História Irmãs psicopatas - Capítulo 25


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Seiji Komori, Shin Tsukinami, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori
Tags Diabolik, Distorção, Estranhas, Fantasia, Irmãs, Lovers, Malvadas, Manipuladoras, Morte, Ódio, Piscicopatas
Visualizações 191
Palavras 863
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Droubble, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 25 - Preciso matar.


Fanfic / Fanfiction Irmãs psicopatas - Capítulo 25 - Preciso matar.

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§ Sef §

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Eu estou muito ferrada, olhei de relance pra minha irmã e ela apertava o volante com força, ela estava com raiva e não sabia se ela sabia o que tinha acontecido lá pra fora, estava receosa, mas se eu não falasse, ela ia ficar ainda mais irritada mais tarde.

-humm, Med?

-O que?-ela perguntou seca.

-Áh...Ah....Ah Silvy me disse que...bom...Alguma coisa aconteceu lá fora e...estão atrás da gente mais que nunca...-Ela freio com tudo e agradeci que estava de cinto.

-sai do carro.-ela falou rangendo os dentes com força,sai, e ela saiu logo depois batendo a porta.-Vá pra mansão!-ela mandou e eu obedeci entrei pela porta do motorista e enquanto arrancava vi uma nevoa roxa nas mãos dela, e me encolhi, seja lá em quem ela ira descontar, eu tenho pena desse ser.

 

.

.Medusa.

.

Eu estava fervendo de raiva.

O ódio me fazia ranger os dentes.

Precisava. Matar. Agora.

Minha irmã me avisou, e eu basicamente surtei, sentia o ódio em cada parte do meu corpo, e me senti tremer, de raiva, observei o carro desaparecer no horizonte e desapareci numa nevoa negra, apareci na frente de um bar, entrei e tirei minhas faixas, o sino da porta indicou minha chegada fazendo com que os olhos se virassem pra mim, homens nojentos, homens perdidos, mulheres tristes e deprimidas, só essas coisas ruins no ar me faz ficar um pouco melhor um pouco.

Um cara se aproximou de mim e eu sorri de um jeito que eu sabia que assustaria todos eles. Tranquei as saídas, e dei um soco no homem aterrorizado, imagino que meus olhos devam estar de outra cor, os outros olharam pra mim com medo e raiva, e então eu peguei uma cadeira e quebrei em outro que vinha por trás de mim, deslizei minha adaga pelo braço sentindo o metal frio e sorri sádica, começando a brincar....Agora só restavam 5 vivos, ou melhor 6, mas não por muito tempo, chutei o rosto do homem e seu pescoço estralou, eu estava coberta de sangue, assim como todo o lugar, segurei a mulher pelos cabelos e empurrei pra dentro dela todos os meus tormentos, ela se ajoelhou gritando e chorando, eu sorri, peguei um dardo mirei, e atingi um homem que tentava sair pela janela trancada, na cabeça,4 vivos, matei a mulher que estava começando a me irritar com todos aqueles gritos, 3 vivos, alguém atirou em mim, e me virei com raiva, o cara estava apavorado, chorava e atirou de novo, sorri maliciosa e peguei uma escopeta. Que estava pendurada como um premio na parede, o homem tremeu e atirei na cabeça dele, os miolos explodiram e ele caiu sem vida, 2 vivos, larguei a escopeta e me virei pra mulher que estava implorando e chorando, a escalpelei com a adaga,1 vivo, o bar estava num silencio mortal e a única coisa que se ouvia era uma choradeira sem graça, vi lá meu alvo, um homem forte, de barba grande e olhos apavorados segurando acho que o amigo.

-por favor não!-ele implorou e eu sorri, me ajoelhei ficando com os olhos pregados nele, que vida de merda esse cara teve,sorri amplamente e mexi minha boca as palavras não saiam mais ele as escutava na cabeça.

-A culpa foi minha, eu fiz isso, a culpa foi minha, eu fiz isso, a culpa foi minha eu fiz isso.-Ele começou a repetir sem parar, ele acreditava que tinha feito isso e eu sorri com maldade, olhei pra um corpo no meu caminho antes de sair e pisei com força, fazendo ele explodir, abri a porta e a Gilbert viajante estava lá, escorada na vespa cor de rosa vestida como uma vadia que é o que ela é.

-Silvy!-falei com sarcasmo e falsa surpresa.

-Med.-ela inclinou a cabeça pro lado e enrolou uma mecha de cabelo no dedo.-Você sabe que eu ia te contar.

-Eu sei, mas foi inteligente o suficiente pra não fazer isso.

-Obrigada!Toma, achei que ia precisar de outras roupas.-ela me jogou uma mochila que eu peguei com desconfiança.-Sabe Medusa, na minha família todas nós temos um espírito animal.

-Você já me falou isso bruxinha.

-Mas eu não disse que você se parece muito com uma prima minha, outra cobra, você é uma cobra Medusa, não consegue acessar como minha família mais aí esta você, como uma serpente que gosta de brincar antes de matar, minha prima Selene é assim também.

-Sua prima parece interessante.

-Ela é você são muito parecidas na verdade.-troquei de roupa na frente dela e ela não se importou, na verdade me olhou com malicia, ela tinha me dado um vestido branco com luvas brancas uma brincadeira sarcástica pra coisa de noiva de sacrifício, o vestido se manchou de  sangue.

-Otima historia, me dá uma carona?

-Claro.-ela revirou os olhos e subiu na vespa.Eu subi logo depois, ela arrancou e depois me deixou na mansão.Não quis entrar e eu também não a convidei, eu sabia que ainda tinha sangue no meu cabelo mais não liguei, os Sakamakis me olharam com duvida, mas eu já estava de faixas.

-não se preocupe o sangue não é meu.-falei com deboche e fui tomar banho.



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