. Marquei uma balada com a Jisoo mais tarde. Ela conseguiu ingressos VIP's pra nós dois na Bamboa, a balada chique que vai inaugurar do outro lado da cidade. Preciso me arrumar. 

— Achei que fosse conosco para o restaurante. — Yoonjin disse, confuso, juntando as sobrancelhas. 

Abri um sorriso cínico em sua direção. 

— Eu também achei que ficaria livre no resto das minhas férias, Yoonjin. Veja só como a vida é imprevisível! 

— Eu acho que é melhor você ir se arrumar, então. — Minha mãe me cortou, séria. 

Era tão fácil deixá-la irritada... 

Sorri com esse pensamento, assentindo rapidamente e correndo em direção as escadas. Com a pressa, acabei tropeçando em um dos degraus, mas me mantive em pé, pois um par de mãos firmes me seguraram com força, me dando a chance de equilibrar-me novamente. 

Levantei o olhar e dei de cara com Jungkook, que parecia verdadeiramente preocupado comigo. Senti um choque gostoso subir por toda a minha espinha, e cruzei os braços, tentando evitar que ele percebesse o estado arrepiado em que meus braços se encontravam. 

— Você está bem? — Ele perguntou, buscando meu olhar com o seu. 

Tossi, tentando quebrar aquele "clima" e assenti rápido, desviando de seu caminho e correndo até meu quarto. 

Por Deus, a namorada dele estava na nossa sala! O que diabos eu tinha na minha cabeça? 

Suspirei, balançando a cabeça de um lado para o outro. Não podia me permitir pensar sobre isso. 

Coloquei uma música alta do Paramore, e sorri comigo mesma quando Still Into You começou a tocar. Ignorei a pontada estranha que senti no coração e abri um sorriso de orelha a orelha, me preparando para dançar e pular enquanto escolhia a roupa perfeita para a noite que se seguiria. 

Ah, sim. Jisoo e eu faríamos valer muito a pena, pode ter certeza! A Bamboa não era só uma balada qualquer. Era a balada. Todos queriam um convite para a inauguração, e os ingressos custavam o olho da cara. Um jovem adulto que tinha acabado de entrar na faculdade não tinha toda essa grana, mas graças a minha amiga que estudava na mesma sala do irmão mais novo do dono do lugar, não tínhamos precisado gastar um único centavo. Me lembro de todos os gritos e pulinhos histéricos quando percebemos que aquilo era real e estava mesmo prestes a acontecer. 

A boate estava tão em alta que o instagram do evento já tinha mais de duzentos mil seguidores! Muitos dos comentários nas fotos da preparação do local eram de pessoas implorando para terem seu nome colocados na lista, e eu ri satisfeito ao pensar que esse não era mais um problema meu. Meu nome estava entre os VIP's e eu tinha quase certeza de que algum famoso estaria naquele lugar. 

Me levantei da cama e fui até o guarda-roupa, dando uma olhada em todas as opções. Escolhi o que vestiria, espalhei pela cama todas as minhas maquiagens e revirei os olhos ao perceber que assim que Still Into You acabou, Get Back da Demi Lovato começou a tocar. O destino realmente estava de palhaçada com a minha cara! 

Tirei toda a roupa e me enrolei em uma toalha branca felpuda, me preparando para entrar no banho. Passei as mãos pelos meus cabelos e dei uma olhadinha no espelho, sorrindo com o que via. Eu gostava muito da minha aparência física, apesar de não me encaixar em todos os padrões de beleza. Eu não tinha a barriga chapada, apesar de ser magro e as minhas coxas serem bem grossas e firmes. Eu também tinha uma bunda grande, o que me fazia comprar calças tamanho quarenta. 

Ouvi um click alto e virei o rosto, espantado ao perceber que a maçaneta do quarto estava sendo girada. Tentei me levantar e correr para algum lugar, mas em questão de segundos Yugkook estava no local, com sua cara de deboche usual. Arregalei os olhos, apertando a toalha ainda mais rente ao corpo. 

Ele abriu um sorriso sacana, mordendo o lábio inferior e me encarando de cima a baixo descaradamente. 

Droga. Por que eu estava achando isso tão excitante? Ele era o irmão mau, caramba! 

— O que você está fazendo aqui?! — Consegui encontrar minha voz. 

Ele deu de ombros, se jogando na minha cama como se fôssemos íntimos. 

— Ouvi que você tem ingressos para a Bamboa. Só queria que o meu lindo irmãozinho descolasse um deles pra mim. — Ele disse, dando de ombros. 

Soltei uma risada irônica, encarando-o com desprezo. 

— Não vou te dar e acho que você deve ter batido a cabeça se pensou por um segundo que eu sequer iria considerar a possibilidade. 

