1. Spirit Fanfics >
  2. Iron Crown (Connor x Oc) >
  3. Aonde está Ally?

História Iron Crown (Connor x Oc) - Capítulo 18


Escrita por:


Notas do Autor


Eu não falar nada, não vou estipular dia nem hora para postar, eu sou uma decepção no quesito organização pra postar e escrever kkkk, então eu peço que não abandone a fic, pois eu tardo mais não falho, sou do tipo que posso postar ainda essa semana ou posso postar daqui a seis meses, enfim, desculpa por não ter um ritmo certo, eu tento, mas falho miseravelmente em todas as tentativas. Bom, aproveitem os novos capítulos e eu vejo vocês sabe sei lá quando ♥♥ Beijinhos meus amores ♥♥

Um agradecimento rápido para os amores que favoritaram e comentaram a fic:

RaposinhaLoomis ♥ Camille_Quartz ♥ yutahvnly ♥ smercuryj ♥ NuitGrice ♥ riddlechesterx ♥ noonoya ♥ kacchanle ♥ JennyRelish ♥ Efesto-la-Varie ♥ Eusouroxo ♥ Lawdiiey ♥ AnaMikaelsonAna ♥

Obrigada por acompanhar a fic e comentar ♥♥♥

Capítulo 18 - Aonde está Ally?


Fanfic / Fanfiction Iron Crown (Connor x Oc) - Capítulo 18 - Aonde está Ally?

                                                         ⛛

AM 06:22:09

— Connor? — Eu o chamei — Eu pedi só pra lavar a mão, não precisa se arrumar tanto assim.

Ele parou de arrumar a gravata e me olhou através do espelho forçando um sorriso.

— Isso o que fizemos — Ele inclinou a cabeça um pouco para o lado — Me torna mais humano?

— Bom... — Respirei fundo e fiquei ao seu lado — De certa forma, sim.

— Então porque não sinto isso? — Ele desviou o olhar do meu encarando seu reflexo.

Sorri e peguei seu braço o colocando-o em volta dos meus ombros.

— Bom, eu acho que você só está confuso, você ainda está se adaptando ao que é ser divergente, pega leve com você mesmo — Acariciei suas costas — Emoções ainda são novidade pra você.

— Tudo bem... — Ele voltou a me encarar pelo reflexo do espelho — Então se fizermos o que fizemos hoje mais algumas vezes, talvez eu entenda porque os humanos preferem fazer isso mais por prazer do que por procriação como é o esperado.

Eu pisquei repetidamente enquanto processava o que ele falava e dei uma risada leve.

— Connor você é muito fofo, um pouco estranho, mas fofo — Ele virou o rosto me encarando — Sobre hoje... é, bom... digamos que não podemos mais fazer isso aqui, muito menos deixar que alguém nos pegue.

— Gavin vai contar a Fowler?

— Não, ele não vai, mas é melhor não arriscarmos, okay? — Expliquei e ele concordou — Agora vamos, eu tenho muitos arquivos para revisar e você tem que levar o que achamos para Oliver, ele vai colocar a outra parte da memória de Selene — Fiquei na ponta dos pés e o beijei.

— Você vai me encontrar lá? — Perguntou assim que separei nossos lábios.

— Não... — Tirei seu braço do meus ombros e caminhamos juntos até a porta — Tenho muito trabalho.

— Se você quiser eu posso te ajudar — Propôs dando passagem pra mim, passei pela porta e Connor veio logo em seguida — Eu levo a memória para Oliver e volto pra cá.

— Não, eu prefiro fazer isso sozinha, vai ser um trabalho longo e chato — Falei andando ao seu lado, indo em direção a "minha" mesa.

— Tem certeza? Eu posso analisar arquivos muito mais rápido que um humano — Parei de andar e o encarei. Ele fez o mesmo.

— Lembra nas gravações da fita de segurança do caso do Henry Holloway? — Ele concordou — Tivemos que analisar ela com cuidado, até você fez isso, analisou dá maneira "antiga" — Voltei a andar junto de Connor — Tenho que fazer a mesma coisa, tenho que analisar caso por caso, mais precisamente a família das vítimas... — Respirei fundo — Vai ser um dia longo.

— Ei Connor! — Gavin chamou meu namorado assim que ele passou próximo da sua mesa — Seu dedo já chegou lá hoje? — Connor me olhou confuso, mas logo voltou seu olhar a Gavin.

— Eu não entendi, aonde meu dedo deveria chegar? — Gavin começou a rir e eu puxei Connor o segurando pelos ombros.

— Esquece ele — Falei pegando o cubo e colocando as coisas que estavam dentro dele de volta ao interior da caixa — Leva isso e entrega somente para o Oliver.

— Tem certeza que de que não quer que eu fique? — voltou a me perguntar.

