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História Irmãs Noceda (The Owl House) - Capítulo 8


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Notas do Autor


mais um cap lançado fora do horário, eu mereço /neg

pois bem, espero q curtam!

Capítulo 8 - Capítulo 8


Quando Soo-min foi chamar suas filhas e convidades para virem jantar, animou-se ao ver que todes haviam se dado bem, Luz e Willow foram as duas mais fáceis de chamar, ele nem mesmo precisou subir as escadas, apenas as chamou do andar de baixo e recebeu logo uma resposta, “Estamos indo, appa!” foi o que sua caçula disse antes de sair de seu quarto junto da mais nova amiga, nesse ponto o pai Park já havia se guiado para a sala. 

Chamar Lúcia e Wanda não foi muito complicado, ao ouvirem a palavra comida a atenção dada ao ratinho foi totalmente desviada, Soo-min teve que segurar uma risadinha ao ver Zeus pedir por mais carinho assim que perdeu a atenção que estava recebendo. 

- Vão lavar as mãos e coloquem o Zeus na gaiola junto com os outros, por favor – O Park pai disse docemente. 

Wanda e Lúcia assentiram em conjunto e levantaram, não demorou muito e as duas já andava para fora da sala, a Noceda levando o ratinho em uma das mãos e tendo a outra puxada pela Park, era uma cena fofa, principalmente pelo leve rubor que decorava as bochechas de ambas as garotas. Agora vinha o maior desafio, convencer Luiza e Will de que deveriam largar o jogo e ir comer. 

- Will, Luiza, o jantar está servido – O coreano disse tentando chamar a atenção dês dues. 

- Nós já estamos terminando, appa, depois que eu vencer nós vamos – A Park disse abrindo um leve sorriso, mas sem desviar os olhos atentos do jogo. 

- Hah, v-vencer, eu vou te s-solar nisso a-aqui – Ê Noceda disse num tom convencido. - Essa é a ú-última, Senhor Park, e e-então nós v-vamos – Elu disse num tom respeitoso, mas Soo-min não deixou de perceber a alegria estampada na face delu, mal sabia ele que Luiza gaguejava muito mais que aquilo normalmente. 

- Tudo bem, não demorem muito – Ele deu um leve afago na cabeça de sua filha mais velha antes de se retirar. 

- Tô v-vendo e-esse s-sorrisinho – Luiza disse sem realmente encarar a nova amiga, invocando um sorriso em Will. 

- É, ele é um bom pai, eu e minhas irmãs temos sorte de termos sido adotadas por ele e Ron – Ela disse enquanto metia a porrada no personagem dê Noceda. 

- Oh, p-porra – Elu reagiu o mais rápido que pôde, defendendo uma parte dos golpes. - C-Cara, eu nem p-pensei que v-vocês p-pudessem ser a-adotadas, v-vocês são m-muito p-parecidas com ele  

- Valeu, ele sempre fica bem alegrinho quando dizem isso – A Park riu. - Mas e você e seu pai, qual a relação de vocês?  

Foi nesse momento que o personagem dê Noceda parou de se movimentar, Will primeiramente achou aquilo ótimo, terminando de solar ele na porrada, mas depois que o sinal de K.O. surgiu na tela e ela olhou na direção de Luiza, assustou-se ao perceber o olhar desfocado dê garote, elu segurava o controle com força e parecia tremer levemente. 

- Lui- - Ela tentou falar num tom preocupado, mas foi interrompida pela voz quebradiça dê latine. 

- Ele morreu – Foi tudo que elu disse antes de fechar os olhos com força.  

- Eu sinto muito – Will tocou o ombro de Luiza com cuidado.  

Os olhos delu se abriram rapidamente e se guiaram na direção da mão da Park, ê Noceda odiava que lhe tocassem quando se sentia mal, os toques mais leves incomodavam sua pele como um metal em chamas, Will pareceu perceber o incômodo nos olhos marejados dê garote, afastou sua mão num movimento cuidadoso, como se estivesse lidando com alguma espécie de animal selvagem e, Luiza não negava, estava mesmo. 

- Hey, respira – A voz da coreana era cautelosa, os olhos levemente alaranjados dê Noceda se fecharam mais uma vez enquanto puxava o ar para dentro de seus pulmões, só havia percebido que prendera a respiração naquele exato momento. - Isso, muito bom 

De forma cuidadosa, como se estivesse podando um bonsai, as mãos de Will tocaram o controle que ainda era segurado com força pele latine, que em resposta ao movimento feito pela outra soltou o objeto, a Park pôde perceber os nódulos brancos nos dedos delu, provavelmente a força que colocara no controle realmente era grande. 

- D-Desculpa – Com cuidado Luiza passou as costas da mão na própria testa. - E-eu n-não- 

- Calma – Will lhe interrompeu. - Você tá gaguejando mais que o normal, tome seu tempo 

Luiza assentiu e deitou as costas no chão, mantendo seus olhos fechados, odiava o quanto falar sobre seu pai ainda lhe afetava, queria ser capaz de falar sobre ele sem surtar, mas como poderia? Perdê-lo foi o que causou sua gagueira, bem, mais ou menos, não que não fosse quando menor, mas era tão pouco, depois que ele se foi não houve um dia que os gaguejos não lhe incomodassem, ou melhor, que os outros lhe incomodassem por causa deles. De certa forma agradecia por Will estar agindo da forma que estava, ela pareceu perceber o quanto os toques lhe deixavam desconfortável e evitava tocar-lhe.

E deixavam mesmo, até mesmo o roçar mais leve de pele contra pele parecia queimar como ferro quente, ainda não entendia muito bem porque aquilo acontecia, na verdade não entendia quase nada sobre seus surtos, tudo que sabia era que toques não eram bem-vindos e que continuar lhe empurrando até depois de seu limite era desastroso, se lembrava da última vez como se tivesse acontecido no dia anterior, ainda se sentia péssime. 

- Lui? - A voz doce de Luz atingiu ê Noceda mais velhe como uma flecha de Eros, veloz e amável. 

- Hey – Elu abriu os olhos e olhou na direção da voz, vendo a mais nova se aproximar. - C-Cara, v-você é tão f-fofa 

- Vai se foder – A menor riu e olhou Will. - Elu surtou? 

- N-Não f-fale p-palavrão, v-você é um n-neném! - Luiza deu um leve soquinho em Luz, que riu em resposta. 

- Mais ou menos – A Park respondeu com uma leve risada. - Deixa eu adivinhar, te mandaram vir buscar a gente pra comer? 

- Uhum – A mais nova assentiu e logo devolveu o soquinho nê mais velhe. 

- Bora então, antes que meu pai busque a gente pela mão - A coreana se levantou. 


Notas Finais


espero que tenham curtido!

não se esqueçam d comentar (pelo amor d deu, eu sou carente)


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