— Eu não seria tão radical se fosse você. Na verdade, eu consideraria a possibilidade com muito carinho... 

— Yugkook, você é um cretino. Sério. Sendo honesto, eu te apelidei de "gêmeo mau" e espero do fundo do coração que um carro te atropele quando for a sua vez de ir buscar a namoradinha no aeroporto. Não ligo pra você e de todos os membros da sua família, a sua existência é a que menos faz diferença pra mim. 

Ele franziu o cenho, se levantando da cama incrivelmente rápido. Seu semblante não parecia nada feliz, no entanto. Ao contrário disso, seu rosto estava retorcido em uma carranca brava, e tremi na base, apesar de continuar com a pose firme e decidido. 

— Retire o que disse. — Ele mandou, entredentes. 

Sorri, cínico, negando com a cabeça lentamente. 

E foi questão de segundos até sentir minha cabeça bater na parede atrás de mim, sentindo o corpo de Yugkook pressionado no meu. Não era um aperto bom, contudo. Ele estava segurando com muita força, e aquilo estava realmente me incomodando. 

— Não se finja de vítima aqui, Jimin! — Ele rosnou bem perto do meu rosto. — Gêmeo mau? Uh? Tem certeza? Porque eu não me recordo de ter descido até lá embaixo e de ter dito que você ficou comigo e com o meu irmão na mesma porra de noite e depois ter ido pra casa como se nada tivesse acontecido. 

— Pode dizer! Eu vou dizer que você sabia muito bem que eu tinha ficado com o seu irmão e quis ficar comigo porque sempre foi um CRETINO! — Berrei, sentindo-o se enfurecer ainda mais. 

Não tenho sangue de barata não, amigão, pensei, inundado pela raiva que subitamente tomou conta do meu corpo. Sinceramente a prepotência de Yugkook já havia ultrapassado todos os limites! 

— Você não é tão esperto quanto pensa que é, Minnie. — Ele sussurrou, do nada com o tom da voz mais baixo. Se não o conhecesse bem, diria que até... suave. 

Arqueei a sobrancelha, desconfiado de sua mudança de humor repentina.

— E você não é tão inteligente como pensa, Yugkook. — Frisei seu nome, com os olhos fixos nos seus. 

E foi aí que a coisa mais maluca aconteceu. 

Ele me beijou. 

Ele. Me. Beijou. 

E não foi um selinho rápido e despreocupado como eu achei que seria quando senti seus lábios nos meus. Não. Foi um toque bruto, carregado de raiva e... vingança?! Sim, sim, vingança! Se a vingança tinha um toque, cor ou sabor, definitivamente era aquele. 

Não sei se foi a confusão, a tensão ou a adrenalina, mas depois de poucos segundos em choque, resolvi me afastar minimamente e dizer umas poucas e boas pra ele! Diria o quanto ele era imprestável e faria questão de dizer que qualquer tática de sedução que ele pensasse fazer comigo cairia por terra, pois eu já era imune a qualquer truque que possa se passar em sua cabeça. 

Entretanto, quando abri meus lábios para poder xingá-lo de todos os nomes possíveis e dizer para ficar o mais longe possível de mim, Yugkook abriu um sorriso de canto e entendeu como um convite. E foi aí que sua língua entrou no jogo, e olha, posso afirmar que ela não é afiada apenas com as palavras. Sua boca se movia comigo de uma maneira estranha, mas que não evitava de sentir todos os arrepios da ponta do pé até o couro cabeludo. Eu já havia beijado algumas bocas — não muitas —, mas aquele beijo realmente parecia ser coisa de outro mundo. Ou então as borboletas no estômago e a queimação que começava a se alastrar por todo o meu corpo — como se eu estivesse em chamas, e Yugkook fosse a labareda que havia começado tudo aquilo —, não podia estar mais errôneo. Afinal, éramos quase... irmãos! 

Com meus pensamentos, não percebi que havíamos caído em cima do colchão e, ai meu Deus, sentir seu peso distribuído em cima de mim foi ainda mais gostoso do que tê-lo contra a parede. Todos os seus músculos apertavam cada parte minha, e soltei um longo suspiro em sua boca quando senti suas mãos adentrarem a minha toalha e apertarem bruscamente a minha bunda. 

Ele rosnou, selvagem, enquanto descia os beijos pelo meu pescoço e maxilar. Eu sentia como se pudesse derreter a qualquer momento, ou melhor, como se minhas asas fossem aparecer do nada e então eu alçaria vôo. E devo admitir, nesse momento, seria a melhor coisa que poderia me acontecer. 