— Tenho, além do mais, você e Hank pode tirar o dia de folga — Falei — Não vou precisar de você hoje, pode avisar ao Hank por mim.

— Não acho que Fowler concordaria com isso.

— Tecnicamente o caso é meu então pode tirar o dia de folga.

Connor sorriu e pegou a caixa dourada.

— Até amanhã — Me deu um beijo no rosto e saiu. O observei sair até um assobiar chamar minha atenção.

Olhei na direção que o som veio e quem o fez estava sentado com as pernas por cima da mesa, Gavin fez um sinal discreto de masturbação enquanto me olhava e sorria de maneira divertida, revirei os olhos e mostrei o dedo do meio pra ele. Me sentei na cadeira pegando o tablet, selecionei o primeiro arquivo e comecei a analisa-lo.

                                            ⛛

01 de Março de 2040
AM 08:10:53

— Não acho que preciso de um quarto — Falei a Hank enquanto saia do carro.

— Eu acho que você precisa, você está morando no meu sofá a um ano e pouco — O tenente fechou a porta do carro e eu fiz o mesmo.

— Eu achava que não tinha problema, você mesmo me garantiu que não ia ter problema — Falei o acompanhando até a saída do estacionamento e entrada do DPD.

— Sim, mas se nos mudarmos para uma casa maior você poderá ter um quarto só seu — Ele abiu a porta.

— Mas androides não dormem, não vejo necessidade de uma casa nova ou um quarto novo.

— Bom dia rapazes — Alisson, uma androide ST300 que fica na recepção nos saudou — Chegaram cedo, suponho que devem estar indo bem com a sua investigação.

— Bom dia — Respondi de volta — Sim, estamos evoluindo bem.

— Bom dia, Alisson — Hank a cumprimentou — Sabe me dizer se Valerie já chegou?

— Sinto muito, não fiquei no turno da noite — Respondeu — Talvez o detetive Reed saiba que horas ela saiu ontem.

— Ele já está aqui? — Perguntei.

— Sim, aparentemente ele virou a noite trabalhando.

— Okay, obrigado Alisson, até depois — Hank se despediu e foi em direção ao interior do DPD.

Era cedo ainda, não passava das 6:30 da manhã, alguns policiais estavam do lado de fora ou na recepção esperando seu colega para a troca de turno, o detetive Reed estava debruçado na sua mesa em um sono profundo, o lugar estava quieto e alguns androides da faxina circulavam. Fui até a mesa de Hank aonde Valerie usava, o tablet emprestado pelo Gavin estava no meio da mesa descarregado e havia um copo de café ao seu lado, o café estava frio e pela metade.

— Aparentemente ela já chegou — Hank apontou com a cabeça para o celular e bolsa da minha namorada, eles estavam em cima da minha mesa, longe da confusão que a mesa de Hank se encontrava.

— Ela deve estar na sala de descaço — Me virei para ir até o local e escutei Hank resmungar algo — O que disse?

Ele sorriu e me encarou — Eu disse que você está todo bobo.

— Não estou não — Retruquei.

— Está sim, quando estamos apaixonados ficamos assim, bobos.

Sorri para Hank e fui em direção a sala de descanso me deparando com uma sala vazia.

"Ela deve estar no banheiro" — Pensei e fui em direção ao banheiro, abri a porta e pude ver todas as cabines abertas e ninguém lá além Haniel, um dos androides da limpeza, passando pano no chão.

— Olá Connor, bom dia, precisa de algo?

— Não, eu achei que... você viu a agente Valerie? — Perguntei e ele negou.

— Desde que iniciei meu turno ninguém entrou aqui além de você.

Concordei e sorri — Obrigado, Haniel, tenha um bom dia — Ele acenou e eu sai do local indo em direção a Hank que estava na mesa do policial Miller, conversando em grupo com Chris e um policial do turno da noite.

— Eu avisei que o time ia perder de dois a um — Falou Chris.

— Não, você disse de um a zero, eu lembro muito bem — O policial com a identificação de Alvin garantiu — Eu tenho certeza que você disse de um a zero.

— De qualquer forma, eles perderam — Disse o policial.

— E aí? Ela já está vindo? — Hank me perguntou assim que me aproximei.

— Ela não está, acho que deve ter saído pra comprar algo ou tomar um ar.

O tenente se despediu de seus colegas e fomos juntos até nossas mesas.

— Então? O que faremos? — Perguntou. Dei de ombros enquanto me sentava em minha cadeira.

— Acho que a esperamos, precisamos dela para ir até Oliver e ligar Selene.

— Bom, então vamos esperar — Hank bufou — Não gosto muito dessa ideia, acho ela bem entediante, mas é o que temos pra hoje.