Felizmente, uma batida na porta nos fez pular um para longe do outro o mais rápido possível, como se fôssemos criminosos a beira de serem capturados. E o invasor não podia ser o mais certo para o papel do oficial. 

— Yugkook? O que faz aqui? — Jungkook perguntou, entrando de mansinho no quarto e fechando a porta atrás de si. 

Merda, eu realmente deveria começar a trancar a porcaria da porta! 

Arrumei minha toalha no corpo e agradeci mentalmente por não ter passado hidratante ou gloss labial, caso contrário, Yugkook e eu seríamos capturados no ato e com provas do delito. 

Yugkook me encarou por um segundo, confuso, mas logo balançou a cabeça e tossiu, abrindo o sorriso cafajeste que eu mais odiava. 

— Eu vim até aqui porque descobri que o nosso lindo irmãozinho tem convites para a Bamboa que vai inaugurar essa noite. — Ele deu de ombros. — Pensei que poderia descolar uns três. Sabe, seria um lugar bem legal pra levar a Jen, certo Jungkook? 

Jungkook pareceu desconfiado no início, mas logo abriu um sorriso, concordando com a cabeça. 

— Acho que podemos ir pra lá depois do jantar com os nossos pais. 

Fingi uma tosse bem audível para que ambos olhassem em minha direção. 

— Não quero bancar o chato, mas eu não vou dar os convites. E só pra deixar claro, caso não tenham notado, eu estou só de toalha! 

— Eu notei, sim. — Jungkook soltou, encarando-me sem vergonha nenhuma. 

Abri a boca, ultrajado e ficando completamente vermelho. Não só por suas palavras, mas porque seu olhar queimando em minha direção me causavam sensações que eu sinceramente não estava preparado. Ele não podia ficar fazendo esse tipo de coisa comigo assim. 

— CAIAM FORA! — Gritei, apontando para a porta. 

Jungkook abriu um sorriso, piscando pra mim antes de sumir no corredor. Yugkook, entretanto, continuou lá, de braços cruzados e me encarando enigmático. 

Revirei os olhos, tentando apagar os momentos anteriores. 

— O que foi agora? — Perguntei, sem a menor paciência. 

Ele deu de ombros — uma mania sua realmente insuportável, convenhamos — e andou lentamente em minha direção. 

— Você vai descolar os ingressos da Bamboa sim, meu irmãozinho. — Ele frisou o "irmãozinho", fazendo meu estômago embrulhar. — A não ser que quer que eu diga ao meu pai, ou pior, ao meu irmão, o que acabamos de fazer. 

Desviei o rosto, sentindo o pânico crescer só com a mera possibilidade.

Ele não faria isso... será? 

— Quer mesmo destruir a pouca relação que tem com o seu irmão? — Perguntei, nervoso. Ele abriu um sorriso cínico. 

— Que relação? Nunca mais conseguimos conversar como antes. Ele desconfia de mim o tempo todo. Não tem mais relação. E eu quero vingança. Acha que eu não percebi o modo como olha pra ele? Ou melhor, como vocês se olham? — Ele arqueou a sobrancelha, me encarando como um sádico. Honestamente, nunca havia ficado com medo dele antes, até agora. 

Apenas engoli em seco, Yugkook havia passado a mão pelo meu cabelo, e dei um pulo, surpreso, ao sentir seus lábios quentes em contato com o meu pescoço.

— Você fica muito sexy com os cabelos bagunçados. — Ele sussurrou baixinho perto do meu ouvido, me fazendo reprimir um suspiro. Não daria a ele o gostinho. 

— O que quer de mim? — Fui direto, me afastando rispidamente de seus toques. 

Ele molhou os lábios, se virando para sair. 

— Por agora, apenas os ingressos. Três deles. Consiga com quem conseguiu os seus. O resto... ah, nós vamos saber durante a nossa viagem em família, certo? Afinal, somos irmãos. — Ele piscou, batendo a porta ao sair. 

Deixei meu corpo cair na cama, e abafei meus gritos no travesseiro macio. 

Droga, droga, droga, droga, droga! Por que as coisas sempre tinham que ser tão complicadas quando se tratavam de mim? Senti lágrimas de raiva ameaçarem a descer, mas as segurei. Não iria derramar uma só lágrima por nenhum dos dois nunca mais, isso era uma promessa! 

Peguei o celular, furioso, discando o número da única pessoa que eu sabia que realmente poderia me ajudar. 

— Alô? — Ela atendeu, com a voz sonolenta. 

— Jisoo? Sou eu, Jimin. Eu... preciso de um favor.


Notas Finais


EU SHIPPO ESSES DOIS AAAAAH #YUGMIN <3
POSTEI E SAIR CORRENDO KKKK ATÉ O PRÓXIMO. ^^


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