Hank abriu seu computador e começou a ler as notícias, esperamos por cerca de quarenta minutos, vez e outra eu e meu amigo conversamos sobre diferentes assuntos, então Fowler chegou e todo o ambiente calmo e silencioso foi inundado por uma discussão entre Gavin e Fowler, o capitão reclamava sobre o detetive estar babando na mesa de trabalho e o detetive reclamava sobre o capitão reclamar de mais por motivos desnecessários.

— Último aviso Reed, aqui não é lugar de sonecas no meio do expediente — Falou bravo indo em direção a sua sala.

— Eu não estava dormindo no expediente, meu expediente nem começou Fowler — Retrucou Gavin.

— Último aviso detetive, não testa a minha paciência — Jeffrey fechou a porta e o local voltou ao seu silencio.

— Porra... — Resmungou o detetive. Ele olhou pro seu relógio e para nós, mais especificamente para mim — Cadê a sua namorada? Tô cheio de fome.

Ele veio ao nosso encontro — Suponho que você esteja se referindo a Valerie, bom, não sabemos, esperávamos que ela estivesse aqui, visto que ela deixou a bolsa e o celular.

— Ah, foda-se.

— Se me permite perguntar Reed, eu gostaria de saber o que Valerie tem a ver com sua fome — Perguntei.

— É que eu ia comer ela, sabe, uma foda pela manhã é o recomendado pelo meu médico — Me provocou.

— Ei, olha como fala dela seu babaca — Hank se levantou e ficou próximo dele.

— Pode deixar, eu deixo um pouco pro Connor perder a virgindade — Meu amigo foi para cima do detetive, mas eu entrei no meio.

— Vai embora Gavin — Falei sério. Reed me encarou, mas desviou o olhar assim que escutou Fowler o chamar da porta de sua sala.

— Aqui não — O capitão falou firme nos encarando.

— Pau de plástico sortudo — Resmungou se afastando logo em seguida. Gavin foi em direção a saída do local.

Hank fez um sinal de agradecimento a Fowler que voltou a sua sala.

— Você não devia deixar ele falar assim dela — Falou se encostando na mesa — Ela é sua namorada Connor, não pode deixar gente babaca como Gavin falar assim.

— Ele só queria me provocar — Disse ao tenente — Gavin faz de tudo pra me testar, eu já estou acostumado.

— Eu sei Connor, isso já não é novidade, mas falar da sua namorada não é o tipo de coisa que você tem que permitir...

— Ei, pau de plástico — Gavin praticamente gritou da entrada do escritório.

— Puta que pariu — Resmungou Hank assim que o escutou.

— Liga pra sua namorada e pede pra ela devolver meu carro.

— Ally está com seu carro? — Perguntei vendo ele se aproximar de nós — Porque ela está com seu carro?

— Ela pegou ontem, lata curiosa — Reed me respondeu — Agora liga pra ela e pede pra ela me devolver, ela é gatinha e tudo, mas não quero que ela abuse da minha boa vontade.

— Você emprestando o seu carro sem questionar? Que surpresa, ainda mais vindo de você.

— Ela se aproveitou que eu estava morrendo de sono e pegou as chaves, eu sei que foi ela porque eu senti seu perfume e suas mãos passeando pelo meu corpo, ela ainda sussurrou no meu ouvido.

— Valerie não tocaria em você — Falei ríspido — Ela não encostaria nesse seu corpo nojento.

— Oh, o pau de plástico está desenvolvendo bolas de plástico — Ele encarou Hank — Nosso menininho está crescendo.

— Que horas ela pegou suas chaves? — Hank perguntou o encarando.

— Sei lá, eu estava dormindo, ela começou a falar sobre a porcaria do caso dela e eu acabei pegando no sono, depois demos um tempo nas pesquisas e eu fui pra minha mesa.

— Ally disse que não queria a sua ajuda, por quê ficou até mais tarde?

— Porquê ela pediu com jeitinho — Senti meus batimentos acelerarem — Brincadeira pau de plástico, pode tirar o azul do seu rosto, eu fiquei até mais tarde porque ela precisou de mais uma ajuda minha.

— Você é um babaca Gavin — Hank se manifestou.

— Ei pessoal — O policial Alvin do noturno se manifestou — Desculpa ouvir a conversa de vocês, mas eu vi a Valerie pouco antes dela sair com o carro do Reed.

— Que horas você a viu? — Perguntei.

— Eu fui fumar e deixei Russel no meu lugar, acho que devia ser umas três e pouco dessa madrugada — Falou passando por nós — Oh Russell, que horas a Valerie saiu mesmo? — Ele gritou ao androide que estava auxiliando Chris em algo no computador.

— 3:46 da manhã — Falou o androide — Ela foi ao banheiro as 02:32 e saiu às 03:46.

— Tudo bem, obrigado Alvin — Hank agradeceu e ele saiu.

— Ninguém passa tanto tempo assim no banheiro, a não ser que ela esteja passando mal — Falei.

— Ela deve ter ido pra casa, me dá o endereço dela aí que eu vou — Interrompi Gavin.

— Ela não levou as chaves, a bolsa, muito menos o celular, ela pegou suas chaves dizendo que ia comprar comida e não voltou até agora, isso é estranho.

— Eu acho que ela pode estar com problemas — Hank disse.

— Eu não estou com um bom pressentimento sobre isso, tenente.

— Como pode ter pressentimento, Connor? você nem tem uma alma — Gavin me alfinetou.

— Cala a boca Gavin — Hank o repreendeu — Vem, vamos procura-la, vamos ver os lugares que ela frequenta.

— Eu vou também — Reed se manifestou.

— Não, você fica, ninguém quer você enchendo nossa paciência — O tenente foi direto caminhando junto de mim até a saída.

— É, mas é meu carro que ela pegou, eu vou junto quer você queira ou não.

                                                    ⛛

— Mais que porcaria de carro, em Hank? — Gavin comentou pela sétima vez desde que saímos do DPD — O estado não te paga o suficiente pra comprar um novo?

— Paga, mas eu gasto pagando a sua mãe no final do programa — Hank falou sarcasticamente.

— Claro, somente uma profissional pra fazer seu pau levantar, né vovó, nada como uma dedada no cu pra fazer seu amigo morto ressuscitar.

— Ora seu filho da... — Hank largou o volante e virou seu corpo para trás, tentando pegar Gavin no banco de trás que se protegia segurando os braços de Hank.

Segurei o volante e tentava manter o carro em linha reta, por sorte não estávamos em uma via movimentada, Hank xingava Reed que o xingava de volta, com muito esforço consegui colocar meu pé no freio e o resultado foi imediato, ambos foram para frente, Hank bateu as costas no volante e Gavin acertou o banco da frente com seu rosto.

— PORRA! — Hank praticamente gritou me olhando — Qual o seu problema Connor?

— Androide filho da puta — Gavin resmungou com a mão sobre seu nariz — Filho de uma puta.

— Qual problema de vocês? — Os encarei sério — Você podia ter nos matado Hank! — Me virei para trás e encarei Gavin — E você pode por favor calar essa boca ANTES QUE EU A CALE ELA PRA VOCÊ? — Percebi que tinha gritado, coisa que eu acho que nunca fiz — VALERIE ESTÁ DESAPARECIDA E SABE SEI LÁ AONDE ELA DEVE ESTAR, ENTÃO PELO BEM DA MINHA PACIÊNCIA QUE JÁ ESTÁ SE ESGOTANDO, VOCÊS PODERIAM PELO MENOS CALAR ESSAS BOCAS E FICAREM QUEITOS ATÉ O FINAL DA VIAGEM? — Desabafei para ambos de maneira firme e gritando com eles, tenho certeza de que estava com o olhar bravo e sério. Gavin puxou o ar para me responder, mas desistiu no meio do caminho, voltei meu corpo para frente e cruzei os braços encarando a rua.

Após alguns segundos de silêncio absoluto, Hank ligou o carro e voltamos a andar pela estrada, o ambiente agora estava como eu almejava desde quando saímos do DPD, quieto. Eu só queria achar Ally, só queria saber se ela estava bem e o que tinha acontecido. Alguns longos minutos se passaram e o celular de Gavin tocou, ele o atendeu.

— Sim, é ele, como conseguiu esse número?... meu carro, você sabe aonde ele está? — Perguntou com urgência, depois de um tempo escutando ele voltou a perguntar — O que ele está fazendo aí?... — Ele esperou até a resposta e fez outra pergunta — Tinha alguém no carro? Alguém tipo uma mulher chamada Valerie... — Me virei o encarando e pela primeira vez depois da discussão, eu pude ver o semblante de preocupação no rosto de Gavin — Ela está machucada?... — Senti meus batimentos acelerarem com essa pergunta — Droga, estamos a caminho — O detetive desligou e me encarou.

— Ela está na casa do Elijah Kamski, sabe aonde fica?

— Sim, já fomos lá uma vez — Hank acelerou seguindo até o destino.

— A assistente do riquinho disse que ela não está bem — Reed falou e eu senti meu coração disparar, fazendo avisos no meu sistema aparecer e serem ignorados por mim.

— O que ela tem? — Perguntei — É grave? Devemos ligar pra emergên...

— Calma aí Romeu, a assistente disse que o riquinho já tá cuidando dela — Disse o detetive.

— É Connor, relaxa, daqui a pouco estamos lá, então vamos saber o que realmente aconteceu.

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...